Fase conturbada do jornalismo da Record pode trazer consequências

Entre outras tantas frases, uma do João Saldanha, que queria jogador bom no seu time e não um alguém para casar com a sua filha, se estende a tantas outras chefias ou ambientes de trabalho. Sempre é importante se cercar de bons profissionais e saber distribuir o jogo.

Mesmo em uma redação de jornalismo e até na do “Jornal da Record”, que hoje vive um dos seus momentos mais conturbados.

Para não ser tão mais invasivo na questão, tudo se resume ao generalismo adotado e à forma como o trabalho é distribuído e solicitado, causando com isso um ambiente dos mais desagradáveis e uma insatisfação, em todos os níveis, bem próxima do insuportável.

Nada contra a cobrança, ela é natural em todas as atividades e nunca será diferente, mas existem maneiras e maneiras de fazer isso, sem levar ninguém ao ambulatório ou prestar queixas no RH por assédio moral.

É hora de botar ordem na casa, até porque todo esse descontentamento, a continuar assim, poderá perfeitamente trazer prejuízos ao produto final. Se é eu já não está trazendo.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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