FormulaE: Buemi triumphs on streets of Paris

French officials probing Brazil submarine deal: report

Flag of France.svg

Source : The Local France

Jorge Soares: “Há uma mudança na relação com a morte”

Flag of Portugal.svg

Jorge Soares, presidente do Conselho Nacional da Ética para as Ciências da Vida|  PAULO SPRANGER/GLOBAL IMAGENS

Inicia-se hoje o ciclo de debates promovido pelo Conselho Nacional para Ética e Ciências da Vida (CNECV), na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, com o mote “Decidir sobre o final da vida”

A primeira sessão, às 10.00, que conta com a presença do Presidente da República, tem a participação do médico e investigador Sobrinho Simões, que assinou uma petição pela despenalização da morte assistida, o filósofo José Gil, ex-ministra da saúde Maria de Belém Roseira, uma das promotoras do documento de decisão antecipada de vontade, e o professor Walter Osswald, que tem formação católica. Entrevista a Jorge Soares, presidente do CNECV.

O CNECV inicia esta segunda-feira uma séria de debates sobre a eutanásia. Porque esta iniciativa?

O mundo mudou e a sociedade mudou pela tecnologia, ciência, demografia e com isso mudaram os valores, padrões de comportamento, direitos e responsabilidades. Assiste-se a uma mudança nas relações com a morte. Tínhamos a morte por certa mas não sabíamos quando. Desejávamos que fosse tarde. Hoje já não relacionamos a morte assim. Há muitas pessoas que relacionam a morte com o exercício da autonomia, do direito individual e com isso a definição de um termo. Isto é uma questão muito complexa, que exige uma reflexão aprofundada que temos, no conselho, que as pessoas não a fizeram. As decisões têm consequências sobre todos nós e portanto os pareceres que o conselho vier a formular implicam ouvir. E ouvir muito, porque é a melhor forma de discutir, de pensar e de agir. Estas foram as razões que levaram o CNECV a discutir os múltiplos aspetos que se relacionam com o fim da vida. É um assunto que é muito difícil mas pensar antes de agir parece-nos absolutamente fundamental.

Quem vão ouvir?

Vamos ouvir filósofos, que são eles que melhor sabem pensar sobre o começo ou o significado da vida, os constitucionalistas e o que têm a dizer a respeito dos diretos, das garantias, das liberdades e da maneira de os exercer. Os académicos, as ordens profissionais, os jovens porque é preciso que eles também exprimam opinião sobre aquilo que querem quando chegar o seu tempo. Vamos ouvir as confissões religiosas porque na fundamentação religiosa está muita da argumentação dessas questões de fim de vida. Queremos confrontar estes grupos com um convite à população em geral.

Não referiu grupos de pessoas com doenças crónicas, nomeadamente oncológicas e degenerativas a quem eventualmente esta decisão mais no imediato pode dizer.

Vamos ouvir as associações de doentes quer do grupo pediátrico, porque põe questões muito sensíveis e muito especificas, quer dos doentes em geral. Vamos procurar que este debate seja muito plural, isento, ponderado e tranquilo. Porque o próprio conselho precisa de recolher opinião. Não queremos que este debate seja exclusivamente um debate pró e contra a eutanásia. Queremos aproveitar o momento para discutir de forma mais ampla as questões que se podem colocar como a abordagem do sofrimento, da dor, a promoção dos cuidados em fim de vida, a sedação terminal e sobretudo discutir melhor as decisões antecipadas de vontade. Queremos apelar à discussão das questões da representação. Quem pode em nome de nós tomar decisões, em que circunstancias e como. Isso põe-se em relação a menores e a pessoas que não estão conscientes e não podem exercer a sua autonomia.

Como vê as criticas de alguns deputados à iniciativa do CNECV? Referem que o conselho estava a sair da sua alçada e estava a tomar posições como que entendidas quase como imiscuir na vida politica.

Acho que os senhores deputados têm naturalmente, como qualquer pessoa, a liberdade de exprimir as suas posições. Já nos causa um bocadinho de perplexidade que essa liberdade inclua alguma ignorância. Porque a missão do conselho foi definida pelo próprio Parlamento e ouvir as pessoas é dos um procedimentos para a elaboração dos pareceres. E nós não vamos fazer leis. Vamos dinamizar uma discussão pública da qual o conselho beneficiará quando tiver ele próprio que emitir parecer.

Disse que o tema poderia ser uma urgência política, mas não era um assunto urgente para a sociedade.

O tema não é novo e deve ser discutido. Urgência, confesso que não vejo. É um tema que exige muita ponderação. Muitas das situações que se evocam foram resolvidas na intimidade da boa relação médico/doente. Há uma coisa que é absolutamente fundamental pensar, que devemos estimular, é a discussão sobre o ativismo terapêutico absolutamente desnecessário que é uma má pratica médica. Temos de levar os profissionais e muitas vezes as famílias a assumirem que a morte é uma inevitabilidade e temos de criar condições de dignidade e condições para a partida se fazer de um modo o menos sofrido possível.

Não será legitimo que alguém que não tem possibilidade de cura possa decidir sobre quando e em que condições vai ser a sua morte?

Legitimo é. Não podemos impedir que alguém pense assim. Se a melhor ajuda é promover isso, vamos ver se estes debates podem trazer um pouco a luz. E também não esquecer a questão essencial que os profissionais de saúde são treinados para salvar e para cuidar. Provocar a morte é uma coisa que não sei se estão preparados.

Poderá ser eventualmente entendido como salvar e de tratar alguém?

Não sei se os profissionais de saúde são capazes de mudar aquilo que foi a razão da sua escolha profissional. Essa também é uma questão. Às vezes pensa-se na morte porque se acha que qualquer profissional está não só habilitado como capaz. E é preciso também ter algum cuidado com as questão relacionadas com a comercialização, com o negócio da morte, porque elas podem conduzir e induzir decisões. Se me pergunta se é legitimo, é legitimo que a pessoa pense ‘quero partir, estou satisfeito com a minha vida, não tenho horizonte’. É um pensamento legitimo. Se a maneira de o ajudar é marcar esse encontro, é uma discussão a ter que é muito importante.

Haverá oradores de países onde a morte assistida e a eutanásia são uma prática?

Sim. A nossa preocupação foi terminar com um seminário internacional para o qual já estamos a convidar responsáveis das organizações que tutelam essas permissões. Estamos a falar de países como a Bélgica, Holanda e Suíça e também de países em que essa permissão não é tida mas há alguma compreensão pela descriminalização do ato de facilitar a morte.

O objetivo será perceber a experiência, os risco…

Exatamente. Já começa a existir alguma informação de tipo cientifico. O que verificamos é um aumento de 10% do número de mortes anual por eutanásia na Holanda. Quando se olha para as tipologias, temos um número que nos confronta de doenças psiquiátricas. Claro que pode dizer que em Portugal há mais de mil suicídios ano, mas nesses nós achamos que é um sinal do falhanço do sistema. O sofrimento por si deve ter formas de abordagem. Uma mãe que perde um filho, que tem um sofrimento que não consigo imaginar, temos de lhe oferecer qualquer coisa que não seja o partir também. Mesmo que o desejo seja esse. Estas são as experiencias que temos de pensar nelas.

Como vê o apoio do Presidente da República?

A nossa relação com o Presidente nesta questão não é nada complexa nem misteriosa. Apresentamos cumprimentos ao presidente quando começou o mandato e falamos de assuntos que o conselho pretendia discutir. Um é este, outro sobre os dados em saúde e outro sobre as demências. O presidente disse que achava muito bem e que se decidíssemos fazer esses debates concedia o alto patrocínio. Convidámo-lo para sessão inaugural e para o fecho. Começamos pela eutanásia porque sabemos que o tema está colocado. Já recebemos o projeto do PAN para emitir parecer.

Não teme que havendo já propostas na Assembleia esta séria de debates possa vir tarde?

Não. O importante é sensibilizar as pessoas para esta questão. A nossa agenda não foi estabelecida com nenhuma orientação de oportunidade politica.

O que pergunto é perante o que já está a acontecer politicamente, se não vai tarde para as pessoas poderem pensar e discutir se quando tiverem algo a dizer já for tarde para o fazer?

