Para inaugurar Arena na Série A, Palmeiras acelera ritmo das obras: “Tem que terminar em 2014″

Wesley ajudando na obra. (FOTO: Fábio)

Wesley ajudando na obra.
(FOTO: Fábio)

A situação do Palmeiras piora a cada rodada. Com uma sucessão de desfalques e de erros do goleiro Fábio, após a derrota para o Fluminense, o time namora a zona de rebaixamento do campeonato Brasileiro. Por isto, a diretoria do clube solicitou um aumento no ritmo da construção da nova arena visando inaugurá-la ainda na Série A:

“Pedimos a construtora para colocar mais uma jornada de trabalho. Vamos acelerar as obras para dar ao menos uma alegria ao torcedor neste centenário, que é o novo estádio”, disse o presidente do clube, Paulo Nobre.

Para auxiliar nas obras, o clube disponibilizará alguns jogadores na construção. A ideia foi aprovada pelo elenco: “Eu nunca fiz um gol, então por causa do contrato de produtividade minha família não está numa situação confortável. Agora vou poder garantir o leitinho das crianças”, disse o atacante Diogo.

Enquanto aguarda a inauguração da nova Arena,  a torcida palmeirense já aprendeu que na frase: “O goleiro falhou novamente”, o sujeito sempre é o Fábio.

Após marcar novamente em Fábio, Ceni pede jogo de despedida contra o Cruzeiro

Ceni roubando o ar do Morumbi. (FOTO: Denis)

Ceni roubando o ar do Morumbi.
(FOTO: Denis)

O Brasileirão não terminou hoje! Graças a vitória do São Paulo em um jogo de ótima qualidade contra o líder Cruzeiro, ainda há possibilidades do campeonato ganhar emoção nas próximas rodadas. A partida, que bateu o recorde de público da competição, contou com uma tradição que desde o início do futebol no país se repete quando estes dois times se enfrentam: Rogério Ceni fez um gol no time de Minas Gerais.

“Eu lembro quando fiz o primeiro gol no Cruzeiro, o clube ainda tinha outro nome. Foi uma partida tão emocionante quanto esta. Mas o importante agora é que o São Paulo segue vivo na busca do título e eu fazendo gols no Fábio”, explicou o capitão tricolor, Rogério Ceni.

Justamente por este histórico positivo contra a Raposa, o goleiro oficializou um pedido a diretoria para que sua partida de despedida, a acontecer em breve, seja contra o Cruzeiro: “Nada contra os outros times, mas de todos os meus gols, 90 foram contra o Cruzeiro, sendo 75 em cima do Fábio. Ele é um grande parceiro meu”, explica o futuro aposentado.

A partida ainda não tem data para acontecer, mas Rogério aproveitou para descontrair e cornetar seu companheiro de profissão: “Espero fazer um gol na minha despedida, mas sem precisar que o Fábio esteja de costas”.

 

Divulgação dos times dos presidenciáveis pode mudar resultado das eleições; Entenda

dilmaaeciomaria

Só os políticos conseguem zoar todos os brasileiros ao mesmo tempo (FOTO: Tiririca)

O blog Pombo sem Asa  divulgou os times dos candidatos à presidência do Brasil. Por isso, já começou um burburinho nas redes sociais com o objetivo de entender o tamanho da influência da paixão pelo futebol dos presidenciáveis nas pesquisas de intenções de votos divulgadas recentemente. O consultor político do Olé do Brasil, Apodi, comentou que tipo de influência a divulgação dos times deverá ter nas urnas no próximo mês.

“Esse tipo de divulgação diz o que vemos nas pesquisas de intenção de votos, já que os botafoguenses Levir Fidelix e Eduardo Jorge e o santista Zé Maria estão lá em baixo nas pesquisas, assim como a torcida do Botafogo e do Santos. Se esses candidatos dependerem da torcida de seus respectivos times, não vai ter jeito, já que a média desses 2 clubes é de 1 torcedor a cada 30 milhões de pessoas. Além disso, eles não são obrigados a votar, já que senhores acima de 70 anos tem voto opcional. Portanto, a chance de um desses candidatos ganhar é do tamanho da torcida de Santos e Botafogo: pequenininha”, disse.

