Portuguesa 1 x 1 Paraná

 1 x 1 

12ª RODADA
PORTUGUESA EMPATA NOS ACRÉSCIMOS COM O PARANÁ E DEIXA A ZONA PERIGOSA
Paraná, que vencia com um gol de falta de Lúcio Flávio, leva mais um gol no fim do jogo e cede o empate. Resultado mantém o tricolor entre os últimos

A Portuguesa ainda não venceu desde que o Campeonato Brasileiro da Série B foi retomado, com o fim da Copa do Mundo. Mas, pelo menos, também não perdeu. Na noite desta sexta-feira, a Lusa conseguiu o empate por 1 a 1 aos 47 minutos da etapa final, com gol de Serginho. Foi o segundo seguido, já que havia ficado no 0 a 0 com a Ponte, na 11ª rodada.

Quem também repetiu o enredo do último jogo foi o Paraná. A equipe de Claudinei Oliveira, que vencia com um lindo gol de falta de Lúcio Flávio, levou mais um gol nos minutos finais, como aconteceu na derrota por 1 a 0 para o América-MG, na última terça-feira.

Com o resultado, a Lusa deixou a 18ª colocação e pulou para a 15ª, com 11 pontos. Já o time paranaense subiu apenas da 19ª para a 18ª posição, com dez pontos. Vale lembrar que a rodada segue neste sábado, com seis jogos.

Agora, a Lusa volta a campo contra o Icasa na terça-feira, às 19h, no Romeirão. Já na sexta, o time do Paraná recebe o ABC, às 21h, no Durival de Britto.

Rudnei e Lucio Flavio, Portuguesa e Parana  (Foto: Rodrigo Gonzzanel / Futura Press)
Rudnei e Lúcio Flávio disputam bola no Canindé (Foto: Rodrigo Gonzzanel / Futura Press)

 

Um especialista chamado Lúcio Flávio

Não é à toa que Lúcio Flávio, de 35 anos, é o camisa 10 e capitão do Paraná Clube. Foi dele o golaço de falta, aos 42 minutos do primeiro tempo, com um chute na gaveta direita de Rafael Santos. Foi a melhor chance da equipe na etapa inicial. Antes dela, apenas chutes de fora da área de Lucas Otávio & Cia., que Rafael ia se virando bem. Breno, puxado na área, reclamou de pênalti que o árbitro mandou seguir. Já a Lusa, que estreava Jocinei e Pedro Oldoni, assustou em um chute do zagueiro Brinner no travessão e em bicicleta de Rudnei, que só não marcou porque Lucas Otávio tirou a bola em cima da linha.

Um domínio aparente do Paraná e o duro golpe no fim

Na frente no placar, o Paraná voltou melhor do intervalo e só não ampliou porque a trave não deixou. Giancarlo, de cabeça, acertou o poste. A partir dos 40 minutos, com os atacantes Marcelinho e Bryan Aldave – outro estreante da noite – no jogo, a Lusa passou a atacar em sequência, buscando o gol de qualquer maneira. Até que, aos 47, ele saiu. Após batida de lateral, o uruguaio ajeitou para Serginho, que bateu para o fundo das redes. Após o apito final, jogadores da Lusa reclamaram que o técnico Claudinei Oliveira pediu para que seus atletas “quebrassem” o autor do gol. Depois da pequena confusão, todos foram embora. E com só um ponto no bolso.

 

GLOBO ESPORTE.COM

Avaí 1 x 0 Ponte Preta

 1 x 0 

12ª RODADA
CARLETO “SE VINGA” DA PONTE PRETA E COLOCA AVAÍ NA COLA DO G-4 DA SÉRIE B
Dispensado pela Macaca após o Paulistão, lateral-esquerdo dá terceira vitória seguida ao Leão com bomba de esquerda. Ponte estaciona na tabela .

Thiago Carleto foi dispensado pela Ponte Preta após o Campeonato Paulista sob justificativa de indisciplina e deficiência técnica. Depois de quatro jogos, a diretoria achou que não valeria a pena seguir no elenco com um jogador de salário alto e que não correspondia às expectativas, dentro e fora de campo. O lateral-esquerdo seguiu seu caminho e respondeu na bola na noite desta sexta-feira, quando deu a vitória ao Avaí por 1 a 0 sobre a Macaca, na Ressacada, ao acertar uma linda cobrança de falta no segundo tempo, pela 12ª rodada da Série B do Brasileiro.

A redenção de Carleto também representou a consolidação da recuperação do Avaí. Depois de um início ruim, o Leão engatou a terceira vitória consecutiva e colou no G4. Tem 20 pontos e fecha a noite na sexta colocação. O Ceará, que abre a zona de acesso, tem 21, mas ainda entra em campo neste sábado, contra o Icasa, no Castelão. Para a Ponte, a derrota significou o terceiro jogo seguido sem vitória. A equipe campineira estacionou nos 17 pontos e viu o pelotão da frente se distanciar.

Em um jogo tecnicamente fraco, no qual os dois times erraram em excesso, principalmente do meio para a frente, a bola parada se desenhava como o único caminho para o resultado positivo. A Ponte teve as suas chances, mas Daniel Borges, nomeado por Dado como o dono das bolas paradas na Macaca, não ajudou. Já Carleto precisou de apenas uma oportunidade para soltar a canhota e “se vingar” da Ponte.

– Todo mundo sabe a dificuldade que foi o momento conturbado que passei na Ponte, mas nem quero mais falar sobre isso. Estou aqui pouco mais de duas semanas, mas parece que faz muito mais tempo. Só tenho a agradecer o elenco do Avaí. Quando fazemos as coisas certas, acabamos coroados – desabafou Carleto.

Pela Série B, os times voltam a campo no próximo sábado, às 16h20. Embalado, o Avaí faz o clássico catarinense contra o Joinville, fora de casa. Já a Ponte terá pela frente o Vasco, no Majestoso. Antes, no entanto, os times jogam pela Copa do Brasil. Na quarta, a Macaca recebe exatamente o Vasco. O Avaí vai enfrentar o Palmeiras, na Ressacada. As partidas são de ida pela terceira fase do torneio nacional.

Avaí x Ponte Preta (Foto: Jamira Furlani/Avaí FC)Carleto comemora o gol que deu a vitória ao Avaí sobre a Ponte (Foto: Jamira Furlani/Avaí FC)

Coitada da bola…

A proposta dos dois times era clara: dificultar a troca de passes do adversário com uma marcação adiantada. A postura agressiva, principalmente da Ponte no início, deixou a partida limitada a ligações direitas e cruzamentos na área, quase sempre inofensivos. De tanto se preocuparem em atrapalhar a vida alheia, as equipes esqueceram de jogar umpouco com a bola. Marquinhos e Cleber Santana não apareceram no Avaí, enquanto a Ponte, sem um meia de origem, apostou na saída rápida da defesa para o ataque. Com erros de passes em demasia dos dois lados, demorou a sair uma trama ofensiva. A Ponte levou perigo quando Alexandro achou Cafu livre na área, mas o atacante mandou a chance para fora. O Avaí só chegou a assustar Roberto aos 44 minutos. Anderson Lopes desviou cruzamento de Carleto para a defesa do goleiro alvinegro.

Bomba de Carleto salva!

O segundo tempo caminhava a passos largos para repetir o cenário do primeiro. Times comdisposição, sem dar espaço para os adversários, mas sem nenhuma inspiração com a bola nos pés. Era um perde e ganha sem parar no meio de campo, sem sequência nas jogadas. Diante da dificuldade para criar, a aposta passou a ser as bolas paradas. Enquanto do lado da Ponte Daniel Borges cansou de errar cobranças de falta e escanteio, Thiago Carleto mandou no canto esquerdo de Roberto uma cobrança de falta de longe, abrindo o placar, aos 12 minutos. Apesar da desvantagem, a Ponte não demonstrou poder de reação. Os jogadores até esboçaram uma pressão final, mas a falta de criatividade, principal carência da equipe, impediu a Macaca de ameaçar a vitória do Avaí.

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Números de ontem do TV TOTAL

Isabel Vilela_Juliana Silveira

País Visualizações
Sinal BrazilBrazil 712
Sinal Estados UnidosEstados Unidos 83
Sinal PortugalPortugal 12
Sinal AustráliaAustrália 4
Sinal FranceFrance 4
Sinal JapanJapan 3
Sinal AngolaAngola 2
Sinal BélgicaBélgica 2
Sinal PolandPoland 2
Sinal South AfricaSouth Africa 2
Sinal ItalyItaly 1
Sinal GermanyGermany 1

Renato Maurício Prado comenta que os elefantes brancos estão indo para a lama

Cameroun 0 x 4 Hrvatska em Manaus no dia 18.06.2014 . Eu estava lá com a minha mãe .

