Cultura é uma TV a caminho do fim…

 

Já de muito tempo a situação da TV Cultura, em São Paulo, além de preocupante, passou a despertar em todos o sentimento de piedade, com toda a dureza do termo, pelas sucessivas barbáries cometidas na sua direção nos últimos anos.

Emissora que tem uma história de vida dividida entre o antes e o depois. Até a gestão de Roberto Muylaert na sua presidência, 1985-1994, foi tudo muito bem, com a instalação da nova torre no Sumaré e o lançamento de programas como “Castelo Rá-Tim-Bum”, “Mundo da Lua”, “Roda Viva”, “Cartão Verde”, “Vitrine” e o “Matéria Prima”, do Serginho Groisman.

Daí em diante, até os dias atuais, as suas desastradas administrações, chefiadas por pessoas totalmente estranhas ao meio, só acumularam fracassos e a arrastaram ao estado que está.

A notícia de agora é que, por ordens superiores, internamente fala-se do Palácio do Governo, existe uma determinação que proíbe a contratação de funcionários pela CLT.

Só contratos para “estágio”. É uma televisão, conclui-se, a caminho do fim. Não podendo reforçar seus quadros com mão de obra especializada, não existe esperança de vida para ela. Morte anunciada, que vai ocorrer aos poucos .

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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