Interpretação da Cláudia Abreu é um exemplo a ser seguido nas novelas

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A produção de novelas, no ritmo que existe aqui no Brasil, apesar de todo o exercício preparatório – uma novidade em relação ao passado, muitas vezes não permite aos seus diretores se preocupar mais de perto com o trabalho do ator.

Ao contrário do que existe no teatro, onde o próprio tempo permite uma tarefa mais apurada, na televisão isto nunca foi, não é e jamais será possível, ainda mais com elencos que agora normalmente superam a casa de 70 ou 80 pessoas.

E por ser, tamanha a quantidade, uma missão impossível, cabe aos próprios atores contribuir e se empenhar na interpretação de tipos os mais diferentes. Alguns não conseguem, e se repetem, mas outros sempre nos surpreendem com novos desempenhos, completamente diferentes dos anteriores. Um exemplo do bem é a Cláudia Abreu.

Hoje, ela está em cartaz em dois momentos diferentes na Globo. À tarde, na reprise de “Cheias de Charme”, ela é a extravagante, egocêntrica e até grosseira Chayene, só no branco dos olhos parecida com a Helô de “A Lei do Amor”. No caso dela, verifica-se e até poderia ser permitido, sempre repetir o nome da personagem, porque a sua interpretação sempre será diferente.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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