Malhação -Pro Dia Nascer Feliz -20/01/2017

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Joana insiste que Léo melhorou após frequentar a academia e sugere que Mauro procure Andrea. Jabá, Juliana, Júnior e Lucas convencem Martinha a voltar para a escola. Mauro revela a Joana que Léo não precisará de cirurgia. Joana insinua que Júnior pode entrar na Justiça contra Stella. Mauro decide manter a sociedade com Ricardo. A pedido de Rômulo, Krica e Cleyton despejam Clara. Stella pede desculpas a Joana e Júnior, e Mauro insiste para que a menina permaneça na academia. Joana desiste de voltar para Morro Branco. Gabriel revela a Giovane sobre o torneio de vôlei que definirá quem é o “Rei da Praia”.

Malhação -Pro Dia Nascer Feliz -19/01/2017

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Ricardo se choca com a atitude de Stella. Juliana desconfia do interesse de Jabá pela gravidez de Martinha. Ricardo enumera os erros de Joana, que pede demissão da academia. Arthur se incomoda com a conversa racista de Alisson e deixa o grupo do professor. Rômulo passa mal e Krica e Nanda o socorrem. A mãe de Martinha pede perdão à filha e insiste em saber quem é o pai de seu neto. Nanda beija Rômulo, mas se irrita quando Clara chega. Ricardo demite Alisson e confronta Mauro e Stella. Tânia chega de viagem. Joana procura Stella e Mauro.

Malhação -Pro Dia Nascer Feliz – 18/01/2017

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Ricardo se choca com a atitude de Stella. Juliana desconfia do interesse de Jabá pela gravidez de Martinha. Ricardo enumera os erros de Joana, que pede demissão da academia. Arthur se incomoda com a conversa racista de Alisson e deixa o grupo do professor. Rômulo passa mal e Krica e Nanda o socorrem. A mãe de Martinha pede perdão à filha e insiste em saber quem é o pai de seu neto. Nanda beija Rômulo, mas se irrita quando Clara chega. Ricardo demite Alisson e confronta Mauro e Stella. Tânia chega de viagem. Joana procura Stella e Mauro.

Malhação -Pro Dia Nascer Feliz – 17/01/2017

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Stella se desespera por não conseguir falar com Léo, e Joana estranha a falta de contato de Júnior. Belinha retira seu nome do abaixo-assinado pela permanência de Alisson na academia. Stella exige que Júnior se afaste de Léo. Alisson adiciona Arthur a seu grupo de malhação. Stella fala com Bárbara sobre as atitudes de Joana durante sua ausência na academia. Martinha questiona a preocupação de Jabá com seu filho na frente de Juliana. Stella ameaça romper a sociedade entre Mauro e Ricardo, caso o empresário continue apoiando Joana.

Malhação -Pro Dia Nascer Feliz – 16/01/2017

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Joana confronta Stella e afirma que não demitirá Júnior. Jéssica conta a Júnior, Jabá e Lucas que Martinha foi expulsa de casa por conta de sua gravidez. Belinha sugere que Arthur ajude a desfazer o mal-entendido entre Alisson e Belloto. Léo se preocupa com a possível demissão de Júnior. Jabá insiste para que Martinha revele a identidade do pai de seu bebê. Krica teme que Rômulo esteja traindo Nanda. Bárbara explica a Clara o plano contra Joana. Clara arma contra Joana e Júnior e diz a Stella que o rapaz saiu com Léo da academia.

O PT quebrou Minas Gerais-Governador nomeia investigado por fraude em Minas

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Governador escolhe Arthur Maia Amaral, suspeito de vender remédios adquiridos com dinheiro público em uma farmácia de sua propriedade, para presidir a Fundação Ezequiel Dias (Funed), estatal fabricante de medicamentos; ex-prefeito de Luminárias nega irregularidades

BELO HORIZONTE – O governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), nomeou para o cargo de presidente da Fundação Ezequiel Dias (Funed), estatal fabricante de medicamentos, Arthur Maia Amaral, que é investigado por suspeita de vender remédios adquiridos com dinheiro público em uma farmácia de sua propriedade.

Amaral, que é filiado ao PT, foi prefeito de Luminárias por dois mandatos e deixou o cargo no dia 31 passado. As investigações da Polícia Federal na cidade, que fica a 280 quilômetros de Belo Horizonte, tiveram início em 2011. À época, conforme a investigação, foram descobertos medicamentos com lotes raspados na farmácia do então prefeito, o que é um indício de fraude. Em agosto de 2014, por causa das suspeitas, a PF deflagrou a Operação Hígia. Amaral e outros quatro servidores municipais foram ouvidos e liberados.

O ex-prefeito, que é farmacêutico, negou as irregularidades. “Foi uma denúncia política. Mandaram uma carta anônima. Minhas farmácia tem 75 anos. Pertenceu ao meu avô. Entreguei todas as notas fiscais dos medicamentos comprados pela farmácia e todas as notas fiscais e licitações dos medicamentos comprados pela prefeitura. Não há problema algum.”

A Funed é vinculada à Secretaria de Estado da Saúde. A fundação produz medicamentos como anti-hipertensivos, antidepressivos e analgésicos. Em nota, a assessoria de Pimentel disse “que a nomeação para o cargo de presidente da Funed levou em conta exclusivamente critérios técnicos”. “Com relação à investigação citada, cabe esclarecer que não houve condenação ou comprovação de envolvimento de Amaral em qualquer investigação conduzida pela PF.”

 

Site Minas de Verdade

Deputados pedem na Justiça que governo de Minas devolva dinheiro dos depósitos judiciais sacado ilegalmente

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Os deputados estaduais Gustavo Valadares (PSDB), Bonifácio Mourão (PSDB), Fabiano Tolentino (PPS) e João Leite (PSDB) entraram com uma ação popular na Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça (TJMG) pedindo que o governo de Minas recomponha imediatamente os valores mínimos legais do fundo de reserva dos depósitos Judiciais.

A ação foi protocolada na última quinta-feira (12/01) em razão da irresponsabilidade do governador Fernando Pimentel, que não cumpriu seu dever de manter uma reserva de 30% dos valores depositados em juízo. Para bancar a gastança e os supersalários de secretários e aliados políticos, Pimentel permitiu que a conta se exaurisse, prejudicando os cidadãos mineiros e o próprio Estado.

Para o deputado Gustavo Valadares, líder da Minoria na Assembleia Legislativa, o Executivo está rasgando a Lei 21.720 – que ele próprio criou – ao sacar todo o dinheiro dos depósitos judiciais. “Quando a Lei 21.720 tramitou na Assembleia, nós alertamos para o risco das partes envolvidas em ações judiciais não receberem os valores depositados em juízo. O governo precisa sim de recursos para realizar investimentos e pagar salários dos servidores em dia, mas o melhor caminho para isso é ajustar a sua gestão, acabar com o inchaço da máquina e cortar na própria carne. Confiscar o dinheiro dos mineiros para manter salários astronômicos de secretários e companheiros de partido é inaceitável”, explicou.

No documento, os deputados requerem também o bloqueio judicial, nas contas do Tesouro estadual, dos valores correspondentes aos 30% dos depósitos, caso a determinação não seja atendida no prazo estipulado. O deputado Bonifácio Mourão explica que essa medida está, inclusive, prevista expressamente no contrato firmado entre o Estado de Minas e o Banco do Brasil (parágrafo quinto da cláusula sétima). “O governo de Minas descumpre não só a Lei 21.720, como também ignora as cláusulas do contrato que assinou com o Banco do Brasil. Neste acordo, ficou estabelecido que o Executivo manteria um fundo de 30% dos depósitos sob pena de ter este valor bloqueado pelo Tribunal de Justiça”.

Improbidade administrativa

Para os deputados que assinaram a ação, o descumprimento da lei que exige o fundo de reserva pode configurar um ato de improbidade administrativa. Em razão disso, os parlamentares pedem que o Ministério Público do Estado de Minas Gerais seja intimado a se manifestar.

Segundo Mourão, o objetivo da ação nada mais é do que se fazer cumprir a lei. “Nosso papel no legislativo é o de fiscalizar, fazer leis e garantir que elas sejam cumpridas. Queremos, com essa ação popular, que o governo faça nada além do que é legal. Não podemos permitir que o governo faça o que quer, da forma que quer com o bem público. E o pior, neste caso específico, o dinheiro nem ao Estado pertence”, disse.

No final de dezembro do ano passado, o Banco do Brasil já havia feito uma notificação, informando que o Estado não estava recompondo o fundo de reserva e, em consequência, a instituição financeira não poderia cumprir os alvarás de resgate de depósito. Na última terça-feira (10/01), a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, negou um pedido feito pelo governo para impedir o bloqueio de R$ 1,5 bilhão das contas estaduais.

 

Site Minas de Verdade