Rede Record cancela gravação nos Estados Unidos que seria exibido no fim de ano

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A Record foi obrigada a cancelar uma gravação da Sabrina nos Estados Unidos, por causa da concorrida agenda da apresentadora…

… O material faria parte dos especiais de fim de ano.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Os Simpsons ficará no ar no lugar do Tá Na Tela

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De acordo com a nova programação da Band, distribuída na semana passada, a partir de janeiro o desenho do “Simpsons” irá substituir o “Tá na tela”…

… E passará a fazer a espera do “Brasil Urgente”, que será exibido a partir das 16h20.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rede Globo exibirá de 6 a 23 de janeiro de 2015 um passeio por alguns dos maiores sucessos da casa

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Vai se chamar “Luz, Câmera 50 Anos”, a sessão que a Globo vai exibir de 6 a 23 de janeiro, com um “passeio por alguns dos maiores sucessos da casa”…

… Todos em formato de longa-metragem…

… Cada episódio vai mostrar um grande título da dramaturgia, exibido em edição especial, em um único dia…

… Na lista, “O Canto da Sereia”, “Maysa – Quando Fala o Coração”, “A Teia”, “Lampião & Maria Bonita”, “O Pagador de Promessas”, “O Primo Basílio” e “Anos Dourados”.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rede Record vai concentrar as suas atenção ao horário nobre no ano de 2015

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]Prime time – 1

A Record, em discussões recentes, tem colocado que o seu principal foco para 2015 é atacar o prime time, 18h às 24h.

É a faixa de maior disputa entre as emissoras de televisão e também a que mais recebe investimentos do mercado publicitário.

Prime time – 2

Através de novos produtos, como “Programa do Gugu” e “Os Dez Mandamentos”, a Record planeja uma sacudida por ali. O segundo lugar é encarado como obrigação.

A faixa da tarde também preocupa, mas nada que chegue perto ao horário noturno.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

James Akel divulga em sua coluna comunicado do Superior Tribunal Militar à imprensa

Nota à imprensa do Superior Tribunal Militar

O Superior Tribunal Militar vem a público esclarecer equívocos e inverdades constantes do Relatório da Comissão Nacional da Verdade, divulgado em 10 de dezembro de 2014, relacionados a este ramo especializado do Poder Judiciário.

Na realidade, a Justiça Militar da União (JMU) não “teve papel fundamental na execução de perseguições e punições políticas”, não “institucionalizou punições políticas” e tampouco ampliou, para si mesma, sua competência para o “processamento e julgamento de civis incursos em crimes contra a Segurança Nacional”. Muito menos, foi a “retaguarda judicial […] para a repressão […] conivente ou omissa às denúncias de graves violações de direitos humanos”.

Nas recomendações finais, o Relatório sugere a “exclusão de civis da jurisdição da Justiça Militar Federal”, pois consiste, segundo a Comissão, em “verdadeira anomalia que subsiste da ditadura militar”.

O Relatório causa estranheza e o seu posicionamento ofende a base principiológica do Superior Tribunal Militar (STM) e, por extensão, da própria Justiça Militar da União.

Se a Comissão pretendia, no tocante à JMU, elucidar fatos daquela época, não cumpriu o seu mister. Na verdade, os processos constantes dos arquivos desta Corte demonstram exatamente o contrário. O Poder Judiciário só age quando acionado e a JMU, à época dos fatos, assegurou os princípios garantistas e os direitos humanos.

A exemplo da Justiça Eleitoral e da Trabalhista, a Militar é ramo qualificado do Poder Judiciário, competente para o processo e o julgamento de crimes em razão de sua especialidade, e não em face do agente, tudo em consonância com os mandamentos constitucionais. Para clarear incompreensões, esta Justiça é integrada por juízes civis que ingressam na carreira mediante concurso público de provas e títulos, como todos os magistrados. Os indicados para integrar o STM são submetidos à apreciação do Congresso Nacional e, por fim, nomeados pela Presidência da República.

Olvidou o Relatório, ainda, que a Justiça Militar foi criada em 1808, sendo a mais antiga do Brasil, e integra o Poder Judiciário desde a Carta de 1934. Portanto, a Justiça Militar não floresceu no regime militar ou no período analisado pela Comissão.

A Justiça Militar sempre edificou exemplos de independência, coragem, imparcialidade e isenção ao julgar, conforme espelham decisões memoráveis, como a que reformulou a sentença condenatória proferida em desfavor de Luis Carlos Prestes, e, ainda, a que deferiu liminar em Habeas Corpus, exatamente no período em contexto, a qual serviu de precedente para o próprio Supremo Tribunal Federal.

A propósito, a primeira vez que Defensores Públicos atuaram, no Judiciário Brasileiro, foi justamente perante o STM. Vale, ainda, enfatizar os posicionamentos de ilustres juristas e advogados que atuaram junto a este Tribunal, durante aquele período conturbado, como Sobral Pinto, Heleno Fragoso, Evaristo de Moraes e Técio Lins e Silva que atestam a postura independente, transparente e imparcial desta Corte em seus julgados, evidenciando espírito democrático e respeito à dignidade humana.

Nesse sentido, destaca-se o discurso do renomado advogado TÉCIO LINS E SILVA, em 1973, quando da instalação do STM em Brasília:

“[…]os anos se passaram e esta Corte não só se firmou no setor judiciário, como se impôs perante toda a nação como um tribunal de invejável sensibilidade, atento, seguro, digno e sobretudo independente. Os processos trazidos a esta Corte, tantas vezes envolvendo questão política – nos casos de Segurança Nacional – não abalaram, não afastaram sentimento de Justiça e equilíbrio que fez com que este Tribunal merecesse de todo o povo a admiração e o respeito.”

Por fim, entende-se, como inverídicos, injustos e equivocados, os conceitos contidos no relatório da Comissão Nacional da Verdade, a respeito da Justiça Militar da União, cuja atuação tem contribuído à estabilidade pátria desde a sua criação há 206 anos.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 10h49 no dia 14/12/2014

Rede Record define data de estreia do Repórter em Ação

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Ampliando

A partir do dia 11 de janeiro, às 23h15, a Record vai estrear o “Repórter em Ação”.

O apresentador ainda não foi definido, mas o programa chega com a finalidade de ampliar a carga de jornalismo aos domingos, que irá das 19h30, com o início do “Domingo Espetacular”, à 0h15.

 

Flávio Ricci com colaboração de José Carlos Nery

Xuxa e Record agora conversam em bases mais seguras

Xuxa e Record voltam a conversar

Xuxa e Record voltam a conversar

Na semana que passou, representantes da Xuxa e da Record voltaram a se encontrar em São Paulo e, desta vez, a conversa foi mais animadora que as vezes anteriores.

As negociações, que se iniciaram no fim do ano passado, depois sofreram uma interrupção e voltaram a ser mais frequentes de uns meses para cá, por boa parte do tempo, foram prejudicadas pelas altas exigências feitas em nome da apresentadora.

Agora, ao que parece, a negociação está acontecendo em bases mais próximas da realidade e em planos, por fim, que possam satisfazer a todos.

Há o entendimento no mercado que a Xuxa, hoje, para a Globo, se transformou num problema a ser resolvido, ao passo que para a Record ela poderá ser uma solução, por tudo que significa e pela repercussão que a sua transferência fatalmente irá alcançar.

O que resta, no momento, é esperar pelos próximos e emocionantes capítulos.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Economia faz Band cancelar especiais de fim de ano do Rafinha

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A direção da Band voltou atrás na decisão de produzir dois especiais de fim de ano para o “Agora é Tarde”, de Rafinha Bastos.

Toda a pompa e circunstância que eram aguardadas vão ficar para outra oportunidade.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávia Alessandra quer diversificar carreira na TV

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Muito em breve, Flávia Alessandra pretende investir na carreira de apresentadora. Trata-se de uma área que chama muito a atenção da atriz e ela começa a se preparar para essa função.

Até como treinamento, Flávia trabalhou na quarta-feira passada como apresentadora numa gravação do “Caldeirão de Ouro”, do Luciano Huck, ao lado de Jorge Fernando.

O especial reuniu Anitta, Banda Malta, Bruno e Marrone, Jota Quest, Luan Santana, Ludmilla, Marcos e Belutti, MC Guimê, Thiaguinho e Valesca Popozuda. A Globo vai mostrar no próximo dia 3.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery