Programas de entrevistas da TV viraram um grande playground

Será que é mesmo hora do Jô parar? E cadê a Marília na TV?

Será que é mesmo hora do Jô parar? E cadê a Marília na TV?

Hoje, em meio a tantos programas de entrevistas, estreados com tanto barulho e celebração, o que mais tem chamado atenção é a superficialidade dos seus apresentadores e até a quase nenhuma importância da maioria dos convidados.

Tudo virou uma grande brincadeira, com ninguém mais interessado em conversar a sério ou abordar questões com maior profundidade.

Como requisito primeiro, o convidado tem que ser alguém que aceite entrar na roda e, se for caso, se submeter até ao papel de perfeito idiota. Muito mais show, do que talk.

E isso num país em que já tivemos, Silveira Sampaio, lá no começo, depois Ferreira Netto, Roberto D’Ávila, Marília Gabriela e Jô Soares, todos com excelente base cultural. O quadro atual até assusta um pouco. Parece que não há mais interesse em se conversar a sério.

Vivemos todos, inclusive o mundo da TV, irresponsavelmente num grande playground.

Será que é mesmo hora do Jô parar? E cadê a Marília?

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Novela do apagão do analógico em Brasília entra nos momentos finais

Resultado de imagem para TV Verdes Mares digital

Na segunda-feira que vem (24), sairá uma nova pesquisa sobre o percentual de aparelhos habilitados para receber o digital no Distrito Federal e cidades do entorno.

O seu resultado poderá determinar o desligamento na quarta-feira, 26.

A última pesquisa, realizada em setembro, foi interpretada de maneira diferente pelas TVs, com números que entendem ser de 79%, contra 85% conforme preferem as teles.

A tendência é que o Governo desligue com 90%, três abaixo do que a lei estipula.

Confirmando-se o desligamento em 90%, cerca de 120 mil domicílios de toda a região serão impedidos de ver televisão, a partir da próxima semana.

Uma medida altamente impopular, ainda que tenha havido, e isso todos assumem, falha grave na distribuição de cerca de 80 mil conversores. E a próxima etapa, em março do ano que vem, será São Paulo.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Mudanças no “JR” e troca do logo são novidades da Record para novembro

Adriana Araújo e Celso Freitas, apresentadores do "Jornal da Record"

Adriana Araújo e Celso Freitas, apresentadores do “Jornal da Record”

O novo logotipo da Record só será lançado em 24 de novembro, juntamente com algumas mudanças no seu principal informativo.

A ideia era lançar no dia do aniversário, em 27 de setembro, mas o atraso se justifica, pelos seguintes motivos:

1º – naquela ocasião, a Globo promovia sua grade para este semestre.

2º – a Record estava envolvida com a produção de debates municipais.

3º – e, por último, a emissora está se preparando para lançar, também no dia 24 de novembro, o novo “Jornal da Record”, com alterações em cenário, bancada, vinhetas…

De qualquer forma, a mudança no logo ainda é motivo de muita insatisfação.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery