Qual é a distância entre Sydney e Fortaleza com escala em Guadalajara?

Distância de Sydney para Guadalajara
A distancia é 12653 km ou 7862 milhas ou 6832 milhas náuticas
A distância é a distância do ar teórica (distância ortodrômica). Voar entre aeroportos dos dois locais pode ser uma distância diferente, dependendo da localização dos aeroportos e via real escolhida.
Mapa – caminho mais curto entre Sydney e Guadalajara

Map – Shortest path between Sydney and Guadalajara

Sydney

Guadalajara

Distância de Guadalajara a Fortaleza
A distancia é 7567 km ou 4702 milhas ou 4086 milhas náuticas
A distância é a distância do ar teórica (distância ortodrômica). Voar entre aeroportos dos dois locais pode ser uma distância diferente, dependendo da localização dos aeroportos e via real escolhida.
Mapa – caminho mais curto entre Guadalajara e Fortaleza

Map – Shortest path between Guadalajara and Fortaleza

Guadalajara

Fortaleza

A distancia é 20220 km , 12564 milhas ou 10918 milhas náuticas

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Calls surge for North Korea policy fix in wake of nuke test

As Pyongyang’s fifth nuclear test highlighted its threats, Seoul is coming under mounting pressure for an overhaul of its North Korea policy that critics say has failed to deter the regime’s military ambitions while eroding room for its own maneuvering.

Despite its earlier introduction of a series of bold inter-Korean initiatives, the Park Geun-hye government has turned hard line, in particular after the North detonated a fission bomb for the fourth time last January, followed by another successful launch of an intercontinental ballistic missile a month later.

Seoul has since pressed ahead to shutter a joint factory complex in North Korea, a longstanding symbol of cross-border rapprochement, and virtually closed the door for any dialogue unless the Kim Jong-un leadership first shows signs of change.

(Yonhap)

Meanwhile, the communist neighbor appears to have made sweeping progress in its nuclear and missile programs, accentuated yet again by Friday’s blast, which had the largest explosive power to date — a little short of the device that devastated Hiroshima some 70 years ago. It has also been developing a submarine-launched ballistic missile and claims to have mastered “miniaturizing, standardizing and diversifying” warheads to fit on missiles.

Since Pyongyang’s maiden atomic experiment 10 years ago, each and every administration in South Korea has seen a gush of skepticism and calls for a revamp of its policy.

With the North inching closer to becoming a full-blown nuclear state, however, more experts and even some officials were quick to call for a comprehensive, levelheaded review of the current cross-border situation and what to do going forward.

“With the fifth nuclear test, midrange missile launches and other recent provocations, we need to assess North Korea’s threats and our responses from a coolheaded point of view,” a diplomatic source said, requesting anonymity due to the sensitivity of the matter.

“To me, the North seems to be nearly on the verge of completing its nuclear development in light of the increasingly shortening time intervals between tests and technical advances shown during some of the recent ones.”

Seoul’s present approach is “excessively lopsided” toward sanctions and pressure, which he said would not be a decisive cure for the nuclear standoff alone and could also make it harder to pull support from China, which apparently holds the largest sway over the defiant Kim regime.

While reaffirming its opposition to a nuclear North Korea, Beijing has also underscored the need to work to resolve the issue through dialogue. During a UN Security Council emergency meeting last Friday, China reportedly called for a restart of the six-nation denuclearization talks.

Under growing international pressure, China is expected to renew its proposal for a parallel launch of denuclearization and peace treaty talks once a fresh resolution is put in place and tension slightly dies down, observers say.

South Korea has dismissed the idea, sticking to its “no dialogue first” principle, though the US displayed a passive yet somewhat positive tone.

“Given the rapidly intensifying North Korean threats, we cannot just rely on sanctions to solve the problem especially at a time of strain between South Korea and China, and the US and China due to the planned deployment of the US’ Terminal High Altitude Area Defense system on the peninsula,” said Chung Seong-chang, a researcher at the Sejong Institute, calling for a more realistic approach toward “management.”

Chun Yung-woo, a former presidential senior secretary on foreign and security affairs and current adviser at the Asan Institute for Policy Studies, stressed the need for Seoul and Washington to prepare for uncertainties from the North.

“It’s surreal to mention inter-Korean relations at this point, but if the latest test was successful and no extra test is needed, North Korea could declare a moratorium on nuclear tests and missile launches and offer dialogue,” he said at a seminar hosted Friday by the Seoul-based think tank.

“Then the North will likely make its completed nuclear weapons a fait accompli. To respond with a united voice, South Korea and the US should have prior consultations.”

By Shin Hyon-hee (heeshin@heraldcorp.com)

Source : The Korea Herald

Apoio de Renan Calheiros não ajuda Cícero Almeida em Maceió

54% IGNORAM VOTO DO PRESIDENTE DO SENADO PRA PREFEITO EM MACEIÓ
Publicado: 10 de setembro de 2016 às 12:03 – Atualizado às 18:37
Renan Calheiros sempre encontrou dificuldades para captar votos para si ou aliados no eleitorado mais exigente de Alagoas : o de Maceió . Nas 2 vezes em que foi eleito senador(2002 e 2010) ,  foi o terceiro colocado . 
A preocupação do presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) com os rumos da sucessão eleitoral para a Prefeitura de Maceió e em alguns municípios o trouxe a Alagoas neste fim de semana para se dedicar aos prefeitáveis e às redefinições de estratégias de campanha. Porém, se Renan pensa em ter alguma influência positiva para ajudar seu candidato a prefeito na capital alagoana, entrando de cabeça na campanha eleitoral de Cícero Almeida, o Ciço (PMDB), o efeito de seu apoio tende a ser nulo, ou até mesmo negativo. É o que disseram 800 maceioenses abordados pelo Instituto Paraná Pesquisas entre 1º e 5 de setembro.De acordo com 54% dos eleitores pesquisados, o apoio de Renan a um candidato a prefeito não altera a intenção de votos nesse prefeitável. Para outros 23,6%, o apoio diminuiria a vontade de votar no candidato apoiado por Renan. E somente 17,4% veriam a adesão do presidente do Senado como motivação para aumentar o desejo pela escolha do candidato do peemedebista.

Veja os números:

A pesquisa com dados sobre o apoio de Renan é a mesma registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo 00114/2016, que colocou o candidato à reeleição Rui Palmeira (PSDB) na liderança, com 33,6% da preferência dos eleitores consultados; Ciço em segundo e empatado tecnicamente, com 31,9%; o candidato João Henrique Caldas, o JHC (PSB), com 15,5%; Paulão (PT) com 2% e Gustavo Pessoa (PSOL) 0,9%, na modalidade de pesquisa estimulada, quando o eleitor escolhe um nome na lista de candidatos. Como a margem de erro é de 3,5%, o empate prevalece entre os dois primeiros colocados.

O motivo da preocupação de Renan é agravado pelo fato de o apoio do governador Renan Filho (PMDB) a Ciço também não ter ajudado o deputado federal prefeitável a cumprir a previsão superar Rui Palmeira até mesmo em pesquisas internas, apesar da ajuda que a propaganda institucional do Governo Estadual tem dado, exaltando nos meios de comunicação as ações do governador na mobilidade urbana da capital e nas grotas, para onde Renan Filho levou Ciço a tira-colo para promovê-lo na pré-campanha.

O momento para Renan é ainda mais crítico na capital, após decisão da Justiça Eleitoral de retirar seu candidato Ciço da propaganda eleitoral, desta sexta-feira (9) até a próxima segunda-feira (12), como punição para o ataque feito contra Rui Palmeira pelo candidato a vereador Silvânio Barbosa (PMDB), no espaço reservado para a coligação proporcional que apoia o afilhado do presidente do Senado.

Enfim, Renan Calheiros encara mais uma vez, dificuldades nas eleições municipais na capital, onde o eleitor mais esclarecido e mais crítico já rejeitou seus candidatos em 2012, quando Ronaldo Lessa (PDT) foi substituído por Jurandir Bóia (PDT) e foi derrotado em 1º turno pelo atual prefeito Rui Palmeira.

Site Diário do Poder

Cantor de fado dá resposta à altura a uma manifestante da turma do #ForaTemer

COM APOIO DA PLATEIA, CARLOS DO CARMO NÃO GOSTOU DE SER USADO
Publicado: 10 de setembro de 2016 às 19:12 – Atualizado às 19:12
O veterano fadista Carlos do Carmo aplicou um “cala boca” em uma solitária brasileira que gritou um “fora Temer”, ao final da primeira música que ele cantou em seu concerto realizado em frente ao Teatro São Carlos, em Lisboa.O fadista, que é muito querido e admirado pelos portugueses, pareceu perplexo com o grito algo maluco.

Ele hesitou alguns instantes e perguntou: “A senhora é brasileira?” E, com fina ironia, retrucou: “Pensei que estava me mandando à merda. Vá dizer isso na televisão.”

A platéia, então, irrompeu em demorados aplausos para a resposta de Carlos do Carmo, e não se ouviu mais nenhum outro grito do gênero.

Havia muitos brasileiros na platéia, que aplaudiram. Demoradamente o fadista, que deixou claro seu descontentamento com a tentativa oportunista da brasileira, que não foi identificada, de usar o seu concerto para o protesto contra o presidente do Brasil, bem ao contrário de alguns artistas brasileiros.

Site Diário do Poder