O PT quebrou Minas Gerais – Desemprego aumentou em outubro no estado

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Em outubro, Minas apurou déficit de 5.889 postos; no ano, perda de 55.180 vagas

Após o superávit registrado em junho, o emprego formal voltou a apresentar uma sequência de resultados negativos em Minas Gerais. Em outubro, as demissões superaram as contratações mais uma vez e o déficit no saldo chegou a -5.889 postos de trabalho. Com o resultado, o Estado já acumula o encerramento de 55.180 vagas no acumulado de 2016. Nos últimos 12 meses, o número já chega a 140,7 mil.

Ao todo, Minas Gerais contabilizou 125.129 contratações contra 131.018 demissões em outubro, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No mesmo mês de 2015, o resultado mineiro foi pior e o fechamento de vagas chegou a 24.502.

Segundo o levantamento, o déficit mensal deste exercício foi impulsionado novamente pelas demissões na agropecuária, que vive o período de entressafra de colheita do café.
Para se ter uma ideia, o total admitido no setor no decorrer de outubro foi de 10.712 pessoas. Já o contingente dispensado chegou a 16.853. Isso gerou um saldo negativo de 6.141 profissionais.

Destacou-se negativamente também o segmento de serviços, com déficit de 2 mil empregos no mês. Foram 43.347 funcionários contratados e 45.347 demitidos. Da mesma maneira, a indústria da transformação encerrou outubro com menos 1.319 empregos, resultantes da admissão de 19.578 menos o desligamento de 20.897.

Na outra ponta, o comércio foi o único setor a apresentar superávit: 5.167. O segmento contratou 35.004 pessoas no mês passado e demitiu 29.837. O resultado se deve à proximidade do fim de ano, considerada melhor época de vendas para o setor.

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Acumulado – No acumulado de 2016, período em que o Estado já registra o encerramento de 55.180 postos de trabalho, o total contratado chegou a 1,419 milhão de pessoas, mas os desligamentos somaram 1,475 milhão. Já nos primeiros dez meses de 2010 o déficit chegou a 111.829.

Em termos de setores, o maior volume extinto foi registrado no setor de comércio: 24.027, consequência da contratação de 320.536 profissionais e demissão de outros 344.563. Logo em seguida apareceu a construção civil, com a efetivação de 183.980 funcionários e a dispensa de 200.775.

Somente a agropecuária e a administração pública seguem com resultados positivos no saldo de empregos até o décimo mês deste exercício. A agropecuária com superávit de 10.208 e a administração pública com 630.

Já no acumulado dos últimos 12 meses (-140.777) o total admitido chegou a 1,655 milhão de pessoas e o total de desligados a 1,795 milhão. No mesmo período do ano anterior, o déficit foi de 185.613.

 

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