A pergunta tem de ser feita talvez aos políticos, porque tanta pressa que pode prejudicar uma tomada de consciência publica mais sólida. A pergunta tem de se pôr desse lado.

Quando se fala da eutanásia fala-se de imediato dos cuidados paliativos e os dois parecem armas de arremesso. Não podem existir em simultâneo?

Os cuidados paliativos têm sempre de existir. A eutanásia, se as pessoas o entenderem, também existirá. Nessas circunstâncias coabitarão. Cuidados paliativos, é fundamental dá-los a quem os deseja receber. Se falamos em autonomia para apelar à decisão da morte também temos de falar em autonomia para o desejo de cuidados paliativos. O que é importante é não haver posições muito fundamentalistas. Cada coisa serve para o que serve.

Diário de Notícias

Cada vez mais pessoas escolhem hospital fora da área de residência

Flag of Portugal.svg

Oftalmologia é uma das especialidades com maior espera. No primeiro balanço da medida, em outubro de 2016, o Instituto Gama Pinto estava no Top 5 dos hospitais mais escolhidos pelos utentes |  LEONARDO NEGRÃO/GLOBAL IMAGENS

Liberdade de escolha no SNS está a funcionar desde junho de 2016. Mais de 166 mil escolheram o hospital para ter consulta

Mais de 166 mil utentes já escolheram um hospital diferente do da sua área de residência para terem uma primeira consulta da especialidade. Números que representam 10,5% do total das primeiras consultas realizadas entre junho do ano passado, quando o livre acesso e a liberdade de escolha dentro do SNS entrou em vigor, e abril deste ano. “Estão a fazê-lo nas especialidades tradicionalmente com maiores dificuldades de resposta: oftalmologia, ortopedia, dermatologia e otorrinolaringologia”, adianta ao DN Ricardo Mestre, vogal da Administração Central do Sistema de Saúde.

O mesmo explica que nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo e no Norte a maioria dos utentes escolhe hospitais alternativos dentro da região. Já o Centro “tem capacidade de atrair mais pedidos do que os que deixa sair da região”. A medida faz parte do plano do Ministério da Saúde de melhorar a organização e rentabilização da resposta do SNS. Exigência maior quando os tempos máximos de resposta garantidos para primeiras consultas foi reduzido de 150 para 120 dias. A portaria entra em vigor em junho, embora o prazo antigo se mantenha em vigor até ao final do ano.

A reação à liberdade de escolha, explica Rui Nogueira, presidente da Associação dos Médicos de Família, “tem sido boa, quer quando os doentes nos interpelam quer quando lhes propomos poderem ir para outro hospital”. Da sua experiência as escolhas acontecem muitas vezes em ortopedia e otorrino. A razão fundamental de ambos os lados é uma: conseguir menores tempos de espera. “Quando voltam ao consultório dizem-nos “ainda bem que fui para lá”. Acho que a medida está a funcionar muito bem e que só peca por tardia”, diz, referindo que a qualidade dos serviços em geral é boa e por isso o que leva o doente a escolher outra solução é o acesso. “Nós temos uma qualidade nos serviços médicos muito boa. Onde temos défice é na organização e no planeamento, que se reflete na capacidade de resposta”, aponta.

Manuel Vilas Boas, do Movimento de Utentes da Saúde, considera que a “medida foi uma saída para os constrangimentos”. Mas “o ideal seria que houve resposta no hospital da zona. Esta é uma saída de emergência que tem dado algum resultado e o que interessa aos utentes é terem o problema resolvido”. Manuel Vilas Boas salienta que há outros problemas que também gostariam de ver resolvidos como a falta de médicos em algumas especialidades. “Deixamos um apelo ao ministro para ver se consegue reivindicar mais verba do Orçamento para a saúde.”

Para o bastonário dos Médicos, Miguel Guimarães, o que existe não é uma verdadeira liberdade de escolha. “O que faria sentido, se os doentes tivessem acesso aos cuidados, era discutir a qualidade dos diferentes serviços e dos diferentes hospitais de forma a competirem entre eles e estimular a fazer melhor. Este seria o espírito da liberdade de escolha. Ter liberdade por causa do acesso é uma liberdade.”

