Mãe de Isabella Nardoni, Ana Carolina Oliveira dá entrevista ao Gugu

Ana Carolina fala sobre volta por cima

Ana Carolina fala sobre volta por cima

Nesta quarta-feira, Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, que foi assassinada aos 5 anos de idade, em 2008, vai conceder uma entrevista exclusiva ao programa de Gugu Liberato na Record, em trabalho realizado pela repórter Thatiana Brasil.

A entrevista vai focar na volta por cima de Ana Carolina, que se casou e acabou de ter um filho, Miguel.

“Desde que eu conheci o Vinicius, a gente está muito feliz. A gente viveu cada etapa do nosso relacionamento de uma forma legal, de uma forma bonita. Sempre com muito companheirismo. E, aí, depois de tudo isso, veio o maior fruto do nosso amor, que é o Miguel. Eu esperei muito por esse momento. Outra expectativa, casada, com um companheiro. Não tem como explicar. Estou só alegria”, disse Ana Carolina ao programa.

Hoje, se estivesse viva, Isabella Nardoni teria 14 anos.

Ela foi lançada da janela do sexto andar do Edifício London, em São Paulo. O pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, foram condenados por homicídio doloso e o caso ganhou uma repercussão mundial.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Adriane Galisteu estreia sexta programa ao vivo no Fox Sports

 

Adriane Galisteu fechou um programa no Fox Sports para exibição já a partir desta sexta-feira, às 21 horas, como reforço da cobertura do canal nos Jogos Olímpicos.

“Boa Noite Fox” será comandado ao vivo pela apresentadora, mostrando um resumo dos principais momentos da Olimpíada e contará também com entrevistados de diferentes áreas – o estilista Alexandre Herchcovitch será um dos primeiros a conversar com ela.

“Estou muito feliz de fazer parte desta família em um momento tão importante para o Brasil, importante para a televisão e principalmente para quem trabalha com esporte. Estou cheia de expectativas e pronta para torcer com todos os brasileiros aqui no Fox Sports”, declarou Galisteu à coluna.

Ela fará esse programa diretamente do Rio de Janeiro, mas sem abandonar o “Face a Face”, do canal Band News, que é gravado em São Paulo.

O contrato com o Fox Sports vale, a princípio, apenas para o período olímpico.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

TV Gazeta rescinde contrato com Mamma Bruschetta após 15 anos no “Mulheres”

A apresentadora Mamma Bruschetta, que deixou o programa "Mulheres", da Gazeta

A apresentadora Mamma Bruschetta, que deixou o programa “Mulheres”, da Gazeta

A TV Gazeta rescindiu nesta segunda-feira (25) o contrato com a apresentadora Mamma Bruschetta (Luiz Henrique), participante do programa “Mulheres”.

“O ator Luiz Henrique, responsável por interpretar a personagem Mamma Brusccheta, não faz mais parte do time de colaboradores da TV Gazeta. A emissora confirma a decisão de rescindir o contrato, ato formalizado na manhã desta segunda-feira (25/7), com o objetivo de liberá-lo para aceitar a proposta feita por emissora concorrente, cujo projeto conflitaria com o horário da atração Mulheres”, informou à coluna em comunicado.

A emissora em questão é o SBT e o projeto é um programa de fofocas no horário do “Mulheres”. Nesta segunda, Mamma não participou do vespertino da Gazeta e foi substituída pela Tia, personagem do ator Guilherme Uzeda, ex-“A Praça É Nossa”. Ele também participa de outras atrações do SBT.

Reprodução/TV Gazeta

O ator Guilherme Uzeda interpretou Tia e substituiu Mamma Bruschetta no “Mulheres”

No programa, Tia fez piada com a saída de Mamma do “Mulheres”. “O que você está fazendo sozinha aqui?”, perguntou Regiane Tápias, substituta de Cátia Fonseca, que está de férias. “A Mamma passou no meu apartamento e falou: ‘Tia, tenho um documento para assinar muito importante, então não poder ir lá no canal 11 hoje’, e me jogou essa papelada na mão”, respondeu a personagem.

O ator Luiz Henrique, de 66 anos, entrou no “Mulheres” em 2001 e criou Mamma Bruschetta para ser um “alter-ego” do então apresentador Clodovil Hernandes. Com a saída do estilista e a entrada de Cátia Fonseca, a personagem foi alterada.

Em 2015, Mamma emagreceu 40 quilos e pretendia realizar uma cirurgia de redução de estômago. O “Mulheres” acompanhou a perda de peso e exibiu um “reality show” da apresentadora em um spa. Neste ano, porém, ela engordou nove quilos e desistiu de fazer a bariátrica.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

“Domingo Legal” vira rascunho do “Domingo Show” da Record

"Domingo Legal", do Celso Portilli, se transformou em mais um apelativo show de desgraças

“Domingo Legal”, do Celso Portilli, se transformou em mais um apelativo show de desgraças

Como um programa pode ter o nome de “Domingo Legal”, se em vez de tentar ser alegre e tentar jogar pra cima, também caiu de quatro na linha do chororô barato?

O resultado é audiência de 4,9, uma das mais baixas dos últimos anos.

O “Domingo Legal”, do SBT, hoje uma das piores coisas da televisão, foi transformado em rascunho do “Domingo Show”, da Record.

E o seu baixo rendimento nem pode ser creditado à entrega da Disney, porque o Geraldo Luís também recebe baixo do “Chris”.

O problema é que o programa é ruim mesmo. Cadê o Magrão?

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Globo escolhe “Balada Olímpica” para substituir o “Programa do Jô”

Carol Barcellos vai apresentar com Flávio Canto a "Balada Olímpica" da Globo

Carol Barcellos vai apresentar com Flávio Canto a “Balada Olímpica” da Globo

Durante a Olimpíada, no lugar do “Jô”, a Globo vai exibir o “Balada Olímpica”, programa apresentado por Carol Barcellos e Flávio Canto, ao vivo, com duas horas de duração.

A proposta é ir além de um resumo do dia, revisitando grandes momentos dos Jogos com uma pegada de humor e descontração.

No “Balada Olímpica” serão sempre 10 convidados no palco, entre artistas, celebridades, comentaristas, atletas e humoristas.

Marcelo Adnet, Pedro Bial, Paulinho Serra e Serginho Groisman já estão fechados, e os repórteres Marcos Uchôa e Kiko Menezes farão parte do elenco fixo do programa, além do especialista em alto rendimento do esporte, Irineu Loturco.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Para economistas, governo tem de parar de gastar com benesses

Notícia Publicada em 26/07/2016 09:37

Expectativa é que o governo seja mais duro na contenção de gastos e na busca de alternativas para elevar as receitas

Economistas esperam do governo em exercício mais rigor na implementação e na cobrança do ajuste fiscal (Pixabay)
Economistas esperam do governo em exercício mais rigor na implementação e na cobrança do ajuste fiscal (Pixabay)

SÃO PAULO – Diante de indicadores que reforçam a persistente queda na arrecadação e o crônico aumento da dívida pública, os economistas esperam do governo em exercício mais rigor na implementação e na cobrança do ajuste fiscal. Em outras palavras: que seja mais duro na contenção de gastos e na busca de alternativas para elevar as receitas.

Na avaliação do economista Affonso Celso Pastore, da A. C. Pastore e Associados, não basta ter uma equipe econômica competente e um diagnóstico correto sobre para onde ir – e tudo isso, ele ressalta, o governo em exercício tem. “É preciso ser capaz de seguir politicamente adiante na adoção de medidas enérgicas e o problema é que temos vistos sinais que não são nada favoráveis – alguns eu posso entender, outros não”, diz.

Pastore lembra que o governo deu aos Estados uma carência maior na renegociação de suas dívidas, movimento que ele considera “uma ação política inteligente”, na medida em que, ao dar mais carência aos Estados, a União pode cobrar que eles fiquem engajados no corte de gastos.

Já os aumentos para servidores, por sua vez, são incompreensíveis para Pastore: “Eu não consigo entender, não é explicável, por nenhum aspecto, a não ser que haja uma lógica que seja muito superior à minha capacidade de entendimento”.

Pastore afirma que apesar de os analistas de mercado financeiro terem ressaltado nas últimas semanas que o Brasil pode atrair uma nova leva de investimentos, não há nada no curto e médio prazo que referende a retomada do crescimento, pelo contrário: o desemprego ainda pode subir, a renda vai cair mais, o consumo não se recuperou, os bancos continuam pisando no freio e não liberam crédito. “A recessão está no fim, mas não há um indicador mostrando que a retomada do crescimento será rápida, pelo contrário, tende a ser lenta”, diz.

Receitas

O economista Felipe Salto reforça a necessidade de estancar gastos. “O governo precisa parar de gastar com as benesses e agilizar a adoção de medidas que possam melhorar as receitas”, diz Salto.

Entre as alternativas que ele defende estão a securitização das dívidas da União, que, nos seus cálculos, pode arrecadar cerca de R$ 55 bilhões, bem como a revisão de contratos de prestação de serviços do governo federal. Segundo Salto, numa avaliação dos preços nos últimos 10 anos, o valor de contratos firmados com o setor público ficou cerca de 40% acima do de contratos similares assinados entre partes exclusivamente privadas. “Da trabalho rever, mas fizemos a conta e dessa revisão pode sair de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões”, diz ele.

Salto também diz que é preciso encarar os fatos em relação à questão tributária: “É demagogia dizer que não vai elevar impostos: o ajuste também precisa ser feito pelo lado da receita e elevar impostos faz parte no atual cenário, caso contrário, não vamos conseguir deter a trajetória de alta da dívida tão cedo”.

(Por Alexa Salomão)

O Financista

Consolidados Grande SP 25/07/2016

AUDIÊNCIAS DE 25/7/2016

Telejornal da RedeTV! dá menos ibope do que programa da Igreja Universal

REPRODUÇÃO/REDETV!

Luciano Faccioli reclama no Olha a Hora de venda de horário para a Igreja Universal - Reprodução/RedeTV!

Luciano Faccioli reclama no Olha a Hora de venda de horário para a Igreja Universal

REDAÇÃO – Publicado em 26/07/2016, às 12h50 – Atualizado às 13h04

No ar desde maio, o Olha a Hora tem dado menos audiência do que o programa da Igreja Universal do Reino de Deus exibido antes dele. Em 17 edições neste mês, o telejornal de Luciano Faccioli venceu o religioso apresentado por Cristiane e Renato Cardoso em apenas sete ocasiões. Perdeu oito e empatou duas. Ontem (25), marcou 0,4 ponto, contra 0,6 do religioso. Em 1º de junho, o Olha a Hora cedeu uma hora de sua duração para a igreja, que comprou o espaço, gerando protesto de Faccioli

Média do dia (6h/5h59): 13,5
Bom Dia São Paulo 8,5
Bom Dia Brasil 9,2
Mais Você 8,2
Bem Estar 7,2
Encontro 7,1
SP TV 1ª Edição 12,0
Globo Esporte 11,1
Jornal Hoje 11,5
Vídeo Show 10,1
Sessão da Tarde – Na Trilha da Fama 10,7
Anjo Mau 15,7
Malhação 21,7
Eta Mundo Bom! 32,8
SP TV 2ª Edição 32,2
Haja Coração 29,2
Jornal Nacional 29,1
Velho Chico 31,6
Liberdade, Liberdade 26,0
Tela Quente – S.O.S Mulheres ao Mar 19,9
Jornal da Globo 9,7
Programa do Jô 5,9
Agentes da Shield 4,8
Corujão – Sete Anos no Tibet 4,2
Hora 1 6,0
Média do dia (6h/5h59): 5,8
Primeiro Impacto  1,8
Carrossel Animado 2,2
Mundo Disney  3,9
Bom Dia e Cia. 6,7
Casos de Família 7,9
Mar de Amor 8,1
Abismo de Paixão 8,6
Meu Coração É Teu 7,4
SBT Brasil 6,9
Cúmplices de um Resgate 10,7
Carrossel 10,8
A Garota da Moto 10,6
Programa do Ratinho 9,4
Máquina da Fama 6,5
The Noite 4,6
Jornal do SBT 2,6
Okay Pessoal!!! 2,1
Dois Homens e Meio 1,9
Mike & Molly 1,9
Jornal do SBT – Madrugada 2,3
Jornal do SBT – Madrugada (reprise) 2,2
Média do dia (6h/5h59): 6,0
Balanço Geral Manhã 3,5
SP no Ar 6,7
Fala Brasil 6,0
Hoje em Dia 5,7
Balanço Geral SP 9,3
Amor e Intrigas 6,1
Chamas da Vida 5,5
Cidade Alerta 8,3
Escrava Mãe 11,0
A Terra Prometida 15,1
Jornal da Record 8,9
Xuxa Meneghel 5,4
Heroes Reborn 2,6
Igreja Universal do Reino de Deus 0,4
Média do dia (6h/5h59): 1,9
Band News 0,4
Café com Jornal 0,5
Dia Dia 0,5
Os Simpsons  1,1
Jogo Aberto 3,0
Os Donos da Bola 2,6
Qual É o Desafio? 0,7
Brasil Urgente 3,9
Jornal da Band 5,0
Sila – A Priosioneira do Amor 3,0
Polícia 24H – Melhores Momentos 2,5
A Liga 2,0
Jornal da Noite 1,4
Carlos: O Chacal 1,2
Glee 0,9
Média do dia (6h/5h59): 0,6
Te Peguei  0,3
Tá Sabendo? 0,4
Melhor pra Você 0,7
A Tarde É Sua 2,0
Olha a Hora! 0,4
RedeTV! News 0,8
TV Fama 1,1
Superpop 1,0
Leitura Dinâmica 0,6
É Notícia 0,2
Debate Brasil 0,3

Fonte: Emissoras

Cada ponto equivale a 69,4 mil domicílios na Grande SP

Site Notícias da TV

 

Boeing to Recognize Cost Reclassification and Charges to Second-Quarter Earnings

Amounts relate to 787 test aircraft cost reclassification, cargo market pressures on the 747 program, and previously announced KC-46 Tanker issues
EPS guidance for 2016 to be updated on July 27
2016 revenue and cash guidance reaffirmed

CHICAGO, July 21, 2016 /PRNewswire/ — The Boeing Company [NYSE: BA] announced today it will recognize an impact to earnings across three programs when it announces second-quarter 2016 results on July 27.

On the 787 program, the company decided not to invest funds for the refurbishment and sale of the two remaining unsold flight test aircraft that were scheduled to be introduced into the modification line. These two aircraft were produced in 2009 and have been used extensively for flight and ground testing, with both airplanes achieving more than 6,700 flight and ground testing hours combined. Costs associated with these aircraft were reclassified from 787 program inventory to research and development expense resulting in a non-cash after-tax charge of $847 million ($1.33 per share).

To account for current and anticipated weakness in the air cargo market, the company plans to continue producing 747-8 aircraft at a rate of 0.5 per month and no longer increase the production rate to 1.0 per month in 2019. An $814 million after-tax charge ($1.28 per share) on the 747 program reflects a lower estimated total of 747-8 Freighter aircraft to be produced in the program accounting quantity and lower estimated revenues on future aircraft sales.

“These are the right, proactive decisions to strengthen our business going forward,” said Boeing Chairman, President and Chief Executive Officer Dennis Muilenburg. “Our investment in 787 flight test airplanes paved the way for the growing Dreamliner fleet today and helped refine improvements for other platforms. On the 747 program, we continue to monitor the air cargo market and aggressively drive productivity and cost reduction as we work to win additional orders to support ongoing production.”

Boeing Chief Financial Officer and Executive Vice President of Corporate Development & Strategy Greg Smith characterized the decisions as “prudent actions that reflect market realities, reduce future financial risk and ultimately drive value to our shareholders.”

The company will also recognize a $393 million after-tax charge ($0.62 per share) on the KC-46 Tanker program. This charge reflects higher costs associated with previously announced program schedule and technical challenges, including implementation of the hardware solution to resolve the refueling boom axial load issue identified during flight testing, delays in the certification process and concurrency between late-stage development testing and initial production. 

“This additional investment in the KC-46 supports the delivery timeline for the initial production aircraft and our transition to full-rate production,” said Muilenburg. “With the aircraft recently refueling an F-16, A-10 and C-17, we have now completed all necessary Milestone C testing to receive customer approval to enter production – a major step forward for this multi-decade production and support program. We remain confident in the long-term value of the KC-46 for our customers and our shareholders.”

In total, the company will record an after-tax earnings impact of $2.1 billion. On a pretax basis at the segment level, Boeing Commercial Airplanes will now record an earnings impact totaling $2.78 billion and the Boeing Military Aircraft segment of Boeing Defense, Space & Security will report an earnings impact of $219 million.

Guidance for 2016 revenue and cash is reaffirmed and the company will update earnings per share guidance on July 27.

Caution Concerning Forward-Looking Statements

Certain statements in this release may be “forward-looking” within the meaning of the Private Securities Litigation Reform Act of 1995. Words such as “expects,” “intends,” “plans,” “projects,” “believes,” “estimates,” “anticipates,” and similar expressions are used to identify these forward-looking statements. Examples of forward-looking statements include statements relating to our future plans, business prospects, financial condition and operating results, as well as any other statement that does not directly relate to any historical or current fact. Forward-looking statements are based on our current expectations and assumptions, which may not prove to be accurate. These statements are not guarantees and are subject to risks, uncertainties, and changes in circumstances that are difficult to predict. Actual outcomes and results may differ materially from these forward-looking statements. As a result, these statements speak only as of the date they are made and we undertake no obligation to update or revise any forward-looking statement, except as required by federal securities laws. Specific factors that could cause actual results to differ materially from forward-looking statements include, but are not limited to, the effect of economic conditions in the United States and globally, general industry conditions as they may impact us or our customers, and our reliance on our commercial customers, our U.S. government customers, our suppliers and the worldwide market, as well as the other important factors disclosed previously and from time to time in our filings with the Securities and Exchange Commission.

Contact:

Bernard Choi or Chaz Bickers (312) 544-2002 (Communications)
Troy Lahr or Ben Hackman (312) 544-2140 (Investor Relations)

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SOURCE : Boeing Website

Opinião: “Tamanho Família” é exemplo de programa bem feito

Juliana Paes e Bruna Marquezine são as atrações da estreia de “Tamanho Família”, programa de variedades apresentado por Márcio Garcia na Globo
Imagem: Artur Meninea/TV Globo

É importante verificar que a qualidade demonstrada no “Tamanho Família”, do Márcio Garcia, na Globo, não foi só uma impressão de estreia. O programa, de fato, é muito bom, diferente na forma e conteúdo, e que em nada se assemelha ao chororô barato ou a muito daquilo que ainda se insiste em enfiar goela abaixo do telespectador como cardápio de todos os domingos.

O assistencialismo barato e os festivais de reencontros, além de outras pieguices do gênero, passam distante daquilo que o “Tamanho Família” se dispõe a apresentar. O seu script é completamente outro.

E nele se vê, com ampla e completa nitidez, a diferença de um programa que tem direção por trás de outro que não tem ou só tem para cumprir o regulamento.

Algo que tem tudo a ver com o sucesso que vem alcançando e o seguro desempenho do seu apresentador.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery