New project to replace Royal Australian Air Force Hawk lead-in fighters

Somewhat lost in the Defence White Paper noise is a new $5 billion project to replace the RAAF’s Hawk lead-in fighter trainers.

No 76 Squadron Hawk-127 aircraft conduct an aerial display during the No 76 Squadron Family day at RAAF Base Williamtown.

The White Paper’s accompanying Integrated Investment Program document, which outlines new defence capability acquistions, briefly notes that it: “…also includes a substantial provision
for a new lead-in fighter training system to support those students who go on to complete the ADF’s fast jet pilot training.”

The Integrated Investment Program, released alongside the Defence White Paper on Thursday, provides little other detail other than a line in a “summary of key investment decisions” table that shows the ‘Lead-In Fighter Training System’ program has a timeframe of 2022-2033 and an “approximate investment value” budget range of $4-5 billion.

The RAAF’s 76 and 79 Squadrons operate 33 BAe Systems Hawk 127 jets in the lead-in fighter role. The aircraft entered service in 2001 and are currently being upgraded under the AIR 5438 Lead-In Fighter Capability Assurance Program.

Meanwhile, the Integrated Investment Program also reveals a requirement for a “Training Support Aircraft”, which appears in a summary of key investment decisions table with a timeframe of 2019-2024 with a $100-200 million approximate investment value”.

No other details are provided, but the project may be to replace 32 Squadron’s King Air twin turboprops used to support the School of Air Warfare.

 

Australian Aviation

Melbourne Victory’s Jai Ingham celebrates scoring their ACL campaign opener against Shanghai SIPG

Melbourne Victory's Jai Ingham celebrates scoring their ACL campaign opener against Shanghai SIPG.

Last September, Jai Ingham was selling sneakers at Melbourne Central. Last night, he upstaged Shanghai SIPG’s multi-million dollar Chinese Super League squad with his new club Melbourne Victory in a breathtaking Asian Champions League clash.

His story shows the possibilities for players in Australia’s second tier.

This is how the speedy winger did it…

1.     Move from Queensland to the PS4 NPL Victoria, where the standard is high

2.     Find a quality club with good facilities – enter Hume City

3.     Play your part if the club has a good run in the Westfield FFA Cup – Hume and Ingham did just that.

4.     Hope the FFA Cup pits you against Hyundai A-League opposition – Hume met Victory.

5.     Work hard and try to take your chances when they come in the league, the cup and in friendlies against A-League opposition.

Voila! His five-point plan worked a treat.

Ingham signed with Victory in January on the mature age rookie rule after impressing in the Westfield FFA Cup against the A-League champions.

And on Wednesday night in Victory’s first ACL group clash, Ingham announced himself and gave hope to all those in the NPL who dream of making it.

He started the game and opened the scoring for the Big V in a thrilling 2-1 win over Sven-Goran Eriksson’s Shanghai SIPG.

It wasn’t a tap-in either. Ingham’s goal was beautifully taken, showing poise, speed and clinical finishing after a wonderful through ball.

Originally from Byron Bay, Ingham moved to the PS4 NPL Victoria because of the professionalism of the clubs. Hume clearly has that with a $12m facility, strong financial backing and a superb playing and training surface.

At the time he told me: “Everyone wants to make the A-League but at the moment I’m just playing for my club and get us as far as we can. If something comes along, it comes along.”

His story is emblematic of the growing link between the pro- and semi-pro tiers in Australia.

Ingham’s Victory teammate George Howard played on Saturday for Melbourne Victory in the PS4 NPL and then Wednesday against Shangahi  SIPG as a late substitute.

Blake Powell was leading goal scorer in the PS4 NPL NSW in 2015 and of course bagged a stunning four goals recently for his A-League club Phoenix against Wanderers.

It also earned him a position in the EA SPORTS FIFA team of the week alongside Luis Suarez.

Key points

  • After the Hyundai A-League mid-season window closed, 40 players who played NPL in 2015 and have since signed a contract with an A-League club in 2015/2016.
  • All nine Australian Hyundai A-League clubs will enter the NPL in 2016
  • An influx of former of A-League stars are now in the NPL leagues, such as Massimo Murdocca, Matt Thompson, Daniel McBreen, Michael Beachamp, Dean Heffernen and Michael Bridges, providing a perfect combination of youth and experience.