Mais investimento

O livre acesso faz parte de um plano que passa também pelo reforço do investimento e maior articulação entre as unidades do SNS. “Já foi publicado um despacho que dá orientação aos hospitais para reforçar a articulação entre as unidades para garantir os tempos máximos de resposta e rentabilizar o SNS. Estão a ser feitos investimentos significativos nas instalações e equipamentos em quase todos os hospitais e centros de saúde, temos mais profissionais – mais mil médicos e mais dois mil enfermeiros no primeiro trimestre de 2017 em comparação com 2016 – e estamos a avançar com a implementação da plataforma eletrónica de gestão partilhada de recursos, em que quem tem coloca o que pode oferecer e quem não tem pode recorrer a uma destas unidades. A ideia é partilhar atividade – consultas, cirurgias e exames – e equipamento”, explica Ricardo Mestre. O objetivo é que todas as instituições do SNS estejam ligadas à plataforma até ao final de setembro.

Diário de Notícias

State eyes K500mil World Bank credit

Flag of Papua New Guinea.svg

issac-lupari

THE Government plans to get US$500 million (K1.6 billion) from the World Bank as budget support over the next three years, Treasury Secretary Dairi Vele says.
It is also plans to get US$300 million (K954 million) from the Asian Development Bank (ADB) for the health sector.
He told a meeting of heads of departments at Keapara in Rigo, Central, on Friday that the Government was talking to the World Bank about the facility “which is purely budget support”.
“I know what people will say: ‘They (Government) don’t have any money. So they’re running around looking for money’,” he said.
“This is about going to them (World Bank) and saying: ‘This is our programme, what do you guys think?’.
“They will say: ‘Because you’ve come so far in the last five years, we are going to offer you a package of around US$300 million to US$500 (K1.6 billion) million for budget support’.
“We say: ‘We’re worried that if you give us money, we’re going to build roads from nowhere to nowhere. We’re going to do silly things’.
“So we will commit to a raft of changes, a series of public sector reforms.
“And as we get to that reform, give us US$100 million (K318 million).
“As we get to this reform, give us the second US$100 million, and so on. We’re looking at, over the next three years, a facility of US$500 million.”
Vele said the US$300 million ADB support towards the health sector was the biggest towards a non-infrastructure programme.
“It’s the first time that the Government will put in over K1 billion into health,” he said.
“That’s coming in this year.”
Vele said the support shown by organisations such as ADB and the World Bank showed their recognition of PNG.

Source : thenational.com.pg

We borrow to build: PM

Flag of Papua New Guinea.svg

peter-oneill

By MALUM NALU

BORROWING is needed to boost economic growth, and the country has the ability to repay all the loans it takes out, Prime Minister Peter O’Neill says.
He told heads of Government departments during their meeting at the coastal village of Keapara in Rigo, Central, on Friday that the economy continued to grow.
“Because our GDP has grown, our ability to repay those loans has also grown. That is why we are able to borrow a little bit more money to build infrastructure,” he said.
“Borrowing is not a curse. It is our ability to manage that borrowing, making sure that we invest in the right sector.
“Infrastructure is nation-building.
“It is the right sector to invest.
“It builds the economy of the nation.
“That is why we must continue to invest in it.”
He said the Asian Development Bank, International Monetary Fund and World Bank lent money to PNG at concessional rates such as two per cent because they had “confidence in our economy”.
“Every country each year had a limit on how much they can borrow from these institutions,” O’Neill said.
“PNG’s limit is always being upgraded every year.
“That’s because they do an independent assessment of our economy, and they have confidence in our economy.”
He said the debt-to-gross domestic product level had decreased from 70 per cent in 2000 to about 35 per cent currently.

 

Source : thenational.com.pg

Long queues after crash blocks Auckland motorway near harbour bridge

Flag of New Zealand.svg

A crash north of the Auckland Harbour Bridge has blocked many lanes and left long queues.  Photo / NZTA
A crash north of the Auckland Harbour Bridge has blocked many lanes and left long queues. Photo / NZTA

Queues stretch for kilometres after a smash near the Auckland harbour bridge blocked most of the motorway’s lanes.

Those using buses are being warned they will be waiting a while as long lines of traffic merge down to one lane to crawl past the crash.

