South Korea and China to hold talks on cutting flight delays

SEOUL/SEJONG, Dec. 7 (Yonhap) — South Korea and China will hold their annual air traffic management meeting this week to discuss ways to reduce flight delays between the two countries, the government said Monday.

The three-day meeting, scheduled to kick off on Tuesday in Seoul, will focus on ways to handle the spike in bilateral air traffic, a representative from the Ministry of Land, Infrastructure and Transport said.

Government officials and airline representatives from the two sides will explore the feasibility of opening new air corridors and implementing so-called double-tracking for congested existing airways to accommodate more planes at the same time, it said.

The need to allow more planes to fly between the neighbor countries has become a critical issue, with two-way traffic jumping an average of 10.8 percent annually in the past five years.

Air traffic stood at 74,647 flights in 2010 but soared to 112,592 last year, with numbers expected to continue rising in the future.

In addition, the two sides will discuss ways to better manage air traffic flow and exchange views on next-generation technologies related to civilian aircraft navigation.

The ministry said that Seoul’s goal is not only to expand cooperation with China, but with Japan too, which will help create an efficient and safe environment for air traffic in Northeast Asia.

The bilateral meeting with China has been held every year since 2010, with notable achievements made so far, including better arrangements regarding the transfer of air traffic control authority and determining the minimum separation for planes.

Planes parked at Incheon International Airport west of Seoul. (Yonhap file photo) Planes parked at Incheon International Airport west of Seoul. (Yonhap file photo)

yonngong@yna.co.kr

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Yonhap News

Tucanos devem fechar apoio a Temer

Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin se uniram na estratégia de levar o peemedebista à Presidência; Dilma pediu aos articuladores políticos do governo a monitorarem o PMDB com lupa

O vice-presidente Michel Temer participa da cerimônia de anúncio dos critérios de outorgas de radiodifusão AM para FM, no Palácio do Planalto, nesta terça-feira (24)

O vice-presidente Michel Temer(Ueslei Marcelino/Reuters)

Os senadores tucanos Aécio Neves (MG) e José Serra (SP) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, devem fechar uma estratégia comum com o objetivo de levar o vice-presidente Michel Temer à Presidência, segundo apurou o jornal O Estado de S. Paulo em reportagem publicada neste domingo. Em resposta às últimas articulações que estão sendo feitas pelo vice, a presidente Dilma Rousseff afirmou neste sábado, no Recife, que espera “integral confiança do Michel Temer”. “Tenho certeza de que ele a dará”, completou a presidente. Divididos desde o início da crise que ameaça o mandato da petista, em março deste ano, os três presidenciáveis tucanos decidiram apoiar – e, em alguns casos, encorajar – Temer a trabalhar pelo impeachment de Dilma.

Até meses atrás, apenas Serra era um entusiasta da ideia de ver o peemedebista no Planalto. Aécio jogava para tirar Temer e a presidente de uma só tacada e disputar uma nova eleição. Alckmin queria manter Dilma no cargo até 2018, quando também termina o mandato dele no Palácio dos Bandeirantes.

Por causa das movimentações de seu vice, Dilma, entretanto, não esconde a preocupação com o afastamento cada vez maior dele e pediu aos articuladores políticos do governo que monitorem o PMDB com lupa. Nos bastidores, ministros avaliam que Temer flerta com o PSDB para assegurar sua ascensão ao poder e vai lavar as mãos em relação ao processo de impeachment.

O vice tem conversado há tempos com os tucanos, movimento visto no Planalto como “conspiração”. Com o mote da “pacificação nacional”, porém, Temer circula na oposição e é assíduo interlocutor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fato que intriga até mesmo petistas.

A possibilidade de debandada do PMDB começou a inquietar o governo na sexta-feira, quando o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB), aliado de Temer, pediu demissão. Desde então, o Planalto redobrou o cuidado na checagem do índice de fidelidade do principal partido da coligação, que ganhou sete ministérios há dois meses. Adversário de Dilma, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pressiona ministros como Henrique Eduardo Alves (Turismo) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) a entregar os cargos, mas eles resistem.

No Palácio dos Bandeirantes, auxiliares do governador de São Paulo dizem que, dependendo do pêndulo do PMDB e das vozes das ruas, o impeachment pode evoluir rapidamente. Temer vai se encontrar publicamente com Alckmin nesta terça-feira, na cerimônia de premiação do grupo de líderes empresariais Lide, presidido por João Doria Júnior.

Encontro reservado – Neste sábado, eles participaram juntos de um evento na capital paulista e tiveram uma conversa em local reservado. A aproximação com adversários do governo está se estreitando. Na quarta-feira, por exemplo, horas antes de Cunha aceitar o pedido de impeachment, Temer, que é presidente do PMDB, foi anfitrião de um almoço com sete senadores de oposição, no Palácio do Jaburu.

À mesa foi discutido o afastamento de Dilma. Um senador observou ali que a presidente não poderia contar nem com Lula e muito menos com o presidente do PT, Rui Falcão, que orientou os três deputados do partido no Conselho de Ética a votar contra a anistia a Cunha. A decisão, com o aval de Lula, foi uma aposta para salvar o PT, desgastado com os escândalos.

Na prática, parte do PSDB aceita apoiar um eventual governo de transição comandado por Temer, caso Dilma caia, desde que o vice garanta não disputar a eleição de 2018. Tucanos dizem, porém, que mesmo assim não ocupariam cargos porque isso seria um “salto no escuro”.

Para garantir uma das oito vagas a que têm direito na comissão especial que decidirá pela abertura ou não do impeachment da presidente Dilma, deputados do PMDB têm evitado se posicionar sobre o apoio ou não ao impedimento da petista. A intenção é transmitir uma imagem de neutralidade e evitar qualquer tipo de censura ou resistência das alas divergentes do partido.

Diante da pressão de parlamentares contra e a favor da continuidade do mandato de Dilma, o líder da legenda, Leonardo Picciani (RJ), só fechará a lista de indicados no limite para protocolar os nomes, às 14 horas desta segunda-feira.

 

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Classificação final da Serie A do Campeonato Brasileiro 2015

Classificação P J V E D GP GC SG VM VV DM DV CA CV %
Corinthians – SP 81 38 24 9 5 71 31 40 16 8 1 4 64 2 71
Atlético – MG 69 38 21 6 11 65 47 18 13 8 4 7 76 4 60
Grêmio – RS 68 38 20 8 10 52 32 20 14 6 2 8 95 2 59
São Paulo – SP 62 38 18 8 12 53 47 6 12 6 1 11 73 5 54
Internacional – RS 60 38 17 9 12 39 38 1 14 3 2 10 101 6 52
Sport – PE 59 38 15 14 9 53 38 15 13 2 1 8 72 2 51
Santos – SP 58 38 16 10 12 59 41 18 15 1 1 11 79 9 50
Cruzeiro – MG 55 38 15 10 13 44 35 9 10 5 3 10 89 5 48
Palmeiras – SP 53 38 15 8 15 60 51 9 9 6 6 9 91 5 46
10º Atlético – PR 51 38 14 9 15 43 48 -5 9 5 4 11 87 7 44
11º Ponte Preta – SP 51 38 13 12 13 41 40 1 9 4 6 7 99 5 44
12º Flamengo – RJ 49 38 15 4 19 45 53 -8 8 7 8 11 82 6 42
13º Fluminense – RJ 47 38 14 5 19 40 49 -9 10 4 6 13 98 10 41
14º Chapecoense – SC 47 38 12 11 15 34 44 -10 9 3 5 10 84 3 41
15º Coritiba – PR 44 38 11 11 16 31 42 -11 6 5 5 11 113 5 38
16º Figueirense – SC 43 38 11 10 17 36 50 -14 7 4 6 11 111 5 37
17º Avaí – SC 42 38 11 9 18 38 60 -22 8 3 6 12 119 3 36
18º Vasco da Gama – RJ 41 38 10 11 17 28 54 -26 5 5 8 9 108 14 35
19º Goiás – GO 38 38 10 8 20 39 49 -10 7 3 8 12 89 3 33
20º Joinville – SC 31 38 7 10 21 26 48 -22 6 1 6 15 94 8 27

P pontos – J jogos – V vitórias – E empates – D derrotas – GP gols pró – GC gols contra – SG saldo de gols – VM vitória mandante – VV vitória visitante – DM derrota mandante – DV derrota visitante – CA cartões amarelos – CV cartões vermelhos – % aproveitamento

Libertadores Rebaixados

Corinthians 1 x 1 Avaí

Corinthians arranca empate no fim, bate recorde e rebaixa o Avaí

Timão chega a 81 pontos, melhor marca da história do Brasileirão por pontos corridos com 20 clubes; time catarinense volta à Série B após uma temporada na elite

Campeão brasileiro, o Corinthians fechou sua temporada quebrando uma marca importante. O time comandado por Tite arrancou no fim um empate com o Avaí em 1 a 1 e estabeleceu um novo recorde de pontos no Brasileirão com 20 clubes: 81, superando o Cruzeiro, que fez 80 no ano passado. A equipe alvinegra, porém, precisava da vitória para se tornar recordista de aproveitamento de pontos – terminou com 71,1%, atrás do Cruzeiro de 2003, que teve 72,5% num torneio com 24 clubes.

Já o Avaí, com o empate, se despede da Série A. A equipe de Florianópolis, promovida à elite na temporada passada, voltará a disputar a Série B em 2016. O time estava se salvando até os 32 do segundo tempo, com um gol de Claudinei, anotado aos 11 da etapa final. Mas o empate, selado por Vagner Love, acabou rebaixando o Avaí e mantendo o rival Figueirense na Primeira Divisão.

Vagner Love comemora gol do Corinthians (Foto: Marcos Ribolli)

Vagner Love comemora gol do Corinthians com Elias e torcedores (Foto: Marcos Ribolli)

O jogo foi dramático no final. O Avaí se lançou todo ao ataque – até o goleiro Vagner subiu para tentar o gol. No contragolpe, porém, Malcom quase marcou o da virada – Romário correu para evitar o segundo gol corintiano.

Antes da partida, Tite foi homenageado com um mosaico 3D, remetendo a uma foto do treinador na conquista do Mundial de 2012, quando o treinador comemorou a vitória sobre o Chelsea com uma faixa com a inscrição “The Favela Is Here” (“A favela é aqui”).

Mosaico Tite (Foto: Marcos Ribolli)

Mosaico com a imagem de Tite em Itaquera (Foto: Marcos Ribolli)

O jogo

Mesmo sem seus dois principais jogadores (Renato Augusto e Jadson), o Corinthians começou bem, criando chance atrás de chance, principalmente com Malcom. O gol parecia questão de tempo, mas não saiu, e o Avaí foi ganhando confiança. A equipe catarinense se salvaria da degola caso terminassem empatados todos os jogos que envolviam times brigando contra o rebaixamento. Era esse o cenário no intervalo.

Mas com o gol do Figueirense sobre o Fluminense logo no início do segundo tempo, o Avaí precisava da vitória. E conseguiu abrir o placar com Claudinei aos 11, completando cruzamento de Nino Paraíba. Festa avaiana, silêncio em Itaquera.

A alegria, porém, virou tristeza aos 32. Em jogada de Danilo, a bola sobrou para Vágner Love, que completou para o gol. Um golzinho suado que representou a quebra de recordes para o Corinthians e o rebaixamento do Avaí.

Corinthians x Avaí (Foto: Marcos Ribolli)

Desespero do Avaí: time é rebaixado após uma temporada na elite (Foto: Marcos Ribolli)

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Internacional 2 x 0 Cruzeiro

Vitória amarga: Vitinho faz 2 e Inter vence Cruzeiro, mas fica fora do G-4

Colorado faz 2 a 0 na Raposa, mas não conseguiu a classificação à Libertadores de 2016 porque o São Paulo superou o Goiás por 1 a 0 no Serra Dourada

A energia positiva criada com os eventos para homenagear os 40 anos do primeiro título do Brasileirão ajudou parcialmente. No Beira-Rio, o Inter fez a sua parte e conseguiu superar o time reserva do Cruzeiro por 2 a 0 na tarde deste domingo em jogo válido pela última rodada do Brasileirão, que também marcou a despedida de Mano Menezes do clube mineiro. No entanto, o resultado não serviu para levar a equipe de Argel à Libertadores porque o São Paulo conseguiu vencer por 1 a 0 o Goiás no Serra Dourada e confirmou sua vaga no G-4.

Vitinho atacante Inter Internacional (Foto: Ricardo Duarte / Divulgação, Inter)

Os gols da partida, como de hábito, foram de Vitinho. Aos 25 minutos do primeiro tempo, Ernando cruzou da esquerda. Rodrigo Dourado trombou com a defesa da Raposa e a bola sobrou para o atacante que, da entrada da área, chutou de primeira, no canto direito de Rafael, que se atirou, mas não conseguiu evitar. Na etapa final, aos 26, o atacante recebeu assistência de Lisandro López e só precisou completar, deixando os gaúchos, enfim, com saldo de gols positivo no Brasileirão.

Com o resultado, o Inter terminou em quinto no Brasileirão com 60 pontos, dois atrás do São Paulo, que fechou o G-4. O Cruzeiro ficou em oitavo com 55.

Protesto e gol de Vitinho

Tão logo André Luiz de Freitas Castro autorizou o início da partida, os jogadores das duas equipes realizaram um protesto. Orquestrado pelo movimento Bom Senso FC, tanto colorados quanto cruzeirenses permaneceram alguns segundos com os braços cruzados, como forma de pedir a renúncia do presidente da CBF Marco Polo Del Nero. Já com o jogo em andamento, os dois times se atiraram ao ataque. No primeiro lance da partida, William avançou pela direita e cruzou. Douglas Grolli, de maneira atabalhoada, conseguiu mandar para escanteio. O lance não abateu o Cruzeiro. Os visitantes aproveitaram o passe errado de Alex e arrancaram em velocidade. Marcos Vinicius acionou Willian, que tocou para Arrascaeta obrigar Alisson a fazer grande defesa.

A intensidade do confronto apareceu também no tumulto. Aos 14 minutos, Alex e Willian Farias dividiram uma jogada com ambos deixando o braço. A rispidez não diminuiu nem com o comandado de Mano Menezes no chão, que ainda foi vítima de alguns chutes do meia. Castro chegou e acabou com o tumulto. O Inter não deixou o clima quente tirar o foco. Aos 25, Vitinho, sempre ele, abriu o placar. O atacante aproveitou cruzamento de Ernando e chutou cruzado no canto direito, sem chances para Rafael. Vitinho ainda deu passe milimétrico para Alex ampliar 13 minutos depois, mas o canhoto, que se atirou, não conseguiu alcançar a bola.

Vitinho amplia, mas a vaga não vem

A segunda etapa começou bem mais devagar do que o primeiro tempo. As equipes optaram em trocar passes, sem levar perigo aos gols de Alisson e Rafael. Aos poucos, o Inter começou a se soltar. Primeiro, Alex cruzou para Paulão, que teve duas oportunidades, mas se atrapalhou com a bola. Depois, Lisandro aparou lançamento de William e mandou para fora.  Os lances empurraram os mandantes ao campo de ataque. Aos 16 minutos, em uma falha do sistema defensivo da Raposa, veio o segundo gol. Douglas Grolli cabeceou para trás. Esperto, Lisandro López carregou a bola e, na saída de Rafael, tocou para Vitinho, que só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes.

O atacante ainda teve a oportunidade de fazer o terceiro. Em mais um descuido de Grolli, ficou cara a cara com Rafael, mas arrematou para fora. O lance explodiu o Beira-Rio. A torcida cantava forte nas arquibancadas, como se tentasse passar energia positiva até o Serra Dourada. Aos 35, o último lance de gol. Anderson cruzou da esquerda, a bola desviou e sobrou para Rodrigo Dourado, que chutou para fora. Não fazia diferença. O que importava estava em Goiás. E a cabeça dos colorados também estava lá. Sem sentir ameaça dos comandados de Mano Menezes, os gaúchos trocavam passes e aguardavam a informação de que o Esmeraldino vencia o São Paulo. Algo que não ocorreu. Apesar do triunfo por 2 a 0, o Inter se despede do Brasileirão como o Cruzeiro: fora da Libertadores.

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Flamengo 1 x 2 Palmeiras

Após título da Copa do Brasil, Palmeiras vence o Fla e encerra ano

Jogo foi morno, mas esquentou no segundo tempo. Dudu, Pará e Vitor Hugo marcam os gols. Times encerram participação no meio da tabela

A partida deste domingo não valia mais nada nem para Flamengo, nem para Palmeiras. Não havia o que almejar na tabela. Foi um jogo morno em boa parte, mas movimentado na reta final. Mas o Verdão mostrou porque é o campeão da Copa do Brasil. Dudu e Vitor Hugo, decisivos, garantiram a vitória do visitante. Pará, em falha do goleiro, fez o do Rubro-Negro nos 2 a 1.

Maracanã Flamengo x Palmeiras Pará (Foto: André Durão/GloboEsporte.com)

Com gols de Dudu e Vitor Hugo, Palmeiras vence o Flamengo por 2 a 1

(Foto: André Durão/GloboEsporte.com)

Com 49 pontos, o Flamengo encerra o Brasileiro deste ano na 12ª posição. O Palmeiras, por sua vez, soma 53 e fecha o ano na 9ª colocação.

O jogo começou morno, sem iniciativa, sem chances perigosas. O Palmeiras, que foi ao Rio de Janeiro com um time reserva – apenas Zé Roberto e Dudu titulares -, pressionava. O Flamengo levou tempo para conseguir chegar ao gol adversário. E, quando chegou, não finalizou com vontade. O atual campeão da Copa do Brasil teve mais volume de jogo durante todo o tempo. E foi brindado com um gol de Dudu, sendo decisivo assim como o foi na quarta-feira. Quatro minutos depois, no entanto, Fabio saiu muito mal do gol e Pará, de cabeça, conseguiu empatar. Quase no fim da partida, Vitor Hugo fechou o placar, sacramentando a vitória do Palmeiras por 2 a 1.

Quando placar ainda estava 0 a 0, a torcida do Flamengo festejou com os gols marcados por Figueirense e Avaí, que complicariam bastante a situação do Vasco. No fim, o Corinthians empatou, e o Avaí foi rebaixado para a segunda divisão, assim como o Cruz-Maltino, que não fez a sua parte contra o Coritiba.

 

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Figueirense 1 x 0 Fluminense


Uma vitória simples, mas maiúscula. E uma ajuda preciosa do campeão brasileiro. Essa é a combinação que mantém o Figueirense na Primeira Divisão. Neste domingo, no Orlando Scarpelli, o Figueira superou o Fluminense por 1 a 0, gol do talismã Marcão e acabou beneficiado pelo empate por 1 a 1 entre Corinthians e Avaí, em São Paulo. A festa em Florianópolis teve gosto de alívio para os catarinenses, que ainda viram o rival rumar para a Série B na última rodada do campeonato.

O Figueirense termina sua campanha com 43 pontos, na 16ª posição. O Fluminense, que já não brigava por nada e nem corria riscos, acaba o Brasileirão em 13°, com 47. As equipes se reapresentam nos primeiros dias de janeiro para o início da pré-temporada.

Seu time ataca, mas você torce para que o gol não saia. O juiz marca falta a favor da sua equipe, só que você se irrita, porque preferia que a marcação favorecesse o adversário. Vai entender… Foi isso que vários torcedores do Fluminense no Orlando Scarpelli fizeram durante o jogo contra o Figueirense, em Floripa. A torcida para que o Tricolor entregasse a partida foi flagrante. Em letras garrafais, os tricolores pediam com uma faixa: E-N-T-R-E-G-A.

Mas o Fluminense jogou sério. Tanto que Magno Alves teve duas boas chances de marcar no primeiro tempo, mas ficou no quase. O quase também perseguia o Figueirense, que por pouco não abriu o placar com Carlos Alberto em sua melhor chance na primeira etapa. O empate sem gols rebaixava o Figueira naquele momento. Só que o futebol é dinâmico. E não demorou nada para o placar mudar. Logo no início do segundo tempo, Marcão, que entrara no intervalo, fez 1 a 0. Comemoração dos dois lados no estádio. Os catarinenses sairiam do Z-4. Os tricolores festejaram também, pois o resultado rebaixaria o Vasco. Mas pouco depois o silêncio tomou conta da maior parte do Scarpelli. O gol do Avaí sobre o Corinthians, em São Paulo, levou o Figueira outra vez para a zona de rebaixamento. Só que o campeão ajudou. Na Arena Corinthians, o gol de Vagner Love sobre o Avaí recolocou o Figueirense na Série A.

Tratado como um talismã pelos torcedores do Figueirense, o atacante Marcão correspondeu outra vez. Entrou no intervalo e fez um gol aos três minutos do segundo tempo. Foi perigoso em outros momentos da partida e termina o Brasileirão como herói da permanência do Figueira.

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Joinville 0 x 2 Grêmio

Grêmio faz a sua parte e vence o JEC, mas termina Brasileirão em terceiro

Com gols de Marcelo Olviveira e Bobô, gremistas vencem por 2 a 0, mas triunfo do Galo não permite o segundo lugar e diminui premiação em R$ 2 milhões aos gaúcho

A ambição do Grêmio era termina o Campeonato Brasileiro em segundo lugar, e com R$ 2 milhões a mais no bolso. Jogou para isso, ganhou por 2 a 0 do JEC, sem ligar se os donos da Arena Joinville não tinha pretensão alguma – já rebaixados como lanternas. Porém, com o triunfo do Atlético-MG sobre a Chapecoense, os gremistas concluiram o Campeonato Brasileiro na terceira posição.

Os tricolores do Rio Grande do Sul exerceram pressão nos minutos iniciais e conseguiram abrir o placar com o lateral Marcelo Oliveira. Com o que sobrou do desmanche do elenco deste ano, a maioria com contratos em vigor, o Joinville chegou a colocar duas bolas na trave. A última delas, porém aponta para a má fase. A afastada virou contra-ataque com ajuda das poças geradas pelas fortes chuvas e Bobô anotou o segundo.

O Joinville termina a temporada como vice-campeão Catarinense, eliminado na primeira da fase na Copa do Brasil e na Sul-Americana e na lanterna da Série A. O Grêmio conclui 2016 também como vice estadual, eliminado nas quartas da Copa do Brasil e em terceiro no Brasileirão, classificado à Libertadores do próximo ano.

Joinville x Grêmio (Foto: Carlos Jr/Futura Press/Estadão Conteúdo)

O jogo

De semelhança do jogo de ida, apenas a pressão gremista. Se em Porto Alegre ela ocorreu no segundo tempo, com o time em desvantagem, na Arena Joinville foi desde o início. Não tardou para fazer efeito: aos 12 minutos o placar estava aberto. Depois de escanteio, e jogada de Geromel, o lateral-esquerdo Marcelo Oliveira apareceu na área e desviou para as redes. O jogo era do Grêmio, melhor em campo e com a torcida fazendo mais barulho que os tricolores da casa.

Ficou só no barulho, porque aos 20 minutos o Joinville cresceu, se colocou no campo de ataque e ofereceu perigo. Não estava morto, e Mariano Trípodi e Edigar Junio lutavam muito, também contra as poças causadas pela forte chuva no Norte de Santa Catarina. O jeito era chutar de fora. Na finalização do volante Anselmo, a bola desviou e ficou na trave. Ficou também o 1 a 0 para os visitantes a etapa inicial.

Com o campo pesado, o técnico Roger Machado tirou o leve Everton e colocou Edinho em campo. Era para ganhar no físico e passou a jogar no contra-ataque. Na despedida da Série A do Campeonato Brasileiro, o rebaixado Joinville ganhou um argumento para reclamar da sorte na campanha. Aos 14, Mario Sérgio fez bela jogada e botou na área. Ítalo mandou o voleio na trave. A afastada da defensiva gremista virou contra-ataque, e água no campo traiu o JEC. A bola ficou perdeu força ao quicar na gramada e deixou Agenor no meio de caminho. Foi assim que Bobô carregou a bola sozinho até o fundo das redes para anotar o segundo.

Depois disso, foram pouco mais de 30 minutos com os gremistas administrando o placar e o Joinville, sem forças, ainda tentando algo. Capitão do título da Série B, no ano passado, o meia Marcelo Costa entrou em campo para se despedir do torcedor. Foi a última lembrança da estada do JEC na elite do futebol nacional.

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Ponte Preta 0 x 1 Sport

Com belo gol de Diego Souza, Sport fecha em alta e deixa Ponte em jejum

Em despedida sem responsabilidade para os times, Leão leva a melhor graças ao talento individual do meia; Macaca se despede com quatro derrotas nos jogos finais

A despedida de Ponte Preta e Sport em 2015 teve o brilho solitário de Diego Souza. Em partida de baixo nível técnico e sem grande importância para os times, o meia garantiu a vitória ao Leão por 1 a 0 na tarde deste domingo, com um belo gol no segundo tempo em um Majestoso vazio.

A última rodada do Campeonato Brasileiro reflete a reta final das equipes: o Sport fecha em alta, enquanto a Macaca encerra o ano em jejum. Com o resultado, o Leão chegou aos 59 pontos e terminou na sexta colocação. São duas vitórias consecutivas e três partidas de invencibilidade para coroar uma campanha positiva.

Ponte Preta x Sport (Foto: Fabio Leoni/PontePress)

Partida sem apelo para os times atraiu pouca atenção dos torcedores em Campinas

(Foto: Fabio Leoni/PontePress)

Apesar da recente queda de rendimento, a Ponte também tem motivos para comemorar. Afinal, cumpriu o objetivo de permanecer na elite nacional. No entanto, ficou devendo na reta final. Foram quatro derrotas nos últimos cinco jogos sem vitória. Agora os clubes pensam exclusivamente na próxima temporada.

O jogo

A falta de responsabilidade pelo resultado deixou o jogo aberto. Os jogadores até demonstravam interesse, mas a concentração evidentemente não era a mesma. Até por isso os erros aconteciam em excesso. A Ponte tentou aproveitar os espaços ao insistir pela direita no começo. Foi por ali que saíram dois cruzamentos para Leandrinho quase marcar. A primeira passou por cima do travessão, e a outra parou em Danilo Fernandes. Foram os únicos lances de emoção.

Se a iniciativa foi da Macaca no primeiro tempo, o Sport voltou para o segundo tempo com postura mais agressiva. Ainda assim, a partida ficou longe de empolgar, como já era esperado. A Ponte chegou a ter um gol de Tiago Alves mal anulado. Diante do fraco nível técnico, o talento individual fez a diferença. Em lançamento preciso de Durval, Diego Souza dominou com categoria, tirou Fábio Ferreira da jogada e tocou na saída de João Carlos para abrir o placar, aos 16 minutos.

A Ponte ainda tentou o empate, mas faltou inspiração. Os times entram em férias com sentimentos distintos. O Sport fecha em alta, já a Macaca, apesar de cumprir o objetivo de permanecer na elite, teve uma reta final melancólica.

 

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Goiás 0 x 1 São Paulo

Com golaço de Rogério, São Paulo vai à Libertadores e rebaixa o Goiás

Derrota confirma a queda do time esmeraldino à Série B. Time terminou a competição na vice-lanterna. Tricolor salva a temporada com vaga na competição internacional

Um golaço do atacante Rogério, aos 47 minutos do segundo tempo, sacramentou a vitória do São Paulo por 1 a 0 sobre o Goiás, neste domingo, no Serra Dourada, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Triunfo que coloca o Tricolor na Libertadores de 2016 e rebaixa o time esmeraldino para a Série B. Ao final da partida, Ceni, que encerra sua trajetória como jogador, foi ao gramado comemorar depois de um jogo que caminhava para um empate insosso.

O goleiro não pode estar em campo para se despedir de jogos oficiais por conta de uma lesão no pé direito. Mas viajou com a delegação e viu mais uma péssima atuação do Tricolor das tribunas, ao lado de Luis Fabiano, que também se despede do time, Rodrigo Caio e Breno.

Após 38 rodadas do Brasileirão, o São Paulo termina a competição em quarto lugar, com 62 pontos. O Goiás, com 39, encerra sua participação na vice-lanterna.

Rogério São Paulo (Foto: André Costa/Estadão Conteúdo)

Rogério fez um golaço no ângulo e assegurou a vitória do São Paulo

(Foto: André Costa/Estadão Conteúdo)

O jogo

Goiás e São Paulo fizeram muito pouco no primeiro tempo para times que estão lutando contra o rebaixamento e por vaga na Libertadores, respectivamente. Prova disso é a primeira jogada mais emocionante ter sido construída apenas aos 39 minutos. Thiago Mendes tabelou com Kardec e, na cara do gol, parou em boa defesa do goleiro Renan.

Quatro minutos depois, Thiago Mendes retribuiu o passe de Kardec e deixou o atacante em boa condição na pequena área, mas a finalização não saiu. Na sobra, Ganso mandou longe do gol. Duas chances em minutos. Bem pouco para a importância do jogo para os dois times. O Goiás, em situação preocupante, foi apático. O São Paulo, em temporada irregular, também.

As conversas no intervalo não ajudaram a mudar o panorama para o segundo tempo. A partida continuou na mesma: sem emoção, com duas equipes apáticas e sem criatividade em campo. O Goiás parecia conformado com o rebaixamento, e o São Paulo seguro de que nada poderia lhe tirar a vaga na Libertadores. Resultado: um jogo feio.

Feiura que ficou mais amena com o golaço de Rogério, o atacante, aos 47 minutos do segundo tempo. Foi do são-paulino o gol da vitória do Tricolor em um jogo que ninguém merecia vencer.

Ao Goiás resta agora juntar os cacos e se preparar para tentar voltar à elite do futebol brasileiro na próxima temporada. E ao São Paulo resta também juntar os cacos de um ano conturbado dentro e fora de campo, mas que, mesmo com todos os problemas, teve a vaga na Libertadores de 2016 como alento. Poderia ter sido pior.

Goiás x São Paulo no Serra Dourada (Foto: Wildes Barbosa/O Popular)

Goiás e São Paulo fizeram uma partida muito ruim tecnicamente

(Foto: Wildes Barbosa/O Popular)

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