Espresso da Bolsa: Cyrela lucra 35% menos no quarto trimestre

Notícia Publicada em 23/03/2016 21:13

Uma das maiores incorporadoras do país lucrou R$ 98 milhões

Cyrela: pilotando 2016 com cuidado (Facebook/Divulgação)
Cyrela: pilotando 2016 com cuidado (Facebook/Divulgação)

SÃO PAULO – A Cyrela Brazil Realty continuará mais seletiva na avaliação e lançamento de projetos, segundo comunicado da empresa, ao divulgar seus números do quarto trimestre. Confira as empresas que foram notícia nesta quarta-feira (23):

Todo cuidado é pouco – A Cyrela Brazil Realty, que viu seu lucro líquido trimestral cair 35% no quarto trimestre, vai manter sua estratégia de venda de estoques e geração de caixa em 2016, além de ser mais criteriosa nos lançamentos. A companhia teve lucro líquido de R$ 98 milhões no período.

Economia – A Petrobras concluiu a renegociação do contrato de uma sonda em operação na área gigante de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, com a Seadrill. No acordo, a Seadrill se comprometeu a reduzir a taxa diária paga pelo consórcio liderado pela Petrobras a partir de 26 de fevereiro, no atual contrato, resultando em uma redução de US$ 132 milhões.

Explique-se – A Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado vai convidar o presidente daPetrobras, Aldemir Bendine, para explicar as perdas financeiras da empresa em 2015, em uma audiência pública ainda sem data. A companhia publicou na segunda-feira prejuízo de R$ 34,836 bilhões no ano passado, ante prejuízo de R$ 21,587 bilhões em 2014.

 

O FINANCISTA

Quando Brasil arrumar a casa, investidores voltarão “sem dúvida alguma”, diz Mobius

Notícia Publicada em 23/03/2016 21:04

Investidor destaca “ótimo potencial” do país, mas diz que “muitas políticas precisam mudar”

Mark Mobius destaca que ainda não há um consenso claro em relação ao melhor caminho para o país (Divulgação)
Mark Mobius destaca que ainda não há um consenso claro em relação ao melhor caminho para o país (Divulgação)

SÃO PAULO – Não há dúvida de que os investidores que perderam sua confiança retornarão ao Brasil assim que o país começar a colocar a casa em ordem, de acordo com Mark Mobius, presidente-executivo da Templeton Emerging Markets Group, braço da Franklin Templeton para investimentos em mercados emergentes. Em texto publicado nesta quarta-feira (23) no blog Investment Adventures in Emerging Markets, Mobius comentou a atual situação do Brasil – após ter visitado, recentemente, companhias brasileiras e ter conversado com diretores e executivos.

Com a persistência do debate a respeito da permanência ou não da presidente Dilma Rousseff em seu cargo, o investidor destaca que ainda não há um consenso claro em relação ao melhor caminho para o país: “O Brasil tem um ótimo potencial para melhorar sua posição econômica, mas nós não estamos sozinhos ao dizermos que muitas políticas precisam mudar.”

Sem conseguir prever uma resolução imediata para a situação do Brasil, Mobius diz que os investidores precisam ser “pacientes” e que a Franklin Templeton continua procurando por oportunidades de investimento no país – vendo muitas empresas “com potencial para navegar em meio aos desafios atuais.”

Apesar dos mercados não gostarem de incerteza, as questões políticas do Brasil não significam que não há oportunidades de investimento de longo prazo no país, afirma Mobius. “Não podemos ignorar os fatores macroeconômicos de um país em particular.”

 

O FINANCISTA

Sérgio Moro coloca sob sigilo lista que apontaria pagamentos da Odebrecht a políticos

Notícia Publicada em 23/03/2016 15:28

O documento havia sido anexado ao processo referente à 23ª fase da Lava Jato, na qual foram presos o marqueteiro João Santana e sua mulher

Como a lista cita autoridades com prerrogativa de foro junto ao Supremo, Moro pediu que o MPF se manifeste com urgência sobre o envio desses autos ao STF (Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Como a lista cita autoridades com prerrogativa de foro junto ao Supremo, Moro pediu que o MPF se manifeste com urgência sobre o envio desses autos ao STF (Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

SÃO PAULO – O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, colocou sob sigilo nesta quarta-feira o processo em que foi anexada uma lista que apontaria pagamentos da Odebrecht a políticos e determinou que o Ministério Público Federal (MPF) se manifeste sobre a possibilidade de enviar esses documentos ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Em seu despacho, Moro afirmou que a lista, apreendida pela Polícia Federal na casa de Benedicto Barbosa da Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, “aparentemente” aponta pagamentos feitos pela empreiteira a agentes políticos.

