Simples e sem exageros, “I Love Paraisópolis” se destaca na Globo

Tatá Werneck e Bruna Marquezine em "I Love Paraisópolis"

 

“I Love Paraisópolis” caiu na graça e simpatia do grande público. Conta para isso, em primeiro lugar, a experiência e sabedoria dos seus dois autores, Alcides Nogueira e Mario Teixeira.

E como principal virtude, “I Love Paraisópolis” se apresenta por meio de uma história simples, que apenas se atém ao cotidiano das pessoas. É o arroz com feijão bem temperado.

O diretor Wolf Maya, fazendo uma boa leitura da novela, deu aos seus personagens características de pessoas comuns.

Os exageros na interpretação, ao contrário do que acontece com Camila Pitanga desde o primeiro dia de “Babilônia”, não acontecem.

Todos os fatores citados, além de outros, justificam a alta audiência de “I Love Paraisópolis”.

O inverso de tudo se dá com “Babilônia”, nesta altura, uma novela que não tem mais para onde correr. As diversas tentativas, tentando salvar alguma coisa, não deram em nada.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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