A manutenção da Arena Amazônia custará o dobro do previsto. E a do Pantanal recebeu menos de 6 mil torcedores no jogo do Vasco. A manada de mamutes começa a se mover rumo ao lodaçal…

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 18.07.2014

ICBC, da China, assina acordo de compra para até 20 E190-E2

Brasília – Distrito Federal, 17 de julho de 2014 – Em cerimônia de assinatura que contou com a presença dos presidentes das duas nações, durante a visita de Estado do Presidente chinês, Xi Jinping, ao Brasil, a Embraer firmou um acordo de venda para até 20 E190-E2 com a ICBC Financial Leasing Co., Ltd. (ICBC Leasing), da China, sendo 10 pedidos firmes e 10 direitos de compra. Os pedidos firmes para as 10 primeiras aeronaves serão incluídos no backlog da Embraer no 3º trimestre de 2014.

O E190-E2 será o primeiro modelo da família de E-Jets E2 a entrar em serviço. O valor do contrato é de USD 1,1 bilhão a preço de lista, caso todos os direitos de compra sejam convertidos em pedidos firmes. As primeiras entregas estão previstas para o início de 2018.

“Ter a ICBC Leasing como arrendador do E2 dá aos nossos potenciais clientes mais uma opção quando pensam em operar estas aeronaves de última geração”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial. “A ICBC Leasing tem se expandido rapidamente nos últimos anos para se tornar uma das principais empresas de leasing de aeronaves do mundo. O forte apelo dos E-Jets junto às companhias aéreas de todo o mundo foi um fator decisivo para a aquisição dos E2 pela ICBC”.

Estabelecida em 2007 como uma subsidiária integral do Industrial and Commercial Bank of China, um dos maiores bancos do mundo, a ICBC Leasing é proprietária e gerencia uma frota de aproximadamente 380 aeronaves. Em junho de 2012, a ICBC Leasing adquiriu 10 jatos executivos Legacy 650, sendo cinco opções, seguindo um Memorando de Entendimento assinado em abril daquele ano.

“Estamos satisfeitos em fazer parte do programa E-Jets E2 e ampliar ainda mais nossa parceria com a Embraer”, disse Cong Lin, CEO da ICBC Leasing. “Adicionar os E-Jets E2 ao nosso portfólio vai diversificar nossos recursos, fortalecer a nossa liderança no mercado de leasing e nos apoiar na expansão do mercado de leasing de aviação regional. Estamos confiantes que esses novos jatos trarão grandes benefícios para os nossos clientes.”

O programa E-Jets E2 reforça o comprometimento da Embraer em investir continuamente na linha de jatos comerciais da Empresa e manter sua estabelecida liderança de mercado no segmento de 70 a 130 assentos. Motores de última geração, em conjunto com novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas resultarão em melhorias significativas no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo.

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Tianjin Airlines, do HNA Group da China, compra 20 E-Jets e 20 E-Jets E2

Brasília, Brasil, 17 de julho, 2014 – A Embraer concluiu um acordo para a venda de 40 aeronaves para a companhia aérea chinesa Tianjin Airlines, uma subsidiária do HNA Group. O contrato, avaliado em USD 2.1 bilhões a preço de lista, inclui 20 E-Jets e 20 E-Jets E2, o que faz da Tianjin Airlines o primeiro cliente dos E-Jets E2 na China. A cerimônia de assinatura ocorreu durante a visita de Estado do Presidente chinês, Xi Jinping, ao Brasil, e contou com a presença dos presidentes das duas nações.

Os primeiros E-Jets e E-Jets E2 serão entregues em 2015 e 2018, respectivamente. O pedido será incorporado à carteira de pedidos da Embraer tão logo seja feito o pagamento inicial da encomenda.

“Este é mais um importante momento dessa longa e sólida parceria com a HNA Group e Tianjin Airlines, o maior operador de E-Jets na Ásia. O novo pedido reforça o sucesso que a companhia aérea vem tendo com os jatos Embraer. As significantes conquistas da Tianjin Airlines e sua contribuição para a aviação regional chinesa são vitrines para as aeronaves Embraer,” disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial. “É uma satisfação fazer parte desse trabalho conjunto para abrir novas oportunidades de mercado e contruir uma rede de transporte aéreo para o benefício do país”.

“Os jatos Embraer E190 têm sido a base da nossa estratégia de expansão regional nos últimos anos, o que nos permitiu atingir nossas metas de desenvolvimento. Vemos esse pedido adicional como uma continuação dos nossos planos de crescimento no curto e no longo prazo”, disse Liu Lu, Presidente Executivo do Conselho e Presidente da Tianjin Airlines. “Os 20 novos E-Jets E2 vão nos trazer eficiência e flexibilidade ainda maiores para adicionar frequências e expandir mercado.”

