Após quase dois meses no ar, Globo troca direção do “É de Casa”

Ana Furtado, André Marques, Cissa Guimarães, Patrícia Poeta, Tiago Leifert e Zeca Camargo apresentam o "É de Casa"

Ana Furtado, André Marques, Cissa Guimarães, Patrícia Poeta, Tiago Leifert e Zeca Camargo apresentam o “É de Casa”

Vivi de Marco entregou a direção do “É de Casa” para Alexandre Matoso, o que fatalmente acabará implicando mudanças também na estrutura do programa.

Se houve a troca de comando, devemos entender que, por consequência, também existirão alterações em seu conteúdo, porque cada um tem a sua maneira de pensar e trabalhar.

Às vésperas de completar dois meses de apresentações, já foi possível avaliar o que está certo ou errado e o que agrada ou não ao telespectador. Algo que nunca foi muito bem assimilado é o número de apresentadores. Mesmo que todos participem é conveniente deixar para dois, ou no máximo três, a missão de distribuir os trabalhos do dia.

Entende-se também como maior necessidade fugir daquilo que outros programas, como os da própria Ana Maria Braga ou de Fátima Bernardes apresentam todos os dias. Ajustes que são perfeitamente naturais. O que se deve destacar é a iniciativa de se investir em um horário que sempre foi considerado um mico pela televisão brasileira.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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