“A Lei do Amor”, enfim, acaba de apresentar as suas armas

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Em “A Lei do Amor”, meio que com tudo, a Globo voltou a apostar no novelão tradicional e em ingredientes que o telespectador sempre mostrou apreciar sem qualquer restrição, inclusive com direito a um “quem matou?” logo de saída.

Maria Adelaide Amaral é da escola de Cassiano Gabus Mendes, um alguém que desde o começo da televisão sempre soube ir ao encontro daquilo que, junto ao público, logo faz crescer um amor à primeira vista.

Cassiano, de um determinado ponto da sua vida em diante, preferiu se colocar num horário, o das 7 da noite, mais apropriado ao que ele queria fazer e passar, a ponto de investir num “capa e espada”, “Que Rei Sou Eu?”, quase às vésperas do século 21. Nunca, no entanto, ele deixou de nas entrelinhas ou subliminarmente passar sua mensagem e atingir quem merecia.

O caminho agora traçado por Maria Adelaide, na companhia de Vincent Villari, é outro, já escancarado pelas diferenças sociais em seus núcleos, conflito de gerações e inevitáveis problemas no estabelecimento das relações.

Mas que também vai muito na direção do que o telespectador, sem restrições, sempre aceitou. “A Lei do Amor”, até que demorou um pouco, mas já apresentou suas armas.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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