Página 265 de 366-Boeing 747 da Singapore Airlines sobrevoando Sydney

Que vista um par de minutos após a partida da Runway 25 no SYD! O conjunto de Sydney em exposição, incluindo o centro eo aeroporto pode ser visto logo acima dos wingtips ! 

Fonte : http://www.airliners.net/photo/Singapore-Airlines/Boeing-747-412/941221

Página 265 de 366-Boeing 747 da Singapore Airines antes de decolar em Hong Kong

Está virando na pista 13 para a partida. Se eu estiver correto, esta foi a partida 06:30 logo após o nascer do sol do dia rumo a Singapura. Pombo de Ouro é iluminado majestosamente pelo primeiro raio de sol do dia. Esta fotografia foi tomada de um quarto do Regal Kai Tak Hotel desfrutar da minha café da manhã cedo. Além disso, eu estava feliz de pegar dois observadores que já tinham estado em ação na garagem no piso superior. Spotters são pessoas realmente criativas! 

Fonte : http://www.airliners.net/photo/Singapore-Airlines/Boeing-747-412/428598

Voo Varig 8838 próximo de pousar em Narita(Japão) Página 265 de 366

Está no final curto para Tóquio ,Narita. Embora ainda fosse uma estação chuvosa no Japão, eu estava feliz que eu tinha voltado aqui. Logo antes de cruzar o limiar da pista 34, que voou sobre o Museu de Ciências Aeronáuticas, Novo Aeroporto Internacional de Tóquio. Você pode ver o edifício principal, bem como vários aviões preservados na pista. O maior avião é o primeiro protótipo do YS-11 (JA8611). As áreas de observação no museu em pisos terceiro e quinto são boas para a fotografia.

Página 265 de 366 – Veja a distância entre Nagoya e Honolulu

Distância de Nagoya a Honolulu
A distancia é 6472 km ou 4021 milhas ou 3494 milhas náuticas
A distância é a distância do ar teórica (distância ortodrômica). Voar entre aeroportos dos dois locais pode ser uma distância diferente, dependendo da localização dos aeroportos e via real escolhida.

Map – Shortest path between Nagoya and Honolulu

Mapa – caminho mais curto entre Nagoya e Honolulu
Nagoya
Honolulu
O mapa está usando uma projeção que faz a terra e oceanos muito mais amplo perto do pólo sul e pólos norte. O título / curso / rolamento durante um voo varia na maioria dos casos. Roteiro com base na imagem da NASA.

Nagoya
Latitude: 35 ° 10 ‘Norte
Longitude: 136 ° 54 ‘do leste
posição inicial: 85,1 ° Leste
título final: 119,0 ° Leste-sudeste
Honolulu
Latitude: 21 ° 19 ‘Norte
Longitude: 157 ° 51 ‘Oeste
posição inicial: 299,0 ° oeste-noroeste
título final: 265.1 ° Oeste

timeanddate.com > Distance Calculator

Página 265 de 366 – Veja a distância entre Nagoya e Incheon

Distância de Nagoya a Incheon
A distância é de 959 quilômetros ou 596 milhas ou 518 milhas náuticas
A distância é a distância do ar teórica (distância ortodrômica). Voar entre aeroportos dos dois locais pode ser uma distância diferente, dependendo da localização dos aeroportos e via real escolhida.
Mapa – caminho mais curto entre Nagoya e Incheon

Map – Shortest path between Nagoya and Incheon

Nagoya

Incheon

O mapa está usando uma projeção que faz a terra e oceanos muito mais amplo perto do pólo sul e pólos norte. O título / curso / rolamento durante um voo varia na maioria dos casos. Roteiro com base na imagem da NASA.

Nagoya
Latitude: 35 ° 10 ‘Norte
Longitude: 136 ° 54 ‘do leste
posição inicial: 288,7 ° oeste-noroeste
título final: 282.6 ° Oeste-noroeste
Incheon
Latitude: 37 ° 30 ‘Norte
Longitude: 126 ° 36 ‘do leste
posição inicial: 102,6 ° Leste-sudeste
título final: 108,7 ° Leste-sudeste

timeanddate.com > Distance Calculator

Azores Airlines to expand transatlantic operations with A321neo

SATA owned airline renews its fleet with the longest range of any single aisle airliner

Azores airlines which is fully owned by Sociedade Açoreana de Transportes Aéreos (SATA) is modernizing its short-haul and transatlantic fleet with the A321neo and by 2019 with the longer range A321LR. The decision follows a growth strategy to expand into new transatlantic routes.

Azores airlines has been an Airbus customer since 1999 operating seven A310, A320 and A330 Airbus aircrafts across Europe, Canada and North America.

“Our mission is to bring the Azores to the world and the world to the Azores and we are happy to be investing in the Airbus A321neo aircraft to continue achieving this,” says Paulo Menezes, CEO of SATA Group. “The A321LR passenger comfort, performance, superior range and fuel efficiency match our long haul as well as regional needs. We have a vision of being ever stronger and more competitive in a demanding global world and also of being able to build an airline of excellence that can make its mark in the world of international commercial aviation and gradually and consistently conquer market share and visibility for the brand.”

“We are very excited about this order which confirms the A321LR as the single aisle aircraft of choice for transatlantic and regional routes,” said John Leahy, Chief Operating Officer Customers. “No other single aisle aircraft can match the A321LR’s performance, fuel efficiency and productivity and with its wider fuselage passengers will also enjoy the most comfortable cabin experience.

The A321LR, the latest member of the market leading A320neo Family, will be able to fly longer routes of up to 4,000 nm. The A321LR will provide additional flexibility as it will have the longest range of any single aisle airliner, making it ideally suited to transatlantic routes and enable airlines to tap into new long haul markets which were not previously accessible with current single aisle aircraft. First deliveries will start in 2019.

The A320neo Family incorporates latest technologies including new generation engines and Sharklet wing tip devices, which together deliver more than 15 percent in fuel savings from day one and 20 percent by 2020 with further cabin innovations. With nearly 4,800 orders received from 87 customers since its launch in 2010, the A320neo Family has captured some 60 percent share of the market.

Airbus Website

Narrativa de “Supermax” exige paciência do público: saiba o que esperar

Cléo Pires é Sabrina Toledo, uma psicóloga de 27 anos e filha de um grande empresário. Foi sequestrada no passado e passou quatro meses em um cativeiro. Participa do reality pelo prêmio e quer usar o dinheiro para contratar bons advogados, capazes de tirar da cadeia homem da sua vida: o próprio sequestrador
Imagem: Divulgação/TVGlobo/Estevam Avellar

Originalidade não é bem a palavra para definir “Supermax”, nova aposta da Globo, que estreia nesta terça-feira (20), após “Justiça”. A série deixa no ar em vários momentos a sensação de déjà-vu, com ecos de “Lost”, “The Walking Dead” e da primeira temporada de “True Detective”. O ar de novidade tem mais a ver com a entrada num terreno pouco explorado na TV aberta brasileira, mas de apelo universal – as fronteiras entre o thriller, o terror e o suspense.

As pistas são dadas aos poucos, e avançar até a ação propriamente dita exige uma certa paciência do público – especialmente de quem vai assistir pelo modo tradicional, às terças-feiras, pela TV. Com os 11 primeiros episódios disponíveis na plataforma Globoplay (para assinantes), é possível fazer uma maratona, mas não completa: o desfecho permanece desconhecido até dezembro, quando o último episódio vai ao ar. Não adianta gastar seu fôlego de uma vez: trata-se de uma corrida de longa distância.

A trama se desenrola no meio da selva amazônica, onde se encontra o presídio de segurança máxima desativado que serve de cenário para o reality show onde 12 pessoas disputam o prêmio de R$ 2 milhões. Se os trailers divulgados pela emissora faziam uma seleção dos momentos mais frenéticos e sangrentos, os primeiros episódios pisam no freio e são mais centrados nos conflitos entre os participantes.

Na estreia, a série se aproxima bem da linguagem de um reality show, não só pela presença de Pedro Bial, indissociável do “Big Brother Brasil”, mas pela própria apresentação da dinâmica do jogo. Conhecemos o mínimo sobre cada um (o que eles querem ou podem divulgar sem se comprometer demais), as instalações do presídio e as regras da competição, que tem um líder e até uma espécie de “Big Fone” (com uma função bastante diferente, diga-se).

Paulo Belotte/Globo

Os participantes do reality ficam confinados em um presídio de segurança máxima

Até então, o único problema para os confinados parece mesmo a convivência: em pouco tempo Sabrina (Cleo Pires) e Timóteo (Mario César Camargo) viram desafetos, assim como Sérgio (Erom Cordeiro) e Artur (Rui Ricardo Diaz). Após o fim do primeiro episódio, no entanto, o público continua tão perdido quanto os participantes sobre o que vai acontecer: a única certeza que se tem é de que há algo de errado, possivelmente sobrenatural, entre as paredes do presídio, o que pode se tornar uma ameaça. A súbita falta de contato com o mundo exterior deixa no ar a dúvida se o jogo mudou de repente ou se agora é cada um por si.

Assim como prometido no lançamento da atração, algumas respostas demoram a chegar: o passado de cada participante vem à tona em doses homeopáticas, em flashbacks espalhados ao longo dos episódios ou em confissões promovidas pelo confinamento ou pelo confronto, às vezes em situações um tanto forçadas ou comprometidas por atuações artificiais. Mas as resoluções para os principais mistérios da trama – o real perigo para os competidores – só vêm na segunda metade da temporada, quando a trama cresce significativamente, ao criar, enfim, a própria mitologia.

Criada pelo diretor José Alvarenga Jr. e pelos roteiristas Fernando Bonassi e Marçal Aquino, “Supermax” tem uma missão difícil a cumprir: agradar ao público acostumado ao melodrama que ainda impera na TV aberta e aos fãs de séries ávidos por novas histórias. Seu maior mérito, portanto, é o investimento em gêneros considerados de nicho e em testar limites ao tratar de temas com grande possibilidade de rejeição. Além disso, é louvável a iniciativa de apostar em nomes pouco conhecidos na televisão – a própria presença de Mariana Ximenes e Cleo Pires em duas produções simultâneas (“Haja Coração”) é a prova de que a renovação é sempre bem-vinda.

 

Giselle de Almeida

Do UOL, no Rio

20/09/2016 – 07h00