Tom Barros comenta retorno de Luís Carlos ao gol do Ceará

Luís Carlos Dallastella

 

O goleiro Luís Carlos estará em ação hoje pelo Ceará diante do Náutico na Arena Pernambuco. Luis voltou bem contra o América/MG. Bom goleiro. Ocupa espaço onde fizeram história Pintado, Ivan Roriz, Harry Carey, Aloisio Linhares, George, Lulinha, Gilvan Dias, Ita, Pedrinho, Hélio Show, Sérgio Gomes, Ivanhoé, Washington, Chico.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 12/09/2014

Tom Barros torce para que o Ceará faça uma boa partida hoje contra o Náutico

Clube Náutico Capibaribe

Náutico

X
Ceará Sporting ClubCeará

A propósito, hoje em Recife a esperança é de que o Ceará repita a bela atuação da vitória sobre o América/MG, quando Eduardo e Magno Alves deram show. Eduardo, então, extrapolou pelos gols e passes precisos. Resta saber se Sérgio Soares conseguirá corrigir os problemas da defesa, máxime no jogo aéreo.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 12/09/2014

Tom Barros divulga em sua coluna lançamento do livro Pintado – Escalada de um Campeão

 

Hoje, às 19h30, no Náutico Atlético Cearense, o encontro entre o passado e o presente do melhor do nosso futebol em todos os tempos. Um recuo às décadas de 1930 e de 1940, quando o extraordinário goleiro Pintado escrevia a sua história, praticando defesas monumentais. A trajetória vitoriosa, que o levou ao Madureira e ao Botafogo do Rio de Janeiro, está contada no livro “Pintado – Escalada de um Campeão”, escrito pelo professor Adhemar Nunes Freire Filho. O autor, Adhemar, filho do Pintado, oferece às novas gerações o resgate de fatos marcantes desse notável goleiro cearense que teve até seu nome lembrado para disputar pelo Brasil a Copa do Mundo de 1938. Valores assim nós temos de cultuar com muita estima e respeito porque alicerces de tudo o que hoje aí está.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 12/09/2014

Números de anteontem do TV TOTAL

Vôlei de Praia

País Visualizações
Sinal BrazilBrazil 636
Sinal Estados UnidosEstados Unidos 79
Sinal PortugalPortugal 21
Sinal ColombiaColombia 9
Sinal GermanyGermany 7
Sinal JapanJapan 5
Sinal AustráliaAustrália 3
Sinal Russian FederationRussian Federation 2
Sinal MoçambiqueMoçambique 2
Sinal Korea, Republic ofRepública da Coreia 1
Sinal Cabo VerdeCabo Verde 1
Sinal FranceFrance 1
Sinal VenezuelaVenezuela 1

Consolidados GRANDE SP 10/9/2014

Isabelle Drummond e Renata Sorrah (de costas) em cena de Geração Brasil, novela da Globo
RESUMO: A novela Geração Brasil registrou ontem a pior audiência às quartas-feiras: 16,2 pontos na Grande SP. A trama perde público desde segunda-feira (8), com o pior início de semana desde a estreia. Na segunda, marcou 17,6. No dia seguinte, 17,2. Na Record, a reprise de José do Egito teve o melhor desempenho: 10,3 pontos. No SBT, Roda a Roda também bateu recorde (9,6)

Por REDAÇÃO, em 11/09/2014 · Atualizado às 13h0810 SETEMBRO 2014

 

Média do dia (7h/0h): 11,6

 

Globo Rural: 4,4

Bom Dia São Paulo: 6,6

Bom Dia Brasil: 8,4

Mais Você: 7,3

Bem Estar: 6,7

Encontro: 6,5

SP TV 1a Edição: 10,0

Globo Esporte: 8,5

Horário Eleitoral: 4,8

Jornal Hoje: 7,2

Vídeo Show: 7,0

Sessão da Tarde: 8,7

Cobras & Lagartos: 11,6

Malhação: 12,9

Boogie Oogie: 15,9

SP TV 2a Edição: 17,3

Geração Brasil: 16,2

Jornal Nacional: 18,8

Horário Eleitoral: 14,1

Império: 29,0

Campeonato Brasileiro: 18,0

Jornal da Globo: 9,5

Programa do Jô: 5,5

 

Média do dia (7h/0h): 5,6

 

