Mudança no jornalismo não pode ser como troca de tropa

Com Bonner e Renata Vasconcellos, "JN" passou por reformulações recentemente

Com Bonner e Renata Vasconcellos, “JN” passou por reformulações recentemente

A experiência, o tempo de estrada, os atalhos que encurtam caminho, antes de serem entendidos como fundamentais, são vistos como imprescindíveis no jornalismo de algumas das maiores emissoras do mundo. BBC e CNN para não se estender a outras.

Aqui, por mais ilógico e absurdo que isto possa representar, tenta-se fazer exatamente o contrário. A Record, embora negue, há poucos meses fez isso, ao descartar alguns bons repórteres, homens e mulheres, para colocar gente nova e bonita no lugar deles. Aqueles que na intimidade das redações passaram a ser conhecidos como “geração Coca-Cola”.
Tudo tem o seu tempo e a renovação, que é necessária, deve acontecer de maneira gradativa, fazendo sempre prevalecer o bom senso. Não pode ser na base da troca de tropa.
Na Globo, por exemplo e por razões bem semelhantes, tem editor se virando nos 30 para “salvar” e reescrever textos do “Jornal Nacional” e “SPTV”. Ninguém ganha para isso.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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