Selma Egrei já terminou sua participação na novela Velho Chico

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Selma Egrei já concluiu toda a sua participação na novela do Benedito Ruy Barbosa…
… No último dia de gravações de “Velho Chico”, ela foi homenageada pelo diretor Luiz Fernando Carvalho e toda a sua equipe…
… A Selma é, desde já, uma séria candidata aos diversos prêmios que costumeiramente são distribuídos.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Novo logotipo da TV Record é alvo de polêmica

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O novo logo da Record, em vias de ser lançado, ainda é discutido internamente…
… Mesmo porque está longe de ser unanimidade. As maiores discordâncias são contra a retirada do mapa da América do Sul …
… E a inversão do nome, de TV Record para Record TV.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Jovem Pan estreia dia 19 mais um programa jornalístico às 17h30(Horário de Brasília)

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A Jovem Pan estreia dia 19, às 17h30, o jornalístico “3 em 1”, com apresentação de Carlos Graieb, Vera Magalhães e Carlos Andreazza, nas redes AM, FM e TV JP.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco divulga audiência de Palmeiras 1 x 1 Flamengo e Coritiba 1 x 1 Corinthians

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A Globo, com Palmeiras e Flamengo, deu 37 pontos com 55% de participação no Rio. Foi recorde do futebol brasileiro neste ano…
… Só perdeu para Brasil e Alemanha, jogo das seleções na Olimpíada, 38 pontos com 61%…
… Em São Paulo, Coritiba e Corinthians, ficou com 26 de média e 40 de participação.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Explicando a ausência de Rachel Sheherazade no SBT Brasil

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Rachel Sheherazade tirou 10 dias de férias no SBT, para organizar melhor a sua vida e providenciar melhor a mudança para nova casa…
… Em função disso, Karyn Bravo assumiu a bancada do “SBT Brasil”, ao lado de Carlos Nascimento e Joseval Peixoto.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Diretório do PSOL em Mato Grosso recebeu dinheiro do Bolsa Família

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Um beneficiário do Bolsa Família doou ao diretório estadual do PSOL no Mato Grosso um total de R$ 67,5 mil. O dinheiro foi repassado no dia 13 de agosto.

O TSE já identificou a ‘anomalia’ e investiga o doador, cuja identidade ainda é mantida em sigilo.

 

O ANTAGONISTA

John Roughan: Where is a mayor who can fix Auckland’s democratic facade?

5:00 AM Saturday Sep 17, 2016

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The truth about the Super City is that its mayor and council you can do very little unless the chief executive and senior officers let them. Photo / Brett Phibbs
The truth about the Super City is that its mayor and council you can do very little unless the chief executive and senior officers let them. Photo / Brett Phibbs

Watching the candidates for Mayor of Auckland I can’t help wondering, do they know anything about the job they seek? None of them have sat on the Auckland Council.

We have 19 candidates, no less, and none of them are sitting members of the council. The reason may be that those on the left who might have stood – Penny Hulse, Mike Lee – were willing to defer to Phil Goff and none of the sitting members on the right believed they could beat him.

But Goff is not exactly a political colossus. He has had a fine career in Parliament but didn’t appear to jump at the prospect of being Auckland’s mayor when it was suggested. Maybe he does know what it involves. I hope so. In fact, I dare hope he may be capable of fixing it.

None of the candidates I heard at a public meeting last week said a word about the impotence of the elected positions on the Super City council. Besides Goff there were Vic Crone, John Palino, Mark Thomas and David Hay, not to mention Penny Bright whose presence I found offensive.

Until she pays her rates she shouldn’t be allowed to vote, let alone stand for election.

Of the serious candidates, Thomas and Hay were the only ones with inside knowledge of local government, Thomas a chair of the Orakei Local Board, Hay as a planing officer. Thomas impressed with his grasp of the council’s mechanics but didn’t strike me as likely to change them. Hay sounded like he lives by them.

It is probably not safe politics to campaign on the fact that an unsatisfactory constitution renders elected positions practically powerless. Much safer to make bold declarations about what your propose to do for the voters if they give you the chance. But the truth about the Super City is that its mayor and council you can do very little unless the chief executive and senior officers let them.

The council gets to discuss big amorphous principles such as environmental sustainability, community engagement and land-use planning objectives but once they have decided these are a good thing, they have to let the officers decide how, where, when and under what conditions they might be put into operation.

