Programas de entrevistas da TV viraram um grande playground

Será que é mesmo hora do Jô parar? E cadê a Marília na TV?

Será que é mesmo hora do Jô parar? E cadê a Marília na TV?

Hoje, em meio a tantos programas de entrevistas, estreados com tanto barulho e celebração, o que mais tem chamado atenção é a superficialidade dos seus apresentadores e até a quase nenhuma importância da maioria dos convidados.

Tudo virou uma grande brincadeira, com ninguém mais interessado em conversar a sério ou abordar questões com maior profundidade.

Como requisito primeiro, o convidado tem que ser alguém que aceite entrar na roda e, se for caso, se submeter até ao papel de perfeito idiota. Muito mais show, do que talk.

E isso num país em que já tivemos, Silveira Sampaio, lá no começo, depois Ferreira Netto, Roberto D’Ávila, Marília Gabriela e Jô Soares, todos com excelente base cultural. O quadro atual até assusta um pouco. Parece que não há mais interesse em se conversar a sério.

Vivemos todos, inclusive o mundo da TV, irresponsavelmente num grande playground.

Será que é mesmo hora do Jô parar? E cadê a Marília?

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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