A Globo tem em “Os Dias Eram Assim” um trabalho sem meio termo

João Miguel Júnior/TV Globo

Tem tudo de subjetivo, também para a televisão, o gostar ou não gostar de um determinado programa, novela ou série. Os números de audiência apontados, hoje um serviço dividido entre Ibope e GfK, servem para medir desempenhos de cada produto isoladamente e até quantificar suas virtudes e desacertos, porém são raros os casos como de “Os Dias Eram Assim”. No que se refere a ela, verifica-se, o meio termo não existe. Desde o primeiro dia os índices conquistados sempre oscilaram muito próximos a casa dos 20 pontos, só melhorando um pouco agora na inversão de horários com “Vade Retro” às quintas-feiras. Uma situação interessante: houve, a partir da estreia, a conquista de um público fiel, que a aceita sem restrições e tem demonstrado admiração pelo trabalho, muito provavelmente formado por aqueles que conviveram com fatos daquela época, contra o desconhecimento de outros ou daqueles que se opõem ao fato da sérrie tentar se transformar em “professora de História”. Um cenário bem interessante, até diferente do que normalmente conseguimos encontrar. E assim, com cores bem definitivas, ela deve seguir até o fim.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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