Desde a sua entrada em serviço em 2004 até hoje, mais de 1.000 E-Jets operam com 65 companhias aéreas em 45 países, tornando-se um sucesso global. O programa E-Jets E2 reforça o comprometimento da Embraer em manter investimentos contínuos na linha de jatos comerciais da Empresa e manter sua estabelecida liderança de mercado no segmento de 70 a 130 assentos. Motores de última geração, em conjunto com novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas resultarão em melhorias significativas no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo. As primeiras entregas do E-Jets E2 está planejada para o primeiro semestre de 2018.

Embraer e a Tianjin Airlines estabeleceram uma parceria bem-sucedida. A companhia aérea foi o cliente-lançador do E190 na China e opera a maior frota de E-Jets na Ásia com 50 jatos E190. Ela também foi a primeira empresa chinesa apontada como Centro de Serviço Autorizado pela Embraer no país. Recentemente, a aérea anunciou a contratação do Embraer AHEAD-PRO para todas as suas aeronaves, tornando-se o primeiro usuário desse sistema na China.

HNA Group Tianjin Airlines foi lançada como a primeira aérea regional da China em 2009. Em 2010, a empresa mudou o seu foco de operação exclusivamente regional, ampliando serviços para atendimento de rotas principais.  Atualmente, o objetivo é se tornar uma empresa aérea internacional de médio a grande porte em busca de uma estratégia de “aviação regional e operação global”.

Em 2011, a Tianjin Airlines recebeu os prêmios “Melhor Aérea Regional da China” e “Global Four-star Airlines”, da Skytrax, por suas significativas conquistas. A empresa opera uma frota de aproximadamente 80 jatos que servem 90 destinos domésticos e internacionais, transportando 8 milhões de passageiros.

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“Cidade Alerta” terá merchandising e reabre discussão sobre o assunto

57366-data0002tssnapshot16162Marcelo Rezende não poderia estar mais feliz: renovou seu contrato com a Record até 2020, tem o programa de maior audiência da casa com quase dois dígitos diariamente, é vice-líder, tem praticamente 25% da programação da rede em suas mãos (não ações, para deixar claro) e conquistou o direito de praticar o merchandising, que nada mais é do que ações onde recomenda um determinado produto para o telespectador. É válido?

Alguns programas de cunho jornalístico já fazem uso do famoso merchandising. Condenados por uns, e dito como indispensável por outros, é uma questão bastante delicada uma profissão como jornalista recomendar produto X ou Y ao telespectador, pondo sua credibilidade em xeque.

A verdade é que diante das circunstâncias, o “Cidade Alerta” ter merchans passa pela razão de que é necessário que se faça uso desse tipo de publicidade. O programa fica por muito tempo sem intervalos comerciais, custa caro e acaba gerando prejuízos para a Record, embora seja difícil de acreditar. Afinal, dá muita audiência, mas não é só o que importa na televisão. O ideal é encontrar um equilíbrio, que a emissora não conseguiu ainda. É natural que entrasse mais intervalos, e a audiência do policialesco caísse. Mas, cada um sabe onde dói mais.

O que um jornalista aprende na faculdade é que esse tipo de coisa é repudiável e pronto. Mas, muitas das vezes, o profissional é pressionado pelo departamento comercial da casa que precisa vender e lucrar, para que no final do mês todos estejam com seus ordenados em dia.

Nem sempre um profissional tem a autonomia e peito pra recusar merchandising. Reinaldo Gottino, por exemplo, recusou no comando do “Balanço Geral”. Em outras praças, o “Balanço” usa e abusa desse artifício, bem como os jornalísticos no interior do país, onde o que vale é o “faz-me-rir” e a ética, dignidade e bom-senso descem esgoto abaixo. Tem gente que anuncia qualquer coisa e é capaz de vender a mãe. Se forem fazer merchandising, que façam pelo menos de algo que recomendariam para família e amigos.

Num mundo “ideal”, jornalistas não fariam merchandising. Mas como estamos bem longe desse cenário e todo mundo quer faturar, fica difícil. Que sejam mais criteriosos na escolha dos produtos. Desde que o programa em questão tenha brechas para que isso seja realizado e a mercadoria oferecida ao telespectador seja de confiança de acordo com a opinião do jornalista, torna-se aceitável.

Contatos do colunista: thiagoforato@natelinha.com.br – Twitter: @Forato_

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