Amandha Lee, mulher de Nalbert, rescinde contrato com a Record

Atriz Amandha Lee

Atriz Amandha Lee

A atriz Amandha Lee, mulher do ex-jogador de vôlei Nalbert, vai rescindir seu contrato com a Record nesta segunda-feira. Uma decisão tomada pelo fato de não estar sendo chamada para novelas e séries da emissora – seu último trabalho foi “Vidas em Jogo”, em 2011.

Além disso, ela planeja traçar novos objetivos e oportunidades para sua carreira, o que já inclui negociação avançada para rodar um filme no começo de 2015.

 

Flávio Ricco com colaboração de Jose Carlos Nery

Rede Globo pré-seleciona 60 atores para novo “Zorra Total”

Ator Nando Cunha

O diretor Maurício Farias, novo responsável pelo “Zorra Total”, montou uma pré-lista com nomes de 60 atores, entre homens e mulheres e dela sairão os participantes do novo formato do programa, que estreia em abril.

Alguns, inclusive, já foram aprovados, como são os casos de Nando Cunha, recém-saído de “Geração Brasil”, Cândido Damm, Isio Ghelman e Débora Lamm.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Funcionários da TV Cultura vivem ameaça de demissões a partir de janeiro

Logo TV Cultura

Depois da nota da colunista Keila Jimenez, do jornal Folha de S. Paulo, na última quinta-feira, a TV Cultura veio a público e por meio do seu presidente Marcos Mendonça, avisou que uma suplementação de verba é aguardada para esta segunda-feira (24), o que tornará possível o pagamento dos seus funcionários.

O problema é que há uma inquietação muito grande, dentro e fora de lá, sobre nova lista de cortes para janeiro.

A manifestação…
O presidente Marcos Mendonça explica, mas não justifica mais este momento que a TV Cultura atravessa — “face à situação econômica do país”.
Fosse assim, outras TVs, como SBT, Globo, Record, Rede TV! e Band também estariam atrasando salários. E elas só se mantêm vendendo espaços comerciais, não têm um Governo do Estado por trás para pedir socorro e receber recursos públicos para se sustentar.

É justo reconhecer…
Que a responsabilidade por todos os transtornos na TV Cultura não cabe unicamente à sua direção atual, mesmo porque é um quadro que vem de muito tempo.

Nenhuma das suas administrações, nos últimos 10 ou 15 anos, conseguiu encontrar alguma solução. Só que não pode continuar assim.

José Carlos Nery com Colaboração José Carlos Nery

Crescimento da TV aberta deve ser visto como natural e consequente

Cenas das séries nacionais "Lili a ex" e "Três Teresas", ambas exibidas no canal GNT

Cenas das séries nacionais “Lili a ex” e “Três Teresas”, ambas exibidas no canal GNT

Foi absolutamente natural e consequente o crescimento da TV aberta nos últimos meses. Por mais que alguns considerem “moda” exaltar a qualidade dos canais fechados, o serviço prestado, na maioria dos casos, está longe de atender o desejado.

Há a necessidade das TVs por assinatura — como ficha que ainda não caiu — também saírem ao encontro daquilo que deseja o público brasileiro e não apenas em sentido contrário, tentando levar o telespectador a aceitar tudo o que vem de fora.

Quanto à lei que exige um mínimo da produção nacional, ela é bonita e ainda não foi além das suas boas intenções, porque na prática grande parte dos canais fechados continua na base do jeitinho. Ou apenas buscam mecanismos para atender, sem muito trabalho e custo próximo de zero, o que ela determina. Investimentos em produção que é bom, são muito poucos.

Evidente que para não deixar este quadro inteiramente nebuloso, existem as raras e honrosas exceções, entre elas, os canais esportivos e jornalísticos. Esses, sim, se colocam entre os melhores e mais eficientes do mundo.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery