Vizinho retira três crianças de casa incendiada no sudeste do Tocantins

O incêndio aconteceu em Taguatinga e foi controlado por um caminhão pipa.
As crianças não se feriram e foram acompanhadas até a chegada da mãe.

Bandeira do estado do Tocantins

Três crianças foram socorridas de uma casa que pegava fogo, na madrugada deste sábado (21), em Taguatinga, região sudeste do Tocantins. De acordo com a Polícia Militar, um vizinho informou que percebeu que o local estava em chamas e entrou para retirar as crianças, uma de dois anos, outra de seis e uma terceira que não teve a idade informada. Ninguém ficou ferido.

Incêndio em Taguatinga (Foto: Divulgação/ PM)
Incêndio aconteceu em Taguatinga
(Foto: Divulgação/ PM)

Os policiais informaram ainda que as crianças estavam sozinhas em casa e não souberam informar onde a mãe estava. O fogo foi controlado depois que a PM acionou o caminhão pipa do 4ª Batalhão de Engenharia da Construção do Exército Brasileiro.

As crianças informaram que uma vela que estava acesa perto do sofá pode ter começado o incêndio, já que o bairro estava sem energia. Acompanhadas por um conselheiro tutelar as crianças passaram por exames no hospital da cidade e depois foram liberadas.

A mãe foi localizada e compareceu ao Pelotão da Polícia Militar onde o conselheiro tutelar entregou os filhos. Um boletim de ocorrência foi registrado e o caso será comunicado à Polícia Civil.

G1.COM.BR

Tarifa de táxis-lotação pode chegar a R$ 4,10 em Boa Vista, diz sindicato

Reajuste deve começar a valer em janeiro de 2016; tarifa hoje é de R$ 3,40.
Emhur diz que ainda vai estudar possibilidade de concessão de reajuste.

Bandeira do estado de Roraima

Após quatro reajustes no preço da gasolina em Roraima em menos de um ano, a tarifa dos táxis-lotação também deve ter aumento em Boa Vista. Segundo o sindicato da categoria, a mudança pode começar a valer a partir de janeiro de 2016 e elevar o preço da passagem para até R$ 4,10.

Conforme o presidente do sindicato, Marino Jorge, um pedido para aumento na tarifa do táxi-lotação e também do convencional já foi levado à Empresa de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (Emurh) para análise. A principal justificativa apontada para a solicitação é o aumento no preço do combustível.

“Só estamos reajustando o valor da tarifa porque estamos sendo penalizados com os sucessivos aumentos no preço da gasolina. Então, teremos que repassar esse aumento ao cliente. Se fosse só por causa da categoria, jamais elevaríamos o preço da passagem”, afirmou Jorge.

Ele reiterou ainda que o reajuste não deve passar de R$ 4,10. O valor deve ser mantido enquanto não ocorrerem novos aumentos no preço do combustível. Atualmente, a passagem do táxi-lotação custa R$ 3,40. “A nossa intenção é ‘segurar’ esse novo valor por um tempo. Porém, se os custos do combustível voltarem a crescer, vamos ter de estudar novos reajustes”, declarou.

À Rede Amazônica em Roraima, a diretora de mobilidade urbana da Emhur, Veronice Romão, afirmou que antes da concessão do aumento o caso será analisado por um conselho da empresa. “Só após essas reuniões é que vamos verificar a questão do reajuste dentro das possibilidades dos nossos cidadãos”, afirmou.

Usuários
A população reclama do novo reajuste e diz que o serviço prestado precisa melhorar para poder elevar os valores. Para o aposentado José Oliveira, o aumento é um absurdo. “Precisamos do transporte público todos os dias e é uma dificuldade, pois muitos deles não querem seguir as rotas do ônibus e querem deixar os passageiros na metade do caminho. O serviço precisa melhorar bastante, para poder valer mais”, disse.

Outra usuária, moradora da zona Oeste da cidade, critica o trabalho do táxi-lotação. “Esse reajuste é um absurdo, eles [motoristas] têm que entender que um passageiro que pega no Centro da cidade não segue até o fim da linha, e sim, ele vai pegando passageiros ao longo do caminho, o que garante mais lucro. Mas, pelo que vemos, eles querem cobrar de uma pessoa uma rota toda, o que é uma falta de respeito”, destacou a mulher, acrescentando que o acréscimo de R$ 0,60 é exorbitante.

 

G1.COM.BR

Por causa da crise, empresas de Rondônia diminuem contratações temporárias

Conforme sondagem de associações, queda pode ser chegar até 40%.
Em Ariquemes, cerca de 1,5 mil pessoas devem ser contratadas.

Bandeira do estado de Rondônia

Em Vilhena, lojas afirmam que contratarão menos do que em 2014 (Foto: Dennis Weber/ G1)

Em Vilhena, lojas afirmam que contratarão menos do que em 2014 (Foto: Dennis Weber/ G1)

Por causa da crise econômica que atinge o Brasil, as empresas de Rondônia estão controlando as contratações temporárias de final de ano. Segundo estimativa feita por associações comerciais de várias cidades, supermercados, lojas de roupas e eletrodomésticos devem diminuir as contratações em até 40%, se comparado aos anos anteriores.

É o caso de uma de loja de móveis e eletrodomésticos de Ariquemes (RO). Segundo a gerente do estabelecimento, Neuza Martins, a crise econômica exige que os empresários deem uma pausa nestas contrações. “Vamos manter o nosso quadro de funcionários por enquanto. Estamos aguardando a melhoria do mercado para inserir novos colaboradores”, diz.

Segundo a Associação Comercial e Industrial de Ariquemes (Acia), mais de 1,5 mil vagas temporárias devem ser abertas até o final de novembro somente em Ariquemes (RO). Grande parte destas oportunidades serão preenchidas por jovens que tenham entre18 e 28 anos, visto que a maioria dos empresários não exigem experiência profissional para este tipo de vaga.

A mesma pausa nas contrações temporárias está sendo feita em Cacoal (RO), onde os lojistas só devem ampliar o quadro no final do mês de novembro e início de dezembro. De acordo com Maria Rita dos Santos, gerente de uma loja de confecções, cerca de sete funcionários temporários devem ser contratados na empresa.

“No ano passado contratamos mais de 30, mas esse ano as vendas caíram bastante, por isso precisamos pisar no freio nas contratações. Caso o movimento melhore contrataremos mais pessoas”, diz.

Em Ji-Paraná, lojas devem segurar quadro de funcionários até dezembro (Foto: Samira Lima/ G1)
Em Ji-Paraná, lojas devem segurar quadro de funcionários até dezembro (Foto: Samira Lima/ G1)

Já a gerente de uma loja de calçados de Cacoal, Betânia Rios, diz que empresa ainda não definiu se irá ou não fazer contratações temporárias e, caso faça, a seleção será a partir de dezembro. “Os proprietários ainda estão analisando se será necessária a contratação de temporários, porém a previsão é que uns cinco funcionários sejam contratados no mês que vêm”, aponta.

A redução nas contratações temporárias de final de ano também foi sentida em Ji-Paraná (RO). Segundo a gerente comercial da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Nayara Trindade, em comparação ao ano passado, o comércio local registrou 143% a mais de demissões.

“Essas pessoas não foram reabsorvidas pelo mercado de trabalho e os comerciantes estão segurando ao máximo as novas contratações. Aconselhamos as pessoas que querem se reinserir no mercado a se qualificarem, procurarem cursos online em áreas como vendas, atendimento, tudo isso pode ajudar o candidato a ser notado e aproveitado pelas empresas”, explicou.

Segundo o vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Vilhena (ACIV), Gelson Schmitt, as contratações temporárias devem diminuir no comércio local, conforme pesquisa feita pela entidade com algumas das empresas associadas.

“Se contratarem, o número será bem menor do que no ano passado. Por causa da queda de vendas, pelo índice de desemprego que vem aumentando e as pessoas não tem dinheiro para gastar. Essa é a realidade do mercado, não só de Vilhena (RO)”, esclarece.

Otimismo
Mesmo com a crise econômica, uma loja de confecções de Ariquemes decidiu antecipar as contrações temporárias, pois a procura pelos produtos está aumentando conforme os clientes recebem o 13° salário.

“Como já é de costume todo final de ano o movimento aumenta, nós fizemos contratações e fazendo treinamento para assim atender melhor nossos clientes no final do ano”, diz o gerente da empresa, Gilberto Rigamonti.

A previsão de bom faturamento também é esperada em Guajará-Mirim (RO). De acordo com a gerente comercial  de uma loja, Lindonete Ojopi, neste ano a perspectiva é melhor que em 2014, pois as vendas aumentaram e a loja já contratou 15 funcionários que irão trabalhar por um período de 90 dias. “Todos os anos nós contratamos funcionários nesta época. Aqueles que se destacam ficam com a gente após o final do contrato, geralmente são de  três a cinco “, diz Lindonete.

Colaboraram: Júnior Freitas, Dennis Weber (G1 Vilhena e Cone Sul), Samira Lima e Rogério Aderbal

 

G1.COM.BR

Moradores reclamam de insegurança no bairro da Condor, em Belém

Diversas pessoas relatam momentos de tensão vividos durante assaltos.
PM diz que mantém rondas na área com viaturas 24 horas.

Bandeira do estado do Pará

Moradores da travessa Apinagés, no bairro Condor, na capital paraense, reclamam da violência na área. Várias pessoas já foram assaltadas e tiveram as casas invadidas. Na madrugada deste sábado (21), um carro derrubou um muro e, segundo a população que reside nas proximidades, o motorista contou que estaria fugindo de bandidos.

Fotos feitas minutos depois do acidente mostram o carro e o muro destruídos. O caso aconteceu por volta de 4h30. O veículo seguia pela rua dos Apinagés, quando teria sido abordado por um assaltante. Ele teria ficado nervoso e perdido o controle da direção do veículo. Por isso, acabou atingindo o muro de uma casa. “Nós conversamos com as pessoas e o motorista que disse que estava fugindo de bandidos”, afirmou uma pessoa que prefere não se identificar.

O motorista não foi encontrado pela reportagem. Na manhã deste sábado, homens trabalhavam na reconstrução do muro atingido. Quem mora na via, próximo à rua Nova, tem medo. “Nós somos considerados presidiários dentro da própria casa”, conta outro morador.

Por conta dos assaltos, um homem que pede para não mostrar o rosto diz que quer se mudar da área. “Assalto não tem mais horário, é de dia, de noite. Estou desde junho aqui e já estou querendo sair. Meu negócio vai mudar de local. Insegurança total”.

As histórias de violência são muitas. “Entraram dentro da minha casa aí, com arma na mão, só não atirou na minha nora porque meu filho se levantou e deu o celular para ele, aí ele saiu com o revólver em punho”, diz outra vítima.

“Aqui nós já fomos assaltados. Fiquei até com um pouco de receio, de medo de andar na rua. Preciso até preciso procurar um psicólogo, porque a gente tem medo, fica assustado, desconfia de todo mundo, até quem se aproxima. Não sei porque a polícia não faz nada, não busca resolver a situação. A gente já denunciou, tem até um abaixo assinado aqui, correndo na rua, na vizinhança, para tentar resolver esse problema”, contou outro morador.

A Polícia Militar informou que, na área mostrada na reportagem, mantém rondas com viaturas 24 horas, além do apoio de motocicletas e operações preventivas e de fiscalização em diversos pontos, com monitoramento de câmeras, barreiras policiais, com abordagens a pessoas e veículos. A PM também orienta as vítimas a registrar boletim de ocorrência e denunciar por meio do Disque Denúncia, o 181.

 

G1.COM.BR

Incêndio destrói galpão de loja na Avenida Djalma Batista, em Manaus

Incêndio destrói galpão de loja na Avenida Djalma Batista, em Manaus

Oito viaturas foram acionadas para a ocorrência; não houve feridos.
Ainda não há informações sobre a origem das chamas.

Bandeira do estado do Amazonas

O galpão estava vazio e não houve feridos (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)

O galpão estava vazio e não houve feridos (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)

Um incêndio destruiu um galpão da antiga loja Oriente na noite de sábado (21) na Avenida Djalma Batista, Zona Centro-Sul de Manaus. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo teve início por volta de 22h, e não danificou a estrutura do prédio.

O galpão estava vazio e não houve feridos.

“O incêndio iniciou com um princípio de incêndio no subsolo, que tomou uma área de 8x40m. As chamas não atingiram os andares superiores, mas a fumaça sim”, informou a corporação.

Oito viaturas foram acionadas para a ocorrência. Após o controle do fogo, bombeiros permaneceram no local para realizar o trabalho de rescaldo. O trabalho encerrou por volta de 00h45 deste domingo (22).

 

G1.COM.BR

PIB do Amapá teve o segundo maior crescimento do país entre 2010 e 2013

Valores dos PIBs foram divulgados pelo IBGE; o do Amapá é R$ 12 bi.
Em 2013, Produto Interno Bruto amapaense teve variação de 3,2%.

Bandeira do estado do Amapá

Porto de Santana movimentou 962.607 toneladas de cargas em 2013 (Foto: Aline Medeiros/CDSA)

PIB do Amapá cresceu 18% em três anos, diz IBGE
(Foto: Aline Medeiros/CDSA)

Com crescimento acumulado de 18,3% entre 2010 e 2013, o Amapá foi o segundo estado com o maior registro de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no referido período. A soma das riquezas produzidas amapaenses perdeu apenas para Mato Grosso do Sul, com 21,9%. A pesquisa é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No Norte, o Amapá obteve a terceira melhor variação no PIB de 2013, com crescimento de 3,2%. O percentual foi menor apenas comparado a Roraima (5,9%) e Amazonas(4,4%), no mesmo ano.

O crescimento na soma das riquezas amapaenses fez o PIB do estado somar R$ 12,762 bilhões em 2013, permanecendo com participação de apenas 0,2% em relação ao Produto Interno Bruto do Brasil. A cifra, no entanto, ficou à frente de Roraima (R$ 9,03 bilhões) e Acre (R$ 11,44 bilhões).

O IBGE também divulgou a renda per capita da população dos estados. O Amapá registrou uma renda de R$ 17.363,82. O valor é o quarto melhor da região Norte. À frente, estão Amazonas (R$ 21.873), Roraima (R$ 18.495) e Rondônia (R$ 17.990).

A renda per capita do amapaense também é maior que a média da região Norte, de R$ 17.213. Mas está abaixo da média brasileira, que alcançou R$ 26.445, em 2013.

 

G1.COM.BR