“Outro fato que chama a atenção é o gremista Eymael que, assim como o seu time, já entra na disputa sabendo que não vai ganhar. E o pior é que tal qual seu clube, ele é Imortal, pois está sempre concorrendo, mesmo sendo morto já no primeiro turno. Ele é tão Imortal quanto um zumbi de capacete (risos)”, brincou. “O Pastor Everaldo é vascaíno e, assim como seu clube, está no segundo pelotão, não figurando entre os principais concorrentes do país. A diferença é que tem água em casa”, lembou Apodi .

Apesar de ser palmeirense, Marina Silva venceria as eleições no 2° turno, de acordo com algumas pesquisas. Um palmeirense vencer algo que não seja a Série B é realmente impressionante. Já Dilma, assim como seu time, o Internacional, entrou como favorita, mas está caindo na tabela. Promete brigar até o final e pode surpreender com uma nova arrancada, assim como seu segundo time, o Atlético-MG, fez na Libertadores de 2013.

O caso do tucano Aécio Neves é curioso. Apesar de o Cruzeiro, seu time do coração, estar liderando o Brasileirão com certa folga, o candidato está bem atrás de seus dois principais concorrentes. Devido ao retrospecto recente do time mineiro, existe a desconfiança de que Aécio seja torcedor do América-MG e esteja espalhando ser cruzeirense para ganhar votos e a confiança da população.

É importante lembrar que assim que o novo presidente for eleito, o Fluminense deve entrar com recurso e obrigá-lo a torcer pelo Tricolor das Laranjeiras, fato que mudaria o cenário para as próximas eleições e a forma de governar.

 

Slowly does it, but battle-ready Australia will be at war

September 14, 2014 – 6:47PM

Opinion

Mark Kenny

Chief political correspondent

Tony Abbott says a final decision is yet to be taken on whether our forces deploy in Iraq itself. Right now, they are being “prepositioned” to our base at Al Minhad, in the United Arab Emirates.

Don’t believe it.

Within days it will become clear that Australia is to play a “proportionate” yet key role in a lethal multi-national campaign involving an air war of staggering ferocity, and support for ground forces operating in Iraq, and potentially even, into Syria.

The theatre of war is always preceded by the theatre of politics.

In this case, those theatrics are being crafted extra carefully in light of past military misadventures which remain so fresh in the minds of Australians, Americans, the British, and of course, Iraqis.

And to that list should be added the Vietnamese.

While parallels with the miserable Vietnam War have previously been drawn at the time of Iraq Mk I and the subsequent Afghanistan foray, there are some obvious similarities to note here too.

The US-led disaster in Vietnam was an ill-advised attempt to stop the export of an anti-western ideology, in that case communism. But it was the campaign’s ultimate failure, preceded by an inexorable ratcheting up of forces, for which it is notorious. It too began with military “advisers”.

The politics of the gathering storm to hit Iraq and Syria are at least as tricky involving highly motivated and well-funded guerilla forces operating across borders, with various lines of support and a raft of declared and non-declared national interests to balance in the region.

A glance at the multi-national force assembled so far reveals some of this complexity by way of who is not involved such as Saudi Arabia, Egypt, Qatar, and Turkey.

Domestically, Abbott like US President Barack Obama, is treading carefully, slowly, and methodically.

The plan, in contra-distinction to the flawed intelligence-based case for Iraq Mk I, is to ensure the people come along – even if the precise end goal is hard to define.

Everything Obama has done in the prelude to this conflict – and Abbott too for that matter – has been designed to mark it out as quintessentially different from that first Iraq disaster.

They’ve been aided in this regard by the televised actions of the terrorists themselves brutally beheading US and British nationals, as well as their genocide against fellow Muslims.

Abbott has stressed Australia’s responsibility to intervene in the blood-fest if only because we have unwittingly supplied some 60 fighters to ISIL and have many more who provide it with support.

But he has also made a convincing case on Australia’s national security grounds – both in terms of returning and highly trained jihadists, and in terms of the risks of lone-wolf sympathisers.

Yet the task domestically is not without risks.

The Labor opposition remains firmly onside, eager not to be seen to be equivocal in the face of terrorism.

But it seems unlikely everyone in “team-Labor” will stay in the peloton – especially if Australians die at the hands of those they are advising.

The Greens have already slammed the decision branding it just another case of Australia slavishly following the US into war.

This reflects a surprising indifference on the political left to the plight of hundreds of thousands of powerless Iraqis.

But the mission remains problematic. Degrading ISIL may well be possible from the air, but destroying it? That has to happen on the ground.

Perhaps it is time western political leaders levelled with voters on that score rather than getting there by degrees as also happened in Vietnam.

Source : The Sydney Morning Herald