Cláudio Carsughi estreia hoje na Rádio Nacional do Rio de Janeiro

 

Estreia

O nobre Cláudio Carsughi vai fazer a sua estreia, neste domingo, na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, comentando Corinthians e Cruzeiro. Além das jornadas esportivas, ele comandará o programa “No Mundo da Bola”, diariamente, das 20h às 21h.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

TV Cultura está em busca de caminhos para sair da crise

 

Diante do atual quadro de abatimento e incertezas, o jornalismo da TV Cultura está preparando uma série de ações especiais sob o título “Saídas Para a Crise”, com um cronograma intenso de atividades que, por certo, irá interessar a todo cidadão de bem.

A campanha tem como parceiros já confirmados a OAB/SP e a Assembleia Legislativa de São Paulo, podendo contar ainda com a participação do Instituto de Estudos Avançados da USP.

Serão três semanas completas de intensas ações, com cobertura do jornalismo da TV Cultura, onde se inclui uma série de doze reportagens produzidas para pontuar os debates em alguns dos seus programas e diversos informativos.

O ponto de partida será a exibição de um “Roda Viva” temático, que será levado ao ar no dia 27, com participação de especialistas e autoridades apontando soluções para o Brasil sair da crise.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Sensitiva ensina à tarde como enfrentar “magia negra”: banho de urina

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Em matéria de situações bizarras, esdrúxulas e inapropriadas, a TV brasileira não cansa de surpreender. A mais recente que testemunhei foi no programa “A Tarde é Sua”, na RedeTV!, exibido, como diz o título, no período vespertino.

Participante frequente da atração, a sensitiva Marcia Fernandes ensinou nesta tarde (21) como se proteger contra “magia negra”. A aula ocorreu depois que a apresentadora Sonia Abrão e o especialista Jorge Lordello conversaram sobre uma passagem do livro de Andressa Urach, “Morri para Viver”, na qual ela diz ter sido vítima de um “trabalho” no bordel onde trabalhava.

“Existe uma coisa que, para mim, é bárbaro de fazer. Todo mundo pode achar errado, mas é para fazer. Urina masculina despolariza o polarizado, com todos os seus cristais etc. É forte demais. Minha filha, se você está achando… Pega um copo de xixi de seu filho, um balde com água, vai para o banheiro e…”

 

Mauricio Stycer

21/08/2015 19:38

Grazi Massafera se destaca como a modelo drogada de “Verdades Secretas”

Grazi Massafera e Flavio Tolezani em "Verdades Secretas" (Foto: Reprodução)

Em meio à história central da novela “Verdades Secretas”, tem se destacado a trama paralela que envolve a personagem Larissa, vivida por Grazi Massafera. Impossível ficar alheio ao drama da modelo “que passou da idade”, sem melhores perspectivas profissionais, e se afunda cada vez mais no mundo das drogas. O excelente desempenho da atriz está ancorado na forma como tema é abordado. E Grazi vem bem assessorada, pelo roteiro (equipe de Walcyr Carrasco) e pela direção caprichada (equipe de Mauro Mendonça Filho).

Grazi se preparou bastante para viver a personagem. E em nada lembra os seus trabalhos anteriores na televisão. Está mesmo irreconhecível, desconstruída na decadência gradual de Larissa. Percebe-se na atriz o peso de carregar um tipo difícil, explorado num assunto urgente, de forma realista, sem rodeios, maniqueísmos ou vernizes. As sequências vistas essa semana, rodadas na região do centro de São Paulo conhecida como “Cracolândia”, imprimem um realismo tão assustador quanto um programa jornalístico. Novela não é documentário. Mas pode chegar perto.

Já tivemos outros personagens adictos em nossa Teledramaturgia: Guilherme (Marcello Antony em “Torre de Babel”, 1998), Alexandre (Guilherme Fontes em “A Viagem”, 1994), Begônia (Caroline Abras em “Avenida Brasil”, 2012), etc. Mas só o horário de “Verdades Secretas” (muitas vezes a novela avança para além da meia-noite) permite mostrar essa realidade de forma nua e crua.

Verdades Secretas” toca nas feridas da sociedade de maneira poucas vezes vistas antes em nossas novelas. Na trama de Larissa, Carrasco é pouco sutil, mas de forma absurdamente acertada. Há a sintonia do autor com a produção, a direção, a atriz e os demais atores com quem ela contracena. Uma combinação perfeita. Impossível ficar indiferente.

 

Nilson Xavier

UOL