Motoristas fazem filas para abastecer em postos de combustível no Tocantins

Eles têm medo de ficar sem produto por causa do ato dos caminhoneiros.
Caminhoneiros bloqueiam a BR-153 desde domingo (8), em protesto.

Bandeira do estado do Tocantins

Motoristas fazem fila para abastecer em postos de Araguaína (Foto: Fabíola Sélis/ TV Ananguera)

Motoristas fazem fila para abastecer em postos de Araguaína (Foto: Fabíola Sélis/ TV Anhanguera)

Motoristas estão enfrentando filas para abastecer os carros nos postos de combustível de Araguaína, no norte do Tocantins. O motivo seria o medo de que os estabelecimentos fiquem sem o produto, em função da manifestação dos caminhoneiros. O protesto acontece desde noite deste domingo (8). Eles bloqueiam BR-153, Km 242, em Colinas do Tocantins.

O consumidor Luvo Cardoso preferiu se precaver. “Já gastei cerca de R$ 1.500 com combustível. Eu sou dono de uma funerária e tenho medo de não ter como abastecer os veículos depois.”

Motoristas têm medo de ficar sem combustível por causa do protesto dos caminhoneiros (Foto: Fabíola Sélis/ TV Anhanguera)
Motoristas têm medo de ficar sem combustível por
causa do protesto dos caminhoneiros
(Foto: Fabíola Sélis/ TV Anhanguera)

Protesto em Colinas
Os veículos seguem parados interditando a pista central, do perímetro urbano, cerca de 1 km nos dois sentidos da rodovia. Os manifestantes também queimaram pneus para realizar o bloqueio. O ato segue a mobilização nacional.

Caminhoneiros protestam principalmente contra o aumento do combustível. Conforme as informações da PRF, o ato começou na noite deste domingo, mas está sendo intensificado na manhã desta segunda-feira (9). Ainda segundo a polícia, apenas a passagem de caminhões está impedida.

Protesto em Taguatinga
Desde as 20h deste domingo (8) cerca de 50 caminhões fecharam um trecho da BR-242, em Taguatinga, no sudeste do Tocantins. Conforme um dos participantes do movimento, Fabrício Henrique Ribeiro Cândido, apenas carros de passeio são liberados de 1 em 1 hora.
Já a passagem de caminhões está impedida, exceto caminhões com alimentos perecíveis. Segundo Cândido, não há previsão de término da paralisação e o movimento conta com o apoio de comerciantes, fazendeiros e empresários da cidade.

 

G1.COM.BR

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