Balanço Geral: 3,5

SP no Ar: 5,2

Fala Brasil: 5,5

Hoje em Dia: 4,0

Balanço Geral SP: 5,2

Horário Eleitoral: 4,1

Balanço Geral SP (continuação): 4,4

Programa da Tarde: 3,8

Cidade Alerta: 7,7

Jornal da Record: 6,6

Horário Eleitoral: 4,5

Jornal da Record (continuação): 5,4

Vitória: 7,6

José do Egito: 10,3

Câmera Record: 7,0

A Nova Supermáquina: 4,5

Igreja Universal do Reino de Deus: 0,7

 

Média do dia (7h/0h): 5,6

 

Jornal do SBT Manhã: 4,4

Notícias da Manhã: 3,6

Bom Dia e Cia.: 4,9

Um Maluco no Pedaço: 6,0

Horário Eleitoral: 3,5

Eu, a Patroa e as Crianças: 4,1

Casos de Família: 5,2

Esmeralda: 5,3

Meu Pecado: 4,2

A Feia Mais Bela: 4,9

Chaves: 6,9

SBT Brasil: 6,6

Chiquititas: 10,0

Horário Eleitoral: 6,6

Rebelde: 5,5

Roda a Roda: 9,6

Programa do Ratinho: 7,8

Conexão Repórter: 6,3

The Noite: 4,7

Jornal do SBT Noite: 3,5

Okay Pessoal: 2,6

Média do dia (7h/0h): 2,4

 

Café com Jornal: 0,7

Dia Dia: 1,1

Band Kids: 1,4

Jogo Aberto: 3,0

Horário Eleitoral: 1,9

Os Donos da Bola: 2,2

Sabe ou Não Sabe: 2,1

Tá Na Tela: 2,9

Brasil Urgente: 4,3

Jornal da Band: 3,4

Horário Eleitoral: 1,1

Campeonato Brasileiro: 2,8

Agora É Tarde: 1,3

Jornal da Noite: 1,1

 

Média do dia (7h/0h): 0,6

 

Bola Dividida: 0,3

Você na TV: 1,1

Horário Eleitoral: 0,1

A Tarde É Sua: 0,9

Muito Show: 0,5

TV Fama: 1,7

Horário Eleitoral: 0,5

Rede TV! News: 0,6

Superpop: 0,9

Leitura Dinâmica: 0,3

Amaury Jr.: 0,2

 

 

 

História confusa e sem suspense afasta telespectador de O Rebu

Tony Ramos ‘passa mal’ em cena de O Rebu; novela afasta público por história confusa e sem suspense
Por RAPHAEL SCIRE, em 10/09/2014 · Atualizado às 19h04 

Quando O Rebu estreou, em 14 de julho, chamaram a atenção o arrojo estético da direção, a luxuosidade cênica e a trilha sonora pra lá de elogiada pelos telespectadores. Mas nem tudo deu certo ao longo dos 36 capítulos da novela, como a narrativa confusa e a falta de suspense, que afastaram o público. Confira três pontos positivos e três negativos da história que se encerra nesta sexta-feira (12).

 

O que deu errado:

1. Confusão narrativa – A curta duração da história se encaixou dentro do padrão que as novelas da faixa das 23h na Globo buscaram nos últimos anos e possibilitou aos autores contar uma história mais concisa, sem necessidade de girar em círculos. Mas a narrativa fragmentada causou estranheza no público. O modo como a história foi contada confundiu quem assistia e não estava acostumado a esse tipo de thriller. Foi um erro, visto que televisão é um meio de comunicação de massa e deve ser compreensível pelos mais diversos públicos.

Ao modificar a lógica do tempo real, a fragmentação narrativa trouxe um respiro ao telespectador sedento por novidades. Exatamente por isso, confundiu boa parte do público mais conservador e acabou por afugentá-lo. Para tentar dissolver essa confusão, os autores investiram na reiteratividade, recurso característico das telenovelas, com inserção de uma cena ou outra já mostrada em capítulos anteriores. Para completar, a falta de um horário fixo de exibição atrapalhou ainda mais o acompanhamento da história.

2. Crítica social superficial – O diretor-geral da novela, José Luiz Villamarim, afirmou que pretendia também discutir ética através da alta sociedade representada na trama. É uma afirmação um pouco pretensiosa, uma vez que o panorama da elite brasileira, ao longo de O Rebu, foi superficial, focado mais nas relações pessoais de Angela Mahler e Carlos Braga (Tony Ramos) do que em referências ao establishment nacional. Houve, sim, a acusação do envolvimento de Braga em um esquema fraudulento de desvio de verbas governamentais e uma menção ou outra às relações dos dois com políticos e poderosos, mas nada além.

3. Brilho apagado – O grande brilho de O Rebu era a megafesta promovida por Angela Mahler, evento no qual o crime que desencadearia os fatos da novela ocorreu. Mas na metade da trama, a história ficou concentrada na investigação criminal e em cenas aleatórias de flashback que explicavam as conexões entre os personagens _alguns casos até irrelevantes que só serviram para despistar o telespectador. O suspense em torno do crime foi deixado de lado e a demora para abrir as histórias só fez desagradar ao público.

O que deu certo:

1. Os medalhões – Em termos de elenco, o trabalho de Tony Ramos é desde já um dos destaques da produção, assim como o de Cássia Kis Magro, visceral e intensa em todas as cenas em que atua. Ramos não surpreendeu com mais uma atuação primorosa, mas vê-lo como vilão foi um brilho a mais à produção, por se tratar de um ator tão carismático. Patricia Pillar também segurou bem sua personagem e Sophie Charlotte desponta como estrela de sua geração.

2. A direção – Ainda que tenha sido suavizada na metade da novela, a fotografia fosca, algo que azulada, incomodou boa parte do público, mas era um charme a mais. Como no cinema, a direção de O Rebu deixou sua marca. Planos mais ousados, câmera na mão que seguia a efervescência da pista de dança e o frescor do olhar do “estreante” em telenovela Walter Carvalho (de O Canto da Sereia e Amores Roubados) contribuíram positivamente para a novela.

3. Os detalhes – O esmero cenográfico _repararam no quadro do pintor italiano Modigliani na parede do escritório de Angela (Patricia Pillar)?_ e a luxuosidade do figurino também foram relevantes e completamente adequados à proposta da festa da alta sociedade. E a trilha sonora foi impecável, um personagem a mais na badalação, que, infelizmente, aos poucos foi sendo deixada de lado.

O Rebu foi uma novela policial interessante, com elenco bem escalado e direção cinematográfica, mas a fuga da audiência é um preço alto demais que a história pagou por ser cult em um veículo tão popular como a televisão.

 

Record e SBT mantêm disputa acirrada pela vice em São Paulo

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A Record e o SBT continuam mantendo uma disputa acirrada pela vice-liderança em São Paulo, que é a principal praça contabilizada pelo Ibope e que possui grande relevância no mercado publicitário.

Embora no decorrer dos últimos dias a Record tenha levado vantagem, as margens são sempre mínimas. Para a emissora de Edir Macedo, a situação é ligeiramente mais desconfortável levando em conta os seus trunfos.

Nesta última quarta-feira (10), por exemplo, Record e SBT empataram em 5,6 pontos cada na média-dia, que corresponde à faixa entre 7h e 0h.

No entanto, vale lembrar que o resultado da Record foi, em parte, impulsionado por “José do Egito”, que teve média de 10 pontos. O índice é o mesmo alcançado por “Chiquititas”, do SBT. A diferença é que a minissérie de Vivian de Oliveira chega ao fim nesta semana, enquanto o folhetim infantil do canal de Silvio Santos ainda tem vida longa na grade e seu Ibope é estável.

Desconsiderando “José do Egito” e “Chiquititas”, as duas emissoras se distanciam por uma margem pequena uma da outra em horários alternados. Entre 7h e 9h, a Record chega a abrir de 2 a 3 pontos sobre o SBT, porém tal vantagem é diluída com a faixa entre 14h e 17h – um período maior com uma diferença menor.

Nem mesmo o “Cidade Alerta”, maior trunfo da Record, tem conseguido abrir uma diferença grande para o SBT. Ontem, Marcelo Rezende alcançou 7,7 pontos de média contra 6,9 do “Chaves” e 6,6 do “SBT Brasil”.

Ambas prejudicadas pelo Horário Político, a situação da Record inspira maiores cuidados. A nova temporada de “A Fazenda” chega com a missão de manter os índices de “José do Egito” para manter a emissora competitiva na vice-liderança, ou tal posto poderá voltar a ser do SBT.

NaTelinha

Novelas da Globo no Rio seguem com Ibope superior ao de SP

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As novelas da Globo continuam registrando índices de audiência superiores no Rio de Janeiro que em São Paulo, que é a principal praça do Ibope.

Nesta última quarta-feira (10), por exemplo, a reprise de “Cobras & Lagartos” marcou média de 15 pontos no Rio ante 12 em São Paulo. “Malhação”, por sua vez, atingiu 17 na capital carioca ante 13 da paulista.

Já no horário nobre, a diferença continua favorável ao Rio. “Boogie Oogie”, “Geração Brasil” e “Império” tiveram 21, 20 e 31 pontos, respectivamente, no Rio, ante 16, 16 e 29 pontos, respectivamente, na capital paulista.

Esses índices são consolidados e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores de São Paulo, Rio de Janeiro e suas respectivas regiões metropolitanas.

NaTelinha

Sérgio Soares pede atenção com a ‘bola parada’

Ceará Sporting Club

É comum no futebol uma vitória encobrir eventuais erros de uma equipe em uma partida. Mas para o perfeccionista Sérgio Soares, técnico do Ceará, mesmo após a vitória de 5 a 2 de sua equipe contra o América/MG, na última terça-feira, pela Série B, a preocupação com os gols sofridos de bola parada foi externada. Seja oriunda de um escanteio ou falta em direção a área.

Os dois gols americanos foram em bolas alçadas na área, com definições de cabeça, situações já ocorridas nesta Série B, como na derrota ante ao Oeste, no dia 6, também duas vezes. Portanto, nos últimos dois jogos pela Série B, foram quatro gols sofridos assim pelo Vovô.

Por isso, o técnico ressaltou que intensificará os trabalhos de bola parada defensiva para evitar estes gols saiam com frequência. “Estamos tomando muito gol de bola parada, seja qual formação defensiva for. Nós precisamos ter mais atenção. Vamos intensificar mais os trabalhos para evitá-los”.

O que também Soares quer evitar, são pontos desperdiçados ao sofrer muitos gols assim. Não foi o caso contra o América/MG, já que o ataque fez cinco gols, garantindo a vitória, mas ele não quer correr o risco.

“Há uma produção ofensiva muito boa, com mais de cem gols no ano e o melhor ataque da Série B. Mas nem sempre o ataque fará três, quatro gols. Temos que trabalhar para que os gols sofridos não nos atrapalhe no decorrer da competição”, disse ele, já projetando o duelo de amanhã contra o Náutico, no Recife, pela 22ª rodada da Série B.

O meia Ricardinho reforçou as palavras do treinador, ressaltando a preocupação com a jogada adversária. “Temos que parar de tomar esses gols. Já que estamos tendo este índice de gols de bola parada, temos que ter mais atenção, conversando entre nós e treinando mais este tipo de jogada defensiva”, comentou o camisa 8 do time alvinegro.

Clube está em busca de mais um zagueiro

Mesmo já reforçado do zagueiro Wellington Carvalho, regularizado ontem para a sequencia da Série B, o Ceará ainda busca mais um jogador para a posição.

A ideia da diretoria é deixar o elenco com mais opções para a comissão técnica e evitar a situação vivida na partida contra o América/MG, quando dois zagueiros estavam suspensos – Anderson e Alex Lima, e outros dois escalados sem as melhores das condições físicas: Sandro e Diego Ivo. “Analisamos alguns nomes. Queremos um zagueiro experiente, já que o Wellington que chegou é jovem. Queremos contratar por precaução. Foi um susto ter dois jogadores improvisados no segundo tempo”, declarou o presidente em exercício do Ceará, Robinson de Castro.

 

Diário do Nordeste – Jogada – 11.09.2014

CBF aceita pedido e Fortaleza jogará últimos jogos da primeira fase na Arena Castelão

15h39 | 11.09.2014

A partida contra o Treze teve mudança de local e horário

Os jogos do Fortaleza contra Treze e Asa pela Série C do Campeonato Brasileiro sofreram mudanças. A informação foi confirmada no site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), nesta quinta-feira, 11.

O duelo contra os paraibanos marcado anteriormente para o estádio Presidente Vargas será agora na Arena Castelão. O horário também foi antecipado das 21h30 para as 20h30. A data foi mantida para dia 22 de setembro.

Para a partida contra o Asa, apenas o local teve alteração. Assim como aconteceu contra o Treze, a partida também será na Arena Castelão. O horário continuará às 19h, no dia 4 de outubro.

As duas mudanças foram solicitadas pelo próprio Fortaleza, que optou por atuar na Arena Castelão nas duas partidas.

Diário do Nordeste-Jogada-11.09.2014