Manila calling for the Australian Taxi Office, Health Department to Bangalore

September 10, 2014 – 7:27PM

Noel Towell

Reporter for The Canberra Times

The ATO is considering an offer from computing behemoth Accenture.

The ATO is considering an offer from computing behemoth Accenture. Photo: Louie Douvis

A giant multinational wants to expand its use of Third World Asian nations to undertake data work for the Australian government.

The Australian Taxation Office is considering an offer from computing behemoth Accenture to move outsourced IT work to the Philippines but the ATO insists that no personal tax information would be sent overseas under the deal.

Accenture has been quietly using IT workers in India for several years to work on Australia’s National eHealth Initiative but the Health Department is adamant that no patient data or medical records leaves Australian shores under the arrangement.

The ATO is considering a proposal within its existing contract with Accenture.

The ATO is considering a proposal within its existing contract with Accenture.

Accenture is a global contracting player and one of the federal government’s preferred consulting firms.

It has current contracts with the federal bureaucracy worth about $380 million and extensive deals with state governments.

But the firm is based in Dublin where it takes advantage of the Republic of Ireland’s low-corporate tax rates.

The Manila deal might bring political trouble for the ATO which has been ordered by Treasurer Joe Hockey to crack down on multinationals reaping billions of dollars in profits in Australia and moving the money offshore to avoid taxes here.

A Sydney-based Accenture spokeswoman refused to answer questions about the proposed deal and said that no-one from the company would be interviewed.

Accenture and the ATO have history, with the company reaping fees of $677 million for its work on the Office’s trouble-plagued “change program” which  blew out in cost from an initial “fixed price” of $230 million in 2004 to $756 million when it concluded in 2010.

An ATO spokeswoman stressed that the Manila work was just at the proposal stage but  Fairfax Media understands that senior taxation officials have travelled to the sprawling Philippines capital to inspect Accenture’s “Philippines Delivery Centre.”

“The ATO are considering a proposal within our existing contract with Accenture to use this Global Delivery Network for IT application development and test services,” the spokeswoman said.

“Accenture have proposed their Philippines Delivery Centre support this work.

“This proposal does not replace ATO staff and no ATO jobs would be affected.

“No decision has been made yet.

“Any decision to proceed would be based on value for money.”

The Taxation spokeswoman said the Manila deal would not go ahead without assurances that the work would meet Australian security standards.

“As with all IT proposals, we would need assurances that the application development and testing would be done in accordance with our IT standards and Commonwealth security guidelines,” she said.

“If we proceed, no ATO data would be sent or stored offshore.”

A spokeswoman for the Health Department confirmed that Accenture had been working on the “personally controlled electronic health record” project in Bangalore since 2011.

“Accenture supports the PECHR and the Enterprise Data Warehouse,” she said.

“For the PCEHR System, Accenture does have an off-shore team that is involved in coding of changes to the system that are then shipped to Australia for testing, integration and implementation by the local team.

“This off-shore team does not have access to the operational PCEHR system and no PCEHR records are able to be accessed by any off-shore developers.”

The Health spokeswoman was adamant that no Australian data was being sent offshore for work.

“All of the infrastructure is also located in Australia, and all of the data is stored here in Australia,” she said.

Source : The Sydney Morning Herald

Coluna Renato Maurício Prado 09.09.2014

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O que foi pior: o atraso irresponsável de Maicon, que culminou com o seu corte, ou a tentativa do coordenador Gilmar Rinaldi de ocultar o motivo do desligamento, proibindo os jogadores de tocar no assunto e sugerindo aos jornalistas que não fizessem perguntas a respeito? O que Gilmar tem na cabeça? Tantos anos como atleta e, posteriormente, como empresário, e não aprendeu nada?

Será que acreditou mesmo que a história não despertaria interesse jornalístico, e ninguém conseguiria apurar o que de fato aconteceu? Haja amadorismo e inocência! Na verdade, nem chega a ser tão surpreendente. Desde o tal exemplo simplório do boné da seleção, homenageando Neymar (ele queria que o foco fosse Bernard!), e da opção pela volta de Dunga, Rinaldi vem reforçando a impressão de não ter estatura nem preparo pro cargo. Quem terá sido o gênio que o escolheu?

SOZINHO?
De uma raposa felpudíssima, muito afeita às coisas da seleção e da CBF:
— Duvido que o Maicon estivesse sozinho nessa. Falta apurar quem estava com ele na noitada.

FALTOU DIZER
Se quem tivesse chegado atrasado fosse o Neymar, a punição seria a mesma?

SINAL DOS TEMPOS
Tem tricolor chorando as ausências de Gum e Valência, e rubro-negro lamentando os desfalques de Wallace e Cáceres! E o pior é que, diante da penúria técnica de hoje em dia, fazem falta mesmo…

VERGONHA
Os donos de cadeiras cativas e perpétuas continuam aguardando suas indenizações pelo uso durante a Copa do Mundo…

PARA AS CALENDAS
E a Lei de Responsabilidade Fiscal, hein? Parece que subiu no telhado…

CESTA DE 1.000 PONTOS
Foi espetacular a vitória da nossa seleção de basquete masculino sobre a Argentina. Já dá até pra sonhar com uma posição no pódio (atrás de EUA e Espanha). O que Raulzinho, Marquinhos e Varejão jogaram foi uma barbaridade. E esse técnico argentino é mesmo uma fera. Valeu, Magnano!

SEM REPETIÇÕES
As derrotas de Novak Djokovic e Roger Federer, nas semifinais, frustraram a enorme expectativa do duelo entre os dois, na final, e tiraram a maior parte do charme da decisão, disputada ontem com o Artur Ashe cheio de lugares vazios. Na temporada deste ano, cada torneio de Grand Slam (tanto no masculino, quando no feminino) teve um vencedor diferente, fato raro ultimamente: Wawrinka e Na Li triunfaram na Austrália; Nadal e Sharapova, em Roland Garros; Djokovic e KvItova, em Wimbledon; e Cilic e Serena, no US Open.

SALTO DE PELICA
Alfredo Osório me conta, dos EUA, deliciosa história publicada nos jornais de lá.
Vice-campeã do US Open deste ano, a tenista dinamarquesa Caroline Wozniacki era noiva do golfista norte-irlandês Rory McIlroy, atual número 1 do ranking. O casamento estava marcado para agosto, mas em maio eles romperam, e McIlroy disse à imprensa ter descoberto que não estava “pronto”, ao se deparar com os convites da cerimônia. Wozniacki preferiu não falar com os jornalistas. Mas publicou no seu twitter uma foto onde aparecia produzidíssima para uma festa, com a seguinte legenda: “Saindo com amigos e, finalmente, voltando a usar salto alto…”
Caroline tem 1,79m, e Rory, 1,75m.

INGRATIDÃO
O Flamengo ainda nem exorcizou de vez o fantasma do rebaixamento, e a diretoria volta a aumentar os preços dos ingressos. Poderia, pelo menos, ter mantido o valor nos locais mais populares, atrás dos gols. Mas nem isso. Estranho prazer esse de maltratar o único craque do time — sua torcida.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 09.09.2014

Tom Barros divulga em sua coluna dados curiosos sobre o lateral esquerdo Vicente e o atacante Didica do Fortaleza

Wellington da Silva Vicente

Curiosidades

O leitor Edilton Urano enviou-me algumas curiosidades que publico a seguir: “Será o lateral-esquerdo Vicente o jogador mais antigo do Ceará? Ele veio trazido pelo técnico Mário Sérgio, que acabou não dando certo no alvinegro cearense./// Há 50 anos (1964), o Fortaleza contratou o desconhecido centro-avante Didica, que veio do futebol pernambucano. Didica se destacou no Campeonato Cearense daquele ano. Foi artilheiro da competição e campeão cearense, tirando o tetra do Ceará.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 10.09.2014

Tom Barros divulga foto de Edílson Alves , Pedrinho Simões e Freire Neto

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Recordando

A partir da esquerda: Edilson Alves (presidente da Apcdec), Pedrinho Simões (ex-goleiro) e Freire Neto (educador e radialista). Detalhes: Pedrinho destacou-se como vice-campeão da Taça Brasil de 1960 pelo Fortaleza e campeão cearense pelo Gentilândia em 1956. Hoje aposentado, Pedrinho tem como lazer, com sua bela voz, cantar em programas de rádio. (Foto em reunião do Memofut, coordenado por Cristiano Santos)

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 10.09.2014

Tom Barros comenta como é difícil o futebol nordestino competir na Série A do Campeonato Brasileiro

 

Pousada nordestina

Examino a lista da Série A do Campeonato Brasileiro e concluo: o Nordeste ainda continuará por muitos anos como primo pobre dessa competição. Na Série A, lanterna e vice-lanterna são do Nordeste: Bahia (19º, 17 pontos) e Vitória (20º, 15 pontos). Ainda bem o Sport/PE ocupa o 8º lugar. A Série B é a pousada nordestina. Fazem parte desse grupo Ceará, Sampaio Correa/MA, Náutico/PE, ABC/RN, Santa Cruz/PE, América/RN e Icasa/CE. Ainda assim, estão sem representação na “B” Sergipe, Alagoas, Paraíba e Piauí. O Norte, então, nem pensar. Estão fora Pará, Amazonas, Amapá, Roraima, Rondônia, Acre e Tocantins. Há privilégios para os clubes do Sul/Sudeste. Alguns velados; outros nem tanto. Basta ver os valores das cotas distribuídas.

Cotas

Vejam a diferença de valores logo nas cotas pagas pela TV. Flamengo e Corinthians, 84 milhões de reais anuais. Depois vêm Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco, R$ 75 milhões anuais. Em seguida, Botafogo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Atlético-MG e Cruzeiro, R$ 55 milhões anuais. Como os times do Norte e Nordeste poderão competir?

Bravura

Claro que há cobrança por parte da crônica e das torcidas com relação ao desempenhos dos nossos representantes. Mas, se feito um balanço geral das receitas, os times do Norte e Nordeste operam verdadeiros milagres, ante as dificuldades impostas pelas circunstâncias que só privilegiam os chamados times do Sul/Sudeste. É bravura mesmo.

Dívidas

Não sei como os principais clubes do país, aquinhoados com cotas tão significativas, pagas pela TV e pela CBF, chegaram ao descaso de dever tanto à União. Na lista da Procuradoria Geralda Fazenda Nacional, estão inscritos na dívida ativa, com valores que variam de R$ 7,8 milhões (a menor) a R$ 272 milhões (a maior), grandes times brasileiros.

A lista

Entre os devedores, de acordo com a PGFN, estão Atlético/MG, Flamengo, Corinthians, Fluminense, Vasco, Santos, Palmeiras, Grêmio, Internacional, Cruzeiro e São Paulo. Agora, todos esperam pela Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, que, por sinal, da forma como está redigida, há recebido sérias restrições do “Bom Senso F. Clube”.

Ele já dizia

Quando foi presidente do Fortaleza (2005/2006), o jornalista e empresário Ribamar Bezerra dizia: “É impossível segurar time cearense na Série A do Campeonato Brasileiro, concorrendo com times que recebem cotas astronômicas, enquanto os daqui recebem cotas de R$ 3 milhões. Sobe, mas lá não fica”. A história há provado que o Ribamar estava coberto de razão .

 

Tom Barros- Jogada – Diário do Nordeste – 10.09.2014