Anyone who doubts this should take the time to attend a council meeting any day of the week. The council meets as committees of all, or nearly all, members all day, just about every day. The poor members are fed fat agendas full of long reports of nebulous, mind-numbing vacuity.

Most of their evenings must be taken up reading it all and at the meetings they wade through it all, having a desultory debate on a minor point and knowing all along there is not much to decide. Christine Fletcher has complained publicly about how little time the interminable meetings leave for her to meet constituents and attend to people’s real concerns.

The mayor and council are a democratic facade, maintained for appearances while professional staff make all the real decisions. You don’t have to go to a meeting to see the ignorance in which the elected members are kept, it becomes apparent every time something goes wrong.

The example that sticks in my head was the Pt Chevalier school that was going to charged for a picnic in a nearby park. This came as complete news to our elected representatives.

Doubtless, they had at some point approved a broad policy parameter that they were assured would be harmless. Probably none of them asked if the hiring of parks would apply to schools. Councillors are no longer accustomed to considering operational implications, as the “governing body” they are not supposed to.

The text book says their proper role is “governance” not “management”.

It was Parliament that applied this strict separation of roles to the Super City and now is proposing to extend it to all councils. The same principle separates Parliament and the Government from the public service but somehow governments do not seem as impotent as councils. Good ministers are on top of their departments, know what is going on and get Cabinet decisions carried out.

Goff was a good minister. He has always been on the hard-headed side of the Labour Party but I’m not sure he is coming to this job with much enthusiasm. His endorsement of Auckland Transport’s trams to Mt Roskill suggest he may be content to ride any proposal the planners serve up.

Vic Crone did not say anything to distinguish herself strongly that night. Palino may be the most likely to stir things up, challenge the officers, get elected representatives back into a meaningful role. But I’d have more confidence in Palino if he stood for the council first.

It’s our council vote that matters. Make that one count.

Source : New Zealand Herald

Delcídio do Amaral relata como Lula evitou o impeachment no mensalão

EM DELAÇÃO, DELCÍDIO FALOU SOBRE ALIANÇA QUE “SALVOU” O EX-PRESIDENTE
Publicado: 16 de setembro de 2016 às 14:40 – Atualizado às 17:47
EX-LÍDER DO GOVERNO NO SENADO CONTOU À FORÇA-TAREFA DA LAVA JATO QUE PETISTA, PARA EVITAR A PRÓPRIA CASSAÇÃO, FECHOU ALIANÇA COM PEEMEDEBISTAS QUE ESTABELECERAM ‘TENTÁCULOS EM TODA A ESTRUTURA DE GOVERNO’
(FOTO: PAULO PINTO/FOTOS PÚBLICAS)
Em depoimento gravado na investigação da Operação Lava Jato sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o delator e ex-senador Delcídio Amaral (ex-PT-sem partido-MS) contou como se deu o início da parceria PT-PMDB no governo federal. Segundo Delcídio, durante o Mensalão, Lula ‘abraçou’ o PMDB para evitar o risco de sofrer seu próprio impeachment.O ex-senador declarou que no início da gestão Lula, o governo era ‘muito hermético’ e ligado aos partidos que tinham levado o petista à Presidência.

“Quando sobreveio o Mensalão, ele (Lula) percebe que ele se arruma ou ele poderia ser impichado, inclusive. Uma tese que era defendida desde o início do governo pelo ex-ministro José Dirceu (era) que o PMDB deveria participar ativamente da base do governo. O próprio José Dirceu trabalhou nisso. Quando o José Dirceu foi levar essa aliança para o Lula já combinado com o PMDB, o Lula não topou. Aí veio o Mensalão”, contou Delcídio.

À Procuradoria da República, o ex-senador relatou. “Quando veio o Mensalão, o Lula fez uma revisão das posições que ele vinha assumindo. Dizendo assim: ou eu abraço o PMDB ou eu vou morrer. Quando aí o PMDB veio fortemente para o governo. Estabeleceu tentáculos em toda a estrutura de governo. Não foi só na Petrobrás, não. Assumiu Ministério de Minas e Energia, Eletrobrás, o setor elétrico, que nos governos anteriores era feudo do PFL, passou a ser feudo do PMDB.”

O Ministério Público Federal questionou Delcídio Amaral se ‘houve um acordo para poupar o presidente Lula do impeachment?’ e se ‘havia essa possibilidade?’

“Havia essa possibilidade”, Delcídio responde. “Ali havia um risco muito grande de ele ser impichado.”

Delcídio relatou ainda a retirada dos nomes do ex-presidente Lula, e de seu filho Lulinha, do relatório final da CPI dos Correios.

“Na reta final, existia o relatório que estava sendo preparado propunha, entre outras coisas, o indiciamento do presidente Lula e de um dos filhos dele. Acho que é o filho mais velho, o Lulinha por causa da questão da Gamecorp com a antiga Telemar se eu não estou enganado. Dentro de uma composição que foi feita, na véspera da votação do relatório, esse indiciamento… Esse tira e põe faz parte do dia a dia do Congresso. Não é uma coisa específica só da CPI dos Correios”, declarou.

“Isso acontece no dia a dia em outras CPIS. Em sessões das Comissões de Fiscalização e Controle e que acompanha conta de governo. Não é uma coisa excepcional. Independentemente do acordo que foi feito para qu8e a gente concluísse a CPI e com resultado, porque havia um risco muito grande de a gente perder o controle do processo e perder um trabalho de onze meses, um trabalho forte, foi feito um acordo. Os indícios e a documentação que a CPI levantou, um eventual impeachment do presidente Lula não terminaria ali. Ele poderia continuar, porque nós fizemos um trabalho forte, nós rastreamos dinheiro desde que saiu do Banco do Brasil, quando foi para as empresas do Marcos Valério. Depois quando sai das empresas do Marcos Valério e vai irrigar as contas do partido. Tudo isso estava rastreado. Existia uma operação forte comandada pelo próprio Marcos Valério, que era uma espécie de braço armado do próprio Delúbio (Soares) para alimentar as estruturas partidárias. Mesmo tendo havido um acordo que passou por todo mundo, pelo menos pelos principais líderes na CPI, existiam argumentos suficientes para dar continuidade a um processo de afastamento.” (AE)

 

Site Diário do Poder

Patrimônio de Lula aumentou 360% após exercer a Presidência da República

VALORES DECLARADOS NO IR DO PETISTA CONSTAM NA DENÚNCIA DA LAVA JATO
Publicado: 16 de setembro de 2016 às 17:31
AO FIM DO ANO PASSADO, LULA DECLAROU PATRIMÔNIO DE R$ 8,8 MILHÕES, ANTE R$ 1,9 MILHÃO EM 2010 (FOTO: RICARDO STUCKERT)
Desde o fim do seu segundo mandato, em 2010, o ex-presidente Lula viu seu patrimônio saltar de R% 1,9 milhão para R$ 8,8 milhões – que representa um crescimento de 360%.De acordo com reportagem do jornal Folha de São Paulo, publicada nesta sexta-feira, 16, os dados constam em declarações de imposto de renda do ex-presidente. Essas informações, inclusive, integram a denúncia apresentada pelos procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato, apresentada na última quarta-feira, 14.

Lula informou à Receita Federal que sua evolução patrimonial foi obtida com sua empresa de palestras, a L.I.L.S..

Aos investigadores, o petista disse que cobrava “exatamente 200.000 dólares, nem mais e nem menos” por todas as palestras. O preço era o mesmo do ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton.

Entre 2011 e 2015, a L.I.L.S. distribuiu lucros e dividendos de 8,5 milhões de reais para Lula. Nesse mesmo período, o ex-presidente deu cerca de setenta palestras no Brasil e no exterior, conforme ele mesmo disse às autoridades da Polícia Federal. A maior transferência de valor para Lula ocorreu em 2014, no total de 5,6 milhões de reais. Naquele mesmo ano, em novembro, foi deflagrada a fase mais ostensiva da Operação Lava Jato.

De acordo com a PF, a empresa de palestras de Lula recebeu 21 milhões de reais entre 2011 e 2015. Desse total, 9,9 milhões de reais foram pagos por empreiteiras investigadas na Lava Jato.

À Folha, o advogado de Lula, o Cristiano Zanin Martins, afirmou que as atividades da L.I.L.S. são “absolutamente lícitas, lastreadas em palestras devidamente documentadas e de conhecimento geral”.

Site Diário do Poder