O documento havia sido anexado ao processo referente à 23ª fase da Lava Jato, na qual foram presos o marqueteiro João Santana e sua mulher Mônica Moura.

“Prematura conclusão quanto à natureza d­esses pagamentos. Não se trata de apreen­são no Setor de Operações Estruturadas d­a Odebrecht e o referido Grupo Odebrecht­ realizou, notoriamente, diversas doaçõe­s eleitorais registradas nos últimos ano­s”, escreveu Moro na decisão.

Como a lista cita autoridades com prerrogativa de foro junto ao Supremo, Moro pediu que o MPF se manifeste com urgência sobre o envio desses autos ao STF.

De acordo com veículos de imprensa que tiveram acesso à lista antes de ela se tornar sigilosa, o documento cita mais de 200 políticos de 18 partidos. Entre os citados, ainda de acordo com a mídia, estão o chefe do gabinete pessoal da presidente Dilma Rousseff, Jaques Wagner; o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG); e os presidentes da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Wagner informou que não vai comentar lista sob sigilo e ainda em processo de investigação. Afirmou que todas as doações que recebeu da Odebrecht foram declaradas à Justiça.

Cunha disse a jornalistas que desconhecia a lista, mas afirmou que a empresa fez doações para o seu partido e correligionários, mas não diretamente para a sua campanha. Ao ser questionado, afirmou que todas as doações para sua campanha e para o PMDB são legais.

O presidente do Senado também tocou rapidamente no assunto, ao deixar o Congresso, negando ter cometido “impropriedade”. Para ele as “citações” não significam “absolutamente nada”, e acrescentou que tem se colocado sempre á disposição das investigações.

Aécio afirmou que a lista trata de “contribuições de campanha”, e que “basta olhar as declarações de campanha de todos os candidatos”.

(Atualizada às 19h46)

(Por Eduardo Simões)

 

O FINANCISTA

Visita de Obama ajuda retorno da Argentina aos mercados globais

Notícia Publicada em 23/03/2016 19:43

Mauricio Macri busca reaproximação com comunidade internacional

Obama vê Macri como um aliado depois de uma década em que os EUA foram ignorados em algumas partes da região (REUTERS/David Fernandez/Pool)
Obama vê Macri como um aliado depois de uma década em que os EUA foram ignorados em algumas partes da região (REUTERS/David Fernandez/Pool)

BUENOS AIRES – Barack Obama se tornou o primeiro presidente dos EUA a visitar a Argentina em mais de uma década quando Mauricio Macri busca uma reaproximação com a comunidade internacional depois de uma década de isolamento financeiro e diplomático.

Seu antecessor, George W. Bush, durante uma Cúpula das Américas realizada em Mar del Plata em 2005, foi esnobado pelo ex-presidente Néstor Kirchner e enfrentou o desprezo do então presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e 30.000 manifestantes rejeitando sua defesa de um acordo de livre comércio regional. Macri, cuja vitória nas eleições de novembro terminou com 12 anos de governo de Kirchner e sua esposa, Cristina Fernández de Kirchner, está tentando reconstruir a reputação da Argentina no exterior, disse o Chefe de Gabinete Marcos Peña.

“Nosso primeiro objetivo é construir a confiança e claramente vemos como um voto de confiança que o presidente tenha vindo”, disse Peña em uma entrevista no palácio presidencial. O governo deve convencer os investidores de que desta vez “vai ser diferente do passado”.

A Argentina, que entrou em default em 2014 depois de se recusar a obedecer a uma decisão judicial de Nova York ordenando que pagasse o valor total aos holdouts de um calote de 2001 foi descrito pelo Tribunal de Apelações dos Estados Unidos em 2013 como “um devedor recalcitrante” e muitas vezes foi acusada de mudar as regras do jogo para os investidores.

Macri, que removeu os controles sobre o câmbio e as taxas de exportação da maioria dos produtos agrícolas, e está perto de fechar um acordo com os credores holdout liderados pela Elliott Management de Paul Singer, disse que espera que a mudança de direção da Argentina atraia US$ 20 bilhões em investimentos estrangeiros este ano.