What’s more, PS4 are providing another opportunity for players by introducing the PS4 Player Pathway Award in 2016.

PS4 Player Pathway of the Year

 

And Ingham, at 22, was a beneficiary of the mature age rookie rule – a rule which makes sure players who haven’t been spotted or given a chance aren’t loss to the top tier.

A crucial rule that Ingham has clearly shown is important.

Introduced this season the rule allows a club to register an Australian player that is aged 21 or older who last played in an Australian competition (for example, PS4 National Premier Leagues) and has not played in a fully professional league for at least 18 months.

Other players who’ve benefitted from this rule this season include City’s Wade Dekker, Wellington’s Troy Danaskos and Sydney FC’s Alex Mullen.

And Ingham has shown, spectacularly, the benefits of these new rules and how hard work at NPL level can reap great rewards with our Hyundai A-League clubs in Australia.

And of course on the Asian stage. Who knows, even Sven-Goran Eriksson might have been impressed by the former Hume City striker?

Football Federation Australia

A verdade sobre o machismo @Nikki74640620

machismo sad fighter moody 750

Algum tempo atrás eu tive um desentendimento com um conservador sobre uma questão masculina: O significado original da palavra machismo. Resolvi então fazer uma pesquisa e os resultados foram surpreendentes.

Há tempos alguns dizem que o verdadeiro significado da palavra machismo é “comportamento masculino, exibição de masculinidade”Segundo dizem, o movimento feminista teria mudado o significado da palavra. “O que elas chamam de ‘machismo’ é o homem, é a masculinidade”, dizem eles. Isso parece muito conspiracionista, parece hoax (boato infundado).

Eu gosto dessa tendência de pesquisar mais a sério sobre questões envolvendo a população masculina. Quero ajudar no que eu puder a 1) desfazer hoaxes e a não propagar novos, 2) a denunciar a misandria, especialmente a que aprendemos a não ver e 3) contribuir para que as pessoas tenham não só informação correta, mas discernimento e capacidade de questioná-las. Inclusive questionar o que eu vou dizer aqui. Ninguém é incriticável e toda a crítica, investigação, depuração e oposição só irá nos fortalecer.

Sobre hoax, temos um no nosso meio, o da pílula anticoncepcional masculina do Dr. Elsimar Coutinho. Em outro texto eu pretendo esclarecer melhor isso.

HIPÓTESES INICIAIS

Machismo é uma palavra formada por macho + ismo. Macho significa masculino e em vista dos diferentes usos do sufixo ismo [1], minha hipótese era que “machismo” tivesse tido diferentes significados ao longo da História, ligados desde à valorização, a ser-se a favor da masculinidade, autonomia masculina, até supremacia ou superioridade masculina. Isso de formas diferentes ao longo de séculos.

E você? Quais as suas hipóteses, antes de eu contar o que eu descobri? Se tiver disposição, pare um momento e imagine o que vem a seguir neste texto – eu acho que vale a pena ter bem claro na memória o “antes” e o “depois”.

Sobre as minhas hipóteses, resta dizer que eu estava muito enganado.

COMEÇANDO POR HOJE

Atualmente, machismo nos dicionários físicos e online [2] tem três definições básicas.

ma.chis.mo. S. m. (macho+ismo1 Atitude ou comportamento de quem não admite a igualdade de direitos para o homem e a mulher, sendo, pois, contrário ao feminismo. Bras. Pop. Qualidade, ação ou modos de macho; macheza, machidão.

ma.chis.mo. S. m. (Macho+ismo) Empiriocriticismo.

Essa terceira definição diz respeito a uma das correntes do positivismo filosófico, o empiriocriticismo (ou empirocriticismo). Foi criada por Richard Avenarius e continuada por Ernst Mach. Machismo por causa de Ernst Mach, certo? Então, sem mais.

É de se deduzir que a primeira é uma definição feminista. Não poderia existir, sem feminismo, uma definição referindo-se a machismo justamente em relação ao próprio feminismo. Mas foi o feminismo que inventou a noção de “machismo” como coisa negativa ou se baseou num dos sentidos já existentes, que implicasse uma visão de supremacia masculina?

