Corporativismo é a marca e o mal dos comentaristas de arbitragem

Arnaldo César Coelho, Júnior, Galvão Bueno e Ronaldo em transmissão do jogo da seleção brasileira

Arnaldo César Coelho, Júnior, Galvão Bueno e Ronaldo em transmissão do jogo da seleção brasileira

Nada contra ninguém, mesmo porque são todos muito simpáticos, mas poderia ser bem diferente a postura dos comentaristas de arbitragem na televisão.
Salvo exceções, Godói, Sálvio e Paulo César de Oliveira entre elas, a maioria passa ao telespectador a existência de certo corporativismo, onde tudo é feito para justificar este ou qualquer engano daquele que está apitando.

Há sempre a tentativa de querer isentá-lo de responsabilidades que são próprias a ele mesmo e aos seus auxiliares. Coisas como “ao olho humano”, “não tem o replay”, “quantidade de câmeras” são repetidas e usadas como desculpas em todas as transmissões, apenas indo ao encontro do desejo daqueles que reivindicam o apito eletrônico.

Enquanto burramente ele não vem, vamos esperar por um comportamento diferente e mais equilibrado dos profissionais que desempenham essas funções. E que não se repitam tentativas de sempre querer desmentir o que a imagem está mostrando. Pega mal.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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