Olhando para o norte

Obama vê Macri como um aliado depois de uma década em que os EUA foram ignorados em algumas partes da região pelo aumento do sentimento anticapitalista em países como Venezuela, Equador e Bolívia.

As relações com a Argentina eram tão ruins que em um ponto Cristina Fernández afirmou que havia planos para assassiná-la, dizendo que “se algo acontecer comigo, não olhem para o leste, olhem para o norte”.

“Para o governo argentino esta é uma visita que é transcendental para mostrar um perfil mais ocidental”, disse por telefone Juan Gabriel Tokatlian, professor de relações internacionais da Universidade Torcuato Di Tella, em Buenos Aires. “Também é transcendental para os EUA porque este é o primeiro governo na região a triunfar contra o que alguns têm apelidado de maré rosa”.

O sentimento anti-EUA na Argentina ainda é forte em meio à percepção de cumplicidade com a ditadura militar que governou o país de 1976 a 1983. Isso foi agravado pelo momento da viagem de Obama que cai no 40º aniversário do golpe militar. Em uma tentativa de amenizar a situação, o governo de Obama, a pedido do governo argentino, disse que vai desclassificar registros militares e de inteligência sobre o golpe.

Esperanças de negócios

A expectativa do governo argentino é de que a visita de Obama acelere uma onda de investimentos no país pode ser demasiado otimista, disse Tokatlian. Isso vai depender mais da capacidade de Macri de fechar o maior déficit fiscal em quase duas décadas e controlar a inflação de mais de 30%, disse ele.

A chanceler Susana Malcorra na segunda-feira procurou moderar as expectativas sobre a visita, dizendo que nenhum resultado imediato em termos de investimento deve ser esperado.

“A visita do presidente Obama é muito importante para nós porque mostra o interesse e a prioridade que o governo dos EUA colocou sobre o presidente Macri”, disse Malcorra em uma conferência de imprensa em Buenos Aires. “Eu sempre gosto de desmistificar essas visitas, porque não vai ser com a presença do presidente Obama que tudo será milagrosamente resolvido. É o começo de uma jornada, mas é um começo muito auspicioso”.

(Por Charlie Devereux)

VA

 

O FINANCISTA

Perspectivas: Mercado encara incertezas políticas na véspera do feriado

Notícia Publicada em 23/03/2016 20:08

Temor sobre impeachment faz Ibovespa cair mais de 2%; dólar sobe a R$ 3,67

Mercado teme que delação premiada da Odebrecht possa enfraquecer o processo de impeachment de Dilma (Flickr/Caliel Costa)
Mercado teme que delação premiada da Odebrecht possa enfraquecer o processo de impeachment de Dilma (Flickr/Caliel Costa)

SÃO PAULO – Após forte recuo, o Ibovespa pode continuar com o sinal negativo de olho no cenário político na última sessão da semana, que é mais curta em função do feriado de Páscoa.

Os temores de que delação premiada dos executivos da Odebrecht, assim como a lista da construtora com o nome de políticos, pode enfraquecer o processo de impeachment de Dilma Rousseff devem atribuir mau humor aos investidores locais.

Segundo Luis Gustavo Pereira, analista da Guide Investimentos, “o movimento de queda poderia se perpetuar na próxima sessão caso não surgisse nenhuma novidade na esfera política e econômica local”.

A imprevisibilidade do cenário político faz com que os investidores permaneçam atentos ao noticiário ao longo do pregão.

“O andamento do impeachment de Dilma tem sido um dos principais catalisadores do mercado. Quanto mais rápido o andamento do processo e maiores as chances de a presidente sair, a Bolsa sobe. Se acontecer o contrário, ela cai”, observa Pereira.

Sem grandes destaques, a agenda doméstica conta com a publicação da taxa de desemprego da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), às 9h.

No exterior, os Índices de Gerentes de Compras (PMIs, na sigla em inglês) da indústria, de serviços e composto da Alemanha e da zona do euro serão publicadas às 5h30 (horário de Brasília) e 6h (horário de Brasília), respectivamente.

Nos Estados Unidos, o PMI industrial sairá às 10h45 (horário de Brasília), enquanto o indicador que mede o número de pedidos iniciais de seguro-desemprego (Initial Claims, em inglês) será publicado às 9h30.

Ibovespa e câmbio

A Bovespa fechou com o seu principal índice em forte queda nesta quarta-feira (23), abaixo dos 50 mil pontos, com as ações da petroquímica Braskem desabando quase 12%, após nova sessão em que o cenário político dominou os holofotes.