A segunda definição é classificada como “Bras. Pop.” (brasileirismo popular) e aí está o tal “verdadeiro significado” sobre o qual fala o tal boato. Aumentou minha curiosidade: quais definições houve antes, então, nos dicionários? Nenhuma? O tal “brasileirismo” surgiu da definição feminista, por associação intuitiva do povo, por intuição etimológica-sintática (macho, masculino, machismo, masculinismo, masculinidade)? Qual definição derivou de qual, ou ambas de alguma(s) anterior(es)? Uma definição “culta”, outra popular, classificada de “brasileirismo”. Muitas perguntas.  Fui fazer minha pequena pesquisa e desenterrar a história da palavra nos dicionários antigos.

A VERDADE SOBRE A HISTÓRIA DAS DIFERENTES DEFINIÇÕES DE “MACHISMO”

A título de curiosidade, encontrei em Bueno [19] um registro de que masculinismo é masculinidade. Não é de se surpreender, já que masculinismo e machismo têm o mesmo radical (relacionado a masculinidade) e o mesmo sufixo (relacionado a ação, atos, atitudes, expressão ou mesmo militância).

Desde o dicionário mais antigo da língua portuguesa e latina, escrito pelo Padre Raphael Bluteau, passando pelo Brasil imperial, república, ditadura getulista, volta da república e até o regime militar, não há registro da palavra “machismo” em nenhum dos dicionários que eu consultei. Em alguns dias eu deverei ter acesso a muitos outros dicionários e pretendo continuar até preencher a linha do tempo o máximo possível.

Surpreendentemente, machismo é uma palavra muito nova [3-23]. Surge entre o final da década de 1960 e início da de 1970. Ela está registrada na primeira edição do Aurélio, em 1974. Este é o machismo original que eu encontrei:

Machismo. S.m. Bras. Pop. Qualidade, ou ação ou modos de macho (3 e 4); macheza.

Na segunda edição do Aurélio, uma outra definição surge:

ma.chis.mo. S. m. (macho+ismo1 Atitude ou comportamento de quem não admite a igualdade de direitos para o homem e a mulher, sendo, pois, contrário ao feminismo. Bras. Pop.Qualidade, ação ou modos de macho; macheza, machidão.

É, dessa vez teoria de conspiração se confirmou.

O que a primeira e a segunda edições do Aurélio indicam é uma corrupção científica e acadêmica de função e interesse públicos. Alguns intelectuais entusiasmados com o feminismo ideológico fanático que todos conhecemos e amamos impuseram uma definição oficial “culta” que trai a soberania popular brasileira. E relegaram, oficialmente, a definição legítima a ser perpetuamente apenas um “brasileirismo popular”. Ora, é o uso popular que legitima seu registro oficial com a devida definição, não o contrário.

Toda palavra nasce do uso popular. Uma palavra recém-nascida é sempre um regionalismo [24], um brasileirismo [25], um estrangeirismo [26], etc. Um idioma se transforma num fluxo linguístico constante. Os Dicionários são registros oficiais dessa língua viva. A função de um dicionário é retratar um momento no uso das palavras pelo povo e seu significado, para aquele povo naquele momento.

Para que fim essa interferência “no tapetão”? Para redefinir o comportamento masculino normal como “opressão”, impondo essa aberração oficialmente no Brasil? A definição oficial atual de machismo é um exemplo prático de ingerência política e ideológica sobre a soberania popular, através da força da autoridade acadêmica, um exemplo de novilíngua na vida real. Mesmo que fosse usado nesse sentido por outro povo, o que eu duvido, o período colonial já acabou. Nós, o povo brasileiro, somos os donos da língua portuguesa do Brasil.

AINDA VAMOS MAIS FUNDO QUE ISSO

Nas bibliotecas de salvador, começando pela Biblioteca Pública do Estado da Bahia, fiquei triste em saber que uma grande parte do acervo tinha sido destruída por estar muito deteriorada. Não consegui consultar todas as edições dos dicionários disponíveis. Nem as do mais popular, o Aurélio (atualmente na 5ª edição), o nem as do mais longevo que encontrei, o Caldas Aulete, nem outros. Claro que eu não vou desistir e breve vou ter acesso a tudo isso. Eu e/ou outros. Ainda vamos ter atualizações sobre este assunto.

