James Akel comment the nonsense spoken by Dilma Rousseff yesterday at the UN

DILMA  TALKING SHIT ON THE UN AND BELIEVE IN SHIT

Dilma, as usual only this time there at the UN, talked shit about the need for Brazil to have captive seat in the Security Council.

Uai, Brazil has barely Army, has depleted armed forces and scrapped since the time of Fernando Henrique, now headed by a former communist guerrilla and a lady wife of a guerrilla MST.

What Dilma Rouseff has in mind ?

The guys out there are naive or stupid?

The Communists that they accepted was the Soviet Union that had military power.

China also has something.

The rest is joke and Brazil is part of the remainder.

Outside the Brazil is nothing but a joke.

 

James Akel in 28/September/2015

James Akel comenta as bobagens ditas por Dilma Rousseff ontem na ONU

DILMA FALA MERDA NA ONU E ACREDITA NA MERDA

Dilma, como sempre só que desta vez lá na ONU, falou merda sobre a necessidade do Brasil ter cadeira cativa no Conselho de Segurança.

Uai, o Brasil mal tem Exército, tem Forças Armadas depauperadas e sucateadas desde o tempo de Fernando Henrique, agora comandadas por um antigo guerrilheiro comunista e uma senhora esposa de um guerrilheiro do MST.

Que pensa Dilma?

Que os caras lá fora são ingênuos ou idiotas?

Os comunistas que eles aceitavam eram da União Soviética que tinham poderio militar.

A China também tem alguma coisa.

O restante é piada e o Brasil faz parte do restante.

Lá fora o Brasil não passa de uma piada.

 

James Akel no dia 28/09/2015

James Akel comment the low average paying audience in Brazilian theaters

MY ARTICLE PUBLISHED IN FOLHA DE SÃO PAULO TODAY

James Akel

The theater and the lack of public

Crisis sponsors, culture profile of the people and lack of public security public to go to the theater less today than in the 70s

Each day more theater producers are concerned about the lack of public in spectacles in São Paulo, the largest theater city in Brazil, but who lives a shortage in production.

Can not be considered either major music as the reality of the sector. Up comedy, which in the past have always been box office success, today find it difficult to cover production accounts.

If a part does not project approved by the Rouanet Law, which allows you to capture sponsors who will have benefits of tax exemption, the enterprise make ends meet is an act of magic.

Achieve approval by the Rouanet, will have to prowl for big companies that have income enough to allow allocate the funds. But the bill passed the law is far from guaranteed sponsors.

Now even less since most of these giant firms are concerned with investigations of Justice and the Federal Police and have no real profit to allow them to invest in theater or in other artistic crafts. Counted in the dozens projects approved by law that do not have sponsors.

Curious to see that the plight of this and the interesting situation of the past.

In the 1970s, a play was on Tuesday poster to Sunday with eight performances a week. Nowadays, it is an epic put the piece on display on Fridays, Saturdays and Sundays.

The Brazilian popular music was the big hit on TV and on the radio that decade, in addition to best-selling discs.

The idols were singers like Elis Regina, Jair Rodrigues, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque and many others who would fill an entire page. Today, idols are sertanejos and funkers. Nothing against it, but the current public profile is far from like theater.

In the time of the military regime, the theater was, alongside the books, the only space in which the people had contact with manifestations of political and social protest.

Now the times, especially social networks fill this need for protest and exchange of knowledge.

Also in the 1960s and 1970s the city was a delight to be frequented at night, whether they wanted to go to a piano bar or dine out. The 70s marked the heyday of Brazilian popular music houses. And there was public safety.

Nowadays, the paranoia of the lack of security at all took account of population, which has huge afraid to leave home at night not knowing what might happen.

Culture of the people’s profile and lack of public safety, in short, may be the binomial causing the leak of the public theaters.

Logical that the large increase in housing cost, with buildings rents getting too expensive and forcing the owners of theaters to charge high rents for rooms, also part of the scene. Often the price of the parking lot side of the theater has higher costs than the inflow part. That makes it difficult.

JAMES AKEL, 62, is a journalist, writer, author, producer and theater director. He is the author and director of the play “Democracy Shameless”, which goes on show on Saturday (3), Ruth Escobar Theater

 

 

Written by James Akel at 8:42 a.m. in 28/September/2015

James Akel comenta a baixa média de público pagante nos teatros brasileiros

ARTIGO MEU PUBLICADO NA FOLHA DE SÃO PAULO DE HOJE

James Akel

O teatro e a falta de público

Crise dos patrocinadores, perfil de cultura do povo e falta de segurança pública fazem público ir menos ao teatro hoje que nos anos 70

Cada dia mais produtores de teatro se preocupam com a falta de público nos espetáculos em São Paulo, considerada a maior cidade teatral do Brasil, mas que vive uma situação de penúria em produções.

Não se pode considerar um ou outro grande musical como sendo a realidade do setor. Até comédias, que no passado sempre foram sucesso de bilheteria, hoje têm dificuldade em cobrir contas de produção.

Se uma peça não tem projeto aprovado pela Lei Rouanet, que lhe permita captar patrocinadores que vão ter benefícios de isenção fiscal, o empreendimento conseguir pagar as contas é um ato de mágica.

Se conseguir aprovação pela Rouanet, vai ter que perambular por grandes empresas que tenham lucro o bastante para permitir destinar as verbas. Mas o projeto aprovado pela lei está longe de ser garantia de patrocinadores.

Agora menos ainda, pois muitas dessas megaempresas estão preocupadas com investigações da Justiça e da Polícia Federal e não têm mais lucro verdadeiro que lhes permita investir em teatro ou em outros ofícios artísticos. Contam-se às dúzias os projetos aprovados pela lei que não têm patrocinadores.

Vejam que curiosa a triste situação do presente e a interessante situação do passado.

Nos anos 1970, uma peça de teatro ficava em cartaz de terça a domingo com oito apresentações na semana. Nos dias atuais, é uma epopeia colocar a peça em cartaz às sextas, sábados e domingos.

A música popular brasileira era o grande sucesso nas TVs e nas rádios naquela década, além de ter grande vendagem de discos.

Os ídolos eram cantores e cantoras como Elis Regina, Jair Rodrigues, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque e muitos outros que preencheriam toda uma página. Nos dias atuais, os ídolos são os sertanejos e os funkeiros. Nada contra, mas o perfil do público atual está longe de gostar de teatro.

No tempo do regime militar, o teatro era, ao lado dos livros, o único espaço no qual o povo tinha contato com manifestações de protestos políticos e sociais.

Nos tempos de agora, principalmente as redes sociais preenchem essa necessidade de protesto e de troca de conhecimento.

Também nas décadas de 1960 e 1970 a cidade era uma delícia de ser frequentada à noite, quer se desejasse ir a um piano-bar ou jantar fora. Os anos 70 marcaram o auge das casas de música popular brasileira. E existia segurança pública.

Nos dias atuais, a paranoia da falta de segurança em tudo tomou conta da população, que tem enorme medo de sair de casa à noite sem saber o que pode acontecer.

Perfil de cultura do povo e falta de segurança pública, em suma, pode ser o binômio que causa a fuga do público das salas de teatro.

Lógico que o grande aumento de custo imobiliário, com aluguéis de prédios ficando muito caros e obrigando os donos de teatros a cobrar altos aluguéis pelas salas, também faz parte do cenário. Muitas vezes o preço do estacionamento ao lado do teatro tem custo maior que o do ingresso da peça. Assim fica difícil.

 

Escrito por James Akel às 08h42 no dia 28/09/2015

 

James Akel talks the report that TV Record will show about Ronaldo Esper on next Sunday

RONALDO ÉSPER ON NEXT DOMINGO ESPETACULAR

It has been postponed until next Sunday to view the report on Ronaldo Ésper of life on Sunday Spectacular on TV Record.
18 minutes will be published which shows since its inception in the Brazilian fashion design, going through his apprenticeship in Europe where he became a favorite designer of great ladies and his return to the family’s request to Brazil.
Incidentally Ronaldo deeply regret having turned the family’s request.

James Akel in 28/September/2015

James Akel divulga reportagem sobre Ronaldo Esper que a TV Record exibirá no próximo domingo

RONALDO ÉSPER NO DOMINGO ESPETACULAR

Foi pra domingo que vem a reportagem sobre a vida de Ronaldo Ésper no Domingo Espetacular na TV Record.

Serão 18 minutos editados onde se mostra desde seu começo no estilismo brasileiro, passando por seu aprendizado na Europa onde se tornou desenhista preferido de grandes damas e sua volta ao Brasil a pedido da família.

Aliás Ronaldo se arrepende profundamente de ter voltado a pedido da família.

 

Escrito por James Akel às 08h35 no dia 28/09/2015