TV tem que sepultar de vez o pseudoassistencialismo

Vivemos um tempo em que, até por questão de sobrevivência e de absoluta necessidade, a qualidade se torna essencial na prestação de qualquer serviço.

Também na TV o nível de exigência é muito grande, ainda assim muitos programas, especialmente os de auditório, insistem em querer se segurar às custas da desgraça alheia. É a prova maior da incompetência e de quem não sabe fazer outra coisa. Isto, claro, disfarçado de um pseudoassistencialismo, que até pode proporcionar algumas migalhas na audiência, mas que não traz mais proveito comercial.

Nenhum bom anunciante, hoje, aceita agregar seu nome a histórias de reformar casa, dar televisão, acabar com obesidade e por aí afora. Aliás, atrás disso ou junto com isso, é bom que todos saibam, sempre tivemos a picaretagem de praxe. Importante deixar de uma vez avisado que na televisão, ou principalmente na televisão, nada acontece na base do amorzinho. Sempre existem interesses por trás.

Os novos tempos e as necessidades que todas as TVs agora têm de buscar dinheiro – e dinheiro bom – no mercado, fatalmente vão sepultar de vez com esse tipo de enganação.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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