Globo programa minissérie catástrofe com Paulo Vilhena para 2º semestre

48465-tv-globo-fw

 

Eis Paulo Vilhena em cena da minissérie “13 Dias Longe do Sol”, escrita por Elena Soárez e Luciano Moura, que irá ao ar em 10 episódios na Globo no segundo semestre.

Ele faz o herdeiro “bon vivant” de uma construtora, nesta nova produção da Globo que explora o gênero “catástrofe”. A série, segundo a emissora, é inspirada em acidentes nacionais, principalmente o Palace II e o Edifício Liberdade, ambos do Rio. O roteiro é o seguinte: o engenheiro Saulo Garcez (Selton Melo) está prestes a entregar um centro médico de última geração. Mas com o objetivo de tornar-se sócio majoritário da construtora Baretti, onde trabalha há muitos anos, faz perigosas economias.

Depois de adulterar os cálculos estruturais do projeto, emprega mão de obra barata e usa materiais em quantidade e qualidade inferiores ao recomendável. Os resultados dessas escolhas são trágicos. No dia em que Marion Rupp (Carolina Dieckmann), a grande paixão de Saulo, vai vistoriar a obra para entender as razões do seu atraso, o prédio desaba. Saulo, Marion e mais sete operários conseguem sobreviver nos escombros, presos e incomunicáveis no que restou das garagens subterrâneas.

Depois que o prédio cai, dois mundos se estabelecem. Debaixo da terra, diferenças, ressentimentos e suspeitas terão que ser superadas para que os sobreviventes lutem por suas vidas. E aqueles homens e aquela mulher, de diferentes idades e classes sociais, viram um só corpo, com uma só vontade: voltar a ver a luz do sol. Lá em cima, a guerra se instala. Na busca por culpados, cada qual só pensa em como livrar a própria pele. Gilda (Debora Bloch), diretora financeira da Baretti e parceira de Saulo no plano de economizar dinheiro para tornarem-se sócios da construtora, faz de tudo para livrar-se das consequências legais do desabamento. Vitor Baretti (Paulo Vilhena), o herdeiro bon vivant da construtora, se vê no olho de um furacão do qual fugiu a vida inteira.

Por outro lado, o major Marco Antônio (Fabrício Boliveira), do corpo de bombeiros, é um tipo disposto a dar sua própria vida para resgatar os soterrados. Serão 13 dias longe do sol, daí o título, para os soterrados.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.