Antes de ir às bibliotecas, contatei a Academia Brasileira de Letras formalmente. Queria saber qual o processo de oficialização da definição de um verbete, quando o verbete machismo surgiu, que definições ele teve e quando, e quando e como foram incluídas as definições atuais. Pedi ou uma entrevista, ou que nos permitissem consultar arquivos. Uma advogada do nosso movimento se disponibilizou a ir presencialmente e até realizar a pesquisa no local ela mesma, se fosse o caso. Fizemos alguns contatos telefônicos e enviamos dois e-mails desde 25 de março. Trataram-nos muito gentilmente, mas não tivemos resposta dos e-mails até agora.

A VERDADE SOBRE O MACHISMO: Uma conclusão parcial

A verdade sobre o machismo não está nos dicionários, nem neste artigo. Existe uma razão para o termo “machismo” ter sido escolhido em vez de, por exemplo, bissexismo”. Desde quando eu era “feministo”, eu era crítico da forma como a palavra é usada no âmbito dos “feminismos” contemporâneos. Eu apenas, como a maioria das pessoas, não me importava o suficiente para fazer o que eu agora faço. A maioria das pessoas não se importa.

Saber do que aconteceu com a definição oficial é só mais um exemplo, entre tantos, de até onde ideólogos e políticos são capazes de chegar. O quanto podem corromper para fazer valer sua visão e ter seus lucros. Qualquer bandeira, seja liberdade, democracia, igualdade, justiça, fraternidade, família, honra, etc., pode ser corrompida. E são e foram corrompidas ao longo da História. Às vezes as bandeiras são corrompidas já antes mesmo de ser hasteadas.

Tudo de ruim que hoje se rotula machismo são problemas humanos e sociais. Mas a forma como é amplamente usado pela quase totalidade dos(as) feministas e seus simpatizantes no Brasil e nos países de língua latina se insere numa estratégia de marketing político e ideológico. Marketing que quer, e consegue com grande sucesso, associar tudo de pior do ser humano e da sociedade humana aos homens e à masculinidade – só aos homens, os masculinos, machos, másculos, “mascus”, claro. Fazem isso com a conivência de todos nós, Sociedade. Fazem simplesmente porque é exatamente o que “elXs” creem – que esses lados obscuros das pessoas e da sociedade são criados pelos homens. E que sociedade é dos homens, pelos homens e para os homens. Uma mentira descarada, repetida até chegar a ser a “verdade” atual sobre gênero.

Machismo, originalmente é a forma como a masculinidade se expressa, no bom e no ruim. Falar que problemas sociais históricos, inclusive os dos homens, são causados pelo machismo é como atribuí-los a um negrismo ou japonezismo.

Este tema merece ainda muita discussão. Vou tentar contribuir para isso nos próximos artigos, que já estão praticamente escritos, sobre masculinidade em contexto etimológico, social e histórico, Patriarcado, etc. As refutações são já esperadas e serão muito bem-vindas, porque eu nunca pretendi posar de dono da verdade. Quem quer ter o mínimo de cientificidade (nem se trata de humildade) precisa encarar o fato de que toda conclusão está sujeita a ser precária, parcial e temporária.

Por enquanto, basta dizer o óbvio. A obviedade que a maioria de nós não quer admitir. Quando você vir alguém falando da “importância da luta contra o machismo”, entenda direito: Trata-se da luta contra os homens. Todos os homens, incluindo nós, nossos filhos, pais, avós, irmãos, maridos, onde for o caso. Se não contra eles (nós), direta, honesta e pessoalmente, é contra eles de forma indireta, hipócrita e geral: contra uma alegada influência opressiva e patológica da masculinidade na Sociedade e na História. Conhecer certas verdades, como essas, sobre machismo, é conhecer melhor as teorias e ações do feminismo contemporâneo. O movimento feminista cria todos os dias várias subteorias que têm dominado há mais de meio século as discussões sobre gênero e orientam as políticas públicas sobre gênero, relações entre os gêneros e família. Para mim, que fui entusiasta do movimento por quase toda a vida, não foi fácil reconhecer o que eu tenho para dizer sobre feminismo. Mas já passou da hora de dizer isso claramente:

O feminismo é um movimento de ódio.

Na prática, contemporânea e predominantemente, isso é o que o feminismo se tornou. Movimento de ódio é aquele que se baseia em premissas falsas, preconceituosas, contra um grupo humano e que, se tidas como verdadeiras, produzirão injustiças, sejam elas racistas, sexistas ou outro tipo. As respeitadíssimas teorias acadêmicas feministas se baseiam em premissas básicas sobre homens e meninos nas interações sociais. Premissas falsas. Premissas de ódio. O feminismo é um movimento baseado em ódio e vale repetir, porque é necessário e merecido:

O feminismo é um movimento de ódio.

Abraço forte,

Aldir.

Referências:

[1] http://en.wiktionary.org/wiki/-ism#Suffix

[2] Consultei os principais e mais abrangentes, o Aurélio e o Houaiss, e a Enciclopédia Barsa, o Dicionário da Academia Brasileira de Letras e o Michaelis

[3] BLUTEAU, Raphael. Vocabulario portuguez & latino. Coimbra, 1728.

[4] SILVA, Antonio Moraes. Diccionario da lingua portugueza – recompilado dos vocabularios impressos ate agora, e nesta segunda edição novamente emendado e muito acrescentado. 1813

[5] SILVA, Antonio de Moraes: Diccionario da lingua portugueza recopilado. Typographia Lacerdina, Lisboa, 1813.

[6] PINTO, Luiz Maria da Silva. Diccionario da Lingua Brasileira por Luiz Maria da Silva Pinto, natural da Provincia de Goyaz. 1832.

[7] FERREIRA, Aurelio Buarque de Hollanda e Pereira, Manuel da Cunha: Nôvo vocabulário ortográfico da língua portuguêsa.  ????.

[8] MORAES, (???) Diccionario da língua portuguesa. 4ª ed. Danificado, sem ano de publicação. Do período imperial do Brasil). ????.

[9] AGASSIZ et. al. Diccionario universal portuguez. Tipographia do dicionário universal portuguez. 1882.

[10] LELLO, josé e Lello, Edgar. Lello universal – Dicionário enciclopédico luso-brasileiro em 4. Lello & irmão Editores. Porto, ????.

[11] FREIRE, Laudelino. Grande e novíssimo dicionário da língua portuguesa. Ed. A Noite. Rio de Janeiro, ????.

[12] Academia Brasileira de Letras: Pequeno vocabulário ortográfico da língua portuguesa. Imprensa Nacional. Rio de Janeiro, 1945.

[13] FIGUEIREDO, Cândido. Dicionário da língua portuguesa. 12ª Ed. Livraria Bertrand, Lisboa – W.M. Jckson Inc. Rio de Janeiro, 1947.

[14] CARVALHO, José Mesquita de: Dicionário prático da língua nacional II.o 4ª Edição. Ed Globo, Rio de Janeiro – Porto Alegre – São Paulo, 1955.

[15] SÉGUIER, Jaime de: Dicionário prático ilustrado – Novo dicionário enciclopédico luso-brasileiro. Ed. Lello e Irmão. Porto, 1956.

[16] MACHADO, José Pedro: Dicionário etimológico da língua portuguesa. 1ª. Ed. Ed Edições lexicográficas da Editorial Confluência Ltda. Lisboa, 1959.

[17] GARCIA, Hamílcar de. Dicionário contemporâneo da língua portuguesa 2ª Ed. Bras. Editora Delta, Rio de Janeiro, 1964.

[18] SILVA, Adalberto Prado e, et al. Grande dicionário brasileiro melhoramentos. 8ª Edição, revista e ampliada. Cia Melhoramentos de São Paulo, Indústrias de papel. São Paulo, 1973

[19] BUENO, Francisco da Silveira. Grande dicionário etimológico-prosódico da língua portuguesa. Ed Brasília Ltda. Santos, 1974.

[20] Garcia, Hamilcar de. Dicionário Contemporâneo da língua portuguesa Caldas Aulete. 3ª Ed. Brás. Ed Delta. Rio de Janeiro, 1980.

[21] FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda: Dicionário Aurélio Básico da língua portuguesa. 1ª edição. Ed. Nova Fronteira S.A. Rio de Janeiro, 1988.

[22] Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário Aurélio: 2ª Ed. Nova fronteira S.A. Rio de Janeiro, 1997.

[23] Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, 2a edição (revista e ampliada). Nova Fronteira. São Paulo, 1986.

[24] https://pt.wikipedia.org/wiki/Regionalismo

[25] https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasileirismo

[26]: https://pt.wikipedia.org/wiki/Estrangeirismo

[27] http://www.dicionarioinformal.com.br/machismo/

[28] http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4910692/dicionario-machista-tres-mil-anos-de-frases-cretinas-contra-as-mulheres

[29] http://literatortura.com/2013/09/dicionario-machista-agrega-frases-sexistas-expoe-patriarcalismo/

[30] http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/machismo;jsessionid=ckrCSugRlNMoHqms6MiuCg

[32] http://abordagempolicial.com/2011/03/o-problema-da-violencia-e-um-problema-de-machismo/

[33] http://www.dicionarioinformal.com.br/significado/machista/5076/

[34] Para um exemplo entre inúmeros, ver os termos machismo, misoginia, misandria em:http://www.ligahumanista.org.br/p/dicionario-de-preconceitos.html

[35] https://www.google.com.br/search?q=legalidade+e+legitimidade&oq=Legalidade+&aqs=chrome.2.69i57j0l5.8804j0j4&sourceid=chrome&es_sm=0&ie=UTF-8

 

Fonte : http://br.avoiceformen.com/

Socceroo call up for Greek league goal machine?

Asteras Tripolis FC striker Apostolos Giannou (right) vies for the ball with Schalke's Joel Matip in the Europa League.
Ange Postecoglou has reportedly convinced striker Apostolos Giannou to play for the Socceroos and the Melbourne-bred Greek Super League goal machine could be capped as early as next month.

The Socceroos are set to face Tajikistan and Jordan in World Cup qualifiers next month.

According to reports, Giannou, 26, has met with Postecoglou and as a result is set to play for Australia, despite already playing for Greece in a friendly last November.

Giannou, who has bagged 13 goals in this season’s Greek Super League with Asteras, is set to move to Chinese Super League club Guangzhou R&F.

And now he’s set to move national teams with the sensational prospect of facing the Greeks on June 4 in a friendly announced this week for Sydney’s ANZ stadium.

“The effort of coming here to see me tells it all,” Giannou told Fox Sports News when asked about Postecoglou’s visit.

“You don’t need to say much. The thing about Ange, which I appreciate, is he didn’t push me to play for Australia.

“He wanted to see how my mind was and how I thought about it.”

“It hasn’t been easy and obviously it’s difficult to choose which country to play for since I feel the same for both countries,” he explained.

“The politics here are more than usual, I know that Australia has been going upwards since Ange took over.

“Australia would be better for me as a footballer, to play for them and to give them everything I can and to bring the best out of me.”

 

Football Federation Australia

 

Socceroo fans snap up tickets for Greece clash

Tim Cahill thanks the fans after the Socceroos beat Bangladesh in Perth in September.
Almost 15,000 tickets have already been snapped up for the Socceroos’ friendly against Greece in June as tickets went on sale to the general public today (Thurs).

Football Family members made the most of their priority time, securing thousands of tickets to watch Ange Postecoglou’s troops take on the Europeans at ANZ Stadium.

It will be the national team’s first game at the venue since their historic and memorable triumph over Korea Republic in the AFC Asian Cup final in January 2105.

The clash will be vital preparation for the Socceroos as it will be their last hit-out before the final round of FIFA 2018 World Cup qualifiers start in September.

“It’s going to be a special moment,” Postecoglou said. “It’s the country of my berth, my parents made the bold decision many years ago and without that I wouldn’t have lived the life I have.

“On the night I think it will be a very special night…hopefully I’ll have a good memory of it at the end by performing well and doing the country proud.

“What I like about this game is I know Greece are pretty determined, they had a very disappointing European Championships qualifying campaign and they are a pretty proud country.

“I know when they come here they will take it very seriously, they don’t want to miss the next World Cup.”

A second clash with Greece for June is also expected to be announced shortly.

It’s the first time Greece will be playing in Australia in a decade after they went down 1-0 to the Socceroos in a pre-2006 World Cup friendly at the MCG.
And it seems the fans can’t wait for the match to come around.

Tickets start from as low as $15. For full ticketing details visit  www.socceroos.com.au/tickets .

 

 

Football Federation Australia