North Korea sentences U.S. student to hard labor

N.K. sentences U.S. student to hard labor

Otto Warmbier, a 21-year-old U.S. college student, is on trial at a court in the North Korean capital of Pyongyang in this photo released by the North’s Korean Central News Agency on March 16, 2016. North Korea’s highest court sentenced him to 15 years of hard labor for allegedly stealing a political propaganda sign. Warmbier has been detained in the communist nation since early January after getting caught stealing the sign from a hotel. (For Use Only in the Republic of Korea. No Redistribution) (Yonhap) (END)

Source : Yonhap News Agency

North Korean village bordering South Korea

N. Korean village bordering S. Korea

In this photo taken from an observatory in the South Korean border city of Paju on March 17, 2016, North Koreans work in a field in a village on the North’s western front line. U.S. President Barack Obama imposed new sanctions on Pyongyang on March 16, including a ban on the dispatch of workers out of the communist country. (Yonhap) (END)

 

Source : Yonhap News Agency

Suspected North Korean ship enters South Korean waters

Suspected N.K. ship enters S. Korean waters

This photo taken from the website of Marine Traffic on March 17, 2016, shows the Mongolian-flagged cargo ship Orion Star, which is presumed to be owned by North Korea, sailing off the south coast of South Korea. Subject to U.N. sanctions on North Korea, the vessel carrying 3,681 tons of anthracite reportedly departed the North’s western port of Nampo on March 15 and is slated to enter the country’s northeastern port of Cheongjin on March 20. (Yonhap) (END)

 

Source : Yonhap News Agency

Kim Jong-un declares construction of Ryomyong Street

NK leader declares construction of Ryomyong Street

North Korean leader Kim Jong-un uses a pointer to indicate specific model buildings as he gives field guidance to instruct officials to build Ryomyong Street in Pyongyang in this photo released by the North’s daily Rodong Sinmun on March 18, 2016. The state-run newspaper, published by the ruling Workers’ Party of Korea, did not say when he met the officials. (For Use Only in the Republic of Korea. No Redistribution) (Yonhap) (END)

 

Source : Yonhap News Agency

Ibovespa Futuro ignora exterior e cai de olho em negociações do impeachment

Notícia Publicada em 18/03/2016 09:18

Agentes locais deixam otimismo internacional e alta dos preços das commodities no exterior em segundo plano

Cenário político deve ditar ritmo dos mercados locais no último pregão da semana (Gustavo Kahil/O Financista)
Cenário político deve ditar ritmo dos mercados locais no último pregão da semana (Gustavo Kahil/O Financista)

SÃO PAULO – Negociado na BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros), o índice Ibovespa Futuro, que reúne expectativas para o comportamento futuro do Ibovespa, opera em campo negativo nesta sexta-feira (18).

 

O cenário político deve continuar centralizando as atenções dos agentes locais. O otimismo internacional e a alta dos preços das commodities no exterior ficam em segundo plano e investidores devem assimilar novidades em torno do andamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Após registrar a maior alta desde 2009, o índice doméstico está propenso a uma sessão de ajuste técnico.

Às 9h12 (horário de Brasília), o Ibovespa Futuro operava com queda de 0,66%, sinalizando uma abertura negativa do principal índice de ações do Brasil.

No mercado de câmbio, o dólar à vista tinha valorização de 0,56%, para R$ 3,6440.

 

O FINANCISTA

Espresso Financista: Negociações em torno do impeachment direcionam os mercados

Notícia Publicada em 18/03/2016 08:56

Petróleo atinge o maior preço do ano e bolsas internacionais operam em alta

Sessão da Câmara dos Deputados para eleger comissão especial de impeachment (REUTERS/Adriano Machado)

Sessão da Câmara dos Deputados para eleger comissão especial de impeachment (REUTERS/Adriano Machado)

SÃO PAULO – Bom dia! Aqui está a sua dose diária do Espresso Financista™:

Apito Inicial

A contínua perda de apoio do governo segue injetando otimismo no mercado doméstico diante da expectativa crescente com o impedimento de Dilma Rousseff. Com a suspensão da posse de Luiz Inácio Lula da Silva e a instalação da comissão de impeachment da presidente, que deve levar cerca de 45 dias para chegar a uma conclusão, a base de apoio do governo está minguando.

O PMDB acena para o afastamento da base aliada. O vice-presidente Michel Temer não compareceu à cerimônia de posse na manhã de quinta-feira (17) e mandou publicar no Diário Oficial a data em que o diretório nacional do partido definirá se a legenda rompe ou não com o governo. A reunião, que era esperada para 30 dias, foi antecipada para 29 de março.

“A relação já estava desgastada. Os recentes escândalos só fizeram o panorama piorar ainda mais”, explicou o deputado Hugo Motta, do PMDB, acrescentando que a ausência de líderes peemedebistas na nomeação de Lula teve como objetivo marcar essas diferenças.

Em entrevista a O Financista, Motta disse ainda que a falta de líderes como o vice-presidente, Michel Temer, foi uma maneira de punir o deputado Mauro Lopes que se tornou ministro de Estado Chefe Secretaria de Aviação Civil, “desrespeitando a instância partidária definida na última convenção nacional”.

Após a divulgação do áudio da conversa entre Dilma e Lula, o PRB anunciou que deixaria a base de apoio e deixou o cargo de ministro do Esporte à disposição da presidente.

“Decidimos sair por conta da crise política mesmo e da falta de condições de sustentar defesa do governo diante das bases. Nossos parlamentares não aguentavam mais ser hostilizados por apoiar esse governo”, lamentou o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira.

PP e PSD também estariam acenando para uma saída do governo nas próximas semanas. O deputado federal Jerônimo Goergen, do PP, disse que a maioria da bancada da legenda se opõe ao governo. Ele está mobilizando os deputados federais e senadores do partido no recolhimento de assinaturas em ofício solicitando que uma reunião de emergência seja convocada pela sigla. A pauta do encontro giraria em torno da entrega dos cargos e de uma eventual saída do PP da base do governo.

No total, já foram recolhidas 18 assinaturas de deputados federais e quatro de senadores, de 46 deputados federais no exercício do mandato e seis senadores. O noticiário negativo em torno do governo Dilma Rousseff também fez com o PSD intensificasse as discussões sobre possível desembarque do governo. O líder do PSD na Câmara, o deputado Rogério Rosso elevou o tom a favor do rompimento oficial com o governo petista. Ele classificou como gravíssima as gravações da conversa telefônica entre Dilma Rousseff e o ex-presidente, que aumentaram as suspeitas de que Lula só tenha sido nomeado para a Casa Civil para que ele passasse a ter foro privilegiado.

Diante dos novos acontecimentos, o impeachment vem se tornando o cenário-base do mercado financeiro. A Eurasia Group, consultoria especializada em cenários políticos, elevou de 65% para 75% as chances de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Neste contexto, o Ibovespa deve dar continuidade às suas altas após saltar de 6% no último pregão e chegar ao maior patamar desde julho de 2015. Já o dólar pode dar uma pausa nas quedas com o anúncio de menor intervenção do Banco Central nos negócios da moeda com a redução na rolagem de swaps.

No mercado internacional, as bolsas chinesas encerraram em alta com o dólar mais barato ajudando a diminuir as preocupações com a fuga de capital do país. As bolsas europeias e os índices futuros norte-americano na esteira da valorização de mais de 1% no preço do petróleo.

As bolsas europeias operam em alta com os preços do petróleo contribuindo bastante para o desempenho ao atingirem seus níveis mais elevados em 2016.

O poder e a economia

Crise política – O presidente do PSDB, Aécio Neves, não quer uma aliança com o PMDB em um eventual governo de Michel Temer após a saída da presidente Dilma Rousseff como resultado do sucesso do processo de impeachment, aponta o jornal Valor Econômico em sua edição desta sexta-feira (18).

