Batoré revela mágoa de Carlos Alberto de Nóbrega em demissão do SBT: covardia

Ator também falou sobre Rodrigo Santoro: “É um profissional muito compenetrado e focado”

Batoré revela mágoa de Carlos Alberto de Nóbrega em demissão do SBT: covardia

Ivanildo Gomes Ribeiro, mais conhecido como Batoré, ficou famoso por interpretar o personagem durante 11 anos no programa “A Praça é Nossa”, do SBT.

Sua demissão, que ocorreu em 2003, não foi bem aceita pelo ator. Em entrevista ao jornal Extra, Batoré declarou que achou uma covardia a atitude de Carlos Alberto de Nóbrega em colocá-lo na lista de demissões do SBT.

Na entrevista, Batoré relembrou sua saída da emissora de Silvio Santos e disse que em um corte de despesas, o líder da “Praça” inseriu seu nome na lista: “Em um corte de despesas, Carlos Alberto (de Nóbrega) colocou meu nome na lista. Não achei a atitude correta, eu dava resultado, já havia recebido convites para deixá-lo e não fiz isso por fidelidade e amor a ele, que, inclusive, foi meu padrinho de casamento. Achei covardia”.
Procurada pela reportagem do NaTelinha, a Assessoria de Imprensa do SBT informou que “Os diretores e apresentadores da emissora não comentam sobre depoimentos e opiniões de ex-funcionários, até  porque é natural que alguns fiquem decepcionados aos serem dispensados.”
Batoré agora é contratado daGlobo e está no ar na novela “Velho Chico” interpretando um delegado. Sobre essa nova fase na sua carreira, o ator comentou: “Talvez se não tivesse ocorrido esse contratempo (a demissão), eu não teria a oportunidade de fazer esse trabalho tão diferente e de grande expressão na Globo”.
Ator fala sobre gravações com Rodrigo Lombardi e Santoro
Batoré deu uma entrevista ao site oficial da novela “Velho Chico” e comentou como foi contracenar com Rodrigo Santoro e Rodrigo Lombardi.
“O Lombardi foi extremamente generoso comigo. Eu disse pra ele: ‘Preciso de você, é a primeira vez que eu estou trabalhando na dramaturgia, preciso aprender’. Ele ficou o dia inteiro comigo, bateu texto comigo. É só gratidão. Já o Rodrigo Santoro, fiz uma cena com a minha boca a cinco dedos de distância da dele, se não tivesse minha sexualidade bem definida, tinha dado quatro beijos na boca dele (risos). É um cara que teve a coragem de abrir uma trincheira nova em Hollywood. Excelente ator, altamente minucioso. Ele presta atenção em todos os detalhes, faz isso em silêncio e vai mentalizando o ambiente, que é onde ele descarrega o personagem dele. É um profissional muito compenetrado e focado”, disse o ator.
“Velho Chico” vai ao ar logo após o “Jornal Nacional”.
Fonte : Na Telinha

Cúmplices de um Resgate vence Record e conquista segundo lugar no Ibope

Novela infanto-juvenil recupera vice-liderança para o SBT.

Na noite da última segunda-feira, dia 21/03, a novela do SBT novamente venceu uma minissérie da concorrência e consolidou o segundo lugar no ranking geral das audiências.

No horário em que foram ao ar simultaneamente, das 20h39 às 21h28, o Cúmplices de um Resgate registrou 12,2 pontos de média contra 9,7 da concorrente, que exibia a minissérie Sansão e Dalila.

Na média geral, das 20h35 às 21h28, a atração infantil do SBT marcou 12 pontos de média, 17,2% de share e 14 pontos de pico.

Na mesma faixa horária, a emissora terceira colocada registrou 9,9 pontos de média.

Fonte: IBOPE / MW – Praça São Paulo

 

O PLANETA TV!

O impeachment de Dilma morreu após lista da Odebrecht citar oposição?

Notícia Publicada em 23/03/2016 18:35

Alguns dos principais defensores do impedimento de Dilma são citados pela Odebrecht por receber recursos irregulares – e agora?

Tenso: deputados favoráveis ao impeachment de Dilma se manifestam na Câmara (Gustavo Lima/Câmara dos Deputados)
Tenso: deputados favoráveis ao impeachment de Dilma se manifestam na Câmara (Gustavo Lima/Câmara dos Deputados)

SÃO PAULO – O mercado tomou um balde de água fria com a notícia de que a lista da Odebrecht com políticos que receberam dinheiro irregularmente envolve, também, caciques da oposição. Surge, agora, uma grande dúvida: isso enterra o impeachment da presidente Dilma Rousseff? Afinal, pesos-pesados do movimento pró-impeachment constam da relação da empreiteira: do senador tucano Aécio Neves, que disputou a eleição presidencial com Dilma em 2014, ao deputado Paulo Pereira da Silva (Solidariedade-São Paulo), um dos fundadores da frente parlamentar que exige a saída antecipada da petista.

A resposta mais sincera, por enquanto, é não. A lista da Odebrecht, que envolve 200 políticos de 18 partidos, não reduz as elevadas chances de impedimento de Dilma. É preciso lembrar duas coisas. Uma: o principal argumento do pedido que tramita na Câmara é que Dilma praticou pedaladas fiscais, o que fere a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Duas: todo processo de impeachment não se restringe a analisar os aspectos jurídicos do pedido. Os parlamentares avaliam, também, aspectos políticos, para determinar se é conveniente afastar o presidente em questão. Por isso, o destino de Dilma depende, muito mais, de como se comportará o PMDB. O principal partido da base aliada dá sinais de que pode abandonar o governo nas próximas semanas.

“O impeachment depende muito mais dos peemedebistas, do que da Lava Jato”, diz Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar). Um elemento a favor do desembarque do PMDB é que a lista da Odebrecht não cita o vice-presidente Michel Temer, que presidente o partido. Por isso, para Queiroz, por enquanto, esse continua o cenário mais provável.

Sem parar

Além disso, o impeachment é o tipo de assunto que não se pode deixar pela metade. Não é possível, simplesmente, que o Congresso pare com tudo e finja que nunca cogitou uma troca antecipada de governo. “Os políticos são práticos e continuarão com a tramitação; isso precisa ser votado e decidido”, diz o cientista político Lucas de Aragão, sócio da Arko Advice.

Para ele, o que pode ocorrer, no máximo, é que a cassação da chapa Dilma-Temer, eleita em 2014, ganhe força no TSE como alternativa para encaminhar a crise política. De qualquer modo, por enquanto, a Arko mantém a estimativa de 70% de chance de impeachment de Dilma, divulgada em 18 de março. A probabilidade anterior era de 60%.

Na ocasião, a Arko também informou que uma enquete própria mostrou que 62% dos 100 deputados entrevistados acreditam que o impedimento será aprovado. No mês passado, o grupo representava apenas 24% dos parlamentares.

 

O FINANCISTA

Justiça isenta Jornal Nacional de dar direito de resposta a Lula

A Justiça negou a Lula pedido de direito de resposta no Jornal Nacional.

O petista ficou indignado porque o JN fez uma excelente reportagem sobre a denúncia contra ele apresentada pelos promotores do MP paulista do caso Bancoop.

 

O ANTAGONISTA

Dilma Rousseff poderá enfrentar dois pedidos de impeachment simultaneamente

A OAB apresentará na segunda-feira 28 um novo pedido de impeachment contra Dilma Rousseff, incluindo a delação de Delcídio do Amaral.

Eduardo Cunha vai aceitar e será instalada uma segunda comissão especial.

Dilma não tem saída e seu desespero ameaça a ordem constitucional.

 

O ANTAGONISTA

Espresso da Bolsa: Cyrela lucra 35% menos no quarto trimestre

Notícia Publicada em 23/03/2016 21:13

Uma das maiores incorporadoras do país lucrou R$ 98 milhões

Cyrela: pilotando 2016 com cuidado (Facebook/Divulgação)
Cyrela: pilotando 2016 com cuidado (Facebook/Divulgação)

SÃO PAULO – A Cyrela Brazil Realty continuará mais seletiva na avaliação e lançamento de projetos, segundo comunicado da empresa, ao divulgar seus números do quarto trimestre. Confira as empresas que foram notícia nesta quarta-feira (23):

Todo cuidado é pouco – A Cyrela Brazil Realty, que viu seu lucro líquido trimestral cair 35% no quarto trimestre, vai manter sua estratégia de venda de estoques e geração de caixa em 2016, além de ser mais criteriosa nos lançamentos. A companhia teve lucro líquido de R$ 98 milhões no período.

Economia – A Petrobras concluiu a renegociação do contrato de uma sonda em operação na área gigante de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, com a Seadrill. No acordo, a Seadrill se comprometeu a reduzir a taxa diária paga pelo consórcio liderado pela Petrobras a partir de 26 de fevereiro, no atual contrato, resultando em uma redução de US$ 132 milhões.

Explique-se – A Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado vai convidar o presidente daPetrobras, Aldemir Bendine, para explicar as perdas financeiras da empresa em 2015, em uma audiência pública ainda sem data. A companhia publicou na segunda-feira prejuízo de R$ 34,836 bilhões no ano passado, ante prejuízo de R$ 21,587 bilhões em 2014.

 

O FINANCISTA

Quando Brasil arrumar a casa, investidores voltarão “sem dúvida alguma”, diz Mobius

Notícia Publicada em 23/03/2016 21:04

Investidor destaca “ótimo potencial” do país, mas diz que “muitas políticas precisam mudar”

Mark Mobius destaca que ainda não há um consenso claro em relação ao melhor caminho para o país (Divulgação)
Mark Mobius destaca que ainda não há um consenso claro em relação ao melhor caminho para o país (Divulgação)

SÃO PAULO – Não há dúvida de que os investidores que perderam sua confiança retornarão ao Brasil assim que o país começar a colocar a casa em ordem, de acordo com Mark Mobius, presidente-executivo da Templeton Emerging Markets Group, braço da Franklin Templeton para investimentos em mercados emergentes. Em texto publicado nesta quarta-feira (23) no blog Investment Adventures in Emerging Markets, Mobius comentou a atual situação do Brasil – após ter visitado, recentemente, companhias brasileiras e ter conversado com diretores e executivos.

Com a persistência do debate a respeito da permanência ou não da presidente Dilma Rousseff em seu cargo, o investidor destaca que ainda não há um consenso claro em relação ao melhor caminho para o país: “O Brasil tem um ótimo potencial para melhorar sua posição econômica, mas nós não estamos sozinhos ao dizermos que muitas políticas precisam mudar.”

Sem conseguir prever uma resolução imediata para a situação do Brasil, Mobius diz que os investidores precisam ser “pacientes” e que a Franklin Templeton continua procurando por oportunidades de investimento no país – vendo muitas empresas “com potencial para navegar em meio aos desafios atuais.”

Apesar dos mercados não gostarem de incerteza, as questões políticas do Brasil não significam que não há oportunidades de investimento de longo prazo no país, afirma Mobius. “Não podemos ignorar os fatores macroeconômicos de um país em particular.”

 

O FINANCISTA

Sérgio Moro coloca sob sigilo lista que apontaria pagamentos da Odebrecht a políticos

Notícia Publicada em 23/03/2016 15:28

O documento havia sido anexado ao processo referente à 23ª fase da Lava Jato, na qual foram presos o marqueteiro João Santana e sua mulher

Como a lista cita autoridades com prerrogativa de foro junto ao Supremo, Moro pediu que o MPF se manifeste com urgência sobre o envio desses autos ao STF (Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Como a lista cita autoridades com prerrogativa de foro junto ao Supremo, Moro pediu que o MPF se manifeste com urgência sobre o envio desses autos ao STF (Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

SÃO PAULO – O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, colocou sob sigilo nesta quarta-feira o processo em que foi anexada uma lista que apontaria pagamentos da Odebrecht a políticos e determinou que o Ministério Público Federal (MPF) se manifeste sobre a possibilidade de enviar esses documentos ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Em seu despacho, Moro afirmou que a lista, apreendida pela Polícia Federal na casa de Benedicto Barbosa da Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, “aparentemente” aponta pagamentos feitos pela empreiteira a agentes políticos.

O documento havia sido anexado ao processo referente à 23ª fase da Lava Jato, na qual foram presos o marqueteiro João Santana e sua mulher Mônica Moura.

“Prematura conclusão quanto à natureza d­esses pagamentos. Não se trata de apreen­são no Setor de Operações Estruturadas d­a Odebrecht e o referido Grupo Odebrecht­ realizou, notoriamente, diversas doaçõe­s eleitorais registradas nos últimos ano­s”, escreveu Moro na decisão.

Como a lista cita autoridades com prerrogativa de foro junto ao Supremo, Moro pediu que o MPF se manifeste com urgência sobre o envio desses autos ao STF.

De acordo com veículos de imprensa que tiveram acesso à lista antes de ela se tornar sigilosa, o documento cita mais de 200 políticos de 18 partidos. Entre os citados, ainda de acordo com a mídia, estão o chefe do gabinete pessoal da presidente Dilma Rousseff, Jaques Wagner; o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG); e os presidentes da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Wagner informou que não vai comentar lista sob sigilo e ainda em processo de investigação. Afirmou que todas as doações que recebeu da Odebrecht foram declaradas à Justiça.

Cunha disse a jornalistas que desconhecia a lista, mas afirmou que a empresa fez doações para o seu partido e correligionários, mas não diretamente para a sua campanha. Ao ser questionado, afirmou que todas as doações para sua campanha e para o PMDB são legais.

O presidente do Senado também tocou rapidamente no assunto, ao deixar o Congresso, negando ter cometido “impropriedade”. Para ele as “citações” não significam “absolutamente nada”, e acrescentou que tem se colocado sempre á disposição das investigações.

Aécio afirmou que a lista trata de “contribuições de campanha”, e que “basta olhar as declarações de campanha de todos os candidatos”.

(Atualizada às 19h46)

(Por Eduardo Simões)

 

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