Tom Barros recorda a quantidade de jogadores importados para times cearenses

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Recordando

Até 1964 o futebol cearense era praticado, na maioria, por jogadores locais. “Estrangeiros”, quando muito, eram de perto e chegavam para Ceará, Fortaleza, Ferroviário, Calouros do Ar… Do Rio Grande do Norte vieram Ribamar, Tidão, Jacaré, Macrino, Jorginho; do Maranhão, Guilherme, Benício, Zé Augusto, Fernando Carlos, Wilson, Ribeiro; de Pernambuco, Gildo, Didica, Jurandir, Zezo, Almir, Dunga, Birungueta, Genival, Nélson, Milton Bailarino; da Paraíba, Harry Carey, Gilvan, Clóvis, Espanhol, Dedé, Jarbas; do Piauí, Carlito; de Alagoas, Oliveira Bodega. A prática dos “pacotes”começou quando Samuel Lopes era técnico do Ceará. Após perder o tetra de 1964 para o Fortaleza, “importou” do Rio, em 1965, cinco jogadores de uma só vez: Juca, Laudenir, Dionir , Neudeci e Amauri. (Colaboração de Wagner Monteiro – Aldeota).

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 06.08.2014

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