“A Lei do Amor” tem todo tipo de gente que não presta

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Cláudia Abreu é a protagonista da trama

Se gente ruim, mau caráter, que não vale o que come, passou a ser essencial para o sucesso de qualquer novela. Vamos combinar que “A Lei do Amor”, na falta de um, tem tantos outros que nem é possível escolher o pior.

Se é isso o que conta, os autores Maria Adelaide do Amaral e Vincent Villari, podem se dar por satisfeitos, porque o objetivo foi alcançado.

Dos personagens do José Mayer até Vera Holtz, passando Regiane Alves, Otávio Augusto e Thiago Lacerda, está difícil apontar quem é o pior.

Aí se cai na velha discussão, que vem desde que o cinema existe: o que é mais fácil para um ator, aquilo que ele pode fazer melhor, o papel do mocinho ou do bandido?

Ao que me respondeu um dia Ivani Ribeiro, bem lá atrás, no alto da sua sabedoria: tanto faz, um ou outro. Tem que ser apenas um bom ator para um bom papel.

É por aí.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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