Torcida do Ceará está intrigada com o time

Quando o Ceará vai engrenar no Campeonato Cearense? Essa é a pergunta que mais a torcida alvinegra se faz a cada partida, ansiosa pelo pentacampeonato.

A rigor, tirando os duelos contra o Itapipoca na estreia, quando goleou por 3 a 0, e a goleada de 4 a 0 diante do Guarany de Sobral há uma semana, o Alvinegro está devendo atuações melhores em 7 rodadas disputadas.

E ontem à tarde, pela 8ª jornada do Grupo A2, o Ceará sofreu para empatar em 2 a 2 com o Guarani de Juazeiro no Domingão, em Horizonte, irritando a torcida, já ressabiada após o empate no Clássico-Rei pela Copa do Nordeste.

Os defensores do futebol de resultados podem alegar que o Ceará é líder de seu grupo com 16 pontos, tem a melhor campanha na classificação geral do certame, mas o nível de exigência de atuações de uma equipe como a do Ceará, pelo elenco que tem, precisa ser diferente.

E ontem, o time teve bons momentos, como o belo gol de Ricardinho, de fora da área, trocas de passes interessantes, porém o time de Dado Cavalcanti não ‘ganhou’ a torcida ainda.

Ficou nítida a lentidão da equipe como um todo, a pouca pegada na marcação no meio campo e a dificuldade do ataque em finalizar.

Com todos estes problemas, o Ceará nivelou seu jogo ao Guarani, que não mais esforçado, saiu comemorando um empate. E olha que o time de Juazeiro poderia ter vencido.

O Vovô abriu o placar no primeiro tempo em um gol esquisito, após disputa de bola de Eloir com Roberto Baiano. O defensor do Guarani acabou fazendo contra de cabeça. Mas o Ceará tomou logo o empate em lance que a defesa dormiu no ponto, e Roberto Jacaré empatou.

O empate parecia satisfazer ao Ceará, que não forçava o jogo no segundo tempo. Mas a virada do Guarani, em lance bizarro de Samuel, e marcado por Valclício, acordou o Vovô.

Na última meia hora de jogo, o Ceará fez uma pressão, encurralando o Leão do Mercado em seu campo de defesa e empatou em belo chute de Ricardinho de fora da área.

Crescendo de produção após a entrada de Uillian Correia no meio campo, o Vovô buscou na jogada aérea o desempate, ficando no quase em cabeçada de William que parou na trave.

Mas o triunfo não veio e a garantia da 1ª colocação de seu grupo também não. As interrogações quanto às atuações do Ceará na temporada continuam.

Jogadores lamentam erros infantis

Os jogadores do Ceará saíram visivelmente insatisfeitos com a atuação da equipe ontem, contra o Guarani de Juazeiro, no estádio Domingão. Atletas como João Marcos, Uillian Correia e Tiago Cametá ressaltaram que uma equipe com a qualidade e grandeza do Ceará não pode cometer tantos erros bobos em uma partida.

“Tomamos dois gols que não podem acontecer em uma equipe como o Ceará, que está lutando pela liderança e almeja o título. Primeiro, o gol de bola parada em erro de marcação, depois uma falha individual”, declarou João Marcos.

O lateral-direito Tiago Cametá também mostrou-se insatisfeito. “É inadmissível um time profissional como o nosso falhar dessa maneira como no segundo gol. Temos que corrigir isso. O Dado nos cobra e estamos falhando em certos momentos”.

O técnico Dado Cavalcanti resumiu o sentimento após o jogo. “Claro que não saímos satisfeitos com um resultado como esse. Erramos muito”.

Vladimir Marques
Repórter

 

 

Diário do Nordeste – Jogada – 09/02/2015

James Akel divulga depoimento pessoal de Luíz Gustavo ao VIVA

Na próxima quinta o ator Luiz Gustavo, que fez o papel de Beto Rockfeller na TV Tupi, mostra depoimento sobre sua carreira as 22,30 na TV Viva.

Um detalhe da entrevista é que ele conta que mesmo sendo o maior ator da TV Tupi naquele momento, fazendo o papel de Beto na novela de maior faturamento da emissora, ele não recebia salário em dia, aliás vai dizer que passou todo tempo da novela sem receber salário.

 

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 14h04 no dia 09/02/2015

James Akel comenta entrevista de Roberto D’Ávila com Jô Soares

Neste fim de semana uma entrevista histórica foi mostrada na Globo News.

O entrevistador foi Roberto D’Ávila que é o maior entrevistador do Brasil.

Ninguém em tempo algum pode ser comparado a ele.

O entrevistado foi Jô Soares.

Jô deu uma entrevista tão emocionante, contando coisas da família dele bem pessoais, tão pessoais que jamais contaria pra outra pessoa.

Depois Jô ainda levou Roberto pra passear por toda casa, aliás um big duplex em Higienópolis, com elevador particular e tudo mais, mostrando cada detalhe do lugar onde mora.

Detalhe curioso é que o tempo todo Jô ficou com uma garrafa de água mineral na mão.

Pra não fazer merchandising da água ele tirou o rótulo.

Mas a tampa da Bonafonte só ela tem.

 

James Akel no dia 09/02/2015

James Akel comenta que a prefeitura de São Paulo está gastando 3 vezes mais caro por km em ciclovias

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Os 650 mil por km que custa a ciclovia do Haddad é 3 vezes mais caro do que a prefeitura disse que iria gastar.

Mas isto nem é de se espantar.

Afinal Haddad é prefeito do PT e está apenas aprendendo as lições de Dilma e sua turma que gastaram bilhões em Pasadena e Abreu e Lima.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 02h39 no dia 09/02/2015

James Akel comenta exibição simultânea do programa religioso de RR Soares na Band e na REDE TV!

O missionário RR Soares conseguiu , claro que a custa de bastante dinheiro comprando horário, estar ao mesmo tempo no mesmo horário na TV Band e na RedeTV.

É algo raro de se conseguir e isto dá a ele uma visibilidade bem grande.

As duas emissoras estão tentando fazer com que ele mude de horário.

Eu se fosse ele não mudava nada.

Afinal, se as emissoras precisam tanto assim do dinheiro dele nada mais justo que ele tenha o mínimo de produtividade pelo dinheiro investido.

E não concordo com a linha de pensamento dos que acham um absurdo as emissoras de tv venderem horários pras Igrejas.

As Igrejas tem todo direito de comprar os horários que desejarem pra divulgar seus cultos e se as emissoras fazem concorrência predatória é por falta de estratégia das emissoras que aceitam vender qualquer horário.

Vamos bem dizer que apenas a TV Globo e o SBT é que jamais aceitaram tais vendas.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 10h38 no dia 09/02/2015

James Akel comenta o desfila do Bloco Filhos da Santa

Neste sábado o Bloco Filhos da Santa desfilou pelas ruas de Santa Cecília.

Grupo de fantasias artesanais e de grande simpatia, usam recuso próprio sem patrocínio pra suas vestes.

Foi criado há muito tempo e marca por seu carisma.

O nome não tem qualquer conotação de trocadilho e se refere apenas aos moradores do bairro charmoso de Santa Cecília.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h02 no dia 09/02/2015

James Akel comenta que São Paulo é a cidade do carnaval de rua

No Rio foram pouco mais de 100 blocos de Carnaval desfilando nas ruas ontem.

Em São Paulo passou longe de mais de 200 os blocos de rua.

Isto é o desabafo do povo cansado de tanta maracutaia e que precisa se divertir.

É um povo trabalhador que quer o direito ao viver.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 08h57 no dia 09022015

Minissérie do SBT, Pássaros Feridos bagunçou a programação da Globo

Rachel Ward e Richard Chamberlain em Pássaros Feridos, sobre o amor de uma mulher e um padre
Por THELL DE CASTRO, em 08/02/2015 · Atualizado às 07h34

São conhecidas por grande parte do público as artimanhas históricas de Silvio Santos para abocanhar audiência para o SBT. Uma das primeiras vezes em que o animador e empresário utilizou esse artifício foi em agosto de 1985, quando, em seu programa, anunciou que a emissora exibiria a série norte-americana inédita Pássaros Feridos (The Thorn Birds) sempre depois de Roque Santeiro, da Globo. A estratégia deu certo, e a produção chegou a alcançar 47 pontos na Grande São Paulo.

Alguns meses antes, Silvio Santos já havia aprontado: esticou seu programa, tirando preciosos pontos do Fantástico, naquela época imbatível nas noites de domingo. No programa de 18 de agosto de 1985, ele anunciou a estreia da produção estrelada por Richard Chamberlain. “Logo depois da novela da Globo, vocês poderão assistir a um filme sensacional. Não precisa deixar de assistir à novela. Vejam a novela e depois vejam o filme”.

Produzida em 1983 e exibida originalmente pela rede norte-americana ABC, Pássaros Feridos já havia conquistado nos Estados Unidos a maior audiência da história das minisséries: 34,9 milhões de casas. De acordo com a Folha de S.Paulo de 19 de agosto de 1985, na Austrália a produção alcançou 44% de audiência e na Itália, 39,3%.

O SBT começou a exibir um teaser (chamada rápida) dois meses antes da estreia de Pássaros Feridos. A emissora investiu sete milhões de cruzeiros em anúncios em jornais, revistas e rádios de todo o Brasil. Os direitos de exibição da produção custaram US$ 130 mil e permitiam uma reprise em três anos. A emissora vendeu cinco cotas de publicidade, ao custo de 410 milhões de cruzeiros cada. “Foi tão fácil vender as quatro primeiras cotas que até fizemos um certo charme com a quinta”, disse à Folha o então diretor de marketing do SBT, Ricardo Ramos.

No dia 19 de agosto, no quarto aniversário do SBT, Pássaros Feridos estreou por volta das 21h30, “logo depois da novela”. Na Grande São Paulo, ficou em primeiro lugar, com 47 pontos, contra 27 da Globo. No Rio, a tradicional líder manteve a ponta, mas viu o público cair de 72 para 47 pontos em questão de minutos.

O próprio SBT esperava uma boa audiência, mas foi surpreendido com os recordes. A expectativa era alcançar algo em torno de 30 pontos. “Precisávamos conseguir no mínimo 25 pontos de audiência para compensar”, disse Pyr Marcondes, então gerente de comercialização da emissora.

Regina e Lima Duarte em cena de Roque Santeiro, que passou a começar mais tarde

Globo atrasa programação

O sucesso de Pássaros Feridos fez cair algo impensável: a conhecida pontualidade da programação da Globo. “A Globo, aparentemente contrariada com a derrota, não teve dúvidas e, na terça-feira, atrasou em mais de meia hora sua programação, esticando os programas Jornal Nacional e Roque Santeiro, que terminou às 21h55, quando normalmente estaria cedendo lugar para o enlatado Magnum, às 21h20. O SBT não se deu por achado e, encerrado o programete Momentos Menudo, desfiou uma sucessão de desenhos animados A Pantera Cor de Rosa, à espera de que a Globo se cansasse e pusesse um fim ao capítulo da novela, para, então, colocar no ar a segunda parte de Pássaros Feridos”, relatou a Folha de 23 de agosto de 1985.

Segundo o texto, na quarta-feira aconteceu a mesma coisa: a novela terminou às 21h50. “Segundo dados do Ibope, a façanha da segunda repetiu-se na terça, já que a minissérie continuou na média de 41 pontos, contra 21 da Globo”, destacou o jornal.

“Em reação à semana anterior, esses números mostram que a Globo perdeu 20% da audiência. O Ibope registra 62% como o índice de Viva o Gordo na semana passada. Os resultados preocuparam o alto comando global. Até porque a tática de atrasar Roque Santeiro para só soltar o público depois do início de Pássaros Feridos pode não dar certo. Sílvio Santos avisou que a série começa depois da novela e a TVS já avisou que, se a Globo espichar capítulo, a série espera. Só entra no ar depois de exibidos os últimos acordes de Roque Santeiro”, destacou reportagem de Miriam Lage no Jornal do Brasil de 21 de agosto de 1985.

Silvio Santos concedeu entrevista à Folha e disse que não fez nada mais que cumprir o que disse. “Foi uma questão de cumprir a promessa que fiz para meu público. No último domingo, apresentei uma amostra da minissérie no meu programa e disse que, para não atrapalhar os fãs de Roque Santeiro, Pássaros Feridos começaria um minuto após terminada a novela da Globo. Pelo visto, a concorrente atrasou a programação por nossa causa, mas vamos continuar cumprindo a promessa, embora a intenção não seja fazer guerra”.

Pássaros Feridos foi exibida novamente pelo SBT em outras ocasiões, sendo a últimas delas em 2006, sem alcançar, no entanto, a mesma repercussão.

James Akel divulga reportagem do Notícias sobre duelo entre Globo e SBT em 1985

Rachel Ward e Richard Chamberlain em Pássaros Feridos, sobre o amor de uma mulher e um padre

Vejam hoje um excelente artigo no site Notícias da TV editado por Daniel Castro, artigo escrito por Thell de Castro contando sobre a disputa entre SBT e TV Globo em 1985 quando a TV Globo exibia a novela Roque Santeiro e o SBT esperava terminar a novela pra colocar no ar o seriado Pássaros Feridos.

A narrativa de Thell de Castro é deliciosa e o leitor vai se divertir ao lembrar o que o SBT fazia pra ter o maior ibope da época e ganhar da líder.

http://www.noticiasdatv.uol.com.br


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 08h32 no dia 09/02/2015

Nota do Blog : No próximo post , você terá acesso à reportagem