Korea DPR bashes Korea Republic for ballistic missile test

North Korea condemned South Korea on Thursday for its test-firing of a ballistic missile capable of reaching nearly all parts of the communist nation.

On Wednesday, the South carried out its first-ever launch of a ballistic missile with a range of more than 500 kilometers as part of efforts to better counter ever-growing nuclear and missile threats by the North. President Park Geun-hye watched the test.

\The development of the new striking asset came after Seoul and Washington announced their missile guidelines which enabled South Korea to have a ballistic missile with a range of up to 800 kilometers.

“(The test-firing) is part of acts of treachery as it was aimed to hurt the fellow countrymen with arms provided by outside forces,” an unidentified spokesman for the Strategic Force of the

(North) Korean People’s Army said in a statement.

The statement was reported by the communist country’s Korean Central News Agency in its English dispatch.

Calling Park a “wicked woman” and “a military dog” of the U.S., the spokesman even warned that such acts “will only lead to a dog’s death in the long run.”

The statement also said North Korea has in place “the strongest nuclear deterrent and powerful strategic rockets” and it is capable of “turning the U.S. mainland into a sea in flames,” vowing to push for measures “to bolster up the capabilities for self-defense.”

North Korea has ratcheted up tensions further by zeroing in on developing ballistic missiles, miniaturized warheads to fit atop them, and their delivery means. Last month, Pyongyang announced that it succeeded in conducting an underwater test of a submarine-launched ballistic missile (SLBM). (Yonhap)

The Korea Herald

Asian Football Confederation condoles passing of Sirajul Islam Bachchu

Kuala Lumpur: The AFC deeply condoles the passing of Bangladesh Football Federation Executive Committee Member Sirajul Islam Bachchu.

A former General Secretary of both the South Asian Football Federation and the Bangladesh Football Federation, ‘Bachchu Bhai’ died at the Dhaka Medical College and Hospital on Sunday after a long battle against illness.

Bachchu, an AFC Silver Distinguished Service Award winner in 2011, had also served as Chairman of the Bangladesh Football Federation’s Women’s Committee and was former Vice President of the Bangladesh Olympic Association as well as General Secretary of the legendary Wari Club.

The Asian football family shares the sense of loss felt by his family and friends and offers its sincerest sympathies.

Asian Football Confederation

Asian Football Confederation statement on 2022 FIFA World Cup Qatar

Kuala Lumpur: The AFC reiterates its support for the 2022 FIFA World Cup to be held in Qatar.

Football is the world’s game that should set itself no geographical borders. The Gulf is a true football region, with some of the world’s most passionate football lovers, and Qatar is no exception.

Qatar 2022 will be the first time the West Asian region will have had a chance to show this passion to the world, during what will be only the second FIFA World Cup to be held in Asia.

The AFC and the whole Asian football community stands with Qatar and we all look forward to hosting the World Cup, and welcoming the world.

 

Asian Football Confederation

No Hora 1, Dilma faz ‘regimão’, e telejornal ‘engorda’ manhã da Globo

Monalisa Perrone comenta o ‘regimão pesado’ que deixou Dilma ‘magrinha’ no Hora 1 de terça
Por DANIEL CASTRO, em 04/06/2015 · Atualizado às 06h52

Quando a Globo anunciou no final do ano passado que estrearia um novo telejornal, às 5h, logo se especulou: será um jornal de notícia requentada, de reprise de reportagens mostradas no Jornal Nacional e no Jornal da Globo, para enganar telespectador que dorme muito cedo e madruga para trabalhar. Passados seis meses, o telejornal apresentado por Monalisa Perrone deu um cala-boca nos céticos: o Hora 1 tem personalidade e conteúdo relevante e ainda alavanca a audiência da programação jornalística matinal da Globo.

Embora reprise reportagens dos telejornais que o precedem, o Hora 1 em nada se parece com o Jornal da Globo ou com o Bom Dia Brasil. Seus pontos fortes são a informalidade e um noticiário enxuto para quem está saindo de casa para trabalhar. O telejornal mostra o trânsito nas principais cidades brasileiras _às 5h da manhã, isso já é motivo de preocupação em São Paulo e Rio. Conversa com alguns de seus correspondentes (Márcio Gomes, de Tóquio, e Rodrigo Alvarez, em Jerusalém, são os mais assíduos), traz a opinião de comentaristas de política e economia, trata da agenda do dia e fala de tempo e temperatura em duas ocasiões.

Monalisa Perrone foi uma escolha acertadíssima. Repórter experiente, ela domina diferentes assuntos, é informal sem afrontar o padrão Globo e esbanja um bom humor que funciona como um “bom dia”. Na edição da última terça (2), ao comentar as capas dos principais jornais impressos do Brasil, a apresentadora falou como se fosse uma pessoa comum na frente de uma banca. Disse que a presidente Dilma Rousseff, flagrada pedalando em Brasília, fez um “regimão pesado” e ficou “magrinha”. “Tá estilosa [a presidente], não tá?”, arrematou.

A informalidade regrada do Hora 1 influenciou o principal telejornal da Globo. Foi ao lado de Monalisa, como se estivesse tricotando com uma comadre, que a repórter Maria Júlia Coutinho surgiu como Maju e se projetou para virar a moça do tempo do Jornal Nacional, onde vem chamando a atenção pelo arrojo.

No Ibope, que é o que mais importa para a Globo, o Hora 1 dobrou a audiência do horário. Neste ano, sua média é de 3,6 pontos na Grande São Paulo. Com frequência, marca cinco pontos, um número respeitável para o fim da madrugada. O SBT, que antes liderava na faixa das 5h às 6h, ficou para trás.

Televisão é grade de programação, e um programa alavanca o outro. Com o Hora 1, o Bom Dia São Paulo cresceu e, por sua vez, fortaleceu o Bom Dia Brasil, que vem depois. Simultaneamente à estreia do Hora 1, em dezembro, a Globo ampliou seus telejornais matinais locais, que passaram a começar meia hora mais cedo. Em São Paulo, o Bom Dia Brasil virou quase um jornal local. Foi outro acerto. A audiência dos telejornais matinais, que estava em queda, subiu.

Apresentado por Rodrigo Bocardi, um “xerife” da cidadania que não grita nem faz sensacionalismo, o Bom Dia São Paulo foi o que mais cresceu, de 5,9 de média em 2014 para 6,7 até o último dia 31. O Bom Dia Brasil se elevou de 7,4 para 7,6. Com o Hora 1 e as reformas nos Bom Dias, a Globo “engordou”.