Em meio a recessão criada por Dilma Rousseff , igrejas evangélicas prosperam financeiramente

 

É de bater medo

Em todo este panorama, o que mais mete medo é o que poderá ser da televisão a continuar este estado de coisas.
Será que para elas está reservado o mesmo futuro do rádio, com a grande maioria das suas emissoras transformadas em verdadeiros templos com antena em cima?

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco quer entender como igreja evangélicas prosperam no meio da recessão

Contraste dolorido

Curioso é verificar o aperto de alguns setores contra a bonança e prosperidade de outros.
Mesmo nesses tempos de crise, igrejas como a Universal, além dos espaços na Record, ainda tem inteiramente nas mãos dela redes com a 21, CNT e boa parte da Rede TV!, Band e Gazeta, além de outras menos votadas. A crise por aí, com toda certeza, passa bem longe. Ou só ajuda.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rede Globo poderá utilizar os estúdios do Recnov

 

Por outro lado

Devemos entender que, como não existe mais o RecNov e para todos os efeitos os estúdios que pertenciam à Record no Rio agora são da Casablanca, ela poderá fazer deles o que bem entender.
Inclusive locá-los para outras emissoras, casos de SBT, Band e até a Globo, se for o caso.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Parceria da Rede Record com a Produtora Casablanca é vista com desconfiança

 

É preciso considerar

Por se tratar de algo absolutamente novo na história da televisão brasileira, é difícil saber se vai funcionar ou não esse negócio da Record com a Casablanca. Ainda mais em se tratando de produção novelas.
Não existem elementos que possam servir de referência para traçar qualquer comparativo. Cautela e caldo de galinha, por enquanto, é a melhor receita.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Carmo Dalla Vecchia até hoje só fez os mesmos personagens

Perfil de sempre

Alexandre Durão/UOL

Carmo Dalla Vecchia já mostrou que é um ator com recursos, mas há uma insistência em colocá-lo, pelo menos na TV, sempre vivendo um determinado tipo de personagem. Nas últimas produções, o perfil era praticamente o mesmo.
O cara que ninguém sabe muito bem qual é, se é bom ou ruim, santo ou bandido na novela. Em “Regra da Jogo”, por mais que se esforce e porque o papel também não permite, Carmo não está conseguindo ser diferente dos que já interpretou na emissora. Uma pena para o ator.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

TV pecou pela falta de solidariedade em 2015

A lama vazada da barragem de Fundão atingiu 1.430 hectares em regiões das cidades de Mariana, Barra Longa e Rio Doce

A lama vazada da barragem de Fundão atingiu 1.430 hectares em regiões das cidades de Mariana, Barra Longa e Rio Doce

Os acontecimentos do ano que está terminando nos levam a verificar que as emissoras de televisão, no geral e naquilo que cabe a elas, já foram muito mais participativas que nos tempos atuais.

Tivemos aí, no começo de novembro, a triste tragédia de Mariana, com as consequências que ainda são vistas diariamente nos noticiários, a exemplo de tantas outras em nosso país, como as mais recentes do Vale do Itajaí, em 2008, ou da região serrana do Rio, há quatro anos.

Como traço comum, vidas que se foram, pessoas desabrigadas ou desaparecidas, entre as tantas tristes decorrências que sempre deixam marcas eternas na memória de cada um.

Se existe algo que não se assemelha entre esses desastres, os de antes e o de agora, foi a indiferença das emissoras em se colocar à frente de qualquer campanha de mobilização que pudesse minimizar o sofrimento das pessoas.

Mesmo não sendo uma obrigação, o que se viu desta vez foi só a preocupação de dar a notícia. A TV, em nenhum momento, utilizou a força que tem nem ao menos para estimular ou tornar possível uma maior colaboração das pessoas.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Ronaldo Esper diz que sua biografia vai estremecer as bases

Antes de ser escrito, livro do Ronaldo Esper já dá o que falar

Antes de ser escrito, livro do Ronaldo Esper já dá o que falar

No embalo de tantos outros, Ronaldo Esper vem aí com um livro, a sua autobiografia.

Seria só mais um se ele mesmo, elevando a importância da sua obra, não entendesse que “quando entra em questão o homossexualismo você estremece as bases”. Um assunto que, até pelos muitos personagens que não podem ficar de fora, será forçosamente abordado.

Em se tratando de um novo livro de alguém, como é o caso do Ronaldo Esper, hoje ligado a Record e à Igreja Universal, vale perguntar se a editora responsável será a Planeta?

Depois dos volumes de Edir Macedo e Andressa Urach, é bem natural esperar que sim.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery