Página 140 de 366-Qual é a distância entre Sydney e Barcelona com escala em Dubai?

Boeing 777-2B5/ER aircraft picture

Distância de Sydney para Dubai

A distancia é 12046 km ou 7485 milhas ou 6504 milhas náuticas
A distância é a distância do ar teórica (distância ortodrômica). Voar entre aeroportos dos dois locais pode ser uma distância diferente, dependendo da localização dos aeroportos e via real escolhida.

Mapa – caminho mais curto entre Sydney e Dubai

Map – Shortest path between Sydney and Dubai

Sydney

 Dubai

Distância de Dubai a Barcelona

A distancia é 5170 km ou 3212 milhas ou 2791 milhas náuticas
A distância é a distância do ar teórica (distância ortodrômica). Voar entre aeroportos dos dois locais pode ser uma distância diferente, dependendo da localização dos aeroportos e via real escolhida.

Mapa – caminho mais curto entre Dubai e Barcelona

Map – Shortest path between Dubai and Barcelona

Dubai

 Barcelona

A distância é 17216 milhas ou 10697 milhas ou 9295 milhas náuticas

Fonte : timeanddate.com km 

Para economistas, Brasil já chegou ao fundo o poço — e começa a voltar

Notícia Publicada em 19/05/2016 09:46

Indicadores de confiança pararam de cair com a melhoria das expectativas para o futuro 

Caminhamos para a luz? Economistas esperam estabilização da atividade no segundo semestre (Flickr/Leo Hidalgo)
Caminhamos para a luz? Economistas esperam estabilização da atividade no segundo semestre (Flickr/Leo Hidalgo)

SÃO PAULO – A combinação de recessão prolongada com a expectativa de melhora com o novo governo já engrossa o coro de economistas que avaliam que a economia brasileira já chegou ao fundo do poço – e agora deve se estabilizar para então melhorar.

O Brasil está em recessão há pelo menos oito trimestres consecutivos, segundo o Codace (Comitê de Datação de Ciclos Econômicos), da FGV (Fundação Getulio Vargas). O país entrou em recessão no segundo trimestre de 2014.

“Dados recentes mostram que a atividade econômica talvez tenha chegado ao fundo do poço no Brasil”, avalia Jan Dehn, chefe de pesquisa econômica da Ashmore, gestora de recursos britânica especializada em investimentos em mercados emergentes.

Itaú Unibanco, Santander e Banco Fibra também começam a vislumbrar sinais de estabilização da atividade, o que pode abrir caminho para uma recuperação do PIB (Produto Interno Bruto) em 2017.

Essas avaliações são baseadas na constatação de que os índices de confiança da economia pararam de cair e se estabilizaram, ainda que em níveis muito baixos.

“Esse pode ser o primeiro elemento de um processo de recuperação”, disse Eduardo Vassimon, vice-presidente e diretor financeiro do Itaú Unibanco, em teleconferência com analistas no começo de maio. Ele também avaliou que uma melhora no ambiente político também poderia contribuir para melhorar a confiança na economia.

Estabilidade

A equipe de análise econômica do banco, que era liderada por Ilan Goldfajn (agora presidente do Banco Central) até o começo desta semana, apontam uma queda do PIB no primeiro e segundo trimestres deste ano ainda. Mas com os indicadores antecedentes apresentando melhora na margem, o banco espera uma relativa estabilidade a partir do terceiro trimestre.

Indicadores antecedentes são dados estatísticos atuais que sinalizam algo que deve acontecer no futuro. O Itaú cita como exemplo a redução nos estoques na indústria. Em abril, a proporção de empresas que reportaram estoques excessivos superou a de insuficientes em 9,6 pontos percentuais, o que representa uma queda ante março, a oitava consecutiva. Os economistas avaliam que os estoques devem continuar a diminuir nos próximos meses. Consequentemente, a confiança da indústria pode começar a subir de forma moderada.

O banco observa, no entanto, que a tendência da confiança nos demais setores da atividade econômica deve ser menos favorável, sobretudo os serviços ligados às famílias e ao comércio varejista.

“Indicadores antecedentes apontam que o fundo do poço já foi atingido”, avalia Cristiano Oliveira, economista-chefe do Banco Fibra. Ele observa que os diversos indicadores de confiança relacionados ao “lado real da economia” – indústria, serviços, comércio e construção civil – têm mostrado nos últimos meses alguma estabilidade que parece indicar que os empresários destes setores percebem que o pior já passou.

A Ashmore avalia que a confiança dos empresários tem subido devido à melhoria das expectativas para o futuro. “O sentimento mais positivo é, sem dúvida, ligado ao processo de impeachment em curso, o que poderia marcar o fim de um período prolongado de governo ineficazes no Brasil”, afirma Dehn.

Novo governo

Citando a recente mudança de governo, os bancos têm melhorado suas previsões para o crescimento do PIB para 2017. O Itaú revisou sua projeção de crescimento de 0,3% para 1%, o Banco Fibra de 1% para 2,1%, o Bank of America Merrill Lynch (BofA) de 0,8% para 1,5% e o Credit Suisse de retração de 0,5% para avanço de 1%.

Há uma relação entre rupturas políticas e o nível de atividade, observa o Santander. “Todas as últimas quatro rupturas políticas ocorreram em um ambiente de significativa contração do PIB. Mais do que isso: as rupturas políticas levaram a uma significativa melhora do nível de atividade nos anos subsequentes”, observaram os estrategistas da Santander Corretora Leonardo Milane e Ricardo Peretti, citando o golpe militar em 1964, a redemocratização em 1984, o impeachment de Collor em 1992 e a eleição de Lula em 2003.

 

O FINANCISTA

Roulettes displays cancelled as cracking found in RAAF PC-9s

A PC-9/A from the RAAF Roulettes taxis out for a display during the Wings over Illawarra Airshow.

The RAAF’s Pilatus PC-9/A turboprop trainer fleet is undergoing inspections after cracking was discovered in the folding strut of the aircraft’s nose landing gear, the Department of Defence said in a statement on Thursday.

“Consequently, Air Force is assessing the implications of these cracks, so as to ensure the aircraft meet Air Force’s strict safety standards,” the statement read.

“Therefore, as a precautionary measure, each PC-9/A will undergo an additional engineering review, and remediation repairs, before returning to normal flying activities.”

The PC-9 fleet has not been grounded but each individual aircraft won’t not be cleared to fly until it has been inspected and repaired as necessary.

The discovery of the cracking has meant that displays by the Roulettes formation aerobatic display team have been cancelled until the end of May.

As the aircraft are reviewed and return to flying, Roulette displays will resume,” the Defence statement notes.

The PC-9 is the RAAF’s primary pilot training aircraft, operated by 2FTS from RAAF Base Pearce in WA. It is also operated by the Central Flying School (CFS), of which the Roulettes are a part, from RAAF Base East in Victoria and by 4SQN from RAAF Williamtown, NSW for Forward Air Control (FAC) and Joint Terminal Attack Controller (JTAC) training.

The PC-9 first entered RAAF service in 1987 and is due to be replaced by the Pilatus PC-21 under the AIR 5428 Pilot Training System program later this decade. In April the RAAF marked 500,000 PC-9 flying hours.

 

Australian Aviation

Gulfstream G650ER sets new Sydney-LA speed record

g650er

A Gulfstream G650ER business jet has claimed a new speed record for a flight between Sydney and Los Angeles with a time of 12 hours and 40 minutes.

The record, ratified by the US National Aeronautic Association and now pending approval by the Fédération Aéronautique Internationale (FAI) in Switzerland as a world record, saw a G650ER depart Sydney at 0711 on March 11 with the aircraft averaging a speed of Mach 0.86 for the 6,620nm flight before landing at Los Angeles at 0151 the same day (after crossing the international date line).

The G650ER has a maximum speed of Mach 0.925. It has a range of 6,400nm cruising at Mach 0.90 and a range of 7,500nm cruising at Mach 0.85.

The G650 and G650ER series now hold more than 55 world records, Gulfstream says.

 

Australian Aviation

José Serra diz em discurso de posse que acabou viés ideológico em ações do Itamaraty

Notícia Publicada em 18/05/2016 19:01

O novo chanceler ainda deixou claro que tentará levar adiante acordos comerciais à margem das negociações da OMS

José Serra: “A diplomacia voltará a refletir de modo transparente e intransigente os legítimos valores da sociedade brasileira e os interesses da sua economia a serviço do Brasil como um todo" (Wagner Ramos/SEI)
José Serra: “A diplomacia voltará a refletir de modo transparente e intransigente os legítimos valores da sociedade brasileira e os interesses da sua economia a serviço do Brasil como um todo” (Wagner Ramos/SEI)

BRASÍLIA- Em seu primeiro discurso depois de assumir o Ministério das Relações Exteriores, José Serra deixou claro nesta quarta-feira que a identidade ideológica das ações do Itamaraty terminou e apresentou uma forte mudança de enfoque da diplomacia brasileira.

Em nove diretrizes apresentadas durante a cerimônia de transmissão de cargo no Itamaraty, Serra deu o tom do que será o que chamou de “nova política externa brasileira”.

“A diplomacia voltará a refletir de modo transparente e intransigente os legítimos valores da sociedade brasileira e os interesses da sua economia a serviço do Brasil como um todo, e não mais da conveniência e preferências ideológicas de um partido político e de seus aliados”, afirmou.

“No exterior, nossa política externa será regida pelos interesses do Estado e da nação, e não do governo e jamais de um partido político.”

Tratado como esquerdista e com inclinações “bolivarianas” nos últimos anos, o Itamaraty rapidamente mudou de postura. Ao fazer essa declaração, o novo ministro foi fortemente aplaudido.

Fontes diplomáticas disseram à Reuters que havia um cansaço interno com a postura pouco reativa do governo de Dilma Rousseff, afastada por 180 dias após o Senado decidir dar andamento a processo de impeachment, frente aos vizinhos bolivarianos e, somada ao desprestígio do ministério nos últimos cinco anos, uma crescente má vontade com o governo petista.

A reação imediata e dura às críticas feitas por Venezuela, Nicarágua e El Salvador e outros países latino-americanos, capitaneada por Serra, agradou a grande maioria dos diplomatas.

“Todo mundo estava cansado dos ‘chavistas’, então só houve elogios”, disse uma das fontes.

Em alguns setores há alguma preocupação com os efeitos que as notas possam ter nas relações com esses países, mas um diplomata pondera que é difícil avaliar se haverá impacto no longo prazo e que esses países precisam muito mais do Brasil que o Brasil deles.

O novo chanceler ainda deixou claro que tentará levar adiante acordos comerciais à margem das negociações da Organização Mundial do Comércio e que pretende ver “corrigidos” problemas no Mercosul que atrapalham o avanço de seus membros.

Uma das maiores críticas recentes à questão do comércio exterior brasileiro é o fato de o mundo estar fazendo acordos bilaterais e o Brasil ter tido avanços muito tímidos nessa área, muito em função dos limites impostos pelo bloco regional.

“Precisamos renovar o Mercosul, para corrigir o que precisa ser corrigido e fortalecer antes de mais nada o livre comércio entre os países, que ainda deixa a desejar”, afirmou sobre o bloco.

“O Brasil não mais restringirá sua liberdade e sua iniciativa por uma adesão exclusiva e paralisadora aos esforços multilaterais da OMC”, garantiu. Apesar de reconhecer que as negociações no âmbito da organização seriam as mais capazes de reduzir distorções no comércio mundial, Serra afirmou que essas medidas não têm avançado.

“E o Brasil, agarrado a elas, não vem prosperando com a celeridade e a relevância necessária, mantendo-se à margem da multiplicação dos acordos comerciais. Todo mundo investiu nesse bilateralismo, menos nós. Podemos e vamos vencer esse atraso”, disse.

Serra ainda garantiu, e ganhou mais aplausos, que vai trabalhar para tirar o Itamaraty da penúria que enfrentou nos últimos anos.

“Nós vamos recuperar a capacidade de ação do Itamaraty, acreditem. Quero valorizar a carreira diplomática, assim como as demais carreiras do serviço exterior. Respeitar o critério do mérito. Não discriminar em favor dos amigos do rei ou de correligionários de um partido político”, afirmou.

“Quero progressivamente retirar o Itamaraty da penúria de recursos em que foi deixado pela irresponsabilidade fiscal que dominou a economia brasileira nesta década. Quero reforçar a casa, e não enfraquecê-la”, afirmou.

(Por Lisandra Paraguassu)

 

O FINANCISTA

Kiwi travel gear start up gets kickstart boost

8:12 AM Thursday May 19, 2016

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Francesca Logan, left, and Jordan Abrahams, both 23, founded Elephant Stripes, a retailer that specialises in travel gear for women. Photo / Supplied
Francesca Logan, left, and Jordan Abrahams, both 23, founded Elephant Stripes, a retailer that specialises in travel gear for women. Photo / Supplied

A travel gear start-up aimed at adventurous women has received a strong backing after a Kickstarter campaign.

Two young New Zealanders have created a brand of colourful travel gear after a “re-think” of how women want to travel.

Elephant Stripes markets fashionable and functional travel gear for sale online.

The co-founders of the company, Francesca Logan and Jordan Abrahams, both aged 23, met at Victoria University in Wellington and bonded over a love of travel.

Elephant Stripes backpacks are designed to be fashionable and functional. Photo / Supplied
Elephant Stripes backpacks are designed to be fashionable and functional. Photo / Supplied

The company’s Kickstarter campaign raised over $20,000 in two weeks, with backers from over 15 countries.

“Using this platform has meant we could show our product to a large global audience who can back our idea and be first to receive the packs,” Logan said.

The concept of re-thinking how women want to travel came when the pair were buying travel gear for a backpacking trip around South East Asia. Logan said they found they couldn’t find backpacks that looked attractive while being functional.

“We found that most packs were made for hiking, not travelling. The result was ugly, top-loading bags, with straps hanging off everywhere; not ideal for travel.”

Logan and Abrahams want to be part of the new generation of entrepreneurs who do well while doing good and Elephant Stripes has partnered with the Bali Children’s Project.

For every bag sold during the Kickstarter campaign a school bag will be offered to an Indonesian child in need.

“We are in the process of moving to fully recycled packaging and aim to use recycled fabrics in future, and hope to join with other women entrepreneurs and become involved in elephant rescue projects,” Logan said.

The duo also carefully selected a manufacturer in Indonesia that best aligned with their values, and set up a charitable foundation which owns a portion of the business.

Source :  New Zealand Herald