Now traffic heading in the opposite direction is getting just as bad with rubberneckers slowing down to look at the mayhem.

The NZ Transport Agency said the accident happened in northbound lanes of the Northern Motorway near the Onewa Rd offramp around 10.15am.

 

Smashed vehicles were blocking three of four lanes.

Drivers are being warned to avoid the area with queues quickly forming back through Victoria Park Tunnel and spilling into Spaghetti Junction and main streets on the city side of the bridge.

Auckland Transport warned commuters that buses heading to the North Shore would be affected by the crash.

 

NZTA said police were directing traffic past the scene in the left lane.

Source : New Zealand Herald

Dargaville family confident an MRSA antibiotic will be found

Flag of New Zealand.svg

By Danica MacLean –
Ellie Weight's parents Rolf and Karen Weight know just how much difference an MRSA killing antibiotic could make. Photo/Michael Cunningham
Ellie Weight’s parents Rolf and Karen Weight know just how much difference an MRSA killing antibiotic could make. Photo/Michael Cunningham

The father of a Dargaville girl who contracted superbug MRSA says he has faith an antibiotic which kills the infection will be found in the future.

Rolf Weight’s daughter Ellie was 10 years old and running in the Northern Wairoa cross-country competition in 2014 when she jumped into a ditch and hurt her leg. Doctors originally thought she had injured a muscle or ligament.

After a week of Ellie being unable to stand – screaming in pain, multiple visits to the doctors and high doses of strong painkillers, her parents took her for an ultrasound.

From the ultrasound they went to Whangarei Hospital. Mum Karen Weight said the pain she was in was “horrible”.

An MRSA killing antibiotic could help Ellie Weight, who contracted the superbug in 2014, in the future. Photo/Michael Cunningham
An MRSA killing antibiotic could help Ellie Weight, who contracted the superbug in 2014, in the future. Photo/Michael Cunningham

She had an operation to drain pus which had built up in her hip.

It was around this time the Weights were told Ellie had contracted Methicillin-resistant Staphylococcus Aureus (MRSA).

MRSA is a superbug which is immune to common antibiotics. In Ellie it was in her hip, and moved to her elbow and knee.

“The infection was just eating away at her bones and cartilage.”

Doctors tried Ellie on various antibiotics, the side effects of one “were so horrific her vital organs started shutting down”.

She was flown to Starship. “At that stage they told us she could actually die,” Mrs Weight said.

Multiple operations went deeper and deeper into her hip to drain the pus.

Mrs Weight said progress was “very very slow”. Ellie lost muscle tone, developed kidney stones, her guts took a battering from the drugs, and she frequently vomited her nasogastric intubation tube.

“It accumulated as hell.”

Eventually she was placed in a body cast, with a hole cut out over her hip to keep removing the pus.

She stayed at Starship for four and a half months, and when she came home she was on 28 tablets a day.

After several months in a wheelchair, she was fitted with a hip spica cast which she has worn for two years.

“The infection has eaten away her whole ball joint, the cartilage is long gone, part of the pelvis is gone.”

As the bone grows back, the clam shell cast holds her hip in a set position so the bones can fuse “in the best suitable position for her to have a compromised lifestyle”.

A hip replacement is out of the question as doctors don’t recommend her having foreign objects as the bug could colonise on to it.

Mrs Weight said hypothetically speaking, if there was an antibiotic she knew would kill MRSA, they would consider an artificial hip.

The Weights said while in their case, an early blood test would have detected the infection and they could have got on to it sooner, they know an MRSA-killing antibiotic would help many families.

“If they invent a new antibiotic that works faster, it would have reduced the damage.”

The Cure Kids ‘Fight Against Superbugs’ crowdfunding campaign started last week.

The campaign aims to raise $250,000 to support research by University of Auckland scientists who are studying fungi from a collection by Landcare Research to see if they contain pathogen-fighting properties.

Microbiologist Dr Siouxsie Wiles, head of the Bioluminescent Superbugs Lab at the University and her team aim to study 1000 fungi from the collection of 10,000 over the next 12 months.

They are hopeful they will make rapid progress on the hunt for new antibiotics after results from the pilot were promising.

Source : Northern Advocate