Tom Barros comenta jejum de vitórias do Fortaleza

 

Voltar a vencer

Três jogos sem vitória. Sinal de alerta em grau máximo. O Fortaleza empatou com o Crac (1 x 1), perdeu para o CRB (3 x 0) e empatou com o Paysandu (0 x 0). A última vitória do Leão foi no dia 25 de agosto, em Marabá, quando ganhou do Águia por 2 a 0 no Estádio Zinho de Oliveira. Depois disso, as vitórias sumiram. Procede a preocupação.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Tom Barros comenta que os dois jogos que o Fortaleza não venceu como mandante

Atacante Waldison lutou muito, porem não conseguiu se livrar da forte marcação imposta pela defensiva do Paysandu. Foi substituído por Zulu no segundo tempo, mas saiu aplaudido pela torcida. (Fotos: Nodge Nogueira)

 

Nem em casa

O que mais preocupa nesta falta de vitórias do Fortaleza é o fato de não ter vencido os dois últimos jogos em casa. Um no PV diante do modesto e fragilizado Crac e o outro no Castelão (empate com o Paysandu). Nesta fase classificatória dá para contornar os tropeços. Mas isso poderá comprometer se o tropeço em casa for no mata-mata.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Tom Barros comenta que Marcelo Chamusca terá 3 oportunidades para corrigir erros do Fortaleza

Fortaleza

Marcelo Chamusca entende que não há razões para preocupação, pois seu time ainda mantém situação cômoda em relação ao G-4 do Grupo A

FOTO: BRUNO GOMES

 

Chances de ajuste

O técnico Marcelo Chamusca tem ainda, antes do mata-mata, três chances para promover ajustes e fazer outra vez vencedor o Leão. Dia 22, 2ªfeira, diante do Treze no Castelão; dia 28, domingo, quando enfrentará o Botafogo em João Pessoa; e no dia 4 de outubro contra o Asa/AL no Castelão. Depois disso, o mata-mata. Aí um erro poderá set fatal. Cuidado, Marcelo!

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Australian Taxation Office’s crime fighters may face police investigation

September 16, 2014 – 11:30PM

Noel Towell

Reporter for The Canberra Times

Abuse of Power: The ATO is facing trouble on numerous fronts, including claims that it abused its powers while investigating one of its own.

Abuse of Power: The ATO is facing trouble on numerous fronts, including claims that it abused its powers while investigating one of its own. Photo: AFR

The Australian Taxation Office’s internal crime-fighting unit could face investigation by Australian Federal Police anti-corruption over allegations it abused its powers while pursuing threats against one of their own.

The Taxation Office has also been forced to apologise to a woman caught up in the same case whose personal internet use was trawled by ATO investigators trying to snare the person behind the hate mail.

The ATO’s feared Fraud Prevention and Internal Investigations (FP&II) unit is also facing trouble on another front, with legal action looming from two former tax officials it wrongly accused of being involved in a grisly Melbourne underworld killing.

Federal Police in Adelaide have referred a complaint from ex-taxation staffer Gary Setter to their anti-corruption counterparts in Canberra for evaluation.

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Mr Setter alleges the FP&II acted unlawfully throughout an investigation into their former colleague whom they suspected was behind a hate mail campaign against a senior figure in the unit.

The pursuit culminated in a raid in October 2011, when Canberra-based public servants armed with a search warrant burst in the HMAS Cerberus naval base on the Mornington Peninsula, where Mr Setter was working, and spent several hours scouring his accommodation for evidence.

The unit also pursued a family member of Mr Setter’s and used its powers to gain access to weblogs linked to the woman’s email address.

But the Australian Information Commissioner found the move was a breach of the woman’s privacy and Assistant Commissioner Jonathan Todd has offered an “unreserved apology” for the conduct of FP&II.

“The criminal investigation was not undertaken in relation to you or your conduct,” Mr Todd wrote.

“We also regret any anxiety or distress that the ATO’s actions may have caused you.”

Mr Setter left the ATO under a cloud in 2010 and later pleaded guilty in a South Australian court to unlawfully accessing the tax records of family members.

But he has always maintained he is innocent of pursuing a hate mail campaign against senior figures in the FP&II and has alleged to Federal Police that at least two members of the unit committed abuses of public office in their pursuit of him, including making false statements to obtain the Cerberus search warrant.

After an “initial evaluation” the AFP’s Adelaide Operations Committee has sent the complaint to Canberra for evaluation by the force’s Fraud and Anti-Corruption team, who have yet to make a decision on whether to pursue the Taxation Office.

An Ombudsman’s investigation into the case has recommended an independent review into FP&II, but it is unclear what progress has been made.

An ATO spokesman said on Tuesday that the the Information Commissioner would be taking no further action.

“In this instance, the OAIC ceased its investigation into the complaint on the grounds that ‘the ATO has adequately dealt with the matter’,” the spokesman said.

Taxation’s media unit did not respond to questions about the broader allegations about the Setter case but Deputy Commissioner of Taxation Jeff Leeper has previously defended the conduct of his fraud busters, saying they had good reason to pursue Mr Setter and denying they launched their investigation on ” hunch”.

Meantime, two other former taxation investigators, who spent nine years suspected of accessing tax files on Melbourne “vampire gigolo”, Shane Chartres-Abbott, before he was murdered in 2003, say they are moving closer to legal action against the ATO.

Peter Spence and Bob Hynninen blame the FP&II for the botched investigation that led to their departure from their jobs and saw them implicated as suspects in the underworld-related killing.

Mr Hynninen told The Canberra Times this week that he and Mr Spence were awaiting the release of further documentation on their case before they launched their court action against the ATO.

Source : The Sydney Morning Herald

James Akel comenta a saída de Patrícia Poeta do Jornal Nacional

Tem um assunto que ninguém fala em público, mas que está sendo o maior comentário nos bastidores da TV Globo.

Não foi simples a saída de Patrícia Poeta do Jornal Nacional que a TV Globo revelou ontem.

Vamos explicar algumas coisas pra que o povo possa entender.

Primeiro, existiu tempos atrás uma briga muito grande entre o atual comandante da TV Globo, Carlos Henrique Schroder e Amaury Soares, marido de Patrícia.

Na época, esta briga foi tão grande que Amaury Soares foi mandado pra TV Globo nos EUA e Schroder ficou aqui.

Muitos achavam que esta briga tinha sido superada quando Patrícia Poeta foi nomeada apresentadora do Jornal Nacional.

Não existe briga superada em televisão.

Existem momentos de união por objetivos comuns.

E nem vem ao caso no momento qual era o objetivo comum.

Mas eis que algo aconteceu e muitas coisas do passado parece que voltaram ao sentimento das pessoas.

Eu não acredito em coincidências dentro de uma emissora.

Sempre que acontecem fatos podem procurar ligar um no outro porque nada é coincidência ou mera casualidade.

Dias atrás, uma notícia saiu na mídia em que Patrícia Poeta estava comprando um apartamento de 24 milhões de reais em Ipanema.

Pra coisa ficar mais estranha o tal apartamento era de um amigo do governador que tinha sido fotografado em Paris com Sergio Cabral numa festa exótica dentro de um local de grande luxo.

E pra coisa ficar mais estranha ainda o apartamento que Patrícia Poeta teria comprado tinha sido ganho pelo atual proprietário sabe-se lá o motivo de tão nobre presente.

Em nenhum momento Patrícia Poeta desmentiu a compra do apartamento de 24 milhões de reais.

Isto não teria sido bem digerido pela família Marinho que teria achado por bem afastar a moça do tradicional Jornal Nacional, de imediato.

A decisão teria sido tomada no final de semana, mais precisamente sexta-feira, por Roberto Irineu, que nem é lá de tomar muita decisão e deixa que os outros tomem por ele.

Não existe de verdade nenhum projeto de entretenimento pra Patrícia Poeta.

Ela foi colocada numa posição pra que o povo se esqueça um pouco dela e de seu apartamento em Ipanema de frente ao mar.

Mas vamos combinar também que ela não é a única da turma toda que tem apartamento em Ipanema de frente ao mar.

Outros apenas são bem mais discretos.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 06h27 no dia 16/09/2014         

Othon Bastos deve ter alta nesta terça-feira

 

Othon Bastos deve ter alta no dia de hoje, terça-feira, mas só voltará a gravar na semana que vem.

Ele está internado desde o último dia 31 no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro.

Intérprete do mordomo Silviano na novela “Império”, o ator foi diagnosticado com erisipela, infecção cutânea causada por bactérias que penetram na pele atingindo os tecidos subcutâneo e adiposo.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery