Transporte coletivo de Palmas terá reforço no Dia de Finados

Haverá linhas para os cemitérios Jardim das Acácias, da Paz e São Miguel.
Ônibus terão frequência de 30 minutos.

Bandeira do estado do Tocantins

Prefeitura de Palmas disponibiliza ônibus extras para show em Palmas (Foto: Antonio Gonçalves/Prefeitura de Palmas)

A Secretaria Municipal de Acessibilidade, Mobilidade Trânsito e Transporte (SMAMTT), de Palmas, vai disponibilizar mais ônibus nesta segunda-feira (2), feriado do Dia de Finados. De acordo com a prefeitura da capital, haverá linhas especiais para os cemitérios Jardim das Acácias, Jardim da Paz e São Miguel.

Segundo a prefeitura, a cada 30 minutos, haverá ônibus saindo da Estação Xambioá para os cemitérios Jardim das Acácias e Jardim da Paz, no horário das 7h às 18h. A linha especial passará pela Avenida Palmas Brasil, sentido 710 Sul, indo em direção a TO-020, com paradas em frente aos cemitérios.

Ainda conforme a prefeitura, a linha que atenderá o cemitério São Miguel terá como ponto de partida a Estação Javaé em Taquaralto. Os intervalos também serão de 30 minutos, das 7h às 18h. Todas as linhas estarão identificadas.

 

G1.COM.BR

Roraima – ‘Continuo salvando vidas’, diz piloto de RR um ano após acidente de avião

Avião caiu em outubro de 2014 e passageiros ficaram 5 dias na selva.
Relatório aponta que houve erro no cálculo da gasolina; piloto contesta.

Bandeira do estado de Roraima

Um ano após o acidente o piloto Nonato Lima já voltou a voar a fazer resgates (Foto: Inaê Brandão/G1 RR)

Um ano após o acidente com a aeronave Cessna, que deixou cinco pessoas perdidas na região Sul de Roraima, o piloto Raimundo Nonato Lima que comandou o voo, relata ao G1 que já voltou ao trabalho e continua fazendo a remoção de pacientes em risco do interior do estado para a capital. “Continuo salvando vidas”, diz.

Nonato, o técnico em enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Anderson Teixeira, uma mulher grávida de oito meses, outra com problemas na placenta e o seu bebê recém-nascido, estavam na aeronave modelo U206G e matrícula PP-FFR que caiu no dia 26 de outubro de 2014 e ficou desaparecida na selva por cinco dias.

Foi uma guerra”
piloto Raimundo Nonato Lima

O grupo ficou quase uma semana perdido na selva até ser resgatado no dia 31 de outubro. Apesar da experiência ter sido traumática, o piloto garantiu que não se deixou abalar.

“Foi traumático. Nós ficamos sem água, sem comida, mas você tem que sobreviver, então tem que encarar. Lógico que a fome e a sede causam distúrbios no cérebro, mas eu consegui manter a calma. Foi uma guerra”, lembra Nonato.

Como lição, o comandante afirma que atualmente se recusa a voar em aeronaves que não estejam em condições boas. “Se o avião tiver algum problema que eu ache que não está satisfatório para o voo, eu não sigo viagem”.

Nonato ressalta que os treinamentos feitos durante os seus 23 anos que atua como piloto, foram fundamentais para a sobrevivência na selva. Para os colegas de profissão, ele recomenda: “mantenham a ordem, a disciplina e os treinamentos em dia”.

De novembro do ano passado a abril deste ano, Nonato ficou responsável pela parte administrativa da empresa em que trabalha e aproveitou para fazer uma série de exames exigidos para que pilotos que passaram por acidentes voltem a voar.

Sobrevivendo na selva
O piloto lembra que ele e o técnico em enfermagem Anderson tinham sido acionados para fazer a remoção em Santa Maria do Boiaçú, no Sul do estado, de uma paciente com complicações no parto. Para segurar o bebê durante o voo, uma gestante que tinha uma consulta médica em Boa Vista completou a tripulação.

“Com uma hora de voo na volta, o motor da aeronave parou sob uma reserva indígena e eu tive que fazer um pouso de emergência [queda]”, lembra o comandante.

Passageiros do avião teriam improvisado um acampamento na selva  (Foto: Divulgação/FAB)Passageiros do avião improvisaram um
acampamento na selva (Foto: Divulgação/FAB)

Após a queda, para esperar o resgate, os cinco sobreviventes montaram um acampamento próximo da aeronave. “Fizemos um acampamento improvisado perto do avião para cobrir principalmente a mulher que tinha dado à luz”, conta Anderson, acrescentando que no primeiro dia, viu o piloto comendo uma raiz de capim, com isso “percebi que íamos ficar muito tempo alí”.

Nos três primeiros dias, a tripulação aguardou próximo ao avião pelo resgate. Sem comida, com a situação da paciente se agravando e após serem perseguidos por uma onça enquanto buscavam alimento, o grupo resolveu sair do local onde estava a aeronave para tentar chegar ao Rio Branco, principal rio da capital roraimense.

“A regra é não sair de perto da aeronave”, destaca Nonato, “mas eles estavam com medo. Para não entrar em conflito eu sai. Mas se a gente tivesse ficado na aeronave no terceiro dia teríamos sido resgatados. Então que isso sirva de lição. É importante manter as regras de sobrevivência”, declara.

Nos outros dias a situação do grupo piorou, segundo Anderson. Sem água e sem comida, eles se alimentavam de sementes, flores e bebiam a água suja que conseguiam encontrar no solo. “De noite, na mata fechada, escutávamos os barulhos dos animais passando por perto”.

Bilhete encontrado no avião  (Foto: Divulgação/FAB)
Bilhete encontrado no avião foi fundamental para
o resgate dos passageiros (Foto: Divulgação/FAB)

O bilhete e o resgate
Antes de saírem do avião, Nonato escreveu um bilhete informando o estado dos passageiros e para que direção seguiriam.”Deixei o bilhete na aeronave indicando a direção que eu ia e não saí dela”.

No dia 30 de outubro, o avião foi localizado pela Força Aérea Brasileira (FAB) junto com o bilhete. Seguindo as coordenadas da nota, no dia 31 a tripulação foi localizada a cerca de 3,5 km de onde a aeronave estava.

“Tinha pesadelos”, disse técnico em enfermagem
À reportagem, Anderson conta que os três primeiros meses após o acidente foram os mais difíceis. “Tinha pesadelos quando ia dormir. Sonhava com a hora do pouso e com a hora em que fomos resgatados. Meu maior medo era que alguém que estivesse sob os meus cuidados morresse”, relata.

Para resolver o problema, o socorrista procurou ajuda médica e atualmente já retomou a vida normal e ao trabalho. “Ainda não fui fazer remoção no interior, mas os colegas seguem com a função”.

Já para o comandante Nonato, o ocorrido faz parte do trabalho. “Eu já estou com mais de 22 mil horas de voo. Acidente é consequência. Eu continuo salvando vidas e voando. É o que eu gosto de fazer e vou voar até os meus 65 anos, se Deus permitir”.

Após o acidente, Nonato e Anderson acabaram criando um vínculo de amizade. “Nos encontramos sempre para conversar, não só sobre o acidente”, diz o técnico em enfermagem. Segundo o piloto, as duas mulheres e o bebê que estavam no avião também estão bem.

Socorrista contou que após acidente tinha pesadelos constantes com a queda do avião (Foto: Inaê Brandão/G1 RR)
Socorrista contou que após acidente tinha pesadelos constantes com a queda do avião
(Foto: Inaê Brandão/G1 RR)

Relatório do acidente
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) da FAB emitiu um relatório sobre o acidente. No documento os técnicos destacaram que a tripulação não deveria ter se afastado do avião, fato que atrasou o resgate e que o planejamento do tempo de voo foi mal calculado.

“Provavelmente, a aeronave, mesmo que estivesse com os tanques cheios, não chegaria ao destino, uma vez que, somando-se o tempo total de voo de 4h20 de deslocamento […] mais o tempo de solo com o motor girando, de 15 minutos, chega-se ao valor de 4 horas e 35 minutos de voo, ou seja, 5 minutos a mais do que a autonomia máxima da aeronave”, explica o relatório.

Avião Cessna, U206G, matrícula PP-FFR, foi encontrado na tarde desta quinta-feira (30) (Foto: Divulgação/FAB)
Avião Cessna, U206G, matrícula PP-FFR, foi
encontrado no lavrado sem grandes danos
(Foto: Divulgação/FAB)

Sobre o veredito, Nonato afirma que irá contestar. “Eles vão ter que mudar o relatório ou vou processá-los. Eles acharam que eu não tinha autonomia. O avião voa 5h30 e eles disseram que eu só tinha 4h20. Eles não conhecem a aeronave. Disseram que caí por falta de gasolina e não é verdade. Tenho testemunhas, o problema era na linha de alimentação do motor”, garante o piloto.

Em nota, o Cenipa afirma que as investigações foram baseadas em protocolos internacionais e são realizadas por uma comissão multidisciplinar. “O objetivo é identificar os fatores que contribuíram para o acidente, a fim de gerar recomendações que tornem a aviação mais segura”, finaliza.

Investigações do governo
O governo de Roraima também afirmou à época que iria investigar o acidente. Por nota, o governo informa que a sindicância em relação ao queda do Cessna foi concluída, mas que as informações só poderiam ser fornecidas na terça-feira (3) em virtude do feriado de finados.

 

G1.COM.BR

Avião ultraleve cai após decolagem em aeroporto de Rondônia e piloto morre

Acidente aconteceu no aeroporto Brigadeiro Camarão em Vilhena.
O piloto Jacson Skiavine ficou preso entre as ferragens e morreu no local.

Bandeira do estado de Rondônia

Bombeiros foram ao aeroporto para controlar chamas de aeronave (Foto: Dennis Weber/ G1)

Um avião ultraleve caiu na manhã deste sábado (31) no aeroporto Brigadeiro Camarão em Vilhena(RO), município distante cerca de 700 quilômetros de Porto Velho. Segundo informações de funcionários do aeroporto, a aeronave que caiu ao lado da pista era pilotada por Jacson Skiavine, que ficou preso às ferragens e morreu no local.

Por volta de 9h, após tentativa de decolagem, o avião ultraleve caiu próximo a pista do aeroporto e as causas do acidente não foram informadas pela Força Aérea Brasileira. O Corpo de Bombeiros permanece no local, já que após a queda a aereonave começou a pegar fogo.

O piloto de ultraleve Jacson Skiavine morreu no local do acidente (Foto: Reprodução/Facebook)
O piloto de ultraleve Jacson Skiavine morreu no
local do acidente (Foto: Reprodução/Facebook)

Testemunhas
A queda do avião foi presenciada por trabalhadores do aeroporto de Vilhena. Segundo Nereu Ribeiro da Rocha, que possui uma lanchonete no local, a aeronove voou cerca de 50 metros e caiu de bico. “Ele balanceou para um lado, balanceou para o outro e dai caiu do outro lado da pista. Estava ventando um pouco na hora da queda. Após cair, o avião pegou fogo”, diz.

O avião que Jacson pilotava caiu em uma área restrita do aeroporto e por isso a pista está fechada para pousos e decolagens.

 

G1.COM.BR

Acidente entre dois carros deixa feridos na Alça Viária, Pará

Colisão aconteceu no início da tarde deste sábado, 31.
Vítimas foram socorridas e levadas para o hospital.

Bandeira do estado do Pará

Um acidente envolvendo dois carros deixou os ocupantes dos veículos feridos no início da tarde deste sábado (31), na Alça Viária, rodovia que liga a Região Metropolitana de Belém ao interior do estado. Uma pessoa ficou presa nas ferragens do veículo.

De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o acidente aconteceu por volta de 14h30 no quilômetro cinco da Alça Viária. Em um dos carros estava um casal e no outro um homem. Segundo testemunhas, um dos veículos tentou desviar de uma carreta e colidiu frontalmente com o outro.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e fizeram o socorro às vítimas, que foram encaminhadas para o Hospital Metropolitano.

Corpo de Bombeiros fez o resgate das vítimas. Acidente Alça Viária (Foto: Ary Souza/O LIberal)
Corpo de Bombeiros fez o resgate das vítimas. (Foto: Ary Souza/O Liberal)
G1.COM.BR

Manaus – Cemitérios têm movimento grande antes do Dia de Finados

Congestionamento de carros já ocorre em áreas visitadas.
Meio milhão de pessoas são esperadas em seis cemitérios da capital.

Bandeira do estado do Amazonas

Houve congestionamentos de veículos no Cemitério São João Batista (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Os principais cemitérios da área urbana de Manaus já registram movimentação intensa neste sábado (31). Alguns visitantes anteciparam a visita do Dia de Finados e outros continuam realizando reparos em túmulos de familiares na véspera do feriado que marca a data. São esperadas 500 mil pessoas nos seis cemitérios da cidade na próxima segunda-feira (2), de acordo com a Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp).

Até mesmo o forte calor registrado em Manaus de quase 35°C não afastou a população dos cemitérios na manhã deste sábado. No São João Batista, situado na Avenida Boulevard Álvaro Maia e no bairro Nossa Senhora das Graças (Zona Centro-Sul de Manaus), a movimentação de visitantes era intensa. Houve congestionamento de veículos no local.

O fluxo de pessoas e de carros surpreendeu o casal Mário Romano, de 73 anos, e Maria Nazaré Romano, 69 anos. O autônomo e a dona de casa anteciparam a visita aos túmulos de familiares, mas acabaram enfrentando algumas dificuldades que são comuns no Dia de Finados. O casal queria evitar o tumulto do feriado alusivo aos mortos.

“Antecipamos a visita e pensávamos que hoje estaria mais calmo, mas olha com está ?”, disse o autônomo se referindo ao congestionamento de veículos nas vias dentro do cemitério.

Maria Nazaré disse que prefere visitar os jazigos dos familiares antes do feriado do dia 2 de novembro. “Infelizmente, no dia de finados tem muito tumulto. Gosto de visitar na véspera, resolvemos vir hoje”, comentou.

Luiz Thimoteo há 50 anos faz manutenção de túmulo da família (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Luiz Thimoteo há 50 anos faz manutenção de
túmulo da família (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

O aposentado Luiz Thimoteo, de 79 anos, há dois dias prepara o túmulo da família para receber a visita dos parentes. Ainda na manhã de sábado, o aposentado foi fazer os últimos reparos.

“Ontem vim com minha esposa limpar. Eu limpo da minha família e ela da dela. Há 50 anos faço isso. Quase toda semana venho, não só no Dia de Finados. No verão, principalmente, venho para retirar o mato e cuidar das plantas. No Dia de Finados farei as orações e acederei velas”, contou o aposentado.

Fábio Olavo é mototaxista, mas na véspera e no Dia de Finados vende velas para conseguir renda extra (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Fábio Olavo é mototaxista, mas na véspera do Dia de Finados vende velas para conseguir renda extra (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Comércio
Tradicionalmente, o Dia de Finados aquece as vendas de velas, arranjos de flores naturais e artificiais. Entretanto, o período que antecede o feriado deste ano tem sido animador para os comerciantes.

Vendedores ainda reclamam de pouca procura por produtos (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Vendedores ainda reclamam de pouca procura
por produtos (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

O mototaxista Fábio Olavo, de 32 anos, há dois anos, na véspera e no Dia de Finados, interrompe os serviços de transporte para comercializar velas nos cemitérios da capital. A estratégia adotada por ele é facilitar a visitação com um kit de velas e fósforo. Porém, as vendas no primeiro dia estão abaixo da expectativa.

“As vendas ainda estão fracas. Nos anos anteriores teria vendido todos os kits no início da manhã, mas vamos aguardar se as vendas melhoram no domingo e na segunda-feira”, avaliou Fábio Olavo.

Riscos de incêndio
Apesar da orientação da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) para que a população reduza o número de velas usadas nos cemitérios urbanos de Manaus devido ao risco de incêndio durante o verão, os visitantes continuam deixando velas acesas.

No principal cemitério da capital – São João Batista, o G1 flagrou vários casos de velas abandonadas ainda em chamas. Na área destinada à queima de velas, as chamas em alguns momentos ficaram intensas e foi preciso um funcionário do local apagá-las com areia.

Local destinado ao acendimento de velas estava com focos de intenso de chamas (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Local destinado ao acendimento de velas estava com focos intensos de chamas
(Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Visitantes mantiveram tradição de acender velas mesmo, mas não seguiram orientação contra incêndio (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Visitantes mantiveram tradição de acender velas, mas não seguiram orientação contra incêndio (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Funcionário de cemitério precisou colocar areia em cima de foco para apagar chamas (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)Funcionário de cemitério precisou colocar areia em cima de foco para apagar chamas
(Foto: Adneison Severiano/G1 AM)

Macapá – Mais de 1 mil pessoas são atendidas em ação que encerra o ‘Outubro Rosa’

Atividade aconteceu neste sábado na Zona Norte de Macapá, no Amapá.
Serviços de saúde, beleza e cidadania foram ofertados.

Bandeira do estado do Amapá

Corte de cabelo foi um dos serviços ofertados na ação (Foto: Jéssica Alves/ G1)

Corte de cabelo foi um dos serviços ofertados na
ação (Foto: Jéssica Alves/ G1)

Mais de 1 mil moradores do bairro Infraero 2, na Zona Norte de Macapá, foram atendidos em uma ação social realizada neste sábado (31), pelo Instituto do Câncer Joel Magalhães (Ijoma). O evento marcou o encerramento da campanha Outubro Rosa 2015.

Diversos serviços, como emissão de documentos, corte de cabelo, limpeza de pele, avaliação odontológica, teste Preventivo do Câncer de Colo do Útero (PCCU), teste de glicemia, massoterapia e venda de roupas, foram oferecidos para a comunidade.

A diretora administrativo do Ijoma, Jeane Azevedo, disse que a ação ocorre anualmente no último dia da campanha, mas neste ano a instituição estendeu os atendimentos para outros bairros de Macapá.

“Tradicionalmente, o Ijoma faz a ação social na quadra da igreja Jesus de Nazaré, no Centro da cidade. Mas em 2015 resolvemos sair da igreja e atender às comunidades carentes. Em agosto levamos os serviços para o bairro Marabaixo [Zona Leste] e hoje ofertamos para os moradores da Zona Norte”, ressaltou.

Marcelo Serrano tirou a primeira via da carteira de trabalho (Foto: Jéssica Alves/ G1)Marcelo Serrano tirou a primeira via da carteira de
trabalho (Foto: Jéssica Alves/ G1)

O estudante Marcelo Serrano, de 24 anos, teve a oportunidade de retirar a primeira via da carteira de trabalho, que, segundo ele, por causa da burocracia, não havia conseguido.

“Quando vou ao Ministério do Trabalho não consigo a carteira por que gasto muito tempo esperando para ser atendido. Com a ação social pude agilizar esse processo”, comemorou.

A dona de casa Geane dos Santos, de 35 anos, aproveitou a ação social para aprender sobre limpeza de pele e iniciar um tratamento dentário.

“Fui informada de muitas coisas que a partir de agora poderei praticar diariamente, para valorizar meus traços e me sentir mais bonita. Fico feliz de poder participar de ações como essa”, disse.

Ao longo do mês de outubro, o Ijoma realizou diversas ações de conscientização e prevenção contra o cancêr de mama. No dia 5 de novembro o instituto inicia a campanha Novembro Azul, que busca conscientizar o público masculino sobre a prevenção do câncer de próstata.

 

G1.COM.BR