Números de GfK e Ibope apresentam diferença diária de até 15%

Getty Images/iStockphoto

Enquanto persistir a pendenga do Simba, o desempenho de um programa ou qualquer emissora não pode ser medido pela sua audiência. Há uma grande chance de os números não corresponderem com a realidade.

No entanto, o que mais tem chamado atenção nas pesquisas relativas a São Paulo, a partir do desligamento do analógico e da interrupção do sinal de SBT, Record e Rede TV! nas operadoras, é a diferença, muitas vezes absurda, entre os registros das duas empresas que trabalham com isso.

A média diária da GfK é sempre 15% maior daquela que é apresentada pelo Ibope. E enquanto os números de uma, a primeira, quase não oscilam, os da outra têm apontado diferenças brutais. E as maiores, por acaso, são sempre mais acentuadas no considerado horário nobre.

Isto é um perigo para, entre outras razões ou como principal delas, o tamanho do dinheiro que gira em torno disso.

Do jeito que vai, será muito provável a necessidade da criação de um terceiro instituto, preferencialmente com as nossas cores, para tirar a prova.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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