Venezuela: Saques em supermercados deixam uma pessoa morta e dezenas presas

Trabalhadores da empresa venezuelana Polar protestam contra a expropriação cometida por Nicolás Maduro
Trabalhadores da empresa venezuelana Polar protestam contra a expropriação cometida por Nicolás Maduro(Carlos Garcia Rawlins/Reuters)

Um homem morreu e dezenas foram detidas após saques de supermercados em Ciudad Guayana, no sudeste da Venezuela, em meio à crise de abastecimento no país. Nesta quinta-feira, o governo de Nicolás Maduro expropriou depósitos de companhias de alimentos e afetou a distribuição em quase vinte municípios.

Consumidores que buscavam escassos bens de consumo como milho, arroz e farinha invadiram o estoque de um supermercado na manhã desta sexta-feira, levando outros estabelecimentos comerciais na área a fechar as portas, relatou o jornal local Correo del Caroni. Durante a confusão, Gustavo Patinez, de 21 anos, morreu com um tiro no peito, segundo o jornal, e 60 pessoas foram detidas.

Os baixos preços do petróleo e uma cada vez mais disfuncional série de controles de câmbio e preços têm fomentado uma escassez de bens de consumo e causado confusão em filas de supermercados pelo país. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, culpa líderes da oposição e empresários, dizendo que eles estão travando uma “guerra econômica” contra seu governo ao aumentar preços e acumular bens. Críticos dizem que os problemas devem-se a um fracassado modelo econômico liderado pelo Estado.

 

VEJA.COM

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