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Isabel Vilela_Juliana Silveira

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Paraná terá pelo menos 3 desfalques para enfrentar o Ceará

Sem Lúcio Flávio, Breno e Édson Sitta, Tricolor também deve ter ausência do atacante Giancarlo

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Lúcio Flávio, destaque do time paranista, está fora da partida diante do Ceará.

Site oficial Paraná Clube
Se o Ceará foi a Curitiba sem 3 dos seus principais jogadores para enfrentar o Paraná, na noite desta terça (16), no Durival de Brito, pela Série B, a situação no Tricolor não muito é diferente. Na 11ª colocação na tabela e buscando uma recuperação no campeonato, a equipe parananese já tem confirmada a ausência de 3 jogadores que vinham atuando como titulares nos últimos jogos.O meia Lúcio Flávio e o volante Édson Sita estão suspensos pelo 3º cartão amarelo, enquanto o lateral-esquerdo Breno está sendo negociado pelo clube. Além do trio, o atacante Giancarlo, cuja negociação com o Coritiba fracassou, também pode desfalcar o time paranista nesta noite.

Com isso, o provável time que o técnico Ricardinho deve mandar a campo é: Marcos; Chiquinho, Anderson Rosa, Alisson e Paulinho; Jean, Marcos Serrato, Lucas Otávio e Thiago Humberto; Tiago Alves e Adaílton.

 

Diário do Nordeste – Jogada – 16/09/2014

Com direito a gol de mão, Ceará e Paraná duelam pela 14ª vez nesta terça-feira

Paraná venceu o Vovô 4 vezes; alvinegro tem duas vitórias

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Este ano o Vovô já venceu o Paraná por 2×1, na Arena Castelão

Kid Jr
Ceará e Paraná fazem na noite desta terça-feira (16), em Curitiba, o 14º duelo entre as duas equipes em competições oficiais. Mesmo com um histórico equilibrado e repleto de empates, a vantagem no confronto é da equipe paranista.O Tricolor paranaense coleciona 4 vitórias contra o Vovô, enquanto o alvinegro venceu o confronto em apenas duas oportunidades. Em outras 7 partidas, houve empate. No total, o Paraná marcou 20 gols e o alvinegro apenas 17.

No 1º duelo entre as equipes, deu Vovô 

O primeiro confronto entre as duas equipes foi em 2001, pela Copa do Brasil, no PV. O Ceará estreava o técnico José Carlos Serrão, que substituira Arnaldo Lira, após a vexatória goleada de 7×0 para o Sergipe.

A chegada de Serrão parece ter realmente mudado os ânimos em Porangabuçu, e o Vovô venceu por 3×1, com gols de Chico Chapecó, Róbson e Zezinho. Reinaldo descontou para o time visitante.

Gol de mão do Paraná impulsionou acesso alvinegro 

Mas, sem dúvida, em se tratando de confrontos entre as duas equipes, o jogo que não sai da cabeça do torcedor alvinegro aconteceu no dia 19 de setembro de 2009, no Castelão.

Embalado pela vitória diante do Vila Nova e dentro do G-4 da Série B, o Vovô esperava vencer o time paranaense para subir ainda mais na tabela de classificação. Porém um erro grosseiro do árbitro alagoano Charles Hebert Cavalcante Ferreira decretou a derrota alvinegra dentro de casa para o Tricolor. Eram jogados 42 minutos do 1º tempo quando, após cobrnça de escanteio, Wellington Silva, com a mão, empurrou a bola para as redes do goleiro Lopes, do Ceará. O árbitro validou o gol e a confusão se generalizou em campo. No intervalo da partida, o próprio atacante paranista reconheceu ter desviado a bola com a mão, entretanto, segundo ele, sem intenção.

Após a derrota e indignado com a situação, o Ceará se disse perseguido pelas arbitragens e adotou o lema “Contra Tudo e Contra Todos, Vamos Subir”, tentando inflamar a torcida e o seu elenco. A tática deu certo. O torcedor alvinegro comprou a ideia e passou a lotar todos os jogos do time, que não mais perdeu no “Gigante da Boa Vista”. No fim daquele ano, o Vovô comemorou o acesso à elite do futebol brasileiro após 16 anos.

Alvinegro já venceu o Paraná este ano 

Voltando ao presente, o Ceará derrotou os paranaenses no último mês de maio, durante o 1º turno da Série B. Magno Alves abriu o placar para os cearenses e Giancarlo empatou para os visitantes. No último minutos de jogo, Yan marcou contra e deu a vitória ao Vovô por 2×1.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Tom Barros comenta necessidade do Ceará derrotar o Paraná hoje à noite

Ceará Sporting Club

Hora de flexibilizar

Há muito o futebol cearense não obtém vitória no Paraná. Chegou a hora. A rodada cheia de hoje, Série B, encontra o Ceará pressionado pela Ponte Preta. Basta um empate com o Paraná e vitória da Ponte sobre o ABC para o Vozão sair do G-4. Margem reduzida. O Ceará, quando líder, chegou a colocar seis pontos sobre o segundo colocado. Hoje, padece o aperto dos times em ascensão, fato que o deixa na aflitiva situação de não poder perder. Principal motivo do retrocesso: a sequência interminável de gols evitáveis que o time vem sofrendo. O equívoco é da defesa ou da falta de proteção na frente da área? As duas coisas, creio. Sérgio Soares pode não abrir mão da vocação ofensiva, mas tem de flexibilizar, dando melhor consistência à marcação. Se assim não fizer, terá problemas.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Tom Barros publica em sua coluna foto de Pelé quando tinha 15 anos

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Recordando

Pelé aos 15 anos de idade, nesta foto batida em 1956, exatamente no dia em que foi apresentado aos dirigentes do Santos na Vila Belmiro em Santos/SP. Belo sorriso, puro, sem malícia, de um garoto que dava seu primeiro passo rumo à glória. Dois anos depois, aos 17 anos de idade, com esse jeito de menino e futebol de adulto, Pelé seria consagrado na Suécia, ganhando seu primeiro título mundial pela Seleção Brasileira.

 

Tom Barrosa – Jogada – Diário do No0rdeste – 16/09/2014

Tom Barros comenta poder ofensivo do Ceará com e sem Magno Alves

Ceará Sporting Club

 

Ataque

Outro detalhe importante: o ataque do Ceará com Magno Alves é um, mais perigoso, mais ativo; o ataque sem Magno é outro bem diferente, pois perde na qualidade dos passes e nas finalizações. Sérgio Soares tem de conseguir um meio-termo, ou seja, nem tão ofensivo, mas vulnerável atrás, nem tão retrancado, sem opções na frente.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Tom Barros comenta desempenho recente do Paraná Clube atuando no Estádio Durival de Brito

Paraná Clube

 

O adversário

O Paraná, em casa, no Estádio Durival Brito, empatou (0 x 0) com o Sampaio Correa, mas, na rodada passada, também em casa, ganhou (3 x 2) do Santa Cruz/PE. Antes fora goleado pelo Joinville (3 x 0) em Santa Catarina. O Paraná é um time oscilante. O técnico Ricardinho, ex-Ceará, estreou justo na vitória sobre o Santa. Um bom começo.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Tom Barros comenta jejum de vitórias do Fortaleza

 

Voltar a vencer

Três jogos sem vitória. Sinal de alerta em grau máximo. O Fortaleza empatou com o Crac (1 x 1), perdeu para o CRB (3 x 0) e empatou com o Paysandu (0 x 0). A última vitória do Leão foi no dia 25 de agosto, em Marabá, quando ganhou do Águia por 2 a 0 no Estádio Zinho de Oliveira. Depois disso, as vitórias sumiram. Procede a preocupação.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Tom Barros comenta que os dois jogos que o Fortaleza não venceu como mandante

Atacante Waldison lutou muito, porem não conseguiu se livrar da forte marcação imposta pela defensiva do Paysandu. Foi substituído por Zulu no segundo tempo, mas saiu aplaudido pela torcida. (Fotos: Nodge Nogueira)

 

Nem em casa

O que mais preocupa nesta falta de vitórias do Fortaleza é o fato de não ter vencido os dois últimos jogos em casa. Um no PV diante do modesto e fragilizado Crac e o outro no Castelão (empate com o Paysandu). Nesta fase classificatória dá para contornar os tropeços. Mas isso poderá comprometer se o tropeço em casa for no mata-mata.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Tom Barros comenta que Marcelo Chamusca terá 3 oportunidades para corrigir erros do Fortaleza

Fortaleza

Marcelo Chamusca entende que não há razões para preocupação, pois seu time ainda mantém situação cômoda em relação ao G-4 do Grupo A

FOTO: BRUNO GOMES

 

Chances de ajuste

O técnico Marcelo Chamusca tem ainda, antes do mata-mata, três chances para promover ajustes e fazer outra vez vencedor o Leão. Dia 22, 2ªfeira, diante do Treze no Castelão; dia 28, domingo, quando enfrentará o Botafogo em João Pessoa; e no dia 4 de outubro contra o Asa/AL no Castelão. Depois disso, o mata-mata. Aí um erro poderá set fatal. Cuidado, Marcelo!

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014