Carta – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou uma carta aberta na noite de quinta-feira (17) em que disse não se conformar que frases ditas por ele em conversas pessoais grampeadas se tornem “objeto de juízos derrogatórios” sobre seu caráter, e afirmou acreditar na Justiça e no equilíbrio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Atibaiagate – Foi encontrada uma minuta de escritura de compra do sítio em Atibaia, interior de São Paulo, pelos investigadores da operação Lava Jato durante a busca e apreensão. O vendedor seria Fernando Bittar, sócio de um dos filhos de Lula. A informação é dos jornais Folha de S.Paulo,O Estado de S. Paulo e Valor Econômico.

Imposto de renda – A presidente Dilma Rousseff sancionou com vetos lei que trata da incidência de imposto de renda no caso de ganho de capital em virtude de alienação de bens e direitos e da tributação de empresas coligadas no exterior na forma de empresas controladas.

OAB – O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Carlos Lamachia, afirmou hoje que há possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser ministro de Estado e, ao mesmo tempo, não ter foro privilegiado. Lamachia enfatizou que a questão será decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mas ressaltou que há precedentes para fundamentá-la.

Joga pra lá – O governo transferiu a Secretaria do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do Ministério do Planejamento para a Casa Civil, de acordo com decreto publicado em edição extra do Diário Oficial da União na quinta-feira (17), um dia depois de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumir a pasta. A posse de Lula, porém, está suspensa por liminar da Justiça.

Lula fica, Lula sai – O STF (Supremo Tribunal Federal) recebeu ontem (17) dez ações contra a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cargo de ministro-chefe da Casa Civil. Entre as ações protocoladas, partidos de oposição, como PSDB, PPS e PSB, tentam barrar a nomeação de Lula por entenderem que sua nomeação ofende o princípio constitucional da moralidade. Das dez ações, sete foram distribuídas para o ministro Gilmar Mendes. As demais estão sob a relatoria dos ministros Marco Aurélio e Teori Zavascki.

Impeachment – A comissão especial que vai analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff elegeu o deputado Rogério Rosso (PSD-DF) como presidente do colegiado. Como relator, foi eleito o deputado Jovair Arantes (PTB-GO).

Cassação – O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro José Dias Toffoli, determinou nesta quinta-feira a unificação das quatro ações que pedem a cassação da presidente Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer, informou o TSE em seu site. Todas as quatro ações no TSE apontam irregularidades na campanha eleitoral de 2014.

Ação decisiva – O diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, Tony Volpon, acredita que uma “ação decisiva” da política monetária, combinada com o cenário externo mais favorável, levaria a uma retomada mais rápida de ancoragem das expectativas de inflação. Volpon, que tem sido voto dissidente nas últimas reuniões do Copom, disse ontem que, ao contrário do consenso de grande parte dos analistas, vê a reversão da tendência de alta do dólar no mercado internacional como um “incentivo para agir”.

Agenda – A presidente Dilma Rousseff participa de cerimônia de entrega de unidades habitacionais em Santana, na Bahia, nesta sexta-feira (18).

O que acontece no mundo corporativo

Acordo – A China COSCO Shipping Corporation e a Vale assinaram um acordo com duração de 27 anos para que a gigante chinesa transporte 16 milhões de toneladas de minério de ferro para a mineradora brasileira por ano.

Uruca – A plataforma de óleo e gás P-48, da Petrobras, localizada no campo de Caratinga, na Bacia de Campos, teve a produção interrompida, sem previsão de retorno, após um incêndio sem vítimas ocorrido nesta quinta-feira.

Em casa – A Kinea, empresa de investimentos do Itaú, concluiu a captação de R$ 380 milhões para seu fundo imobiliário, o Kinea Rendimentos (KNCR11), que passa a administrar, agora, R$ 1,45 bilhão, tornando-se um dos maiores fundos imobiliários listados na BM&FBovespa.

