“Balanço Geral” e “Cidade Alerta” serão ampliados na Record

Marcelo Rezende apresenta o "Cidade Alerta"

Marcelo Rezende apresenta o “Cidade Alerta”

As direções do “Balanço Geral”, nas emissoras da Record, foram avisadas para que desde já se preparem, porque muito em breve o tempo de duração do programa será aumentado.

A mesma informação foi passada para Marcelo Rezende e equipe, uma vez que o “Cidade Alerta” sofrerá um efeito parecido, imediatamente após a transmissão do Pan-Americano de Toronto. A competição termina no dia 26 de julho.
A efetivação dessas mudanças, com a nova montagem da grade vespertina, deve ser anunciada no decorrer desses próximos dias. Quanto ao quadro do Celso Russomanno, por razões ou objetivos políticos, a sua exibição acontecerá dentro do “Hoje em Dia” e no “Cidade Alerta”. Há a intenção de facilitar a sua candidatura para a Prefeitura de São Paulo.
Dentro desse mesmo processo, é possível verificar que sobrará um tempinho para reprise ou reprises de novela.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Globo ainda não tem apresentador para o “The Voice Kids”

'The Voice Kids" nos EUA

 

Ainda com relação ao primeiro “The Voice Kids”, tudo leva a crer que Tiago Leifert não será o seu apresentador.

E por duas razões: não misturar as coisas e dar vez a uma outra pessoa.
Também não tem outro escolhido até agora.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Insatisfeita, apresentadora Cláudia Carla deixa a RedeTV!

Cláudia Carla pediu demissão da RedeTV!

 

Cláudia Carla não é mais apresentadora do “E-Games” da Rede TV!. Partiu dela a iniciativa de deixar o canal, descontente com os rumos que o programa vinha tomando.

Dentro de um ou dois meses, deve sair o anúncio do seu próximo destino. Já existe uma negociação encaminhada com outra emissora de TV.
Mas a saída de Cláudia Carla não implicará no fim do “E-Games”.
Em reunião realizada na tarde desta sexta-feira, foi decidida a continuidade do programa, assim como a escolha de Felipe Della – que já faz parte da equipe – como novo apresentador.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

“A Liga” e “O Mundo Segundo os Brasileiros” têm futuro incerto na Band

Equipe do programa "A Liga", da Band

Equipe do programa “A Liga”, da Band

Do jeito que a coisa vai, a Eyeworks Cuatro Cabezas terá assegurado apenas o “CQC” na programação da Band.

E mesmo assim, com absoluta segurança, só até o fim deste ano.
Outros programas da mesma empresa, como “A Liga” e “O Mundo Segundo os Brasileiros”, por exemplo, já tiveram as suas produções interrompidas.
E não existem previsões de voltarem.
Diego Guebel, que no passado foi o homem forte da Cuatro Cabezas, hoje tem todas as suas atenções voltadas para a Bandeirantes.
Nessas condições que ele, a partir de agora, passará a se entender com a Endemol sobre o próximo “MasterChef”.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Renato Maurício Prado comenta vontade de Léo Moura de retornar ao futebol brasileiro

 

Fora do “soccer”

Talvez não seja sem motivo a disposição de Léo Moura de retornar ao futebol brasileiro. Além de Ronaldo Fenômeno, um dos acionistas do seu clube é o empresário brasileiro J. Hawilla, réu confesso, incluído no processo de delação premiada, no escândalo de subornos milionários na Fifa. Ele, através da Traffic, já foi dono do Miami e agora, no acordo com a Justiça Americana, comprometeu-se a vender todas as participações que ainda tem no “soccer” nos EUA e abandoná-lo de vez.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 19/06/2015

Renato Maurício Prado chama a Copa das Confederações de ilusão

Me engana que eu gosto II

Com sinceridade, não estou nem aí para o título da Copa América. Prefiro até que o Brasil não dispute a próxima Copa das Confederações, um tremendo “me engana que eu gosto”! Nenhum de seus campeões emplacou no Mundial seguinte. O que eu gostaria de ver era a seleção ganhando corpo e encontrando sua melhor formação — se possível com outros jogadores se firmando para poder ajudar Neymar. Até agora, está difícil…

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 19/06/2015

Renato Maurício Prado comenta noite infeliz de Neymar contra a Colômbia

Neymar jogou mal. Muito mal. Fez, talvez, a sua pior partida desde que o vi, pela primeira vez, ainda garoto, estrear no profissional do Santos. Não acertou absolutamente nada. E demonstrou um desequilíbrio nervoso que acabou provocando o cartão amarelo e, posteriormente, o vermelho. Isto posto, vem a pergunta: deixou de ser craque por causa disso? De ser, disparado, o melhor do Brasil.

Como é característico, na grande rede, mal acabou a partida contra a Colômbia (derrota justa, por 1 a 0), o moicano foi desancado sem dó nem piedade. “Produto da mídia” (esse é um dos argumentos mais estúpidos que leio e ouço, regularmente), “mascarado”, “não joga nem dez por cento do que pensa que joga”, “não pode ser o capitão do time” etc, etc. A internet, como de hábito, é cheia de “sábios” donos da verdade. Na maioria das vezes, mal educados, ignorantes e raivosos. Lorpas e pascácios diria Nélson Rodrigues.

Ora bolas, até Pelé teve o seu dia de cabeça de bagre. Por que com Neymar seria diferente? Ainda mais sendo obrigado a jogar pelo time inteiro, uma vez que seus companheiros estão a anos-luz dos craques que rodeavam o Rei.

Não estou fazendo comparações, nem as acho justas a essa altura do campeonato. Pelé, como bem dizia Waldir Amaral, é o “Deus de todos os estádios”. Paira acima de todos (Maradona e Messi, incluídos). Mas se a divinidade pode falhar, os pobres mortais também não?

Gostem ou não de Neymar, ele é o nosso único fora de série. Quem afirma o contrário, que me desculpe, mas não sabe rigorosamente nada de futebol. Basta lembrar muitas de suas atuações no Santos (inclusive na conquista da Libertadores) e, agora, no Barcelona, onde foi um dos protagonistas na conquista da Liga dos Campeões.

A triste verdade é que nós, brasileiros, adoramos transformar nossos próprios ídolos em judas e, ao primeiro tropeço, tratamos de malhá-los com fúria e rancor. No fundo, com inveja de tudo que eles conquistaram e está absolutamente fora do alcance no mundo das pessoas normais.

No atual estágio do futebol sul-americano, nunca uma classificação para a Copa do Mundo se apresentou tão difícil. Neymar é a nossa única esperança. Acho bom que todos reflitam a respeito e o apoiem, ou se preparem para assistir, pela primeira vez na história, um Mundial sem o Brasil.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 19/06/2015