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Renato Maurício Prado comenta que o Rio de Janeiro é uma cidade olímpica macabra

Faltando pouco mais de um ano para os Jogos Olímpicos do Rio, um ciclista morreu na orla da Lagoa Rodrigo de Freitas, esfaqueado por pivetes, que lhe roubaram a bicicleta e a carteira. Não foi um caso isolado, apenas o mais grave. Nos últimos meses, diversas ocorrências do tipo foram registradas na área (onde se paga um dos IPTUs mais caros do estado), apenas sem consequências fatais.
Em abril, foi um remador do Flamengo, o esfaqueado. Atingido no ombro, sobreviveu. Mas são de perder a conta o número de assaltos na região, com grupos de menores atacando ciclistas e pedestres a torto e a direito — até arrastão já houve por lá. E a maioria das vítimas nem sequer faz registro na polícia. Conforma-se com a perda e sai dando graças a Deus por ter escapado com vida. Que cidade é essa em que vivemos?

Um dos suspeitos do assassinato do médico Jaime Gold foi detido ontem. Tem 16 anos e 15 entradas na polícia, pelas mais variadas contravenções, cinco delas, assaltos com facas. Estava solto (como, provavelmente, voltará a estar, em breve) porque, como menor de idade, não pode ser preso: tem que ser apresentado ao Juizado da Infância e da Juventude do Rio, podendo ser liberado, internado ou cumprir medida sócio educativa. A decisão caberá ao juiz encarregado do caso. Alguém acha mesmo possível regenerar marginais desse calibre?

Há poucas semanas, um bando que perambula pelo Aterro do Flamengo foi preso com facas e outros objetos cortantes e liberado logo depois, sob a argumentação de que “portar facas” não é crime. Só podem estar de brincadeira. Esse grupo é famoso por assaltar na região (minha filha já teve o celular roubado por lá, na Marina da Glória) e também age em Laranjeiras e no Largo do Machado, onde sair à rua de noite, virou esporte de altíssimo risco.

O que mais dói é a certeza de que, durante os Jogos Olímpicos, haverá policiais e soldados aos magotes, para garantir a segurança de atletas, dirigentes e turistas. Até chegar ao evento e logo depois dele, continuaremos, nós, vivendo essa Olimpíada Macabra, onde a regra vigente é a do pega pra capar e a medalha de ouro diária voltar vivo pra casa.

Diante dessa desolada certeza, uma pergunta se impõe: os R$ 6,6 bilhões orçados para os Jogos (é claro que, na hora H, vai se gastar muito mais que isso) não seriam mais bem aplicados na cidade em escolas, hospitais e segurança do dia a dia?

Sou apaixonado por esportes, em geral, e pelas Olimpíadas, em particular (já cobri quatro delas, “in loco”). Mas considero inaceitável que uma cidade sem lei, como está se tornando a nossa, tenha como prioridade promover megaeventos esportivos, no qual poucos (quase sempre os mesmos) enchem os bolsos de dinheiro e a maioria da população nem tem como pagar os ingressos.

Legado? Pausa para uma gargalhada… Perguntem aos pobres coitados que compraram apartamento na Vila do Pan-Americano, quantos prédios racharam e quantas ruas afundaram por lá.

Aliás, o que ficou da Copa do Mundo, hein? Vários elefantes brancos e a suprema humilhação dos 7 a 1. Grande negócio, hein?

“Anjinhos”

Rafael Leal é jornalista. Eis o seu depoimento:

“Fui assaltado no dia 26 de março por quatro menores armados com facas. Com a ajuda da polícia e banhistas da praia de Ipanema, pegamos dois deles. Foram levados para a delegacia, onde prestei queixa. Ambos já tinham diversas passagens por lá.

Fui intimado a testemunhar e fazer o reconhecimento num tribunal especializado em Olaria. Lá, vi muitas famílias desses “meninos” e ouvi uma mãe dizendo que não entende o porquê de seu filho fazer o que faz. Ela disse que ele lhe pediu um tênis de 700 reais de Natal e ela, a duras penas, comprou o presente pois sempre se sacrificou por ele.

Vi a família de um dos “anjinhos” que me assaltaram. Seu irmão, parecido com ele, bem vestido, falando baixo, com ótima aparência. São moradores de Manguinhos, lugar de onde veio o assassino de Jaime Gold. Não é Zona Sul, mas lá, como cá, também é lugar de pessoas dignas. Essa família me pareceu assim, digna. Os “anjinhos”, não!

Esses “anjinhos” tiveram sim educação. Não estudaram no São Bento, no Santo Agostinho ou na Escola Americana. Mas tiveram sim família e acesso a escola. Ouvi isso nesse tribunal. Mas optaram pelo crime. Precisam ser severamente punidos, tenham 8 ou 80 anos! Não importa!”

Outras facadas

Resta a fina ironia do amigo Nelito Fernandes:

— O carioca já tem saudades do tempo em que só levava facada na hora de pagar a conta.

E os impostos, acrescento eu. E que facadas! E pra que se os serviços públicos (segurança, inclusive) são, em sua maioria, o lixo que são?

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 22/05/2015

Ceará Sporting Club e 99Taxis firmam parceria até o fim de 2015

A marca da empresa estará estampada nas mangas das camisas

Site do Ceará Sporting Club

Atacante Vinícius, ex-Palmeiras, é o novo reforço do Ceará

  • Jogador chega por empréstimo e fica até o fim desta temporada

Vinícius

Vinícius foi revelado pelas categorias de base do Palmeiras
FOTO: GRECO/AG PALMEIRAS/DIVULGAÇÃO

Logo após a saída do atacante Magno Alves, o Ceará correu atrás de um novo jogador para o setor. E a aposta do time alvinegro é o atleta Vinícius. O atleta foi confirmado pela diretoria do clube e já está treinando em Porangabuçu.

Vinculado ao Palmeiras, o novo atacante do Vovô chega por empréstimo e fica até o fim desta temporada. Revelado pelas categorias de base do time paulista, ele tem contrato com a equipe alviverde até 2017.

Vinícius defendeu a equipe do Vitória na Série A de 2014, No início de 2015, o atleta, de 21 anos, se reapresentou ao Palmeiras e chegou a participar da pré-temporada no Verdão. Porém, sem espaço no time montado pelo técnico Oswaldo Oliveira, Vinícius foi para o Capivariano/SP, ocasião em que disputou o Campeonato Paulista 2015.

Ficha técnica:

Nome: Vinícius Santos Silva de Souza
Apelido: Vinícius
Naturalidade: atacante
Nascimento: 03.08.1993
Idade: 21 anos
Peso: 70kg
Altura: 1,80m
Clubes: Capivariano/SP, Vitória/BA, e Palmeiras/SP.

 

Jogada – Diário do Nordeste – 22/05/2015

Maracanã não vai passar por reforma para a Olimpíada de 2016

 

O presidente do comitê organizador da Olimpíada de 2016, Carlos Arthur Nuzman, afirmou, nessa quinta-feira, que o estádio do Maracanã não precisará passar por nova reforma para os Jogos no Rio de Janeiro. “A cerimônia será feita no Maracanã exatamente como ele está”, disse Nuzman ao final de uma série de reuniões fechadas com técnicos do COI.

 

Jogada – Diário do Nordeste – 22/05/2015