Mudanças – A Telefônica Brasil terá um novo diretor financeiro e de relações com investidores. Sai Alberto Aguirre e entra David Sanchez-Friera, que ainda depende das devidas autorizações legais para trabalhar no país. Enquanto isso, o presidente da empresa, Amos Genish, responderá pela função.

Resposta – A hidrelétrica de Belo Monte, que está em construção no Pará, tem o orçamento “rigorosamente dentro do previsto” e não há “sequer uma evidência de irregularidades na execução da obra”, afirmou a Norte Energia, responsável pela usina, após o senador Delcídio do Amaral ter dito em sua delação que houve propinas no empreendimento.

Comprar ou vender?

De olho na grana – A Citi Corretora alterou as estimativas para as ações da Vivo (VIVT4), elevando o preço-alvo para R$ 40 por ação, ante R$ 36,20. A recomendação para o papel é neutra. De acordo com o relatório, a empresa acredita que continuará a prosperar por conta de segmentos de alto valor adicionado – dados móveis, banda larga, TV paga e mercado corporativo.

Escalação – Para o BTG Pactual, a situação política no Brasil é “altamente imprevisível”. Por isso, o banco mantém exposição limitada ao país em seu portfólio de ações para América Latina. A instituição mexeu em algumas peças em sua “seleção de craques da bolsa”. A Embraer (EMBR3)deu lugar a ação de BB Seguridade (BBSE3) e agora, juntamente com Suzano (SUZB5) eTransmissão Paulista (TRPL4), representam os papéis brasileiros no time.

Novo passo – Afetado pela retirada gradual dos incentivos federais, aliado à deterioração da economia, o setor educacional agora deve buscar a rentabilidade na evolução da educação a distância, avalia o BTG Pactual em um relatório de início de cobertura das principais ações do segmento na Bolsa:  Kroton (KROT3), Estácio (ESTC3) e Ânima (ANIM3).

Para comentar mais tarde

Grana Preta: Como ainda aproveitar o rali do impeachment? Como ainda aproveitar o rali do impeachment? Os analistas da Empiricus Research, Felipe Miranda e Rodolfo Amstalden, falam sobre os recentes movimentos da Bolsa e sobre os rumos da economia em um eventual novo governo na edição desta semana do programa Grana Preta. Veja aqui.

 

O FINANCISTA

Impeachment se torna o ‘cenário-base’ no mercado

Notícia Publicada em 18/03/2016 08:31

A expectativa por um novo governo tem ficado evidente no mercado financeiro

Com a deterioração acelerada do ambiente político e as manifestações nas ruas ganhando força, o governo pode sofrer ainda mais deserções (REUTERS/Adriano Machado)
Com a deterioração acelerada do ambiente político e as manifestações nas ruas ganhando força, o governo pode sofrer ainda mais deserções (REUTERS/Adriano Machado)

SÃO PAULO – A previsão de parte dos analistas para a economia já considera o impeachment da presidente Dilma Rousseff como o cenário mais provável. A probabilidade de interrupção do mandato da petista ganhou força nos últimos dias por causa das manifestações de domingo e pela revelação das gravações telefônicas envolvendo Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na quinta-feira, 17, a consultoria americana Eurasia elevou de 65% para 75% a possibilidade de a presidente Dilma não terminar o seu mandato, de acordo com o relatório dos analistas da consultoria especializados em Brasil, Christopher Garman, João Augusto de Castro Neves e Cameron Combs. Na visão deles, a votação do impeachment no Congresso deve ocorrer em maio.

A expectativa por um novo governo tem ficado evidente no mercado financeiro. Apenas em março a Bolsa subiu 18,98%, e o dólar recuou 8,78%. Na leitura dos analistas, um novo governo poderia fazer com que os ajustes considerados necessários saíssem do papel, o que melhoraria as perspectivas para a economia brasileira.

No começo do mês, a Eurasia estimava em 40% as chances de Dilma não terminar o mandato, porcentual que foi subindo de forma rápida nas últimas semanas, à medida que o cenário político se deteriorava, principalmente após as primeiras notícias da delação premiada do senador Delcídio Amaral.

A consultoria estima que Dilma tem hoje entre 85 e 90 deputados de esquerda que vão votar contra o impeachment, principalmente por motivos ideológicos. Para que o impedimento não seja aprovado, ela precisa de 172 dos 513 votos da casa. Ou seja, a presidente precisaria convencer 80 de 260 parlamentares de partidos de centro a não abandonarem o governo.

Mas, com a deterioração acelerada do ambiente político e as manifestações nas ruas ganhando força, o governo pode sofrer ainda mais deserções, segundo os analistas.

Na segunda-feira, dia seguinte às manifestações, a Tendências Consultoria Integrada também passou a enxergar um risco maior de interrupção do governo. A probabilidade de um impeachment ocorrer já no primeiro semestre aumentou de 55% para 70%. O cenário engloba uma interrupção do mandato da presidente pelo impeachment ou pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Se o impeachment se materializar, deve ocorrer uma valorização dos ativos”, afirmou Rafael Cortez, cientista político da Tendências. “O que não está precificado é o pós-Dilma. Todo mundo está assumindo que a saída da presidente revolve o quadro político em termos de construção de governabilidade, mas isso não é necessariamente verdade”, afirmou Cortez.

Esse cenário é bastante parecido com o da MB Associados. Segundo a consultoria, a probabilidade de interrupção do mandato da presidente é de 70%. “Esperamos que a queda (da presidente) se dê no máximo até metade do ano, mas, pelos acontecimentos, parece que será antes disso”, afirmou o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale.

Na avaliação do economista, um eventual governo do vice-presidente Michel Temer começaria com um momento de euforia, mas a transição até 2018 não será fácil. “Será um governo novo, com uma nova relação com o Congresso, provavelmente com o apoio do PSDB e de alguns partidos para aprovar reformas mínimas, mas ainda assim seria um momento politicamente conturbado até 2018.”

A MB Associados projeta uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,8% este ano já num cenário de fim de governo Dilma. Se a presidente permanecer no cargo, o recuo da economia brasileira deve ser de 4,9%.

Um mês. Para a consultoria, Michael Temer deverá assumir a presidência em pouco mais de 30 dias, período em que possivelmente estará aprovado no Congresso o impeachment da presidente Dilma.

A previsão consta em relatório enviado para o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. O cenário da MCM também foi alterado depois da divulgação das gravações de conversas telefônicas do ex-presidente Lula. “Sérgio Moro explodiu o governo Dilma e o ex-presidente Lula. Talvez, tenha se explodido também”, disseram os analistas, acrescentando que Moro será submetido a um processo junto ao Conselho Nacional de Justiça e pode ser punido.

“Dilma enfrentará um processo que será aberto pela Procuradoria-Geral da República e correrá no Supremo Tribunal Federal. Contudo, antes que este se resolva, ela, muito provavelmente, será afastada da Presidência da República, via impeachment aprovado no Congresso em cerca de trinta dias”, diz o texto. Os analistas ponderam que há dúvidas em torno das condições de governabilidade de Temer “nesse terreno minado no qual se transformou a política brasileira”.

A MCM destaca, ainda, que, diferentemente de domingo, nas manifestações de ontem havia “jovens enfrentando a polícia, tomando spray de pimenta na cara, gente jogando pedra, queimando pneus”. “Não havia babá empurrando carrinho. Esse tipo de manifestação é ‘leading indicator’ (indicador importante) para queda de governo”, informa o relatório da consultoria. Sobre Lula, a MCM afirma que “tampouco escapará de uma ação criminal”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

O FINANCISTA