Paulo Saad voltou ao comando comercial do Grupo Bandeirantes

 

Volta ao passado

Agora se sabe que Paulo Saad voltou oficialmente ao comando da BandNews, BandSports, Terra Viva, Arte 1 e Sex Privé. Está com os dois pés dentro. Por enquanto, só na área comercial, mas em breve no comando de tudo. O que será que aconteceu?

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Band fez mudanças na sua ordem executiva

 

Mudanças na Band

O que é a vida… Há 3 ou 4 anos, ao anunciar que a sua missão estava cumprida, Paulo Saad se afastou da direção dos canais pagos da Band, Diego Guebel, no artístico, e Marcelo Mainardi, comercial, ficaram responsáveis pela nova organização.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Formato milionário do “Caldeirão” estreia neste sábado

Divulgação

O “Caldeirão”, do Luciano Huck, estreia neste sábado o quadro “Quem Quer Ser um Milionário?”, com a proposta de premiar seus participantes em até R$ 1 milhão. A versão brasileira é baseada no formato britânico “Who Wants to Be a Millionaire”, da Sony, sucesso em mais de cem países, de quem a TV Globo comprou os direitos.

O quadro de perguntas e respostas será uma das principais apostas do programa para a atual temporada, com desafios a candidatos de diferentes regiões do país.

Para conseguir o prêmio máximo será necessário responder corretamente 15 perguntas. Se chegar na quinta, já terá garantidos R$ 5.000 do considerado “porto seguro”. Mesmo que erre alguma das questões seguintes, não perderá este dinheiro. E aquele que acertar até a décima questão levará R$ 50 mil, mesmo não acertando depois.

Para ajudar o participante, existem três recursos de auxílio, que só podem ser utilizados uma vez cada um, na ordem que o convidado optar: ligar para um parente ou amigo; pedir à produção do programa que elimine duas alternativas incorretas na lista das quatro possíveis respostas da pergunta, e também poderá contar com a ajuda do auditório.

A estreia do  “Quem Quer Ser Um Milionário?” no “Caldeirão” está sendo preparada desde o começo do ano.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

“Conversa com Bial” é, antes de tudo, um programa inteligente

Ramón Vasconcelos/Globo

Estar à frente de um programa de entrevistas na televisão é saber conviver com desafios e imprevistos diários, muitas vezes impossíveis de serem contornados. Entre os principais, o convidado que não rende, outro que cancela em cima da hora e a dificuldade de extrair o que possa haver de novidade, tamanha a concorrência que hoje existe com outros tantos meios de comunicação. O Bial, no seu primeiro dia, antes de mais nada, revelou ao público o seu desejo de colocar no ar um programa inteligente. Foi sábia a iniciativa da sua produção em conseguir a presença da ministra Cármen Lúcia, uma figura que todos conhecíamos muito pouco além das suas atividades no Supremo Tribunal Federal . E uma conversa que, pelo menos no primeiro dia, mostrou o propósito de se colocar na contramão do que hoje existe na televisão – sem qualquer crítica a ninguém, que é o excesso de show e quase nada de conversa. A Globo, mais que qualquer outra emissora, pode se dar a este luxo de realizar um programa de maior qualidade, sem priorizar ou ter como principal finalidade a conquista de audiência. Para a televisão, como um todo, o “Conversa com Bial” pode ser avaliado como um avanço dos mais interessantes.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Depois de muito tempo, o ex-pânico Ceará volta encontrar Silvio Santos

Divulgação

Na manhã de ontem, quinta-feira, o humorista Wellington Muniz, mais conhecido como Ceará, montou acampamento nas proximidades do salão do Jassa, em São Paulo, para tentar uma exclusiva com Silvio Santos. Ele, evidentemente, “montado” de Silvio.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Fusão AT&T e Time Warner no Brasil tem parecer favorável da Anatel

Resultado de imagem para Anatel

Segundo parecer da agência reguladora a operação societária não fere o artigo 5º da Lei 12.485/2011, conhecida como a Lei do SEAC(Serviço de Acesso Condicionado): “A operação que resultará na relação vertical entre as atividades de produção e programação de conteúdo do Grupo Time Warner e os serviços de TV por assinatura via satélite prestados pelo Grupo Sky, por meio de empresa sob controle comum, a AT&T, não ensejaria óbices ao atendimento do art. 5º da Lei do SeAC, sob o ponto de vista do mercado brasileiro de prestação de serviços de telecomunicações”, diz o documento. A Lei do SeAC prevê que a empresa que distribui o conteúdo não pode ser a mesma que o produz. Para os técnicos da Anatel, que já emitiram o seu parecer, esse princípio só valeria se as programadoras tivessem sede no Brasil. Se forem lá fora, como é o caso dos estúdios Warner, não haveria problema de concentração vertical, desqualificando a aplicação dos artigos 5º e 6º da lei do SeAC.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery