Página 360 de 366 – Qual é a distância entre Cidade do México e Sydney?

McDonnell Douglas MD-11 aircraft picture

Distância da Cidade do México para Sydney

A distancia é 12974 km ou 8061 milhas ou 7005 milhas náuticas
A distância é a distância do ar teórica (distância ortodrômica). Voar entre aeroportos dos dois locais pode ser uma distância diferente, dependendo da localização dos aeroportos e via real escolhida.

Mapa – caminho mais curto entre Cidade do México e Sydney

Map – Shortest path between Mexico City and Sydney

Cidade do México

Sydney

O mapa é usando uma projeção que faz a terra e oceanos muito mais amplas perto do pólo sul e pólo norte. O título / curso / rolamento durante um voo varia na maioria dos casos. Roteiro com base na imagem da NASA.

A posição da Cidade do México
Latitude: 19 ° 25 ‘Norte
Longitude: 99 ° 08 ‘Oeste
posição inicial: 241.0 ° Oeste-sudoeste
título final: 263.6 ° Oeste
A posição de Sydney
Latitude: 33 ° 52 ‘Sul
Longitude: 151 ° 12 ‘do leste
posição inicial: 83,6 ° Leste
título final: 61,0 ° leste-nordeste

Fonte : timeanddate.com

AOPA pushes government to support GA sector

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Aircraft Owners and Pilots Association of Australia (AOPA) president Marc De Stoop has presented the federal government with a nine-point plan to support and revitalise the nation’s general aviation (GA) sector, including proposed changes to the nation’s aviation safety regulator and the privatisation of Airservices.

The reforms are outlined in brief to government called Project Eureka and aim to turn around a once flourishing GA sector AOPA says is slowly dying and “collapsing under the weight of regulation”.

“AOPA is making what to us is seen as a last stand against inappropriate government industry regulation that has decimated our once thriving GA industry,” AOPA Australia president De Stoop said in a letter to federal Minister for Major Projects, Territories and Local Government Paul Fletcher.

“It may sound melodramatic to those not associated with the industry, but those of us who have been in the industry through the period 1960-1990 feel very frustrated that government bureaucrats, through lack of understanding of the need for businesses to be commercially viable, have failed this industry.”

AOPA said previous dealings with CASA and Airservices, as well as the Department, had gone nowhere, with these bodies failing to understand the “commercial implications of their policy agenda”.

Part of AOPA’s proposed reforms include changes to the Civil Aviation Act that require regulators to take into account of “industry viability, efficiency and sustainability”, and for the Civil Aviation Safety Authority (CASA) to be renamed the Civil Aviation Authority and be absorbed back into the Department of Infrastructure and Regional Development.

“CASA has proven unable to regulate without impacting commercial viability,” AOPA said.

There were also calls to enforce rules that provided security of tenure for aviation businesses at airports, for the adoption of a US-style suite of regulatory rules to replace the current Civil Aviation Orders and Regulations, for the reintroduction of TAFE funding to boost aviation apprenticeships and the harmonisation of medical certification for recreational and GA private pilots for all recreational aviation aircraft (those weighing less than 5,700kg).

AOPA, which has 2,600 members and aims to represent the general aviation sector, also called for Australia to follow the US timeline of implementing ADS-B (Automatic Dependent Surveillance Broadcast), and changes to ASIC (Aviation Security Identification Card) requirements.

To help pay for these and other initiatives, AOPA called for the the nation’s air traffic manager Airservices, which it described as an “underperforming Australian public asset” to be sold and the proceeds used to set up an industry trust fund.

“This capital is needed to re-invest and innovate general aviation business; to fund new technologies, university research and development; and to create long term, high value-added jobs,” AOPA said.

“This funding model provides the means to revitalise the general aviation industry through government investment while also improving the Treasury fiscal position.”

 

Australian Aviation

Marco Aurélio a Cunha: descumprir decisão da Justiça é crime de responsabilidade

Presidente da Câmara afirmou que vai recorrer da decisão do ministro do Supremo, tomada hoje, e que determina o prosseguimento do pedido de impeachment contra Temer na Câmara

05/04/2016 às 21:46 – Atualizado em 05/04/2016 às 21:51

Marco Aurélio Mello durante o julgamento do mensalão, em 05/12/2012
O ministro do STF Marco Aurélio Mello(Gervásio Baptista/SCO/ST/VEJA)

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), irá incorrer em crime de responsabilidade se não cumprir a decisão do início da tarde desta terça-feira, que determina o prosseguimento do pedido de impeachment contra o vice-presidente, Michel Temer (PMDB). “É impensável que não se observe uma decisão do Supremo. A decisão não é do cidadão Marco Aurélio, é do Supremo e deve ser observada”, disse o ministro. Questionado sobre as consequências que o deputado enfrentaria caso não siga a determinação da Justiça, o ministro respondeu: “É crime de responsabilidade e sujeito à glosa penal”.

No início desta tarde, Marco Aurélio determinou que Cunha aceite pedido de abertura de processo de impeachment contra Temer e, com isso, instale uma comissão especial para analisar o processo. Cunha classificou como “absurda” e “teratológica” a decisão e anunciou que vai recorrer. O presidente da Câmara disse que vai pedir aos partidos a indicação de membros para formar a comissão especial, mas indicou que não há como fazer a instalação do grupo se não houver número de membros suficientes.

Segundo Marco Aurélio, os eventuais recursos apresentados por Cunha não suspendem a execução do que foi determinado e, por isso, o peemedebista deve começar a cumprir a decisão de imediato. “Quando se inobserva (decisão judicial) é porque as coisas não vão bem e eu não posso fechar o Brasil para balanço”, disse Marco Aurélio. Ele evitou rebater as críticas de Cunha e disse “reconhecer o direito de espernear”.

 

O ministro disse que pode levar o caso para discussão no plenário da Corte já na próxima semana, depois da chegada do recurso de Cunha e das manifestações necessárias. “Interposto o agravo, depois de observado o devido processo legal, eu o levarei imediatamente ao plenário, que é um órgão democrático por excelência, e no Brasil nós precisamos de democracia, decida”, disse o ministro.

A denúncia contra Temer foi feita pelo advogado mineiro Mariel Márley Marra. Cunha a rejeitou, e Marra recorreu então ao STF. O advogado argumenta que o vice-presidente cometeu crime de responsabilidade e atentado contra a lei orçamentária ao assinar, como interino da presidente Dilma, quatro decretos que autorizavam a abertura de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional e em desacordo com a meta fiscal vigente.

Na decisão, Marco Aurélio entendeu que Cunha extrapolou suas atribuições e analisou o conteúdo da denúncia contra Temer, quando deveria fazer apenas uma verificação formal. “Em síntese: consignado o atendimento das formalidades legais, cumpria dar seguimento à denúncia, compondo-se a Comissão Especial para a emissão de parecer”, escreveu o ministro. A análise do mérito, argumenta, deve ser feita por um colegiado, mas o “figurino legal” não foi respeitado na decisão de Cunha.

(com Estadão Conteúdo)

 

VEJA.COM

Gilmar ironiza Marco Aurélio: ‘Não conhecia impeachment de vice-presidente’

Ministro comentou decisão tomada pelo colega, que determinou que a Câmara dos Deputados analise o pedido de impeachment de Michel Temer

05/04/2016 às 16:14 – Atualizado em 05/04/2016 às 16:31

Ministro Gilmar Mendes em sessão plenária
Ministro Gilmar Mendes em sessão plenária(Dorivan Marinho/SCO/STF/Divulgação)

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta terça-feira que nunca ouviu falar da possibilidade de impeachment de um vice-presidente da República. Em conversa com jornalistas antes da sessão da Segunda Turma do STF, Mendes disse também que a Câmara dos Deputados poderá recorrer à Corte para questionar a decisão do ministro Marco Aurélio, que determinou a abertura de processo de impedimento do vice-presidente Michel Temer.

“Eu também não conhecia impeachment de vice-presidente. É tudo novo para mim. Mas o ministro Marco Aurélio está sempre nos ensinando”, ironizou.

Marco Aurélio aceitou liminar, em mandado de segurança, impetrada pelo advogado Mariel Márley Marra, de Minas Gerais, que entrou com o mesmo pedido na Câmara dos Deputados, mas foi rejeitado pelo presidente, Eduardo Cunha. A decisão do ministro foi confirmada hoje.

Em manifestação enviada ontem ao Supremo, a mesa diretora da Câmara dos Deputados diz que não aceita intervenção do Judiciário nas atividades da Casa. A mesa justificou a decisão de Cunha, que negou seguimento ao pedido de abertura de processo de impeachment contra Temer. Para a Câmara, além de tratar-se de um pedido genérico, o vice-presidente não pode responder por crime de responsabilidade, porque assume eventualmente a Presidência da República. Assim como a presidente Dilma Rousseff, Temer é acusado de assinar decretos sem previsão orçamentária. Ambos afirmam que não houve irregularidade nos decretos.

(Com Agência Brasil)

 

VEJA.COM

Ceará acerta retorno do técnico Sérgio Soares

Treinador chega à Capital na próxima semana

PT ignora decisão judicial e gasta dinheiro público pintando Farmácias de vermelho

Unidade de Cambuquira foi pintada depois da proibição do uso da cor - Foto: O TEMPO

 

Contrariando decisão liminar do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), algumas prefeituras pintaram as fachadas das unidades do Farmácia de Minas de vermelho, entre elas a de Cambuquira, no Sul de Minas, administrada pelo PT. A liminar que proíbe o governo Fernando Pimentel de promover a troca do verde “capim-limão” adotado pelas administrações anteriores pela cor do PT foi concedida no dia 16 de fevereiro à representação do bloco de oposição Verdade e Coerência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

A polêmica sobre a adoção da nova cor nas fachadas das farmácias públicas começou com a resolução da Secretaria de Estado de Saúde (SES) nº 5.073, de 2015. Pela resolução, o governo Fernando Pimentel destinou R$ 3,4 milhões para pintar de vermelho as 613 farmácias em todo o Estado. Diante desse fato, os deputados da oposição acionaram a Justiça, o que resultou na liminar que impedia a troca da cor com o claro objetivo de promoção partidária.

A denúncia sobre o descumprimento da liminar veio à tona neste fim de semana em matéria do jornal O Tempo. Para tentar se esquivar de suas responsabilidades, a SES, conforme divulgou a reportagem, transferiu a culpa para as prefeituras, alegando que revogou a liminar e, portanto, não é responsável pela pintura das fachadas. No entanto, representante da Prefeitura de Cambuquira que confirmou a pintura após a liminar afirmou não ter sido notificada pela SES sobre a decisão do Ministério Público nem sobre a revogação da resolução.

Para o deputado Arlen Santiago (PTB), a postura da SES em simplesmente tirar o “corpo fora” e transferir a responsabilidade para as prefeituras demonstra a ingerência do governo Fernando Pimentel que se empenha em divulgar ações de viés partidário, mas faz vista grossa quando as questões vão contra os interesses do partido.

“Quando decidiu jogar pelo ralo o dinheiro público e investir R$ 3,4 milhões para pintar de vermelho as farmácias públicas, a SES não apenas publicou uma resolução, como comunicou sua determinação às prefeituras mineiras. E isso enquanto as unidades reclamam falta de medicamentos. A secretaria deveria ter se dirigido a cada prefeitura novamente para comunicar a decisão liminar que impediu esse absurdo – uma vitória da imprensa sempre atenta e nossa, dos deputados de oposição -, mas não o fez. E agora, para se eximir de responsabilidade pela desobediência à Justiça, o que o governo Pimentel faz? Joga a culpa nas prefeituras”, afirma o deputado, que é membro do bloco de oposição e presidente da Comissão de Saúde na Assembleia.

 

Turma do Chapéu

Oposição em Minas toma providências sobre denúncias contra Pimentel

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O bloco de oposição ao governo de Minas apresentou no Plenário da Assembleia Legislativa cinco requerimentos para que os parlamentares possam ter acesso ao teor das investigações envolvendo o governador Fernando Pimentel e a primeira-dama Carolina Oliveira, presidente do Servas, na operação Acrônimo.

Um dos requerimentos solicita que seja encaminhado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedido de informações sobre o depoimento da publicitária Danielle Fonteles, dona da Pepper Interativa e uma das integrantes do esquema. Na última segunda-feira (28/03), Danielle teria confirmado em delação premiada o recebimento de R$ 6,1 milhões da Andrade Gutierrez por serviços prestados à campanha de Dilma. Segundo ela, o contrato com a Andrade foi firmado a pedido de Pimentel.

De acordo com o líder da Minoria, deputado Gustavo Valadares (PSDB), é preciso saber se Pimentel foi apontado pela publicitária como o responsável por intermediar os repasses à campanha de Dilma Rousseff. “As denúncias são graves e, se confirmadas, comprovam a existência de um grande esquema para eleger a presidente Dilma e do qual Pimentel se torna o principal intermediador dos recursos oriundos de corrupção em favor de sua companheira de partido”, afirmou.

Os outros requerimentos solicitam a relação de todas as despesas pessoais de Fernando Pimentel e de sua esposa Carolina de Oliveira, a relação dos pagamentos de faturas de cartão de crédito realizadas em favor de Carolina Oliveira feitos pela empresa investigada “Pepper Interativa” e buscam esclarecer o papel de Benedito Rodrigues, o “Bené”, no esquema e se há alguma influência do operador de Pimentel no Governo de Minas.

 

Turma do Chapéu