O Ibovespa caiu 2,59%, a 49.690 pontos. O volume financeiro somou R$ 6 bilhões.

O dólar fechou em alta superior a 2% frente ao real, após o Banco Central atuar para sustentar as cotações pelo terceiro dia consecutivo e em meio ao cenário político conturbado no Brasil.

O dólar avançou 2,11%, a R$ 3,6768 na venda, após atingir R$ 3,6837 na máxima da sessão. No mês, contudo, a moeda norte-americana ainda acumula queda de 8,16%.

(Com Reuters)

 

O FINANCISTA

Consolidados Grande SP 22/03/2016

AUDIÊNCIAS DE 22/3/2016

Velho Chico perde público e fica atrás de Totalmente Demais no Ibope

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Rodrigo Lombardi em cena do capítulo ontem de Velho Chico, em que seu personagem morreu - Reprodução/TV Globo

Rodrigo Lombardi em cena do capítulo ontem de Velho Chico, em que seu personagem morreu

REDAÇÃO – Publicado em 23/03/2016, às 12h00

Em sua segunda semana de exibição, Velho Chico não está conseguindo manter os bons números dos primeiros capítulos. Ontem (22), a novela das nove registrou 29,4 pontos na Grande São Paulo, contra 33,9 na terça-feira anterior. Pela segunda vez, a trama de Benedito Ruy Barbosa marcou menos do que Totalmente Demais. Na primeira ocasião, na última quinta (17), a diferença foi de apenas 0,4 ponto (30,1 a 30,4). Ontem, foi de 1,5 (29,4 a 30,9 da novela das sete)

Média do dia (6h/5h59): 12,9
Bom Dia São Paulo 10,4
Bom Dia Brasil 10,7
Mais Você 7,1
Bem Estar 6,0
Encontro 8,1
SP TV 1ª Edição 12,9
Globo Esporte 10,7
Jornal Hoje 12,2
Vídeo Show 9,2
Sessão da Tarde – Recém-Chegada 10,3
Caminho das Índias 15,5
Malhação 16,7
Eta Mundo Bom! 25,4
SP TV 2ª Edição 28,1
Totalmente Demais 30,9
Jornal Nacional 28,6
Velho Chico 29,4
Big Brother Brasil  26,2
Tá no Ar 14,1
Jornal da Globo 9,1
Perception – Truques da Mente 6,6
Corujão 1 – Olga 4,0
Segredos do Paraíso 3,2
Hora 1 5,1
Média do dia (6h/5h59): 5,8
Jornal do SBT Manhã  1,9
Carrossel Animado 2,6
Mundo Disney  4,1
Bom Dia e Cia. 5,8
Chaves 5,6
Casos de Família 5,7
Cuidado com o Anjo 7,9
Teresa 8,9
Meu Coração É Teu 7,5
SBT Brasil 5,2
Cúmplices de um Resgate  11,2
Carrossel 12,0
Programa do Ratinho  8,8
Cine Espetacular – Riquinho 8,0
The Noite  4,4
Jornal do SBT   3,6
Okay Pessoal!!!  2,2
Média do dia (6h/5h59): 5,7
Balanço Geral Manhã 3,8
SP no Ar 5,8
Fala Brasil 5,7
Hoje em Dia 5,1
Balanço Geral SP 8,2
Prova de Amor 7,2
Chamas da Vida 4,7
Cidade Alerta 8,0
Sansão e Dalila 9,8
Jornal da Record 8,3
Troca de Família 7,4
Grimm 3,9
Igreja Universal do Reino de Deus 1,0
Média do dia (6h/5h59): 2,3
Band News 0,7
Café com Jornal 1,2
Dia Dia 0,9
Os Simpsons  1,1
Jogo Aberto 3,1
Os Donos da Bola 2,7
Os Simpsons 2,1
Brasil Urgente 3,8
Jornal da Band 4,4
Fatmagül 3,7
MasterChef – A Prévia 2,1
MasterChef Brasil 4,7
Jornal da Noite 1,2
Camelot 0,8
Média do dia (6h/5h59): 0,6
Te Peguei  0,4
Melhor pra Você 0,7
A Tarde É Sua 2,0
Você na TV 1,3
TV Fama 1,3
RedeTV! News 0,8
Luciana By Night 1,2
Leitura Dinâmica 0,8
Amaury Jr. 0,6

Fonte: Emissoras

Cada ponto equivale a 69,4 mil domicílios na Grande SP

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